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Major Calmon inaugura memorial da 43ª CIPM durante 20º aniversário da companhia

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O comandante da 43ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) de Itamaraju, major Robson Lopes Calmon inaugurou na manhã desta quinta-feira (12), o memorial da 43ª CIPM, durante uma cerimônia que celebrou o 20º aniversário da unidade.

Inicialmente uma cerimônia religiosa no salão da Primeira Igreja Batista, na rua Tiradentes, no centro de Itamaraju, reuniu policiais da ativa e da reserva, além de autoridades e amigos da PM. Depois, todos seguiram para a sede da unidade, na rua Acre, também no centro da cidade, onde todos participaram de um café da manhã.

Já na sede da 43ª CIPM, como forma de homenagear e agradecer pelos relevantes serviços prestados à unidade, o major Calmon fez entrega de certificados ao ex-policial José Moreira Freitas, o soldado Moreira, de 102 anos, que foi o primeiro militar a atuar na área da unidade, na década de 1940, quando a cidade de Itamaraju ainda era distrito do município de Prado. Também foi homenageada a cabo Florice Bárbara dos Santos Silva, a cabo Bárbara, por ter sido a primeira policial feminina a trabalhar na 43ª CIPM, no ano de 1997.

Os militares da reserva também foram homenageados e outros da ativa receberam o título de ‘Policial Militar Padrão”.

Poeta Armando Azevedo.

Um dos momentos mais emocionantes do evento foi a apresentação de um cordel, do poeta Armando Azevedo, que é professor e escritor. O poema narrou a história da unidade, citando militares que, no passado, ajudaram a construir a 43ª CIPM do presente. Alguns dos que estavam ali revivendo, através da literatura, a história da qual ele mesmo fez parte, se emocionaram e choraram.

O ‘Memorial da 43ª CIPM’, instalado no principal corredor da sede, é rico em informações históricas, com registros fotográficos e textuais. Criativo e muito organizado, o memorial tem até um manequim, que veste a antiga farda azul petróleo da Polícia Militar. Em sua tarjeta de identificação é a do Sgt PM Samuel. É uma homenagem ao capitão Samuel Vieira Santa Bárbara, que foi para a reserva no ano passado mas, antes, fez história na unidade quando foi praça, tendo sido muito bem acolhido e elogiado pela comunidade itamarajuense.

“É com grande satisfação que inauguro o memorial que guarda a história de policiais militares que já serviram e que ainda servem nesta unidade, protegendo, ao longo de décadas, a nossa sociedade”, disse o major Calmon, ao fazer o descerramento da fita inaugural.

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Para André Correia ser vereador “é o momento de separar homens de moleques’

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O vereador André Correia (PHS) fez um alerta nas redes sociais aos pretensos candidatos a uma das nove vagas da Câmara de Itanhém, na próxima eleição municipal. Para ele a vereança é uma experiencia que desgasta.

“Desejo boa sorte aos pré-candidatos”, disse o vereador. “[Ser vereador] é uma experiência boa e um pouco desgastante, porém é o momento de separar homens de moleques, é a oportunidade de mostrar à comunidade se o candidato quer o bem de todos ou o conforto de sua família”, enfatizou.

André Correia, que doou todo o seu décimo terceiro salário e férias para associações da cidade foi além e chamou de ‘sanguessugas de prefeitura’ aqueles que se elegem comprando votos.

“O maior absurdo de nossa cidade é escutar, de alguns ‘sanguessugas de prefeitura’, que serão eleitos porque têm dinheiro pra gastar”, lamentou André. “O ato de votar por dinheiro o eleitor complica a vida de 20 mil habitantes e atrasa um município inteiro”, finalizou.

FOTO: arquivo.

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Bentivi é homenageado por internautas em seu aniversário

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O ex-prefeito de Itanhém, Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi (PSB), comemorou seus 50 anos neste domingo (17) em companhia de familiares e amigos. Prefeito por dois mandatos, de 2009 a 2016, o bancário é considerado um dos melhores gestores do município.

Nas redes sociais foram registrados o carinho e o reconhecimento da população com o ex-prefeito. Internautas publicaram imagens de obras construídas durante suas gestões e a música “Bem te vi”, de Renato Terra, para homenagear o político.

Relembre aqui o que disse Bentivi no último dia de seu mandato ao Água Preta News.

Veja as imagens de algumas obras do ex-prefeito que foram compartilhadas pelos internautas:

 

 

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Justiça não determinou, mediou acordo no caso em que prefeita e seu irmão acusam internautas

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[Edelvânio Pinheiro] Quem nos acompanhou nessas duas décadas e meia de jornalismo sabe que sempre nos pautamos pelo princípio ético de respeito ao trabalho dos profissionais da imprensa e que muito evitamos comentar publicações de colegas jornalistas.

Situações, entretanto, não podem deixar de serem lembradas, como a recente publicação do desfecho de um termo circunstanciado de ocorrência, no qual a prefeita de Itanhém, Zulma Pinheiro (MDB) e seu irmão, Newton Pinheiro, figuram como autores de uma reclamação por supostos crimes contra a honra, que teriam sido praticados por dois internautas, que negam terem feito qualquer tipo de ofensa.

A publicação é categórica ao afirmar que a “Justiça determinou a retratação das agressões verbais sofridas pela prefeita na internet”.

Acontece que os crimes contra a honra, a calúnia, a difamação e a injúria são considerados de menor potencial ofensivo e, por esta razão, possuem pena prevista de até dois anos. Assim, esses casos são processados e julgados no Juizado Especial Criminal, que tem estrutura e procedimento próprios, determinados em lei. Importante ressaltar que esses juizados especiais prezam pela resolução pacífica dos conflitos, ou seja, sempre buscam a conciliação entre as partes. Caso não seja possível a realização de um acordo para resolver a situação que deu origem ao boletim de ocorrência na delegacia, aí sim, o processo segue até que o juiz profira, ou como preferiu a publicação em questão, determine uma sentença.

No caso deste termo circunstanciado, que gerou a partir do registro do boletim registrado pela prefeita e seu irmão, não houve nenhuma determinação judicial porque a conciliação foi perfeitamente aceita pelas duas partes. Caso uma delas não houvesse aceitasse o processo seguiria até que um juiz desse o veredicto.

Não é necessário ser operador do direito para entender que esse tipo de conflito é sempre bom ser resolvido da forma como fizeram a prefeita e seu irmão e os dois cidadãos envolvidos, afinal, processo penal, seja de qualquer tipo é desgastante para ambos os lados. Quando há a necessidade de interferência da Justiça será sempre uma medida extrema, que deve ser deixada para quando não houver acordo.

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