Connect with us

Entretenimento

Apagar os traumas, perdoar o seu passado e então viver um grande amor: veja exercício

mm

Publicado

em

Muitas vezes, os traumas vivenciados nos relacionamentos passados acabam refletindo negativamente nas relações atuais ou até mesmo impedindo que você se relacione novamente. É muito comum que essas feridas possam gerar comportamentos repetitivos, inseguranças, ciúmes e desequilíbrios em suas convivências. “E essa reflexão é necessária se você sente que chegou a hora de recomeçar e quer seguir livre desse passado e suas dores”, sugere a ex-BBB e, agora life coach, co-fundadora do Zen App, Juliana Goes.

Libere o que já foi para abrir espaço para o novo

Medos e traumas do passado podem gerar comportamentos repetitivos, inseguranças, ciúmes e desequilíbrios em suas convivências atuais. “É como repetir aquilo que um dia já não deu certo, talvez com uma pessoa que não tenha nada a ver e criar uma situação de desarmonia totalmente baseada em nossas feridas”, explica Juliana.

“Lembre de manter um diálogo interno com você mesmo, de acolher sua dor ao invés de renegar, sem se apegar a ela, sem usar o trauma como escudo”, sugere a coach. Por isso, a blogueira ensina um exercício de respiração e mentalização para se recuperar sobre os traumas e frustrações de relacionamentos passados.

Para que você possa inverter esse fluxo de dor e trauma, que você possa inspirar os sentimentos e recursos que tem faltado, eliminando aquilo que pesa e que já passou.

Inspire pensando em tudo que quer para si (e precisa: amor, segurança, saúde, conforto, alegria, confiança) e expire soltando tudo que já não precisa mais (dor, mágoa, tristeza, desânimo).

 

Entretenimento

Identificados dois tipos de bactérias intestinais relacionadas com a depressão

mm

Publicado

em

[Daniel Mediavilla/ El País] Os micróbios que habitam nosso intestino parecem ter certa influência sobre nossa saúde mental, embora por enquanto esse impacto tenha sido mais estudado em animais que em pessoas. Observou-se, por exemplo, que ao injetar fezes de humanos deprimidos em ratos esses animais desenvolviam sintomas próprios da doença. Em humanos, verificou-se que alterar o ecossistema intestinal pode reduzir estados de ansiedade, mas falta informação sobre o que se pode fazer com doenças mais graves.

Nesta segunda-feira, uma equipe liderada por Jeroen Raes, do Instituto Flamengo de Biotecnologia, da Bélgica, publica uma análise em que relaciona a depressão com a ausência de alguns tipos específicos de bactérias, sugerindo que muitas delas poderiam produzir compostos capazes de afetar nosso estado mental.

Em seu trabalho, publicado na revista Nature Microbiology, os autores relatam como obtiveram informações sobre diagnósticos de depressão e o microbioma recolhido das fezes de 1.054 indivíduos que participam do Projeto Flamengo da Flora Intestinal. Em sua análise, observaram que dois gêneros de bactéria, as Coprococcus e as Dialister, escasseavam entre as pessoas que sofriam de depressão.

“A relação entre o metabolismo dos micróbios intestinais e a saúde mental é um tema polêmico na investigação do microbioma”, afirma Raes em um comunicado de sua instituição. “A noção de que os metabólitos [produzidos por estes micróbios] podem interagir com nosso cérebro, e portanto influenciar o nosso comportamento e nossos sentimentos, é intrigante, mas a comunicação entre o microbioma intestinal e o cérebro já foi explorada principalmente em modelos animais, estando a investigação em humanos muito menos avançada”, acrescenta.

Neste trabalho, os autores também analisaram quais compostos poderiam produzir os micróbios com capacidade para interagir com nosso sistema nervoso, e cruzaram essa informação com as sequências genômicas dos organismos encontrados nas fezes de pessoas com depressão e em indivíduos sãos. Desta maneira, descobriram que a capacidade de alguns microorganismos para produzir DOPAC, um dos metabolitos da dopamina, estava associada com um melhor estado mental.

A equipe de Raes procura há anos relações entre a presença de determinadas bactérias e seus efeitos sobre a saúde. Em estudos anteriores, observaram que quem consumia iogurte regularmente tinha ecossistemas bacterianos intestinais mais diversificados, algo que também se via com o consumo de vinho e café. O contrário ocorria com o consumo de leite integral e com uma alimentação excessiva. Em outra das linhas que interessam no âmbito do estudo do microbioma, começaram a ser encontradas relações entre as doenças do coração e o câncer e a presença ou ausência de algumas bactérias.

Por enquanto, o que se conhece com maior precisão é a relação entre os micróbios que temos dentro de nós, a dieta e a saúde intestinal, mas as substâncias que algumas bactérias produzem podem afetar os níveis de inflamação, e isso influi também sobre o sistema imunológico. De alguma maneira, os micróbios são um mecanismo que conecta diferentes sistemas do organismo. Problemas de ansiedade ou depressão têm sido detectados com especial frequência em pessoas com alterações gastrointestinais, como a síndrome do intestino irritável, e em geral é comum que os transtornos mentais e digestivos ocorram simultaneamente. Em outra linha de investigação que pode ajudar a entender o mal de Parkinson, alguns estudos detectaram que essa doença está relacionada com um maior tempo de trânsito intestinal.

O campo de estudo do microbioma, e sobretudo a capacidade de agir sobre ele para melhorar a saúde, ainda está em seus primórdios. Também nesta segunda-feira, na Nature Biotechnology, uma equipe internacional de cientistas publicou a descoberta de 100 novas espécies de bactérias encontradas no interior de intestinos saudáveis. Como acontece quando se deseja alterar um ecossistema, mexer numa espécie pode ter efeitos indesejados sobre o equilíbrio com as demais, e parece que para fazer isso com eficácia ainda falta entender muita coisa sobre esses habitantes microscópicos que representam aproximadamente 2% do nosso peso.

FOTO: Ovidiu Creanga. Alguns alimentos como o iogurte incrementam a diversidade das bactérias do intestino.

Continuar leitura...

Entretenimento

7 coisas que você precisa saber sobre o açúcar

mm

Publicado

em

[MSN] Um acordo assinado pelo ministro da Saúde, Gilberto Occhi, e os presidentes das principais indústrias brasileiras de alimentos e bebidas estabelece uma meta para reduzir mais de 144 mil toneladas de açúcar nos produtos fabricados no país até 2022.

Chocolates, laticínios, biscoitos recheados, bebidas açucaradas, misturas de bolo são as categorias de alimentos que fazem parte do acordo.

O açúcar é realmente um vilão para a saúde? Os adoçantes não calóricos são uma alternativa no combate a obesidade? A nutricionista e consultora do Salud en Corto, Iara Pasqua, responde a essas dúvidas.

O que são os açúcares?

Os açúcares são carboidratos que servem como principal fonte de energia para o corpo. Existem muitos tipos de açúcares, mas a sacarose é a mais conhecida de todas. É composto de moléculas de frutose e glicose e dois tipos de açúcar natural encontrados em frutas e vegetais

Outros açúcares que também podem ser usados na produção de alimentos e bebidas são xarope de milho, xarope de milho rico em frutose, mel, lactose (açúcar do leite) e outros tipos de xaropes. Todos esses açúcares são convertidos em frutose e glicose durante a digestão. Exceto pela lactose, que é dividida em glicose e galactose.

Como o corpo usa açúcares?

Como mencionado anteriormente, os açúcares são uma fonte de energia para o corpo, especialmente durante atividades físicas intensas. Não há diferenças nutricionais entre os açúcares e nosso corpo usa todos os tipos da mesma maneira.

Durante a digestão, os açúcares, como a sacarose e a lactose, e outros carboidratos, como os amidos, se transformam em açúcares simples (ou simples). Açúcares simples, em seguida, viajam através da corrente sanguínea para as células do corpo, fornecendo energia que pode ajudar a produção de proteína, ou são armazenados para uso futuro. O cérebro e os glóbulos vermelhos só podem usar glicose como energia. Durante a gravidez, a glicose também ajuda a formar células e produzir leite.

+ Saborosa, nutritiva e rápida: aprenda a fazer uma lasanha de berinjela

Por que os açúcares são adicionados aos alimentos?

Os açúcares desempenham papéis importantes na alimentação. Eles adicionam sabor, textura e cor aos produtos assados. Eles fornecem energia para o fermento usado no cozimento do pão e ajude a equilibrar a acidez em molhos de tomate e molhos de salada.

Certos açúcares também desempenham papéis especiais, invertendo o açúcar, o que impede a cristalização da sacarose em doces. O xarope de milho é usado em alguns alimentos porque é menos doce que a sacarose.

Os adoçantes não calóricos podem substituir o açúcar?

Os adoçantes podem substituir o açúcar e a composição dos alimentos industrializados. As pessoas que querem controlar seu consumo de açúcar podem incluí-las como uma ferramenta, acompanhadas pela ajuda de um profissional capacitado, para que a pessoa possa seguir um plano estruturado para sua dieta, que deve incluir refeições balanceadas e atividade física regular.

Qual a importância da redução do açúcar para a saúde?

Este é um passo muito importante na promoção da saúde, mas há necessidade de medidas adicionais, como maior acesso a alimentos saudáveis e, especialmente, mais conhecimento sobre o assunto.

+ O que é pior para a saúde, manteiga ou margarina? Estudo responde

A medida pode estimular uma mudança de comportamento por parte dos consumidores?

É possível se houver disseminação de informações sobre o assunto. A educação alimentar pode mudar o comportamento das pessoas.

Os açúcares causam ganho de peso?

Os açúcares não causam ganho de peso. O excesso de gordura corporal ocorre quando uma pessoa ingere mais calorias do que o necessário. Calorias extras podem vir de qualquer nutriente calórico (proteínas, gorduras, álcool e carboidratos). O sedentarismo, ou seja, a falta de atividade física também desempenha um papel significativo na obesidade.

Continuar leitura...

Entretenimento

Se seu filho brinca de banho de mangueira, veja este alerta seríssimo dos bombeiros

mm

Publicado

em

[GIULIA EBOHONO verão anuncia a chegada do calor e, com isso, piscina, praia, sorvete entram para o cardápio de atividades tanto para adultos como para crianças.

Nessa época, é comum os pais e mães usarem a criatividade para divertir os filhos e o banho de mangueira é uma das opções para fazer a diversão dos pequenos.

criancas brincadeira 218 400x800
ROBERT KNESCHKE/SHUTTERSTOCK

Contudo, é preciso tomar bastante cuidado com essa brincadeira! Um alerta do corpo de bombeiro de Los Angeles chama atenção para riscos dessa atividade durante o calor.

Alerta para banho de mangueira

mangueira agua squirt 39132529
DEVIANT/SHUTTERSTOCK

Após atender uma criança que sofreu queimaduras graves depois de tomar banho de mangueira, o corpo de bombeiros de Los Angeles emitiu um alerta na sua conta oficial do twitter chamando atenção dos adultos para os efeitos de deixar a mangueira exposta no sol.

Conforme os profissionais, uma mangueira de jardim exposta à luz solar direta durante o verão pode aquecer a água dentro da mangueira, atingindo até 60 ºc o que pode causar queimaduras especialmente para crianças e animais.

A recomendação é deixar a água fluir alguns minutos para esfriar antes de pulverizar pessoas ou animais.

ceu sol calor 016 696x1131

Continuar leitura...
Anúncio Patrocinado

EM ALTA