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“Desejo boa sorte a quem toma a atitude de trair o grupo; continuarei defendendo a comunidade”, diz André Correia sobre o Bloco Parlamentar

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Na reunião da Câmara de Itanhém desta quinta-feira (3), com a presença de apenas cinco dos nove vereadores, André Correia (PHS) reafirmou o seu compromisso de defender os interesses do povo e praticamente decretou a falência do Bloco Parlamentar, criado no ano passado por ele, Audrey Correia (PR), Whindson Mendes, o Nem Mendes (PP), Marcos Vilas Boas, o Marquinhos (PSB) e Deilton Porto, o Caboquinho (DEM).

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Há cerca de duas semanas comentários nas redes sociais deram conta de que vereadores do bloco haviam debandados para o grupo político da prefeita Zulma Pinheiro. Nas duas últimas reuniões do Legislativo foram registrados comportamentos de alguns vereadores, que foram avaliados como estranhos, como a ausência às sessões, omissão em debates de assuntos que envolviam a administração municipal e até emudecimento diante de questões relevantes, como a greve dos professores, por exemplo, que só terminou na última quarta-feira, depois de uma decisão judicial.

“Então gente, é uma forma de esclarecer pra vocês que até o ano de 2020 eu estarei defendendo o interesse do povo. Eu não quero nada pra mim, o que já ganho é suficiente pra eu continuar minha luta”, disse André Correia, fazendo uso da tribuna da Câmara.

André Correia levou para a reunião cópia do termo de compromisso assinado pelos cinco vereadores, que teve firma reconhecida em cartório e que atesta a criação do Bloco Parlamentar. No documento, a denominação do bloco foi “Bancada Partidária Unidos por Itanhém”.

“Trago comigo esse documento público de compromisso, até então, de homens de valor”, disse, mostrando a cópia do acordo ao público presente à sessão. “O Bloco Parlamentar foi formado no dia 11 de junho do ano passado, para defender os interesses coletivos”, explicou. “Como [foi] noticiado nas redes sociais o fim do grupo parlamentar, venho esclarecer: o prejuízo será incalculável com a saída de algum vereador, pois projetos obscuros serão aprovados pela maioria, não haverão emendas modificativas, emendas impositivas na LDO, Lei de Diretrizes Orçamentárias e na Lei Orçamentária Anual, como fizemos no ano passado, como todos vocês lembram. Colocamos nove emendas modificativas como consta na ata, verbas suplementares serão liberadas”, acrescentou.

Tendo o cuidado de se desculpar pela ausência dos colegas, André Correia citou os nomes de Marquinhos de Ibirajá, Audrey Correia e Nem Mendes.

“Então gente, esse será o resultado da possível negociação de vereadores em detrimento do povo [ou] em benefício próprio”, criticou. “Me desculpe a ausência dos colegas Nem Mendes, Audrey, Marcos Vilas Boas, mas desejo boa sorte a quem toma a atitude de trair o grupo, pois continuarei defendendo os interesses da comunidade itanheense”, enfatizou.

Correia ainda falou da dificuldade para se formar uma maioria em defesa da população de Itanhém e leu o termo de compromisso que, até naquele momento não era do conhecimento do público, embora, na ocasião, o Água Preta News recebeu informação de que o documento existia.

“Foi uma luta pra reunir um grupo, uma maioria para lutar pelos interesses da comunidade, mas, infelizmente, os interesses próprios, pelo que parece, estão andando mais alto”, esclareceu.

O termo

No termo de compromisso, que teve a firma dos vereadores reconhecida no Cartório Tabelionato de Notas e Protestos Grinaldo Medeiros, da cidade de Itanhém, todos os cinco edis se comprometem a fazer parte do Bloco Parlamentar e estarem sempre unidos, de forma unânimes, na elaboração, análise e votação de todas as proposituras apresentadas pelos vereadores e pela prefeita Zulma Pinheiro, observando as leis e o interesse da coletividade.

No dia que o Bloco Parlamentar foi apresentado oficialmente à Câmara Municipal, o vereador Marcos Vilas Boas, o Marquinhos de Ibirajá (PSB) fez um discurso enfático, dizendo que todos do grupo são pessoas que não visam interesse próprio e que sempre buscam o bem-estar da população. Mas todos falaram e bateram na mesma tecla de que iriam, a partir daquela união, trabalhar unicamente interessados no bem comum.

O compromisso dos vereadores pode não ter valor jurídico que o cidadão comum imagina, mas tem, inegavelmente, valor moral e, isso, será cobrado duramente nas próximas eleições daqueles que envergonham e ajudam a emporcalhar a política itanheense.

Vereador Marquinhos, no dia da criação do Bloco Parlamentar criticou quem tem interesse particular em detrimento do interesse coletivo.

Termo de compromisso da criação do Bloco Parlamentar.

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Para André Correia ser vereador “é o momento de separar homens de moleques’

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O vereador André Correia (PHS) fez um alerta nas redes sociais aos pretensos candidatos a uma das nove vagas da Câmara de Itanhém, na próxima eleição municipal. Para ele a vereança é uma experiencia que desgasta.

“Desejo boa sorte aos pré-candidatos”, disse o vereador. “[Ser vereador] é uma experiência boa e um pouco desgastante, porém é o momento de separar homens de moleques, é a oportunidade de mostrar à comunidade se o candidato quer o bem de todos ou o conforto de sua família”, enfatizou.

André Correia, que doou todo o seu décimo terceiro salário e férias para associações da cidade foi além e chamou de ‘sanguessugas de prefeitura’ aqueles que se elegem comprando votos.

“O maior absurdo de nossa cidade é escutar, de alguns ‘sanguessugas de prefeitura’, que serão eleitos porque têm dinheiro pra gastar”, lamentou André. “O ato de votar por dinheiro o eleitor complica a vida de 20 mil habitantes e atrasa um município inteiro”, finalizou.

FOTO: arquivo.

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Bentivi é homenageado por internautas em seu aniversário

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O ex-prefeito de Itanhém, Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi (PSB), comemorou seus 50 anos neste domingo (17) em companhia de familiares e amigos. Prefeito por dois mandatos, de 2009 a 2016, o bancário é considerado um dos melhores gestores do município.

Nas redes sociais foram registrados o carinho e o reconhecimento da população com o ex-prefeito. Internautas publicaram imagens de obras construídas durante suas gestões e a música “Bem te vi”, de Renato Terra, para homenagear o político.

Relembre aqui o que disse Bentivi no último dia de seu mandato ao Água Preta News.

Veja as imagens de algumas obras do ex-prefeito que foram compartilhadas pelos internautas:

 

 

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Justiça não determinou, mediou acordo no caso em que prefeita e seu irmão acusam internautas

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[Edelvânio Pinheiro] Quem nos acompanhou nessas duas décadas e meia de jornalismo sabe que sempre nos pautamos pelo princípio ético de respeito ao trabalho dos profissionais da imprensa e que muito evitamos comentar publicações de colegas jornalistas.

Situações, entretanto, não podem deixar de serem lembradas, como a recente publicação do desfecho de um termo circunstanciado de ocorrência, no qual a prefeita de Itanhém, Zulma Pinheiro (MDB) e seu irmão, Newton Pinheiro, figuram como autores de uma reclamação por supostos crimes contra a honra, que teriam sido praticados por dois internautas, que negam terem feito qualquer tipo de ofensa.

A publicação é categórica ao afirmar que a “Justiça determinou a retratação das agressões verbais sofridas pela prefeita na internet”.

Acontece que os crimes contra a honra, a calúnia, a difamação e a injúria são considerados de menor potencial ofensivo e, por esta razão, possuem pena prevista de até dois anos. Assim, esses casos são processados e julgados no Juizado Especial Criminal, que tem estrutura e procedimento próprios, determinados em lei. Importante ressaltar que esses juizados especiais prezam pela resolução pacífica dos conflitos, ou seja, sempre buscam a conciliação entre as partes. Caso não seja possível a realização de um acordo para resolver a situação que deu origem ao boletim de ocorrência na delegacia, aí sim, o processo segue até que o juiz profira, ou como preferiu a publicação em questão, determine uma sentença.

No caso deste termo circunstanciado, que gerou a partir do registro do boletim registrado pela prefeita e seu irmão, não houve nenhuma determinação judicial porque a conciliação foi perfeitamente aceita pelas duas partes. Caso uma delas não houvesse aceitasse o processo seguiria até que um juiz desse o veredicto.

Não é necessário ser operador do direito para entender que esse tipo de conflito é sempre bom ser resolvido da forma como fizeram a prefeita e seu irmão e os dois cidadãos envolvidos, afinal, processo penal, seja de qualquer tipo é desgastante para ambos os lados. Quando há a necessidade de interferência da Justiça será sempre uma medida extrema, que deve ser deixada para quando não houver acordo.

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