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Como ter um bom relacionamento em 13 dicas

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[Márcio Câmara, Superela Foto: Reprodução]

Como ter um bom relacionamento de verdade?

Se você já está em um relacionamento e está sentindo que a coisa não está indo tão bem quanto gostaria ou quer dar uma melhorada, aqui vão algumas sugestões.

Ouvi de algumas mulheres que elas têm dificuldades em manter um relacionamento e/ou não sabem porque o que começa bem, termina mal. Se você sente que alguma coisa não está indo tão bem, talvez não esteja mesmo.

O melhor a fazer, agora, é olhar para o relacionamento e se comprometer com a mudança, para alcançar aquilo que você quer. Vamos ver algumas dicas de como ter um bom relacionamento e ser ainda mais feliz no amor. Bora lá!

Como ter um bom relacionamento:

1. Brinque

Quando a pessoa que está com você se torna sua melhor amiga não tem tempo ruim. Vocês vão se divertir sem se importar onde estão. E quando você gosta de alguém, você brinca com essa pessoa. Você quer rir com essa pessoa. Lembra como era quando vocês se conheceram? Então, esse é o ponto. Brincar, sorrir e rir. Curtir e viver de verdade o relacionamento.

2. Seja amiga dos amigos

No que diz respeito aos amigos, é quase que uma lei universal: homens são influenciáveis! Portanto, se você quer ganhar o coração dele, busque ganhar o coração dos amigos também (sendo você mesma e se sentindo confortável com a situação).

São eles que irão dizer para o seu pretendente “Essa pessoa vale a pena”, “Ela é bem bacana, é uma pessoa legal”. Sim, eu sei, são julgamentos e ele deveria levar em consideração o próprio sentimento, mas isso acontece. E, já que acontece, é bom você saber!

3. Aceite a pessoa do jeito que é

Alguns homens não são cavalheiros. Alguns são extremamente carinhosos. Outros, não! Uns abrem a porta do carro, da casa, e até puxam a cadeira para você sentar. Outros, não fazem nada disso. Não há nada errado em fazer e em não fazer. É só o jeito dele. Tem mulher que não curte cavalheirismo. A ideia é você ver o que você gosta e começar a sinalizar pra ele. Se ele não entender, tudo bem também. O importante é saber em quais pontos ceder.

4. Escute o que o outro tem a dizer

Sempre que alguém fala, mostra aquilo que pensa. Por mais óbvio que isso possa parecer, quase nunca paramos para refletir sobre isso. A tendência é achar que alguém está em desacordo com a gente e ponto. Como se a gente sempre tivesse razão em tudo. Escute com atenção, e você entenderá o real motivo de a pessoa dizer o que diz. Este é um dos segredos para saber como ter um bom relacionamento.

5. Se a pessoa não quer, deixa

Você pode ajudar o outro a sair de alguma situação difícil? Pode e é muito bacana que vocês sejam verdadeiros amigos. Mas você não pode ajudar quem não quer ser ajudado. O primeiro passo para ajudar o próximo é ele querer ser ajudado. Se ele resistir, mostre, com carinho, o que você pensa. Para isso, entre no mundo dele. Não dê o seu ponto de vista. Diga o que você pensa dentro do ponto de vista dele, se coloque na mesma posição.

6. Cuidado com o passado

Quanto mais atenção você dá a um fato, maior ele se torna presente em sua rotina, em suas conversas e na sua vida. Ficar falando do passado não vai ajudar a fazer um futuro diferente na relação de vocês. Se vocês ainda estão saindo, muito cuidado com o que você expõe da sua vida. Esconder não é legal, mas é importante saber o momento de dizer certas coisas. Algumas coisas, podem ser ditas logo. Outras, é melhor ter mais confiança.

7. Não fique remoendo os erros que o outro cometeu

Outra coisa bacana é não ficar batendo na tecla do erro. Assim como comecei o item anterior, é importante saber que ficar toda hora falando dos erros do outro não ajuda em nada. Imagine se ele, toda hora, ficasse lembrando você dos erros que cometeu? É chato, não é!? Tudo tem sua hora e seu momento para ser dito.

8. Perdoe-se

Muitas vezes nos equivocamos no relacionamento, seja com atitudes ou palavras. Carregar todos os erros da relação de vocês nas costas, só fará com que as coisas fiquem ainda piores. Os dois têm responsabilidades e devem saber até onde vai a responsabilidade de cada um. É dessa forma que o relacionamento de vocês começa a crescer, quando cada um assume a responsabilidade que tem dentro do relacionamento e vive o relacionamento para que funcione!

9. Praticidade sempre

Alguns homens são mais práticos. É por isso que quando você fala com ele, ele já começa a pensar em uma solução. Ele já está lá na frente. Assim como verá no próximo item, se você quer que ele só lhe dê atenção, diga isso para ele. Você vai perceber a diferença da conversa de vocês.

10. Fale o que pensa!

Existem pessoas que sabem ler a linguagem corporal das pessoas. Só que essas pessoas representam um número muito pequeno, nesse mundão de Deus. Quando você tem alguma coisa em mente, diga. Não suponha. Não tire conclusões achando que ele deve entender que você quis dizer uma coisa, quando disse outra. O responsável pelo entendimento da mensagem é quem diz, fala, comunica. Dessa forma, você garante que ele entenda exatamente o que você quis dizer. Legal, né? De nada!

11. Ficar calada não ajuda em nada

Assim como venho falando nos dois últimos itens, se você quer alguma coisa, comunique aquilo que você quer. Se você não falar nada, tudo bem. Têm pessoas que não entendem linguagem corporal? Tem. E têm pessoas que não entendem nem aquilo que você fala. Então, fale, diga explicitamente. Se for preciso, desenhe. Algumas pessoas são mais visuais. Falando de uma forma que ela entenda, você garante o seu resultado. Se desenhar não adiantar, coloque a pessoa dentro da sua experiência. Faça ela sentir o que você está sentindo. Depois, volta aqui para me contar como foi!

12. Sejam um time

Quero que você pare para refletir em algumas coisas. Primeiramente, pense em algo que deixa você feliz! Pensou? Você deve estar sorrindo agora. Legal! Agora, pense em algo que deixa você triste! Pensou? Você deve estar um pouco triste agora. Para terminar, pense nessas duas coisas ao mesmo tempo. É possível? Você consegue pensar em duas coisas totalmente diferentes ao mesmo tempo? Não, né? Então, para que vocês sejam um time, vocês precisam ter um foco em comum. Olhar para o mesmo lado. Ter objetivos em comum. E, é claro, se ajudarem mutuamente.

13. Não descuide da relação

Uma coisa muito comum é que com o tempo, as pessoas se descuidam e deixam o relacionamento de lado. Então, toda atenção que foi dada no começo, desaparece. Todo aquele encanto se vai. É quando as pessoas se perguntam, sem realmente saber por que “O que eu fiz de errado?”. Portanto, o relacionamento é como você, é como um filho ou qualquer outra associação que você queira fazer, é preciso de cuidado, atenção e carinho. É justamente como a diferença entre o remédio e o veneno, a dosagem. Nem demais, nem de menos. É preciso ser assertiva.

Essas são algumas dicas para você saber como ter um bom relacionamento. Agora, se você quer somente uma dica para ser feliz de verdade, essa dica é: protagonize sua vida. Sempre que você traz a situação para você, você consegue encontrar uma saída, uma solução. Do contrário, só irá dizer que nada pode ser feito!

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Quando a natureza ajuda o seu sorriso! Aprenda

Uma lista muito especial de alimentos que vão fazer você brilhar.

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[Terra]

Limão

Contêm vitamina C que auxilia na prevenção das gengivites e manutenção da saúde dos tecidos.

Eucalipto

Ajuda eliminar as bactérias na boca que causam o mau hálito e tem ação antibacteriana que combate a cárie.

Óleo de coco

Por combater algumas bactérias que fazem parte da flora da boca auxilia no combate a cárie. E evita aftas!

Gengibre

Combate o mau hálito sendo um adstringente natural, estimulando alguns processos digestivos

Laranja

Rica em vitamina C, é essencial para se ter uma gengiva saudável.

Foto: Shutterstock.com

 

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‘Paradoxo do exercício’: o motivo pelo qual somos tão preguiçosos

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[Veja]

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 25% dos adultos e 80% dos adolescentes não se exercitam o bastante, ainda que os efeitos positivos na saúde física e mental sejam estabelecidos e amplamente difundidos. A explicação para essa controvérsia pode estar no nosso cérebro. De acordo com um estudo publicado recentemente na revista Neuropsychologia, as pessoas enfrentam constantemente um conflito interno entre manter hábitos saudáveis – como ir para a academia ou praticar algum esporte – e fugir deles, em um fenômeno conhecido como ‘paradoxo do exercício’.

Os pesquisadores da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, descobriram que o cérebro humano está programado para se sentir mais atraído pelo comportamento sedentário, que é considerado um dos principais fatores de risco de morte no mundo, além ser frequentemente associado ao surgimento de problemas cardiovasculares, câncer e diabetes. A pesquisa mostrou também que quando tentamos mudar esta realidade, temos que ativar mais recursos cerebrais para superar os instintos naturais da preguiça.

Esses instintos, na verdade, fazem parte da evolução humana. “Conservar energia sempre foi algo essencial para a sobrevivência do ser humano por permitir que seja mais eficiente na busca por comida, achar um refúgio, competir por um par sexual e evitar predadores”, explicou Matthieu Boisgontier, um autores do estudo, em entrevista ao site da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá. Apesar de a vida moderna ter sido facilitada pela tecnologia, os instintos de sobrevivência ainda são parte fundamental da nossa espécie.

A pesquisa

Para desvendar o mistério por trás do paradoxo do exercício, a equipe observou a reação cerebral de 20 voluntários (homens e mulheres) por meio de eletroencefalogramas (exame que registra a atividade elétrica do cérebro). O principal requisito para participação no estudo era o interesse por atividade física, ainda que a frequência do exercício fosse baixa.

No experimento, os participantes foram submetidos a um teste de computador no qual controlavam um avatar. Durante o teste, surgiam imagens na tela em que as figuras se exercitavam (subindo escadas ou andando de bicicleta). Em seguida, aparecia outra figura, que estava parada (deitada em uma rede, por exemplo).

Os participantes precisavam aproximar o avatar o mais rapidamente possível de imagens que indicavam movimento, afastando-se das imagens sedentárias. O contrário também foi solicitado: eles tinham que se aproximar rapidamente das figuras preguiçosas, evitando os exercícios. Todo o teste foi monitorado por eletrodos que registravam a atividade cerebral.

Força de vontade

De acordo com informações da rede BBC, os pesquisadores notaram que os indivíduos foram, em geral, mais rápidos ao moverem seus avatares na direção das imagens de atividade física. Entretanto, o monitoramento do cérebro apontou que para fazê-lo, os participantes gastavam mais poder intelectual, o que demonstra uma disparidade entre a intenção e o que, inconscientemente, o corpo deseja.

“Já sabíamos, por estudos anteriores, que as pessoas eram mais rápidas em evitar comportamentos sedentários e buscar comportamentos ativos. A novidade é que nosso estudo demonstra que isso tem um custo, um maior envolvimento de recursos cerebrais. Esses resultados apontam que nosso cérebro é naturalmente atraído pelo sedentarismo”, disse Boisgontier.

Embora os resultados tenham revelado com mais clareza a relação entre o cérebro e a preguiça, a equipe admitiu que o estudo é pequeno e, portanto, mais investigações são necessárias para compreender melhor – e quem sabe potencializar – a força de vontade demonstrada pelos voluntários.

Evolução

Segundo informações do site especializado Medical News Today, um artigopublicado na revista científica Current Sports Medicine Reports, em 2015, indicou que as diretrizes de saúde pública apresentam resultados modestos justamente por causa deste processo evolutivo evidenciado pelo novo estudo. Segundo Daniel E. Lieberman, autor do texto, as pessoas estão propensas a seguirem o instinto de conservação de energia, preferindo optar pela facilidade de manter-se sedentário e ainda exagerar na ingestão de alimentos obesogênicos (produtos químicos encontrados em embalagens e em alimentos) altamente processados.

Ele ainda explicou que esses instintos só se tornaram um problema na sociedade moderna porque não precisamos mais procurar alimentos. Para combater o problema da inatividade, a recomendação é tornar a atividade física mais divertida ou reestruturar os ambientes para que exijam mais exercícios. “Até que possamos fazê-lo efetivamente, podemos esperar permanecer presos em um círculo vicioso no qual, ao tratar os sintomas e não as causas de doenças causadas pela inatividade física, permitiremos que o paradoxo do exercício persista e piore”, escreveu Lieberman.

Assim, cabe a nós tentarmos superar essa ‘preguiça natural’. E nem precisamos de muito para nos mantermos saudáveis: 150 minutos de exercício moderado ou 75 de atividade intensa por semana já são o suficiente para melhorar a saúde, aponta a Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês).

FOTO: O cérebro humano está programado para se sentir mais atraído pelo comportamento sedentário. (iStock/Getty Images)

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Zarfeg dedica poema a Odilon Botelho, que acaba de celebrar 90 anos de idade

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[Edelvânio Pinheiro] O poeta e jornalista Almir Zarfeg dedicou o poema “Bom e velho Dila” a Odilon Botelho, que no último domingo (23) celebrou seus 90 anos de existência no Clube Recreativo Ribeirão do Ouro (ARVO), em Itamaraju.

A confraternização, que se estendeu pelo domingo adentro, reuniu familiares e amigos do patriarca. De Teixeira de Freitas, os acadêmicos Almir Zarfeg e Athylla Borborema compareceram para prestigiar o evento. Juntamente com Elias Botelho, filho do aniversariante, os três são membros da Academia Teixeirense de Letras (ATL).

O evento envolveu a parte religiosa, marcada pela celebração da vida e pelos agradecimentos a Deus. A seguir, os filhos “tiraram o chapéu” para o patriarca por tudo que ele representa para seus descendentes, filhos, netos e bisnetos. Depois, houve os comes e bebes ao som da melhor MPB. O resto do domingo foi consumido pela alegria, encontros e reencontros e, enfim, pela celebração da vida em abundância.

No belo poema, o poeta trata dos temas da bondade e da velhice. Como se estivesse exortando ou orientando, ele diz que “a bondade é invisibilidade” “como sair de fininho”.

Ao citar a velhice, ele sustenta que ela, ao contrário da bondade, tem idade. E é vista como prêmio por algumas pessoas e, também, como castigo por outras. Mas conclui afirmando que a velhice é “voltar a ser criança”.

“Este poeminha foi a maneira que encontrei para homenagear os 90 anos do bom e velho Dila, a quem tive a honra de ser apresentado numa bela noite acadêmica”, disse Zarfeg à reportagem do Água Preta News.

BOM E VELHO DILA

A bondade, meninos e meninas,

É invisibilidade

Como sair de fininho

O espírito duma época

Como o pôr do sol

O bucolismo inocent

A bondade não tem idade

Não é grega nem cristã

Não costuma se anunciar

Mas nunca falha

É preciso ser bom um

Pouco mais

Para sê-lo o bastante

Possível

Homem bom é homem

Raro

Homem mau é homem

Banal

Já a velhice tem idade:

Prêmio para uns

Castigo – diz o sábio –

Para outros

Com certeza, voltar a ser

Criança

Estar – se achar – na

Simplicidade

                               Os confrades Zarfeg, Elias Botelho e Athylla Borborema

FOTOS: Daniel Borges

 

 

 

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