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Apagar os traumas, perdoar o seu passado e então viver um grande amor: veja exercício

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Muitas vezes, os traumas vivenciados nos relacionamentos passados acabam refletindo negativamente nas relações atuais ou até mesmo impedindo que você se relacione novamente. É muito comum que essas feridas possam gerar comportamentos repetitivos, inseguranças, ciúmes e desequilíbrios em suas convivências. “E essa reflexão é necessária se você sente que chegou a hora de recomeçar e quer seguir livre desse passado e suas dores”, sugere a ex-BBB e, agora life coach, co-fundadora do Zen App, Juliana Goes.

Libere o que já foi para abrir espaço para o novo

Medos e traumas do passado podem gerar comportamentos repetitivos, inseguranças, ciúmes e desequilíbrios em suas convivências atuais. “É como repetir aquilo que um dia já não deu certo, talvez com uma pessoa que não tenha nada a ver e criar uma situação de desarmonia totalmente baseada em nossas feridas”, explica Juliana.

“Lembre de manter um diálogo interno com você mesmo, de acolher sua dor ao invés de renegar, sem se apegar a ela, sem usar o trauma como escudo”, sugere a coach. Por isso, a blogueira ensina um exercício de respiração e mentalização para se recuperar sobre os traumas e frustrações de relacionamentos passados.

Para que você possa inverter esse fluxo de dor e trauma, que você possa inspirar os sentimentos e recursos que tem faltado, eliminando aquilo que pesa e que já passou.

Inspire pensando em tudo que quer para si (e precisa: amor, segurança, saúde, conforto, alegria, confiança) e expire soltando tudo que já não precisa mais (dor, mágoa, tristeza, desânimo).

 

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Como assistir à ‘chuva de estrelas cadentes’ que atingirá a Terra em agosto

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[Leticia Mori – Da BBC Brasil em São Paulo]

No auge, são entre 40 e 80 meteoros por hora iluminando o céu noturno. A chuva de meteoros Perseidas pode ser vista todos os anos em agosto quando a Terra passa por um trecho de sua órbita que cruza com um conjunto de detritos do cometa Swift-Tuttle, soltos no espaço.

Ao entrar na atmosfera, os detritos, formados por pequenas rochas, sofrem atrito e entram em combustão, formando fracos fachos de luz que podem ser vistos da superfície.

As Perseidas são visíveis da Terra há pelo menos 2 mil anos – o primeiro registro da chuva de meteoros foi feito no ano 36 d.C., na China, segundo o astrônomo Bill Cooke, da Nasa (a agência especial americana).

O nome do fenômeno faz referência à constelação de Perseu já que a chuva de meteoritos é visível próxima a esse conjunto de astros.

Segundo a Nasa (a agência espacial americana), as Perseidas serão a melhor oportunidade de ver meteoros neste ano.

As Perseidas ficam visíveis no começo de agosto, com pico na madrugada do dia 12 para o dia 13
As Perseidas ficam visíveis no começo de agosto, com pico na madrugada do dia 12 para o dia 13. Foto: Getty Images / BBC News Brasil
Os meteoros das Perseidas costumam ficar visíveis entre o fim de julho e as primeiras semanas de agosto, mas o pico – quando há um maior número de estrelas cadentes visíveis – poderá ser observado na madrugada do dia 12 para o dia 13 de agosto.

Neste ano, o auge do fenômeno será durante a lua nova. “Isso facilita a observação, já que a noite fica fica mais escura”, explica o astrônomo Enos Picazzio, professor do Instituto de Astronomia e Geofísica da USP (Universidade de São Paulo).

O astrônomo explica que é preciso um céu limpo, sem nuvens, para conseguir ver o fenômeno.

Em lugares com muita poluição luminosa – como grandes cidades, por exemplo – a observação é mais difícil.

Um céu sem nuvens e sem lua é o ideal para observação
Um céu sem nuvens e sem lua é o ideal para observação

Foto: iStock / BBC News Brasil

Como assistir a chuva de meteoros Perseidas no Brasil

No Brasil, os melhores lugares para a observação das Perseidas são nas regiões norte e nordeste, locais onde a constelação de Perseu pode ser vista mais alto no céu.

Em outras parte do do país, é possível observar o fenômeno mais próximo à linha do horizonte.

O primeiro passo, segundo Picazzio, é localizar a constelação de Perseu.

Na madrugada do dia 12 para o dia 13, essa constelação deve começar a aparecer no céu no horizonte norte por volta das 2h da manhã, em Macapá e Salvador.

Picazzio explica que, se o observador estiver no sudeste e centro-oeste, os melhores horários para observação serão mais tarde: a partir das 3h em Brasília, a partir das 5h em São Paulo.

Na região sul deverá ser mais difícil de observar o fenômeno, já que Perseu estará no céu mais próximo do horário do nascer do sol: a partir das 6h em Porto Alegre, por exemplo.

A constelação de Órion, onde ficam as conhecidas Três Marias, pode ser um ponto de referência. Ao localizá-las no céu, olhe para o norte e verá as constelações de Touro e depois a de Perseu, onde, com sorte e um tempo bom, será possível ver diversos meteoros caindo.

“É preciso olhar diretamente para a região da constelação e ter um pouco de paciência”, diz Picazzio. Não é preciso ter um telescópio para ver as “estrelas cadentes”, mas ter um binóculo ajuda, explica ele.

As Perseidas são visíveis na Terra há pelo menos 2 mil anos
As Perseidas são visíveis na Terra há pelo menos 2 mil anos

Foto: Getty Images / BBC News Brasil

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17 alimentos ricos em potássio que ajudam a controlar a pressão alta

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[Exame]

No Brasil, estima-se que 25% dos adultos tenham pressão alta. A partir dos 65, o percentual mais que dobra e 61% das pessoas convivem com o problema. A verdade é que a hipertensão mata e entre 2006 e 2016 foi responsável por quase 5 milhões de mortes por aqui, segundo dados do Ministério da Saúde.

Mudanças de hábitos alimentares e do próprio estilo de vida, como a prática de atividade física regular, são capazes de amenizar os efeitos e as consequências da doença. Recentemente, pesquisadores da American Heart Associationdescobriram que alimentos ricos em potássio podem também ser excelentes aliados no combate da hipertensão.

De acordo com o estudo, publicado durante o Heart Attack And Stroke Symptoms, o potássio é capaz de diminuir os efeitos do sódio no organismo – grande responsável pelo aumento da pressão arterial.

“Quanto mais potássio a pessoa ingere, mais sódio ela perde através da urina. O potássio também ajuda a aliviar a tensão nas paredes dos vasos sanguíneos, o que ajuda a baixar ainda mais a pressão arterial”, afirmou a pesquisa.

Ainda segundo o levantamento, o aumento da ingestão de alimentos ricos em potássio é recomendado em adultos com pressão arterial acima de 12 por 8.

A recomendação é que um adulto consuma em média 4.700 mg de potássio por dia – uma banana média tem cerca de 420 mg de potássio.

Os estudiosos alertam, no entanto, que o potássio pode ser prejudicial em pessoas com doença renal ou qualquer outra condição, como simples alergia ao componente. Por isso, uma dieta rica em potássio só deve ser seguida com orientação de profissionais capacitados da área da saúde.

Veja a seguir a lista de alimentos ricos em potássio sugerida pela American Heart Association:

Damasco

Abacate

Melão

Leite desnatado

Iogurte desnatado

Folhas verdes

Algumas espécies de peixes (linguado e atum)

Feijão

Melaço

Cogumelos

Laranja

Ervilha

Batata

Ameixa

Espinafre

Tomate

Uva passa

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Você sabe quais são as piores dores do mundo?

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[Saúde Abril]

Enquanto alguns são torturados por uma enxaqueca, outros não suportam pontadas nas costas. Conheça os tipos mais excruciantes de dor, de acordo com a percepção de quem já sofreu com elas.

Sistema esquelético

Artrite

Essa inflamação atinge as articulações e, nos casos mais graves, dificulta os movimentos e gera deformações. É bastante comum nos mais velhos.

Gota

O acúmulo de ácido úrico no sangue causa inchaços nas juntas, especialmente nas mãos, nos pés e nos joelhos, que ficam pra lá de sensíveis.

Abscesso

A falta de higiene bucal leva a uma infecção na gengiva, que promove o acúmulo de pus perto da raiz do dente. Na maioria das vezes, é preciso drenar o líquido.

Sistema muscular

Cefaleia

Dores de cabeça são consequência de alterações em músculos e nervos que envolvem o crânio e a face. Na maioria dos casos, a origem ainda é um mistério.

Lombalgia

Acomete músculos, nervos e as próprias vértebras da base da coluna. Provocada por esforço físico ou postura inadequada.

Parto

A musculatura do útero se contrai com força para dar passagem ao bebê. O organismo libera hormônios que trazem um pouco de alívio à mulher.

Órgãos

Infarto

ataque cardíaco geralmente se manifesta por meio de uma forte pontada no peito ou por incômodos no braço esquerdo, nas costas e na mandíbula.

Apendicite

O rabicho do intestino grosso é habitado por muitas bactérias. Tudo começa quando pequenos pedaços de fezes chamados de fecalitos obstruem a passagem.

Cálculo renal

Cristais de cálcio, ácido úrico e outros elementos formam pedras que batem nas paredes dos rins ou dos outros órgãos do sistema urinário.

Pancreatite

O pâncreas produz substâncias essenciais para o aproveitamento da comida. A inflamação nessa glândula é bem grave.

Cálculo biliar

A vesícula biliar fabrica a bile, que atua na digestão. Pedrinhas que surgem ali são bastante doloridas.

Sistema nervoso

Herpes-zóster

O vírus da catapora fica escondido no corpo durante décadas. Por algum motivo, se reativa, toma conta das raízes nervosas e ainda forma bolhas na pele.

Dor no ciático

Esse nervo começa no quadril e vai até os pés. Hérnia de disco e contraturas nos músculos dos glúteos esmagam a estrutura.

Neuralgia do trigêmeo

Responsável pela sensibilidade do rosto, o nervo possui três ramificações. Defeitos em alguns neurônios despertam a dor.

A gênese do suplício

Entenda como aparecem as dores

1. Radar ligado

Um problema em alguma parte do corpo liga receptores do sistema nervoso, que captam esse sinal.

2. Passeio nervoso

A informação viaja pelos nervos e pela medula espinhal até chegar ao cérebro.

3. Significado e ação

O estímulo então é interpretado. Assim, notamos que algo precisa ser feito para silenciar a crise.

Fontes: National Health Services (Reino Unido); Fabíola Peixoto Minson, anestesiologista do Centro Integrado de Tratamento da Dor (SP); José Eduardo Martinez, reumatologista, presidente da Comissão de Fibromialgia, Dor e Outras Lesões de Partes Moles da Sociedade Brasileira de Reumatologia; José Oswaldo de Oliveira Junior, neurocirurgião, membro da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor.

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