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“Dormientibus Non Succurrit Jus!” Entenda isso, APLB de Itanhém!

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O dia a dia do jornalismo obriga o profissional desta área, no mínimo, estar antenado com as diversas ciências que nos cercam.

Nunca fui um aluno excepcional em latim, mas, atento às aulas do mestre Rivaldo Baleeiro, no curso de Letras Vernáculas, na Universidade do Estado da Bahia, sempre tirei notas acima da média. De Direito, entretanto, entendo tanto quanto um pescador conhece de mecânica de automóvel. Mas ninguém não precisa ter know-how em latim, ser advogado e muito menos jornalista para conhecer o célebre jargão, “o direito não socorre aos que dormem”.

Na opinião deste humilde escriba, que acompanhou todo o desenrolar da greve dos trabalhadores em educação de Itanhém, inclusive produziu quase duas dezenas de reportagens sobre o assunto, o núcleo do sindicato da APLB fez igual ao “camarão que dorme e a onda leva”.

Mas, antes, vamos lembrar de Álvaro Pinheiro, um intransigente que se mantém no cargo de secretário da Educação somente porque é irmão da prefeita. Apesar de a maioria da população ter votada em Zulma Pinheiro, é este cidadão insensível à causa dos educadores que, na verdade, administra o município.

Foi ele que acabou com projetos sociais importantes na cidade, como o AABB Comunidade; fechou escolas; declarou que a Efai (Escola Família Agrícola de Itanhém), com quatro décadas de história, “era uma mentira”; destruiu a valorosa prática esportiva na sede, vilas e distritos do município e disse, sem pedir segredo a ninguém, que é contra a eleição de diretores escolares.

Muito triste, a essa altura dos acontecimentos, a população de Itanhém – especialmente a comunidade escolar – ter que aturar uma figura anacrônica, quase patética, à frente da Secretaria da Educação.

O vereador André Correia, que figura como o único que nunca titubeou na condição de opositor da prefeita, fez reclamações na Justiça sobre o nepotismo implantado no município, mas Álvaro Pinheiro segue firme e forte com sua arrogância e despreparo à frente da Educação, que deveria estar sendo gerida por alguém do ramo com um mínimo de sensibilidade e preparo.

E, atenção, quem acha que o único inimigo dos professores nesta greve foi somente o intolerante secretário está enganado.

Durante os mais de 40 dias da greve uma meia dúzia de ‘puxa-sacos’ – cidadãos comuns e políticos – em grupos de conversas e nas redes sociais defenderam teses conservadoras sobre o movimento, repetindo automaticamente o que dizia o secretário e seu bando, como se dele fossem porta-vozes. Um comunicador (vontade de usar um prefixo de origem grega), em busca da notabilidade que, de fato, nunca teve, chegou ao absurdo de fazer comparações entre o trabalho de professor e de vaqueiro.

Nenhum deles, em nenhum momento de seus comentários maldosos e cheios de segundas intenções políticas, se lembrou das condições capenga que atualmente vive a educação de Itanhém. Não se lembrou da falta de materiais básicos, da falta de conservação das unidades de ensino, da falta de equipamentos, bibliotecas e laboratórios, que acaba por tornar cada vez mais as escolas de Itanhém “depósitos” de crianças e jovens e não em espaços educativos e não se lembrou também da péssima qualidade da merenda escolar e do transporte que, às vezes, nem é péssimo, não existe mesmo.

Retomemos.

O núcleo do sindicato da APLB tomou conhecimento de uma ação movida pelo Ministério Público contra a greve e, somente neste momento, decidiu entrar com um mandado de segurança, com pedido de liminar para que o piso salarial fosse reajustado. E é por esta razão que eu disse, inicialmente, que “Dormientibus Non Succurrit Jus”.

E não foi por falta de aviso, porque a diretoria do núcleo foi orientada, muito antes, sobre a necessidade desse remédio jurídico, mas a APLB de Itanhém optou por “dormir e o cachimbo caiu”.

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Adolescentes são apreendidos pela PM suspeitos de matar professor itanheense que foi encontrado nu

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Policiais da 43ª Companhia Independente de Polícia Militar de Itamaraju apreenderam na noite desta sexta-feira (19), numa propriedade rural, no município de Guaratinga, dois adolescentes suspeitos de matar o itanheense Romilson Oliveira Pereira, de 54 anos, mais conhecido como Bai ou Cabelim. Ele era irmão de Nenem Cowboy.

O corpo do professor, que estava nu, com marcas de sangue e sinais de agressão, foi encontrado na última quinta-feira (18), numa comunidade rural, próximo ao distrito de Monte Azul, município de Jucuruçu.

Os acusados, um de 14 anos e outro de 17, teriam utilizado uma faca para matar o professor. [Com informações e fotos de Itamaraju Notícias. Colaborou Show Som Rádio Web]

Objetos apreendidos com os menores.

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Veja como foi a conversa no WhatsApp do vereador Sasdelli e Galdino, que bateram-boca depois da reunião da Câmara

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O Água Preta News teve acesso aos prints da conversa que o vereador Sasdelli Resende (PSDB) teve com Galdino Cacique, através do WhatsApp, dias antes do bate-boca no final da sessão da Câmara de Itanhém, na noite desta quinta-feira (18).

VEJA aqui como foi o bate-boca ao término da sessão da Câmara.

O diálogo se desenvolve em um clima nada amistoso por parte do vereador, que demonstra claramente menosprezo por pessoas que vivem do subemprego.

“Toma vergonha na sua cara e não dirija a palavra a mim”, disse Sasdelli, que será o próximo presidente da Câmara, a partir de 2019. “Faz melhor, além disso, volta pra o café, vai te fazer bem seu babaca”.

Galdino, que já trabalhou na colheita do café no Espírito Santo, questionou a postura do vereador durante aquela conversa.

“Baixaria, meu nobre?”, questionou Galdino. “Seu filho da puta”, respondeu Sasdelli, de forma desiquilibrada, completando com tom ameaçador. “Se me dirigir a palavra novamente… se você acha que está mexendo com moleque, você está enganado!”

Nesse momento, Galdino retrucou, dizendo que ‘fazia dele as palavras de Sasdelli’, no sentido de que, de igual forma, esperava que o vereador estivesse entendendo que não estava mexendo com um moleque. Mas continuou sendo agredido.

“Você é um moleque, seu porra! Espero que seja a última vez que toque em meu nome”, finalizou o vereador.

Procurados pela reportagem, Galdino Cacique disse que apenas utilizou as redes sociais para fazer questionamentos de ordem política e não pessoal. Sasdelli Resende, por sua vez, disse que só exigiu respeito por ter sido insultado e que não é uma pessoa de desavença, mas que também não tem sangue de barata.

FOTO/arquivo: Vereador Sasdelli Resende.

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Após reunião da Câmara, durante bate-boca, vereador de Itanhém chama interlocutor de ‘filho da puta’

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A sessão ordinária da Câmara de Itanhém desta quinta-feira (18) seria como outra qualquer, se não fosse o bate-boca que ocorreu depois da reunião, já do lado de fora.

Sasdelli Resende (PSDB), que será o próximo presidente da Câmara, a partir de 2019, foi questionado por um morador do município, sobre mensagens que o vereador havia enviado para ele através do WhatsApp e o vereador teria retrucado com palavras ofensivas. Galdino Cacique (à direita da foto) teria sido chamado de ‘filho da puta’ pelas redes sociais e queria ouvir da própria boca do vereador aquela e outras agressões.

“Na saída da reunião eu presenciei uma cena triste. Mostrando mensagens no celular, Galdino pediu para Sasdelli falar pessoalmente o que o vereador havia dito através de mensagens, frisando que ele não era filho da puta”, descreveu o vereador André Correia (PHS), quando procurado pelo Água Preta News. “Aí o vereador foi no carro e voltou dizendo palavras de baixo calão na frente de funcionários da casa legislativa e dos senhores Horácio Afonso e Elizeu Binas”, completou André, enfatizando que em nenhum momento ouviu qualquer agressão por parte do interlocutor de Sasdelli Resende.

A reportagem também procurou Elizeu Binas, que é estudante de Direito. Ele confirmou as agressões por arte do vereador.

“Eu estava no momento que aconteceu essa desavença. Galdino, quando Sasdelli desceu a escada da Câmara, pediu para ele repetir o que havia falado no WhatsApp. Sasdelli pediu para Galdino respeitá-lo porque ele não era a prefeita Zulma e Galdino insistiu para ele repetir o que o vereador havia falado no WhatsApp, dizendo que no WhatsApp todo mundo era homem. Aí Sasdelli voltou e falou ‘eu te chamei de menino, filho da puta e me respeite senão você vai dormir no Castelo de Grayskull, não mexe comigo não se não o negócio vai pesar pra o seu lado’. Depois, Sasdelli entrou no carro foi em direção à prefeitura e voltou e, de dentro do carro, chamou novamente Galdino de filho da puta e babaca, só que muito mais alterado do que da primeira vez”, explicou o acadêmico, enfatizando que Galdino demonstrou tranquilidade e não proferiu nenhuma ofensa e que achou vergonhosa a atitude do vereador, por se tratar de uma figura pública.

Galdino disse ao portal que nas redes sociais apenas fez questionamentos de ordem política e não pessoal. Ele forneceu os prints da conversa que teve com o vereador ao Água Preta News e estuda processar o parlamentar.

O vereador Sasdelli, por sua vez, disse que só exigiu respeito.

“Só pedir pra ele me respeitar, pois ele vem há um bom tempo me insultando e faltando respeito com a minha pessoa. Você conhece a minha conduta, sabe que não sou de desavença, mas também não tenho sangue de barata”, afirmou.

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