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EDITORIAL: Robinho Caires pertencia à geração que, quase sempre, foi motivo de orgulho para Itanhém

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[Edelvânio Pinheiro] Robinho Caires, assassinado na noite da última sexta-feira (30) em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas pela Polícia Civil, fazia parte de uma geração de jovens que, nos últimos anos, foi e continua sendo motivo de orgulho para os itanheenses.

Dessa geração fazem parte, por exemplo, o advogado e ex-prefeito de Itanhém por dois mandatos, Milton Ferreira Guimarães; e o poeta e jornalista Almir Zarfeg, que acaba de receber um prêmio literário na Itália e, no último dia 15 de novembro, instalou a Embaixada do Projeto Club Resgate em Itanhém.

Os três foram alunos da professora Enelita Freitas no final dos anos 70 no Colégio Estadual Polivalente e cada um, à sua maneira, vem fazendo o melhor que pode para marcar sua história neste mundo e nesta época.

Robinho Caires não poderá fazer mais nada, pois não está mais entre nós para dar continuidade a sua trajetória, marcada por realizações e também por muitas polêmicas. Só o tempo dirá qual Robinho ficará na memória dos itanheenses: o das realizações, seja como empresário ou vereador detentor de três mandatos – ou o das polêmicas.

Fato é que, por reconhecer as ações positivas desenvolvidas pelo Robinho homem público, a prefeita Zulma Pinheiro e o presidente da Câmara, Ronaldo Correia decretou três dias de luto oficial. O maior feito dele, sem dúvida, foi a aquisição da sede própria do Legislativo Municipal.

Antes de se tornar inelegível por oito anos, o ex-vereador experimentou o sabor do reconhecimento, quando recebeu um Destaque Empresarial como melhor vereador itanheense. No terceiro e último retorno à vereança, ele sagrou-se vereador mais bem votado com exatos 707 votos.

Com sua morte precoce, Robinho Caires não mais será sujeito, nem ativo nem passivo, da história. Mas seu nome está garantido na história política de Itanhém.

Os demais jovens pertencentes à geração do já saudoso Roberth Caires Ribeiro (seu nome de batismo) seguirão sua caminhada, porque a vida é luta renhida, como diz o poeta. E que cada um, após o adeus final, seja julgado de acordo com o contributo que for capaz de legar às novas gerações.

FOTO: arquivo Jornal Impacto.

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Para André Correia ser vereador “é o momento de separar homens de moleques’

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O vereador André Correia (PHS) fez um alerta nas redes sociais aos pretensos candidatos a uma das nove vagas da Câmara de Itanhém, na próxima eleição municipal. Para ele a vereança é uma experiencia que desgasta.

“Desejo boa sorte aos pré-candidatos”, disse o vereador. “[Ser vereador] é uma experiência boa e um pouco desgastante, porém é o momento de separar homens de moleques, é a oportunidade de mostrar à comunidade se o candidato quer o bem de todos ou o conforto de sua família”, enfatizou.

André Correia, que doou todo o seu décimo terceiro salário e férias para associações da cidade foi além e chamou de ‘sanguessugas de prefeitura’ aqueles que se elegem comprando votos.

“O maior absurdo de nossa cidade é escutar, de alguns ‘sanguessugas de prefeitura’, que serão eleitos porque têm dinheiro pra gastar”, lamentou André. “O ato de votar por dinheiro o eleitor complica a vida de 20 mil habitantes e atrasa um município inteiro”, finalizou.

FOTO: arquivo.

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Bentivi é homenageado por internautas em seu aniversário

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O ex-prefeito de Itanhém, Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi (PSB), comemorou seus 50 anos neste domingo (17) em companhia de familiares e amigos. Prefeito por dois mandatos, de 2009 a 2016, o bancário é considerado um dos melhores gestores do município.

Nas redes sociais foram registrados o carinho e o reconhecimento da população com o ex-prefeito. Internautas publicaram imagens de obras construídas durante suas gestões e a música “Bem te vi”, de Renato Terra, para homenagear o político.

Relembre aqui o que disse Bentivi no último dia de seu mandato ao Água Preta News.

Veja as imagens de algumas obras do ex-prefeito que foram compartilhadas pelos internautas:

 

 

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Justiça não determinou, mediou acordo no caso em que prefeita e seu irmão acusam internautas

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[Edelvânio Pinheiro] Quem nos acompanhou nessas duas décadas e meia de jornalismo sabe que sempre nos pautamos pelo princípio ético de respeito ao trabalho dos profissionais da imprensa e que muito evitamos comentar publicações de colegas jornalistas.

Situações, entretanto, não podem deixar de serem lembradas, como a recente publicação do desfecho de um termo circunstanciado de ocorrência, no qual a prefeita de Itanhém, Zulma Pinheiro (MDB) e seu irmão, Newton Pinheiro, figuram como autores de uma reclamação por supostos crimes contra a honra, que teriam sido praticados por dois internautas, que negam terem feito qualquer tipo de ofensa.

A publicação é categórica ao afirmar que a “Justiça determinou a retratação das agressões verbais sofridas pela prefeita na internet”.

Acontece que os crimes contra a honra, a calúnia, a difamação e a injúria são considerados de menor potencial ofensivo e, por esta razão, possuem pena prevista de até dois anos. Assim, esses casos são processados e julgados no Juizado Especial Criminal, que tem estrutura e procedimento próprios, determinados em lei. Importante ressaltar que esses juizados especiais prezam pela resolução pacífica dos conflitos, ou seja, sempre buscam a conciliação entre as partes. Caso não seja possível a realização de um acordo para resolver a situação que deu origem ao boletim de ocorrência na delegacia, aí sim, o processo segue até que o juiz profira, ou como preferiu a publicação em questão, determine uma sentença.

No caso deste termo circunstanciado, que gerou a partir do registro do boletim registrado pela prefeita e seu irmão, não houve nenhuma determinação judicial porque a conciliação foi perfeitamente aceita pelas duas partes. Caso uma delas não houvesse aceitasse o processo seguiria até que um juiz desse o veredicto.

Não é necessário ser operador do direito para entender que esse tipo de conflito é sempre bom ser resolvido da forma como fizeram a prefeita e seu irmão e os dois cidadãos envolvidos, afinal, processo penal, seja de qualquer tipo é desgastante para ambos os lados. Quando há a necessidade de interferência da Justiça será sempre uma medida extrema, que deve ser deixada para quando não houver acordo.

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