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7 coisas que esperamos de um relacionamento aos 30 e poucos anos

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[MSN]

Namorar depois dos 30 anos (e alguns quebrados) é completamente diferente. É provável que você esteja namorando com intenções diferentes das que tinha aos 20 e poucos anos, procurando alguém que possa fazer parte do seu futuro (ou pelo menos alguém com quem você pretenda crescer junto durante uma das décadas mais importantes e críticas da sua vida).

Mas o que procurar num parceiro? Os especialistas em relacionamento compartilham 7 qualidades de quemestá chegando – ou já chegou – aos 30 anos.

1. Eles têm autoconsciência e uma compreensão básica de quem são a essa altura da vida.

Quando chegar aos 30, você deve ter alguma ideia de quem você é como pessoa: Você sabe no que é bom em termos de carreira e de relacionamentos interpessoais e o que precisa melhorar para se tornar uma pessoa mais completa. Se a pessoa com quem você está namorando não tem autocrítica, considere isso um sinal de alerta, diz Jess Hopkins, uma terapeuta que trabalha principalmente com millennials em Los Angeles.

“Os bons candidatos sabem tanto as suas fraquezas pessoais que precisam de reforço quanto os pontos fortes que vão maximizar seu potencial”, afirma ela. “Quando o seu parceiro tem um alto nível de autoconsciência em relação a isso, é mais provável que ele assuma a responsabilidade por sua vida e faça o trabalho necessário para se tornar a melhor versão de si mesmo.”

2. Eles já tiveram algum relacionamento de longo prazo.

Ao chegar aos 30, muitas pessoas estão desiludidas com aplicativos de paquera e estão prontas para sossegar. No mundo ideal, a pessoa com quem você está saindo também já teve relacionamentos no passado. Se ela teve algum relacionamento sério aos 20 e poucos anos, é um bom sinal de que eles têm a motivação exigida por um relacionamento de longo prazo, afirma Kurt Smith, terapeuta especializado em aconselhar clientes homens.

“A experiência com relacionamentos pode parecer algo óbvio, mas nem sempre é assim”, diz Smith. “Seu melhor par será alguém que já tenha estado em outros relacionamentos, aprendeu algo a respeito de si mesmo e sabe o que é necessário para fazer um relacionamento funcionar.”

3. Eles demonstraram que também conseguem ser felizes sozinhos.

Por outro lado, procure alguém que tenha passado algum tempo sozinho.

“Aconselho muitos casais que têm problemas como co-dependência ou comportamentos controladores, cuja origem está no fato de um dos parceiros nunca ter passado muito tempo sozinho”, disse Smith. “Para ser um parceiro feliz e saudável, você precisa estar à vontade sozinho e ser capaz de ser responsável por conta própria.”

4. Eles estão à vontade para falar de sexo.

Não há nada errado em encontrar um parceiro que saiba exatamente como te levar ao clímax, obviamente. Mas a técnica tem limites. No longo prazo, o sexo exige um diálogo aberto e constante sobre o que você curte e o que você não curte.

“Você precisa ser capaz de se conectar física e emocionalmente na cama”, diz Moshe Ratson, terapeuta de casais de Nova York. “Nesse sentido, a comunicação aberta sobre a vida sexual é uma maneira importante de aprofundar a intimidade e explorar necessidades, desejos e fantasias.”

5. Eles precisam ter uma vida própria, separada da sua.

O objetivo do relacionamento não é fundir as suas vidas a ponto de que elas fiquem indistinguíveis. O objetivo é ter uma vida própria plena e fascinante e então encontrar alguém que tenha sua própria vida plena e fascinante, diz Kristin Zeising, psicóloga de San Diego.

“Um parceiro saudável tem carreira, vida, interesses e amigos e ao mesmo tempo está num relacionamento”, diz ela. “Ele quer tomar conta de você, mas também de si mesmo.”

Ou seja: você não quer alguém que vai se sacrificar em nome do relacionamento.

6. Eles são alfabetizados em finanças (ou pelo menos estão tentando aprender).

É hora de tocar no ponto definitivamente nada romântico do dinheiro: as dívidas são uma realidade na vida da maioria dos millennials. Segundo uma pesquisa do banco central dos Estados Unidos, os americanos com menos de 35 anos têm dívida média de 67 400 dólares; enquanto os que têm entre 35 e 44 anos devem 133 100 dólares, em média.

Não vai ser fácil encontrar uma pessoa que esteja com as contas 100% em ordem, mas você deveria ser capaz de encontrar alguém se esforçando para resolver os problemas financeiros, diz Smith.

“Independentemente dos erros passados ou dos problemas financeiros atuais, você deveria procurar alguém que assuma suas dificuldades financeiras, não as ignore, sejam elas financiamentos estudantis ou relacionadas ao emprego”, afirma ele. “Isso é mais que sinal de responsabilidade financeira: é sinal de maturidade. Não temos de estar com a vida financeira absolutamente sob controle ao chegar aos 30, mas pelo menos temos de estar assumindo as rédeas da situação.”

7. Eles são empolgados com a vida.

No fim das contas, você quer alguém que esteja empolgado com os grandes projetos de vida (um plano de comprar uma casa em dez anos, por exemplo) e também com os pequenos (como um jantar a dois ou uma viagem de fim de semana com os amigos).

“Quando seu parceiro é aquela pessoa que só fica largado no sofá e não tem hobbies ou interesses, essa energia é contagiante e cria um efeito dominó negativo na sua vida”, diz Hopkins. “Por outro lado, quando o parceiro sabe curtir a vida, você tem maiores chances de experimentar coisas novas e se divertir mais. Isso é essencial para um relacionamento com conexão, paixão e empolgação.”

*Este texto foi originalmente publicado no HuffPost US e traduzido do inglês.

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Catchup, mostarda ou maionese: qual é mais nutritivo?

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[Thaís Manarini/ MSN] A trinca mostarda, catchup e maionese geralmente surge à mesa quando a pedida é hambúrguer, hot dog ou batata frita. Já parou pra pensar o que aconteceria se o critério para a escolha não dependesse do sabor, mas das características nutricionais?

Pois a gente conta: o molho do lanche seria a mostarda. “Apesar de ter mais gorduras totais do que o catchup, ela apresenta menos calorias e carboidratos, além de mais fibras e proteínas”, analisa a nutricionista Ana Paola Monegaglia, de São Paulo.

Ou seja, seu balanço se mostra mais favorável. Repare que a maionese abunda em gorduras. Ainda que os tipos predominantes sejam mono e poli-insaturados, considerados mais saudáveis, o valor calórico dela vai lá pra cima.

“Portanto, é bom controlar o consumo”, orienta Ana. Aliás, o recado vale para os três molhos, já que todos são cheios de sódio, mineral cujo abuso faz a pressão decolar. Sem falar nos conservantes e aromatizantes. “Use esses produtos em ocasiões pontuais”, reforça Ana.

Agora, confira a comparação desses três molhos, nutriente por nutriente:

Energia

Mostarda: 15 cal

Catchup: 20 cal

Maionese: 73 cal

Gorduras totais

Catchup: 0,03 g

Mostarda: 0,9 g

Maionese: 7 g

Fibras

Mostarda: 0,5 g

Catchup: 0,2 g

Maionese: 0 g

Proteínas

Mostarda: 0,9 g

Catchup: 0,3 g

Maionese: 0 g

Carboidratos

Mostarda: 1,2 g

Maionese: 2,2 g

Catchup: 5,4 g

Sódio

Catchup: 237 mg

Mostarda: 250 mg

Maionese: 289 mg

Placar final

Mostarda 4 X 2 Catchup X 0 Maionese 

Os valores se referem a uma colher de sopa de cada molho

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Enxaqueca pode levar a infartos e derrames, alerta cardiologista

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[Notícias Ao MinutoUm estudo feito nos Estados Unidos mostrou que as mulheres que têm enxaqueca correm um risco muito maior de desenvolver doenças cardiovasculares, como infarto e AVC. Mais grave ainda, se elas usam anticoncepcionais.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe), estima-se que a enxaqueca atinja de 12% a 15% da população geral, com uma prevalência de 17% entre as mulheres. Com a predominância da doença, durante 15 anos, 574 pacientes com idade entre 55 e 94 anos foram acompanhados através de exames neurológicos e questionários sobre a doença. Inicialmente, a intenção era avaliar a ligação entre a enxaqueca e a aterosclerose, analisando o risco de tromboembolismo venoso.

Os resultados foram publicados na revista Neurology e constataram que os riscos para desenvolver o tromboembolismo estavam presentes em 18,9% das pessoas que sofrem com as dores de cabeça e tiveram problemas cardiovasculares, contra 7,6% dos pacientes que não apresentavam enxaquecas. Enquanto isso, a tendência para aterosclerose não foi constatada ou tida com menor tendência.

De acordo com o cardiologista e responsável pelo Programa de Infarto Agudo do Miocárdio HCor (Hospital do Coração), Dr. Leopoldo Piegas, durante a crise de enxaqueca a pessoa sofre uma isquemia rápida (insuficiência de irrigação sanguínea), que normalmente regride sozinha.

“Mas, em alguns pacientes, essa isquemia se mantém e pode provocar a morte celular na área afetada pela isquemia. O anticoncepcional, assim como o cigarro, é outro fator de risco que pode comprometer a circulação do sangue. Por isso, as mulheres que somam esses dois componentes à enxaqueca correm sérios riscos”, explica Dr. Piegas.

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A enxaqueca é uma doença que pode tornar a pessoa incapacitada. Ela deve ser tratada com muita seriedade e controle porque aumenta o risco de AVC e infarto, assim como a hipertensão, o colesterol alto e o tabagismo. Trata-se de uma doença hereditária e, na maioria dos casos, a automedicação pode ser uma cilada.

Para Dr. Piegas, a dica é registrar as manifestações e crises em um caderno de anotações. “Fatores como duração e horários predominantes, intensidade e localização da dor, sintoma, entre outros, devem ser observados. A alimentação de quem tem enxaqueca deve ser balanceada, com intervalos regulares entre uma refeição e outra. Outra dica é evitar o uso de substâncias estimulantes em excesso, como a cafeína, pois são fatores importantes que podem provocar as crises”, esclarece Dr. Piegas.

Fique atento aos sintomas associados da enxaqueca: náusea, vômitos, bocejos, irritabilidade, sensibilidade à luz, sensibilidade ao som, sensibilidade ao movimento do corpo ou do ambiente, tontura, fadiga, mudanças de apetite, problemas de concentração, dificuldade para encontrar as palavras etc.

Durante as crises de enxaqueca, siga algumas recomendações: tome os medicamentos, entenda o que alivia a sua dor, trate os sintomas separadamente, descanse em um local escuro e silencioso, faça refeições leve e hidrate-se.

De olho nos fatores de risco de infarto: homens acima dos 45 anos e mulheres com 55 anos ou mais tem maior propensão ao infarto, tabagismo, hipertensão, colesterol elevado, diabetes, histórico familiar de infarto, sedentarismo, obesidade, estresse, alcoolismo e uso de drogas ilegais estimulantes.

Sintomas associados ao infarto: vômitos, suor frio, fraqueza intensa, palpitações, falta de ar, sensação de ansiedade, fadiga, sonolência, desmaio e tontura.

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Identificados dois tipos de bactérias intestinais relacionadas com a depressão

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[Daniel Mediavilla/ El País] Os micróbios que habitam nosso intestino parecem ter certa influência sobre nossa saúde mental, embora por enquanto esse impacto tenha sido mais estudado em animais que em pessoas. Observou-se, por exemplo, que ao injetar fezes de humanos deprimidos em ratos esses animais desenvolviam sintomas próprios da doença. Em humanos, verificou-se que alterar o ecossistema intestinal pode reduzir estados de ansiedade, mas falta informação sobre o que se pode fazer com doenças mais graves.

Nesta segunda-feira, uma equipe liderada por Jeroen Raes, do Instituto Flamengo de Biotecnologia, da Bélgica, publica uma análise em que relaciona a depressão com a ausência de alguns tipos específicos de bactérias, sugerindo que muitas delas poderiam produzir compostos capazes de afetar nosso estado mental.

Em seu trabalho, publicado na revista Nature Microbiology, os autores relatam como obtiveram informações sobre diagnósticos de depressão e o microbioma recolhido das fezes de 1.054 indivíduos que participam do Projeto Flamengo da Flora Intestinal. Em sua análise, observaram que dois gêneros de bactéria, as Coprococcus e as Dialister, escasseavam entre as pessoas que sofriam de depressão.

“A relação entre o metabolismo dos micróbios intestinais e a saúde mental é um tema polêmico na investigação do microbioma”, afirma Raes em um comunicado de sua instituição. “A noção de que os metabólitos [produzidos por estes micróbios] podem interagir com nosso cérebro, e portanto influenciar o nosso comportamento e nossos sentimentos, é intrigante, mas a comunicação entre o microbioma intestinal e o cérebro já foi explorada principalmente em modelos animais, estando a investigação em humanos muito menos avançada”, acrescenta.

Neste trabalho, os autores também analisaram quais compostos poderiam produzir os micróbios com capacidade para interagir com nosso sistema nervoso, e cruzaram essa informação com as sequências genômicas dos organismos encontrados nas fezes de pessoas com depressão e em indivíduos sãos. Desta maneira, descobriram que a capacidade de alguns microorganismos para produzir DOPAC, um dos metabolitos da dopamina, estava associada com um melhor estado mental.

A equipe de Raes procura há anos relações entre a presença de determinadas bactérias e seus efeitos sobre a saúde. Em estudos anteriores, observaram que quem consumia iogurte regularmente tinha ecossistemas bacterianos intestinais mais diversificados, algo que também se via com o consumo de vinho e café. O contrário ocorria com o consumo de leite integral e com uma alimentação excessiva. Em outra das linhas que interessam no âmbito do estudo do microbioma, começaram a ser encontradas relações entre as doenças do coração e o câncer e a presença ou ausência de algumas bactérias.

Por enquanto, o que se conhece com maior precisão é a relação entre os micróbios que temos dentro de nós, a dieta e a saúde intestinal, mas as substâncias que algumas bactérias produzem podem afetar os níveis de inflamação, e isso influi também sobre o sistema imunológico. De alguma maneira, os micróbios são um mecanismo que conecta diferentes sistemas do organismo. Problemas de ansiedade ou depressão têm sido detectados com especial frequência em pessoas com alterações gastrointestinais, como a síndrome do intestino irritável, e em geral é comum que os transtornos mentais e digestivos ocorram simultaneamente. Em outra linha de investigação que pode ajudar a entender o mal de Parkinson, alguns estudos detectaram que essa doença está relacionada com um maior tempo de trânsito intestinal.

O campo de estudo do microbioma, e sobretudo a capacidade de agir sobre ele para melhorar a saúde, ainda está em seus primórdios. Também nesta segunda-feira, na Nature Biotechnology, uma equipe internacional de cientistas publicou a descoberta de 100 novas espécies de bactérias encontradas no interior de intestinos saudáveis. Como acontece quando se deseja alterar um ecossistema, mexer numa espécie pode ter efeitos indesejados sobre o equilíbrio com as demais, e parece que para fazer isso com eficácia ainda falta entender muita coisa sobre esses habitantes microscópicos que representam aproximadamente 2% do nosso peso.

FOTO: Ovidiu Creanga. Alguns alimentos como o iogurte incrementam a diversidade das bactérias do intestino.

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