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10 mitos e verdades sobre efeitos do sol na pele: dermatologista responde!

De acordo com a dermatologista, mesmo com um bronzeado bonito, a pele pode estar ressecada.

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[PUREPEOPLE/ MSN]

Tomar sol e conquistar a tão sonhada marquinha de biquíni é um dos hábitos favoritos das brasileiras, mas pode trazer alguns riscos para a pele e para a saúde, como manchas, queimaduras e descamação da pele. Por isso, o filtro solar é indispensável no nécessaire de verão, mas esse é apenas o primeiro cuidado. Outros hábitos como ficar atenta ao tempo de exposição solar, usar o bronzeador da forma correta e ficar atenta ao risco de insolação também são importantes. A dermatologista Letícia de Chiara desvendou os maiores mitos e verdades sobre tomar sol!

1 – O jeito certo de aplicar protetor solar é 30 minutos antes da exposição ao sol

Verdade. Segundo a dermatologista, de nada adianta usar o protetor solar quando chegar à praia. “É para dar tempo de ele ser absorvido na pele. O filtro age de uma forma química, fazendo que os raios solares que penetram na pele sejam neutralizados por ele”.

2 – Mesmo com um bronzeado bonito, a pele pode ressecar

Verdade. “Tanto o sol como a água do mar e o próprio vento fazem a pele ressecar”, explica a dermatologista. A dica, então, é aplicar um creme hidratante depois de tomar sol. ” Após o banho, é aconselhado o uso do hidratante em todo o corpo, e isso deve ser repetido após cada exposição solar”.

3 – O bronzeado nada mais é do que a pele inflamada

Verdade. “A pele, quando recebe os raios UV, no intuito de se defender contra eles, estimula os melanócitos a produzir melanina (responsável pelo pigmento da pele). Por conta disso, nenhum bronzeado é considerado saudável, pois ele está relacionado ao processo inflamatório da pele e a defesa dela”.

4 – Pessoas de pele negra e morena não precisam usar protetor solar

Mito. É verdade que a pele clara é mais sensível ao sol e mais propensa à manchas, mas quem tem a pele negra ou morena não deve deixar de investir em um protetor solar, principalmente ao se expor ao sol por muito tempo. “Apesar de mais resistente, elas não estão imunes aos efeitos da radiação UV”, explicou a dermatologista.

5 – Está liberado pegar sol o dia inteiro usando protetor solar

Verdade. De acordo com a dermatologista, é possível tomar sol por horas se a pele estiver protegida com filtro solar. No entanto, o cuidado não é apenas esse. “Além do filtro solar, é preciso também o uso de barracas, chapéus, bonés e roupas com proteção UV, além de ingerir bastante líquido para não desidratar.

6 – Aplicar apenas bronzeador é saudável

Mito.Se você usa apenas o bronzeador na hora de tomar sol, saiba que esse hábito é considerado errado pelos dermatologistas. “O uso do bronzeador para a manutenção da saúde da pele é proibitivo. Devemos ter sempre em mente que é importante proteger a pele do sol e não bronzear”.

7 – O sol pode causar dor de cabeça e mal-estar

Verdade. Se você sentir um mal-estar logo após sair da praia ou da piscina, a dermatologista alerta de que pode ter sido culpa da exposição solar. “Isso pode ser um sinal de desidratação. Beba bastante líquido e, se caso os sintomas persistirem, procure um pronto-socorro”, alerta.

8 – A insolação pode acontecer até mesmo depois de um exercício físico

Verdade. De acordo com a dermatologista, a insolação acontece quando a temperatura corporal ultrapassa os 40º graus, e os mecanismos de resfriamento do organismo falham, ou seja, param de transpirar. “Isso pode desencadear um quadro de desidratação gravíssimo e é preciso procurar ajuda médica. Essa condição pode acontecer após uma exposição solar intensa ou durante um exercício físico”, indica.

9 – Reaplicar o protetor solar é fundamental

Verdade. De nada adianta aplicar o protetor solar apenas uma vez se a ideia for passar o dia inteiro tomando sol. “Em condições normais, ou seja, em ambientes fechados, sem mergulho ou suor excessivo, o FPS do filtro solar diminui 50% a cada 3 horas. Ou seja, se eu passei um filtro com FPS 50 às 12h, ele vai estar valendo como 25 às 15h. Agora, caso você mergulhe ou transpire excessivamente, é preciso reaplicar sempre. Seque o corpo e o rosto e passe o produto novamente”, explica.

10 – Protetor solar com FPS mais alto faz diferença na proteção

Verdade. De acordo com a dermatologista, usar um filtro solar com FPS mais alto irá proteger a pele do sol por mais tempo. “Faz diferença sim. A cada três horas, em condições normais, o FPS diminui pela metade. Além disso, para você ter o fator de proteção escrito na embalagem, é preciso respeitar a quantidade indicada. No rosto, por exemplo, o correto é aplicar o equivalente a uma colher de chá. No entanto, infelizmente, nem todo mundo respeita essa medida. Por conta disso, quanto maior o FPS, maior a proteção, mesmo com uma camada menor de filtro solar”, explica.

(Por Beatriz Doblas)

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Catchup, mostarda ou maionese: qual é mais nutritivo?

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[Thaís Manarini/ MSN] A trinca mostarda, catchup e maionese geralmente surge à mesa quando a pedida é hambúrguer, hot dog ou batata frita. Já parou pra pensar o que aconteceria se o critério para a escolha não dependesse do sabor, mas das características nutricionais?

Pois a gente conta: o molho do lanche seria a mostarda. “Apesar de ter mais gorduras totais do que o catchup, ela apresenta menos calorias e carboidratos, além de mais fibras e proteínas”, analisa a nutricionista Ana Paola Monegaglia, de São Paulo.

Ou seja, seu balanço se mostra mais favorável. Repare que a maionese abunda em gorduras. Ainda que os tipos predominantes sejam mono e poli-insaturados, considerados mais saudáveis, o valor calórico dela vai lá pra cima.

“Portanto, é bom controlar o consumo”, orienta Ana. Aliás, o recado vale para os três molhos, já que todos são cheios de sódio, mineral cujo abuso faz a pressão decolar. Sem falar nos conservantes e aromatizantes. “Use esses produtos em ocasiões pontuais”, reforça Ana.

Agora, confira a comparação desses três molhos, nutriente por nutriente:

Energia

Mostarda: 15 cal

Catchup: 20 cal

Maionese: 73 cal

Gorduras totais

Catchup: 0,03 g

Mostarda: 0,9 g

Maionese: 7 g

Fibras

Mostarda: 0,5 g

Catchup: 0,2 g

Maionese: 0 g

Proteínas

Mostarda: 0,9 g

Catchup: 0,3 g

Maionese: 0 g

Carboidratos

Mostarda: 1,2 g

Maionese: 2,2 g

Catchup: 5,4 g

Sódio

Catchup: 237 mg

Mostarda: 250 mg

Maionese: 289 mg

Placar final

Mostarda 4 X 2 Catchup X 0 Maionese 

Os valores se referem a uma colher de sopa de cada molho

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Enxaqueca pode levar a infartos e derrames, alerta cardiologista

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[Notícias Ao MinutoUm estudo feito nos Estados Unidos mostrou que as mulheres que têm enxaqueca correm um risco muito maior de desenvolver doenças cardiovasculares, como infarto e AVC. Mais grave ainda, se elas usam anticoncepcionais.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe), estima-se que a enxaqueca atinja de 12% a 15% da população geral, com uma prevalência de 17% entre as mulheres. Com a predominância da doença, durante 15 anos, 574 pacientes com idade entre 55 e 94 anos foram acompanhados através de exames neurológicos e questionários sobre a doença. Inicialmente, a intenção era avaliar a ligação entre a enxaqueca e a aterosclerose, analisando o risco de tromboembolismo venoso.

Os resultados foram publicados na revista Neurology e constataram que os riscos para desenvolver o tromboembolismo estavam presentes em 18,9% das pessoas que sofrem com as dores de cabeça e tiveram problemas cardiovasculares, contra 7,6% dos pacientes que não apresentavam enxaquecas. Enquanto isso, a tendência para aterosclerose não foi constatada ou tida com menor tendência.

De acordo com o cardiologista e responsável pelo Programa de Infarto Agudo do Miocárdio HCor (Hospital do Coração), Dr. Leopoldo Piegas, durante a crise de enxaqueca a pessoa sofre uma isquemia rápida (insuficiência de irrigação sanguínea), que normalmente regride sozinha.

“Mas, em alguns pacientes, essa isquemia se mantém e pode provocar a morte celular na área afetada pela isquemia. O anticoncepcional, assim como o cigarro, é outro fator de risco que pode comprometer a circulação do sangue. Por isso, as mulheres que somam esses dois componentes à enxaqueca correm sérios riscos”, explica Dr. Piegas.

Horário de verão terminou e pneumologista dá dicas para adaptação

A enxaqueca é uma doença que pode tornar a pessoa incapacitada. Ela deve ser tratada com muita seriedade e controle porque aumenta o risco de AVC e infarto, assim como a hipertensão, o colesterol alto e o tabagismo. Trata-se de uma doença hereditária e, na maioria dos casos, a automedicação pode ser uma cilada.

Para Dr. Piegas, a dica é registrar as manifestações e crises em um caderno de anotações. “Fatores como duração e horários predominantes, intensidade e localização da dor, sintoma, entre outros, devem ser observados. A alimentação de quem tem enxaqueca deve ser balanceada, com intervalos regulares entre uma refeição e outra. Outra dica é evitar o uso de substâncias estimulantes em excesso, como a cafeína, pois são fatores importantes que podem provocar as crises”, esclarece Dr. Piegas.

Fique atento aos sintomas associados da enxaqueca: náusea, vômitos, bocejos, irritabilidade, sensibilidade à luz, sensibilidade ao som, sensibilidade ao movimento do corpo ou do ambiente, tontura, fadiga, mudanças de apetite, problemas de concentração, dificuldade para encontrar as palavras etc.

Durante as crises de enxaqueca, siga algumas recomendações: tome os medicamentos, entenda o que alivia a sua dor, trate os sintomas separadamente, descanse em um local escuro e silencioso, faça refeições leve e hidrate-se.

De olho nos fatores de risco de infarto: homens acima dos 45 anos e mulheres com 55 anos ou mais tem maior propensão ao infarto, tabagismo, hipertensão, colesterol elevado, diabetes, histórico familiar de infarto, sedentarismo, obesidade, estresse, alcoolismo e uso de drogas ilegais estimulantes.

Sintomas associados ao infarto: vômitos, suor frio, fraqueza intensa, palpitações, falta de ar, sensação de ansiedade, fadiga, sonolência, desmaio e tontura.

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Identificados dois tipos de bactérias intestinais relacionadas com a depressão

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[Daniel Mediavilla/ El País] Os micróbios que habitam nosso intestino parecem ter certa influência sobre nossa saúde mental, embora por enquanto esse impacto tenha sido mais estudado em animais que em pessoas. Observou-se, por exemplo, que ao injetar fezes de humanos deprimidos em ratos esses animais desenvolviam sintomas próprios da doença. Em humanos, verificou-se que alterar o ecossistema intestinal pode reduzir estados de ansiedade, mas falta informação sobre o que se pode fazer com doenças mais graves.

Nesta segunda-feira, uma equipe liderada por Jeroen Raes, do Instituto Flamengo de Biotecnologia, da Bélgica, publica uma análise em que relaciona a depressão com a ausência de alguns tipos específicos de bactérias, sugerindo que muitas delas poderiam produzir compostos capazes de afetar nosso estado mental.

Em seu trabalho, publicado na revista Nature Microbiology, os autores relatam como obtiveram informações sobre diagnósticos de depressão e o microbioma recolhido das fezes de 1.054 indivíduos que participam do Projeto Flamengo da Flora Intestinal. Em sua análise, observaram que dois gêneros de bactéria, as Coprococcus e as Dialister, escasseavam entre as pessoas que sofriam de depressão.

“A relação entre o metabolismo dos micróbios intestinais e a saúde mental é um tema polêmico na investigação do microbioma”, afirma Raes em um comunicado de sua instituição. “A noção de que os metabólitos [produzidos por estes micróbios] podem interagir com nosso cérebro, e portanto influenciar o nosso comportamento e nossos sentimentos, é intrigante, mas a comunicação entre o microbioma intestinal e o cérebro já foi explorada principalmente em modelos animais, estando a investigação em humanos muito menos avançada”, acrescenta.

Neste trabalho, os autores também analisaram quais compostos poderiam produzir os micróbios com capacidade para interagir com nosso sistema nervoso, e cruzaram essa informação com as sequências genômicas dos organismos encontrados nas fezes de pessoas com depressão e em indivíduos sãos. Desta maneira, descobriram que a capacidade de alguns microorganismos para produzir DOPAC, um dos metabolitos da dopamina, estava associada com um melhor estado mental.

A equipe de Raes procura há anos relações entre a presença de determinadas bactérias e seus efeitos sobre a saúde. Em estudos anteriores, observaram que quem consumia iogurte regularmente tinha ecossistemas bacterianos intestinais mais diversificados, algo que também se via com o consumo de vinho e café. O contrário ocorria com o consumo de leite integral e com uma alimentação excessiva. Em outra das linhas que interessam no âmbito do estudo do microbioma, começaram a ser encontradas relações entre as doenças do coração e o câncer e a presença ou ausência de algumas bactérias.

Por enquanto, o que se conhece com maior precisão é a relação entre os micróbios que temos dentro de nós, a dieta e a saúde intestinal, mas as substâncias que algumas bactérias produzem podem afetar os níveis de inflamação, e isso influi também sobre o sistema imunológico. De alguma maneira, os micróbios são um mecanismo que conecta diferentes sistemas do organismo. Problemas de ansiedade ou depressão têm sido detectados com especial frequência em pessoas com alterações gastrointestinais, como a síndrome do intestino irritável, e em geral é comum que os transtornos mentais e digestivos ocorram simultaneamente. Em outra linha de investigação que pode ajudar a entender o mal de Parkinson, alguns estudos detectaram que essa doença está relacionada com um maior tempo de trânsito intestinal.

O campo de estudo do microbioma, e sobretudo a capacidade de agir sobre ele para melhorar a saúde, ainda está em seus primórdios. Também nesta segunda-feira, na Nature Biotechnology, uma equipe internacional de cientistas publicou a descoberta de 100 novas espécies de bactérias encontradas no interior de intestinos saudáveis. Como acontece quando se deseja alterar um ecossistema, mexer numa espécie pode ter efeitos indesejados sobre o equilíbrio com as demais, e parece que para fazer isso com eficácia ainda falta entender muita coisa sobre esses habitantes microscópicos que representam aproximadamente 2% do nosso peso.

FOTO: Ovidiu Creanga. Alguns alimentos como o iogurte incrementam a diversidade das bactérias do intestino.

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