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Capitão Dorgival agora é filho de Itanhém. Título é indicação de Ronaldo Correia

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O município de Itanhém ganhou mais um novo filho. O capitão da Polícia Militar, Dorgival Cerqueira Lima, que é o subcomandante 44ª Companhia Independente de Polícia Militar de Medeiros Neto, recebeu o título de “Cidadão Itanheense” em solenidade na noite desta quinta-feira (29), na Câmara de Vereadores e, agora, é o mais novo filho da terra de Água Preta.
A indicação foi do presidente da Câmara, Ronaldo Correia (PC do B), que também apresentou uma “Moção de Aplauso” para Rotary Clube de Itanhém, que também foi aprovada por unanimidade pelos vereadores
“Estamos aqui hoje reunidos para prestar uma das mais justas homenagens que o Poder Legislativo já fez, em nome do povo de Itanhém: o Capitão Dorgival, a partir de hoje terá, oficialmente, o direito de ser reconhecido como nosso irmão e conterrâneo e o Rotary Clube, merecidamente, receberá o aplauso desta augusta Casa, pelo trabalho social que desenvolve há quatro décadas, um trabalho – reconheçamos – de apoio, de ajuda e companheirismo”, enfatizou Ronaldo Correia.
A professora Nildes Pires também recebeu o título de “Cidadã “Itanheense” e o fisioculturista Giuliano Santos Cerqueira, que foi campeão capixaba na categoria bodybuilder, uma “Moção de Aplauso”.

VEJA na íntegra o discurso de Ronaldo Correia:
“Na qualidade de autor das indicações que outorga o “Título de Cidadão Itanheense” ao Policial Militar do Estado da Bahia, Dorgival Cerqueira Lima e a “Moção de Aplauso” ao Rotary Clube de Itanhém, o que tenho a dizer poderia ser expressado usando apenas algumas palavras verdadeiras e sinceras. Poderia dizer simplesmente “obrigado por tudo o que o Rotary Clube e o capitão Dorgival fizeram pela nossa terra e pela nossa brava gente” e já teria dito tudo, absolutamente tudo!
Mas, nesse momento solene, representando também o Poder Legislativo da terra que amo e da qual tenho orgulho de ser filho, não posso ser econômico nos vocábulos, afinal, para reconhecer o valor dessa grande instituição e desse profissional valoroso e sereno, devo, antes de tudo, ser explicativo e até didático. E, mesmo lançando mãos de todas as palavras que estejam ao alcance de minha modesta capacidade, temo não conseguir descrever o quanto esta instituição e este profissional foram úteis à nossa gente e ao desenvolvimento deste município.
Pois bem. Estamos aqui hoje reunidos para prestar uma das mais justas homenagens que o Poder Legislativo já fez, em nome do povo de Itanhém: o Capitão Dorgival, a partir de hoje terá, oficialmente, o direito de ser reconhecido como nosso irmão e conterrâneo e o Rotary Clube, merecidamente, receberá o aplauso desta augusta Casa, pelo trabalho social que desenvolve há quatro décadas, um trabalho – reconheçamos – de apoio, de ajuda e companheirismo.
Me permitam, senhoras e senhores, abrir aqui um parêntese.
(Estava nos Estados Unidos da América, na batalha diária, como cada um dos senhores aqui no Brasil, lutando pelo pão de cada dia. Foram mais de 20 anos para juntar um pouco de recurso e investir no nosso município. Tenho o orgulho de dizer que, o pouco que lá ganhei com o trabalho, muita das vezes cansativo e enfadonho, foi empregado na terra onde nasci, cresci e hoje tenho a honra de ser presidente da Câmara Municipal. Isso, claro, graças à população de Itanhém que votou em mim e aos meus colegas vereadores. A época que estive fora do meu país me mantive ligado a todos os acontecimentos daqui, especialmente a tudo que acontecia no município de Itanhém. E, nessa ocasião, não foram poucos os elogios que ouvi ao trabalho de um policial que, durante muitos anos, mesmo não tendo nascido aqui, vestiu a farda da terra de Sady Teixeira e de tantos outros que lutaram para que Itanhém chegasse ao nível do desenvolvimento atual).
O Capitão Dorgival comandou o Pelotão de Itanhém de 2006 a 2013, período em que foi amigo e muito prestativo aos cidadãos de bem, período também que combateu a criminalidade e cuidou, com muita dedicação e responsabilidade, da segurança pública do município.
Este oficial da PM foi também comandante de Ibirapuã, Vereda e Lajedão e é subcomandante da 44ª Companhia Independente de Polícia Militar de Medeiros Neto, desde 2015.
Por tempo de serviço, o Capitão Dorgival já foi condecorado com as medalhas de bronze, prata e ouro pela Polícia Militar. Em 2001 foi agraciado pelos serviços prestados à comunidade de Jussari.
O Capitão da Polícia Militar do Estado da Bahia, Dorgival Cerqueira Lima, natural de Salvador, é, a partir de agora, o mais novo filho de Itanhém.
Bertold Brech disse certa vez que “há homens que lutam um dia, e são bons; há outros que lutam um ano e são melhores; há aqueles que lutam muitos anos e são muito bons; porém, há os que lutam toda a vida, estes são os imprescindíveis”. Capitão Dorgival é uma dessas pessoas citadas por Brech. Ele é imprescindível!
O Rotary Clube de Itanhém – Capitão Dorgival, colegas vereadores, senhoras e senhores – completa depois de amanhã 40 anos de companheirismo e também de ações voltadas para a valorização das pessoas mais humildes e carentes, através da criação de uma consciência mais ampla e geral em seus membros e em todos nós, de cidadania e responsabilidade social. E todo esse trabalho, centrado na filantropia, nos enche de orgulho e satisfação. Por esta razão que solicitei a aprovação da ‘Moção de Aplauso’ nesta Casa legislativa,
O Rotary Internacional foi fundado nos Estados Unidos, no ano de 1905, pelo advogado Paul Harris. No Brasil, 17 anos depois foi criado o primeiro clube na cidade do Rio de Janeiro. Em Itanhém, no dia 30 de julho de 1978 o Rotary Clube, que faz parte do Distrito 4550, inicia sua história.
A história do Rotary Club de Itanhém é marcada pelo “ideal de servir”, de promover a paz e a boa vontade. As máximas “dar de si antes de pensar em si” e “mais se beneficia quem melhor serve”, adotada por todo e qualquer rotariano nos quatro cantos do mundo refletem o valor que o clube tem perante a sociedade itanheense.
Durante essas quatro décadas o Rotary realizou projetos e ações visando a melhoria da qualidade de vida das pessoas mais carentes no município. Entre outros benefícios, a instituição desenvolveu projetos de acolhimento de crianças e adolescentes; distribuição de leite, cestas básicas, colchões e filtros de barro às famílias carentes; construção de lavanderia comunitária do bairro Monte Santo, campanhas de vacinação; construção de casas para famílias carentes e arborização da cidade de Itanhém.
Para finalizar, acredito que este é um dia muito especial para todos nós. Os títulos de ‘Cidadão Itanheense’ outorgados ao Capitão Dorgival e à professora Nildes Pires e a ‘Moção de Aplauso’ que esta Casa teve a generosidade de votar e entregar aos homenageados nesta noite, muito nos honra, mas, acima de tudo nos comove, pelo forte significado que cada um desses reconhecimentos tem na vida desses nobres profissionais e na trajetória dos 40 anos dessa honrada instituição.
Minhas palavras, senhoras e senhores, certamente não conseguiram descrever toda a contribuição que o Capitão Dorgival e o Rotary Clube deram ao longo desses anos ao nosso município, mas foram suficientes para deixar registrado na história a gratidão que o povo de Itanhém tem por todos que contribuem para o crescimento sócio-político desta terra.
Muito obrigado!

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Vice-prefeito de Itanhém tira foto com Airam Ribeiro e desmistifica superstição

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O vice-prefeito de Itanhém, André Lisboa, nesta quarta-feira (14), mostrou que, com ele, superstição não tem espaço e, definitivamente, desmistificou que, tirar foto com o poeta e escritor Airam Ribeiro é a coisa mais normal do mundo.

Airam Ribeiro tem um acervo fotográfico da cidade de Itanhém e dos moradores com mais de 3 mil unidades e em muitas dessas fotos ele aparece ao lado de pessoas ilustres que, de uma forma ou de outra, ajudaram a construir a história antiga e atual do município.

Acontece que, coincidentemente, algumas dessas pessoas vieram a falecer esse ano e, nas redes sociais, os próprios amigos e admiradores de Airam Ribeiro começaram a fazer brincadeiras, dizendo que, ‘deixar-se ser fotografado ao lado do poeta seria correr o risco de morrer antes do tempo’.

Nesta quarta-feira, o político então, que é advogado, fez questão de ser fotografado e ainda gravou um vídeo ao lado de Airam Ribeiro, que é amigo de sua família.

“Estou aqui na casa do meu amigo Airam e dessas 4, 5 mil pessoas [que aparecem nas fotos do acervo] só morreu uma meia dúzia. Então, estatisticamente essas fotos estão é salvando gente”, disse André Lisboa, enfatizando que Airam se fotografa ao lado de pessoas importantes, que são amigas e tradicionais em Itanhém. “Então é uma honra pra gente sair nessas fotos  e o resto é brincadeira do pessoal”, finalizou.

Brincadeiras à parte, Airam Ribeiro, por sua vez, publicou nas redes sociais um cordel – que é uma de suas especialidades – chamando de medroso o supersticioso que acredita em coisas inócuas e que depositam confiança nessas causalidades:

AO SUPERSTICIOSO CAGÃO

Você que é supersticioso

Amigo, deixe de bobagem

Você metido a gostoso

Tá mesmo é com frescuragem

Se eu oferecesse dinheiro

Você era logo o primeiro

A querer sair na imagem.

 

Nesta simples brincadeira

Digo que eu não inventei

Partiu das vozes treiteiras

Que de onde veio, nem sei!

Se você não gostou cai fora

Mais te digo que sua hora

Não está nas fotos que tirei.

 

Uma queda lá no banheiro

Ao atravessar uma estrada

Ou mesmo num fogueteiro

Ou seu coração der parada

A minha foto não vai te matar

É o seu medo que vai te mandar

Você pra outra empreitada.

 

A te esperar tá o cemitério

Seja supersticioso ou não

A morte é um mistério

Uma foto não é a questão

Você morre de qualquer jeito

Mas o seu maior defeito

É ser um medroso e cagão.

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Erivan Santana e Patrícia Brito formalizam candidaturas à ATL; inscrições seguem até quinta-feira (15)

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[Edelvânio Pinheiro] Os escritores Erivan Santana e Patrícia Brito formalizaram na última sexta-feira (9) suas candidaturas à Academia Teixeirense de Letras (ATL). Conforme o Edital de Nº 001/2018, eles tentam suprir a vacância das Cadeiras 22 e 36 devido à mudança de domicílio dos acadêmicos João Pinto e Amaro Sant’Anna, que passarão à condição de membros honorários.

Escritores e poetas interessados em concorrer às duas cadeiras podem se inscrever até o próximo dia 15 de novembro. Mas precisam ser teixeirenses ou residir em Teixeira de Freitas (já que as cadeiras pertencem à cota dessa cidade-sede) e ter pelo menos uma obra literária editada. Mais informações através do e-mail atl_letras@yahoo.com.br

Erivan Santana é natural de Itanhém, mas reside em Teixeira de Freitas há muitos anos. Licenciado em letras e com mestrado em ciências da educação, leciona há mais de 20 anos no ensino fundamental teixeirense e no ensino médio baiano. Em 2018, pela Editora PerSe, estreou na poesia com o livro “Para ler um poema”, que teve lançamento nacional na 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Ganhou uma menção honrosa no Prêmio Castro Alves de Literatura 2018 com o poema “O café”.

Já Patrícia Brito nasceu em Teixeira de Freitas onde se graduou em Turismo, Ciências Contábeis e Letras. Em 2017, publicou o romance “Decidir os caminhos da vida” e, em 2018, a novela “Cuida bem de mim!”, pelas editoras Saramandaia e PerSe, respectivamente. Ela também marcou presença nas antologias “Bastidores”, “Crônicas e alguns contos” e “ATL em Verso e Prosa!” A escritora mantém o blog “Leituras Plus” no qual publica resenhas sobre obras de escritores brasileiros da nova geração. Teve um conto premiado no Prêmio Castro Alves de Literatura 2017.

“Uma vez inscritos, os candidatos serão avaliados pelos membros efetivos da ATL que decidirão por maioria simples pela escolha desse ou daquele candidato”, informou Almir Zarfeg, presidente da ATL.

Ainda segundo Zarfeg, a posse dos dois novos membros eleitos vai acontecer no evento solene inicial de 2019, marcado para 14 de março, Dia de Castro Alves, patrono-geral da ATL. Também serão empossados os primeiros membros correspondentes da entidade literocultural.

Na oportunidade, o maestro Eudes Oliveira Brito será empossado membro benemérito. Ele é autor da melodia do hino da ATL. A letra é do confrade Marcus Aurelius.

VEJA entrevista concedida por Erivan Santana à TV Sul-Bahia aqui.

FOTO CAPA: Escritores Erivan Santana e Patrícia Brito formalizam candidaturas à ATL.

Erivan Santana e Almir Zarfeg

Patrícia Brito e Almir Zarfeg.

 

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Homem esquartejou corpos de mulher e enteada no porão de casa em MG

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[EPTV 2 – G1 Sul de Minas] Além de esquartejar a esposa, o produtor rural que foi preso neste sábado (10) em Silvianópolis (MG) matou a enteada, de 5 anos, com requintes de crueldade. Para a polícia, Luiz Carlos Martins, de 47 anos, que confessou o crime, disse que a relação entre ele e a esposa era bastante conturbada.

“Segundo ele, a versão, ela era uma pessoal de temperamento difícil, que eles brigavam muito e que inclusive ela já chegou a ameaçar ele de morte algumas vezes”, disse o delegado Rodrigo Bartoli.

As tatuagens nas pernas que foram encontradas na beira de uma rodovia, em São João da Mata (MG), na última terça-feira (6), foram a chave para a polícia chegar ao assassino.

Francileide Assis Barbosa tinha 26 anos. Natural de Feira de Santana (BA), ela trabalhava no Sul de Minas como garota de programa até conhecer o produtor rural e ir morar com ele, em Silvianópolis. Com o tempo, ela levou para morar com eles a filha de outro relacionamento, Bruna Carla Assis, de 5 anos.

Ele chegou a negar que tinha cometido o crime, mas após muitas contradições, a polícia suspeitou e foi até a casa onde ele morava com as vítimas e lá encontrou várias evidências do assassinato.

A casa estava cheia de sangue, com respingos nas paredes, portas e até no teto. Algumas manchas, segundo a polícia, foram retiradas com produtos de limpeza.

“Ele teve um desentendimento com a esposa, segundo a versão inicial dele, que ela o ameaçou com uma faca e em seguida ele conseguiu desarmá-la, pegou um martelo e deu marteladas na cabeça dela”, disse a médica legista Tatiana Teles Koeler.

No quarto da menina, mais sangue, com uma grande mancha no colchão. Ela foi morta depois da mãe.

“A menina dela ouviu a confusão na cozinha e saiu e foi ver a mãe. Quando ela chegou, ele disse que ‘no susto’, foi o termo que ele usou, ele deu uma martelada na menina”, disse a médica legista.

Corpos de mãe e filha foram esquartejados no porão da casa de produtor, em Silvianópolis — Foto: Reprodução EPTV

Corpos de mãe e filha foram esquartejados no porão da casa de produtor, em Silvianópolis — Foto: Reprodução EPTV

Conforme a polícia, Luiz Carlos queria dar um sumiço nos corpos e agiu friamente. Ele então levou os corpos para o porão da casa, onde foram esquartejados.

“Lá ele disse que utilizou uma faca de cozinha, onde ele escarnou as porções onde ele iria serrar e depois ele usou um arco de serra. A mãe, ele serrou um dos braços, a cabeça, as duas pernas. Ele também cortou o corpo da menina. Ele alega que a menina não cabia dentro do saco, ele não conseguia dobrá-la”, completou a médica.

O corpo da menina foi encontrada em uma fossa, que fica no sítio da família dele, onde trabalhava, em um buraco fundo.

Crimes aconteceram há 2 semanas

Segundo a polícia, os crimes aconteceram no dia 27 de outubro, mas só no dia 6 deste mês, as pernas que estavam em avançado estado de decomposição foram achadas por um lavrador, na beira da rodovia, no município vizinho de São João da Mata.

Luiz seguiu a estrada para abandonar as outras partes do corpo. O tronco da mulher e um dos braços foram enterrados na zona rural de Carvalhópolis. E ainda lá, em um rio, ele disse ter se desfeito das ferramentas usadas no crime e da cabeça da mulher e o outro braço, que não foram encontrados.

Pernas de mulher foram encontradas em meio a mata em São João da Mata — Foto: Reprodução EPTV

Pernas de mulher foram encontradas em meio a mata em São João da Mata — Foto: Reprodução EPTV

As partes recuperadas foram levadas para o IML de Pouso Alegre e serão encaminhadas para a família, na Bahia.

“Dois feminicídios, com todas as qualificadores do homicídio, motivo torpe, dificuldade de defesa da vítima, os crimes de ocultação de cadáver”, completou o delegado.

O produtor rural foi levado para o Presídio de Pouso Alegre.

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