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A pedido do Água Preta News e inspirado em foto, Zarfeg dedica crônica à mãe e advogada Kerry Anne

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MÃE, NOSSA RAINHA

Por Almir Zarfeg

Minha mãe, Victor, é minha rainha.

A minha também é rainha, Vinícius.

Então, vamos celebrar nossa rainha neste dia que poderia ser qualquer dia da semana, porque todo dia é dia dela, mas, por algum motivo especial, se comemora o Dia das Mães neste segundo domingo de maio.

Aliás, motivação é o que não falta para celebrarmos a nossa rainha. Tem o motivo K, de Kadu, o motivo T, de Tom, o motivo VV (em dose dupla) de Victor e Vinícius.

Na prática, somos os motivos que a inspiram na lida diária, que a motivam a lutar por suas ideias e ideais, que a estimulam a enfrentar os desafios de fato e de direito, multiplicando-se em mãe, mulher, cidadã e profissional liberal. E, especialmente, em rainha do lar…

Lar, lares!

A esse ponto, finalmente, esta conversa despretensiosa já pode se transformar num conto de fadas, em que o lar familiar (e, por consequência, os lares familiares) seja visto mais que espaço de convivência, mais que esfera privada, para se converter no espaço sagrado da com/vivência, da harmonia, da proteção e do cuidado, enfim, no espaço/tempo materno e paterno por excelência.

Torçamos (acreditemos nisso!) para que a nova mitologia doméstica, abstraída dos tempos imemoriais, tenha como protagonista nossa mãe (todas as mães), que não é outra coisa, senão divindade, rainha, mulher, genitora e refúgio.

Nessa perspectiva, que o espaço doméstico se converta – pelo querer e fazer – em lar doce lar, em santuário da paz, locus de amor, harmonia e fraternidade.

No nosso caso específico, motivos para isso não nos faltam: tem o motivo K, o motivo T, o motivo VV…

Sem contar as certezas em miniatura (mais que motivos) K, de Kerry, A, de Anne, E, de Esteves, W, de Wagner e B, de Borges…

Portanto, motivação é o que não falta para celebrarmos este Dia das Mães especial e seguirmos confiantes, seguros e abençoados.

Nós te amamos, nossa rainha, mãe e vida!

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OPINIÃO: Polícia recebida à bala tem que reagir para que a barbárie não se instale no meio social

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“Policial que não mata não é policial”. A expressão é de Jair Bolsonaro, do PSC do Rio. O contexto da fala do pré-candidato a presidente da República foi a investigação pelo Ministério Público, no ano passado, sobre a morte de 356 pessoas no Rio de Janeiro, na qual 20 policiais foram acusados.

“Esses policiais têm que ser condecorados”, completou Bolsonaro, enfatizando que, policiais que participam de auto de resistência (quando os acusados reagem) não deveriam ser nem sequer investigados.

Pois bem. No início desta semana, policiais da 44ª Companhia Independente de Polícia Militar de Medeiros Neto, na cidade de Itanhém, no extremo sul da Bahia, já na divisa com Minas Gerais, durante uma abordagem a dois suspeitos, se viram obrigados a revidarem porque foram recebidos com pistola .40, garrucha, revólver e até uma arma longa, um rifle calibre 22 que, além de maior precisão, tem um poder de alcance superior às armas curtas. Além disso, a PM encontrou com os dois jovens, que foram levados para o hospital da cidade e vieram a óbito, munições de calibres diferentes, maconha, cocaína e tocas ninja. Um deles era ainda adolescente.

A expressão de Bolsonaro, num primeiro momento, nos parece áspera, até mesmo porque qualquer mente sensata e politizada deste país vai defender a ideia de que violência, antes da repressão, se deve ser combatida com medidas sociais. Entretanto, uma força do estado, com a missão precípuo de defender a sociedade dos foras da lei, jamais pode ser recebida à bala, onde quer que seja e em qualquer circunstância.

Em casos como o que aconteceu em Itanhém, que há muito deixou de ser uma cidade pacata, reagir faz parte da ação policial e, por mais que a polícia queira evitar o confronto, não tem como fazê-lo quando ela, infelizmente, vai pra “guerra”.

O objetivo dos policiais – militares ou civis -, além de estabelecer a ordem pública para que a barbárie não se instale no meio social, é sempre prender os acusados, para que eles possam responder pelos seus crimes dentro do que está estabelecido pela lei. Mas, na árdua missão policial, em muitos casos, a forma como a força do estado é recebida não permite que eles, os acusados, sejam conduzidos à uma delegacia para, a partir daí, começarem a responder pelas suas ações delituosas. Se depois da ordem para não esboçar o mínimo de reação, a polícia tem como resposta projéteis de ponto 40 ou qualquer outro calibre vindos em sua direção, não há outra opção senão o revide.

Este vídeo abaixo, publicado nesta terça-feira (17) pelo Água Preta News, na reportagem que noticiou o confronto entre os dois homens e a polícia, em Itanhém, mostra um diálogo assustador de prováveis traficantes mostrando força na região periférica do bairro Monte Santo que, para a guerra do tráfico, já tem status de favela.

[Edelvânio Pinheiro. Foto: imagens do vídeo]

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Homens mortos em confronto com a polícia em Itanhém tinham armas, munição e drogas. Veja vídeo

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Dois homens morreram no início da manhã desta terça-feira (17), no bairro Monte Santo, em Itanhém, na região conhecida como Populares Novas, depois de serem abordados por policiais da 44ª Companhia Independente de Polícia Militar de Medeiros Neto. Um dos mortos, Marcelino Nascimento dos Santos, o Negão, era acusado de tentar matar um jovem recentemente na cidade. O outro seria um adolescente.

Segundo a PM, no dia anterior a polícia recebeu informação de que os dois homens estavam ostentando armas e efetuando disparos na parte periférica do bairro, onde ocorreu a diligência. Ainda segundo a PM, os policiais fizeram o cerco à casa e ordenaram que eles saíssem sem esboçar reação, mas os militares foram recebidos à tiro e reagiram.

A PM apreendeu uma pistola calibre .40, uma garrucha e um revólver calibres 32, um rifle calibre 22, munições, uma pequena quantidade de cocaína e maconha e duas toucas ninja.

Vídeo

Um vídeo que circulou nos últimos dias redes sociais e que pode ter sido gravado na cidade de Itanhém, remete ao entendimento de disputa pelo tráfico de drogas, mas não há informação se tem relação com os homens que foram mortos nesta manhã, durante a abordagem policial.

Na imagem, apesar da qualidade ruim, dá pra ver dois jovens armados, um dos quais está com uma arma longa, muito parecida com um rifle, fazendo ameaças em plena via pública. O outro, com uma arma curta, tipo revólver ou pistola, aparece usando luva. O recado de um deles é ousado e assustador.

“Aí ó, é o bonde do Maluco, bonde do Shurek, viu desgraça. Tomamos a favela de novo, viu. Manda vim, viu. O Alemão aqui (incompreensível) vai botar a desgraça nenhuma aqui mais não, viu, que aqui é o bonde, bota a cara desgraça.

Shurek, citado no vídeo, deve se tratar do apelido de Ziélio Santos Santiago, morto em novembro do ano passado durante abordagem de policiais da Companhia Independente de Polícia Militar (CIPE-Mata Atlântica), antiga CAEMA. Relembre a reportagem aqui.

 

 

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Ônibus de turismo que seguia para Teixeira de Freitas deixa mortos e feridos

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Um acidente com ônibus de turismo deixou ao menos três mortos na BR-101, trecho de São José da Vitória, no sul da Bahia, nesta terça-feira (17). As informações são da Polícia Rodoviária Federal de Itabuna.

De acordo com a PRF, informações preliminares apontam que o motorista do ônibus teria perdido o controle da direção e o veículo teria batido em uma árvore após sair da pista. Ainda segundo a polícia, não há confirmação de quantas pessoas ficaram feridas.

A PRF ainda informou que o ônibus saiu de Tobias Barreto com destino a Teixeira de Freitas. O acidente aconteceu no Km-552. Não há mais detalhes sobre as circunstâncias da batida. Equipes da PRF de Itabuna estão no local. [G1 BA. Foto: Blog Paulo José]

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