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O tempo está passando mais rápido?

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[Lucas Pasqual, Superinteressante]

Na verdade, os dias estão ficando mais longos. Literalmente. A ação gravitacional da Lua e do Sol influencia o movimento das marés, o que desacelera a rotação da Terra. Por isso, o planeta está demorando mais para dar uma volta em torno de si mesmo. É claro que você não consegue sentir isso, pois a mudança ocorre em um nível ínfimo, ao longo de muitos anos – a cada século, nossos dias se tornam 1,7 milissegundo mais longos.

Nosso tempo, portanto, parece bastante estável durante uma vida humana: os dias e as noites são sempre iguais, com as horas tão longas como sempre, do momento em que nascemos até a morte. Mais do que isso: embora quase ninguém possa dizer que trabalha pouco, as leis trabalhistas do século 20 ajudaram a reduzir a jornada em grande parte do mundo, inclusive no Brasil. Hoje, temos mais tempo livre do que os operários de um século atrás. Por que, então, sentimos que temos cada vez menos tempo? Nenhuma dessas explicações refutam a sensação de que estamos sempre ocupados, de que faltam horas no dia para fazer tudo o que gostaríamos, responder a cada e-mail do trabalho, cumprir os prazos da faculdade, ver os filmes indicados ao Oscar, encontrar os amigos e… olha só, já é Natal novamente. Se os dias não estão mais curtos e não trabalhamos mais do que outras gerações, como é possível que o tempo pareça passar cada vez mais depressa?

A psicologia e a neurociência se uniram para entender esse fenômeno. Conclusão: você não está errado em achar a vida mais rápida. Embora o tempo seja o mesmo para todos, cada pessoa percebe sua passagem de forma diferente. E a primeira explicação para isso não traz consolo: os dias parecem passar mais rápido porque você está ficando velho.

Por que sentimos que temos cada vez menos tempo? Estamos sempre ocupados: faltam horas no dia para fazer tudo o que gostaríamos, responder a cada e-mail do trabalho, ver os filmes indicados ao Oscar, brincar com as crianças, e… Olha só. Já é Natal novamente.

Em 1897, o filósofo francês Paul Janet elaborou uma teoria: há uma explicação matemática para sentirmos que o tempo fica mais rápido conforme envelhecemos. A lógica era muito simples: cada ano de nossas vidas representa um pedaço menor do todo. Se um ano representa 20% da nossa existência aos 5 anos, essa proporção cai para 2% quando chegamos aos 50.

Na divisão proposta por Janet, cada ciclo de 12 meses se torna assustadoramente curto com o avançar das décadas. O primeiro ano da nossa existência representa 100% da nossa vida até ali, o segundo, 50%, o terceiro, 33,3% e assim sucessivamente. É uma redução exponencial: os anos seguintes parecem cada vez mais breves em relação aos anteriores. Para quem vive cem anos, a velocidade percebida dos primeiros sete anos de vida é tão grande quanto a dos 93 seguintes.

A boa notícia é que não é bem assim. Desde o início do século 20, outros pesquisadores se deram conta de que a proposta de Janet, embora ajudasse a visualizar a passagem do tempo, ignorava uma questão fundamental: nós não analisamos a nossa experiência em termos de porcentagens e proporções. Nossa memória não cataloga o que vivemos de acordo com o tempo que cada acontecimento ocupou diante do todo. E é possível, sim, passar por momentos mais “demorados”, mesmo na velhice. O problema é que isso vai se tornando cada vez mais raro. E o motivo não está necessariamente nos números, mas na entrada na vida adulta.

O peso da rotina

Pense na última vez que você fez algo novo: acampar no meio do mato, ir àquele show que era um sonho de adolescência, conhecer um novo país ou, até mesmo, algo bem menos notável, mas ainda assim fora do costume – como, digamos, ver-se obrigado a trocar um pneu na beira da estrada. É possível que você se lembre desses episódios com uma incrível riqueza de detalhes, mesmo que eles tenham acontecido anos atrás. O mesmo exercício pode ser bem mais difícil quando se pensa no que aconteceu no escritório durante a semana passada. Se os seus dias mais recentes não fugiram da rotina, eles não vão deixar muita lembrança. Com o tempo, vão se misturar na memória. Se nenhum dia se destaca, todos eles parecem tão iguais que também acabam deixando a impressão de que passaram muito rápido porque são condensados numa única memória – que é lembrada como um período tedioso entre memórias emocionalmente mais relevantes.

A rotina é uma das grandes culpadas por sentirmos que o tempo voa, e seu peso se manifesta de maneiras às vezes impensáveis. Victor Frankl, um psiquiatra austríaco que dedicou grande parte de sua carreira a ouvir os sobreviventes do Holocausto, fez uma descoberta surpreendente: para eles, os dias nos campos de concentração, repletos de suplícios e horrores, passavam de maneira muito lenta. Até aí, nada fora do esperado. A ciência já demonstrou que experiências ruins parecem passar mais devagar. Um estudo da Universidade de San Diego, na Califórnia, mostrou que a percepção do tempo em pessoas que passavam por uma sensação negativa, como a rejeição, pode ser até 50% mais lenta do que para quem se sentia bem. Voluntários deviam avisar quando achassem que 40 segundos haviam passado. Para os que se sentiam queridos em seus relacionamentos, a estimativa foi quase precisa, em torno de 42,5 segundos. Mas, no grupo dos voluntários que haviam passado pelo doloroso processo de fim de namoro, os 40 segundos pareceram muito mais longos: 63,6 segundos.

O tempo voa

Quando você tem 5 anos, cada ano representa 20% da sua vida. Aos 50, apenas 2%. Entenda uma das teorias que tentam explicar por que a vida parece cada vez mais rápida quando viramos adultos

A surpresa na pesquisa de Frankl veio a seguir: quando os mesmos sobreviventes do Holocausto foram convidados a olhar para trás e pensar no período de confinamento como um todo, a maioria deles disse ter sentido que aqueles meses e anos, no fim das contas, acabaram passando relativamente rápido. Embora cada novo dia fosse terrível, eles eram tão parecidos entre si que chegavam a se confundir uns com os outros, comprimindo a percepção do tempo.

A psicóloga britânica Claudia Hammond, autora de Time Warped: Unlocking the Mysteries of Time Perception (“Tempo retorcido: desvendando os mistérios da percepção temporal”, sem edição brasileira), chama esse fenômeno de Paradoxo das Férias. O nome é bem mais ameno do que a experiência do Holocausto sugere porque Hammond prefere enfatizar o peso das boas experiências. A lógica é semelhante, mas opera no sentido inverso ao dos campos de concentração: quando estamos em férias, ou viajando para algum lugar diferente, os dias são tão prazerosos que parecem passar muito rápido – quando chegamos em casa e refletimos sobre o que acabamos de viver, porém, aquele tempo parece muito mais longo. Eu fiz tudo aquilo em apenas uma semana? Parecia muito mais!

O segredo para alongar o tempo é criar o máximo possível de novas memórias, que façam com que um dia se destaque perante os demais. Quanto mais os dias se sobressaem, mais longos eles vão parecer em retrospectiva. Você não precisa estar em férias, evidentemente, e a memória sequer depende de algo que tenha lhe acontecido de forma direta: basta viver algo fora do usual. Quem testemunhou o 11 de setembro de 2001, que tinha tudo para ser uma terça-feira de trabalho como tantas outras, dificilmente esqueceu o que fazia naquela manhã quando recebeu as notícias vindas de Nova York. Por outro lado, pergunte a essa mesma pessoa o que estava fazendo em 18 de setembro de 2001, e a resposta será bem mais genérica.

O Paradoxo das Férias ajuda a explicar, de maneira mais acurada do que a matemática de Paul Janet, a razão de o tempo se tornar “mais curto” quando envelhecemos. Na juventude e adolescência, a vida está cheia de primeiras vezes: o primeiro dia na escola, a primeira vez que dormimos fora de casa, a primeira viagem sem os pais, o primeiro beijo, a primeira refeição que cozinhamos sozinhos, a primeira transa, o primeiro emprego, o primeiro bebê… Quando ficamos velhos, os acontecimentos se tornam repetitivos. Os pesquisadores estimam que a fase mais prolífica em termos de novidades ocorra entre os 18 e os 25 anos. Depois disso, o que antes era singular e surpreendente se torna parte da rotina e produz menos memórias. Consequentemente, o ano passa correndo e já é dezembro de novo.

Influência da tecnologia

Existe, ainda, uma outra razão para o tempo parecer mais escasso hoje em dia: o modo de vida originado após a Revolução Industrial. Até então, os modos de dividir o dia e o ano eram muito variados: um marinheiro trabalhava de acordo com as marés, um agricultor alternava períodos de grande trabalho durante o plantio e a colheita com a pasmaceira do inverno.

Os trabalhadores da cidade até tinham uma rotina mais estruturada, mas eles costumavam escolher seus dias e com frequência aceitavam jornadas de até 16 horas em troca de “finais de semana” estendidos, de três dias. Nos anos 1800, a coisa mudou: horas e dias fixos para trabalhar, apenas com o domingo de folga. As fábricas instituíram o relógio de ponto, descontando o salário dos empregados em caso de atraso. O tempo foi organizado em torno dos ponteiros do relógio. E assim emergiu uma percepção padronizada sobre a passagem do tempo.

Esse fenômeno se intensificou ainda mais nas últimas décadas, com a internet. Passamos a viver no “mundo infinito”, segundo definição do psicólogo Tony Crabbe, autor de Busy: How to Thrive in a World of Too Much (“Ocupado: como prosperar em um mundo de excessos”, sem edição brasileira). Com smartphones e computadores à disposição o dia inteiro, sempre há um e-mail a mais para responder, uma planilha a mais para preencher, um lembrete extra para o dia seguinte, e o cotidiano de trabalho passa a invadir até mesmo as horas antes dedicadas ao lazer. Quando você encontra tempo para descansar de verdade, surge um novo tipo de ansiedade: a montanha de opções de lazer. A internet e o smartphone extinguiram o tédio. Hoje, sempre há mais opções de divertimento do que tempo disponível para consumi-las, e o mal-estar da falta de tempo para conferir tudo persiste.

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Identificados dois tipos de bactérias intestinais relacionadas com a depressão

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[Daniel Mediavilla/ El País] Os micróbios que habitam nosso intestino parecem ter certa influência sobre nossa saúde mental, embora por enquanto esse impacto tenha sido mais estudado em animais que em pessoas. Observou-se, por exemplo, que ao injetar fezes de humanos deprimidos em ratos esses animais desenvolviam sintomas próprios da doença. Em humanos, verificou-se que alterar o ecossistema intestinal pode reduzir estados de ansiedade, mas falta informação sobre o que se pode fazer com doenças mais graves.

Nesta segunda-feira, uma equipe liderada por Jeroen Raes, do Instituto Flamengo de Biotecnologia, da Bélgica, publica uma análise em que relaciona a depressão com a ausência de alguns tipos específicos de bactérias, sugerindo que muitas delas poderiam produzir compostos capazes de afetar nosso estado mental.

Em seu trabalho, publicado na revista Nature Microbiology, os autores relatam como obtiveram informações sobre diagnósticos de depressão e o microbioma recolhido das fezes de 1.054 indivíduos que participam do Projeto Flamengo da Flora Intestinal. Em sua análise, observaram que dois gêneros de bactéria, as Coprococcus e as Dialister, escasseavam entre as pessoas que sofriam de depressão.

“A relação entre o metabolismo dos micróbios intestinais e a saúde mental é um tema polêmico na investigação do microbioma”, afirma Raes em um comunicado de sua instituição. “A noção de que os metabólitos [produzidos por estes micróbios] podem interagir com nosso cérebro, e portanto influenciar o nosso comportamento e nossos sentimentos, é intrigante, mas a comunicação entre o microbioma intestinal e o cérebro já foi explorada principalmente em modelos animais, estando a investigação em humanos muito menos avançada”, acrescenta.

Neste trabalho, os autores também analisaram quais compostos poderiam produzir os micróbios com capacidade para interagir com nosso sistema nervoso, e cruzaram essa informação com as sequências genômicas dos organismos encontrados nas fezes de pessoas com depressão e em indivíduos sãos. Desta maneira, descobriram que a capacidade de alguns microorganismos para produzir DOPAC, um dos metabolitos da dopamina, estava associada com um melhor estado mental.

A equipe de Raes procura há anos relações entre a presença de determinadas bactérias e seus efeitos sobre a saúde. Em estudos anteriores, observaram que quem consumia iogurte regularmente tinha ecossistemas bacterianos intestinais mais diversificados, algo que também se via com o consumo de vinho e café. O contrário ocorria com o consumo de leite integral e com uma alimentação excessiva. Em outra das linhas que interessam no âmbito do estudo do microbioma, começaram a ser encontradas relações entre as doenças do coração e o câncer e a presença ou ausência de algumas bactérias.

Por enquanto, o que se conhece com maior precisão é a relação entre os micróbios que temos dentro de nós, a dieta e a saúde intestinal, mas as substâncias que algumas bactérias produzem podem afetar os níveis de inflamação, e isso influi também sobre o sistema imunológico. De alguma maneira, os micróbios são um mecanismo que conecta diferentes sistemas do organismo. Problemas de ansiedade ou depressão têm sido detectados com especial frequência em pessoas com alterações gastrointestinais, como a síndrome do intestino irritável, e em geral é comum que os transtornos mentais e digestivos ocorram simultaneamente. Em outra linha de investigação que pode ajudar a entender o mal de Parkinson, alguns estudos detectaram que essa doença está relacionada com um maior tempo de trânsito intestinal.

O campo de estudo do microbioma, e sobretudo a capacidade de agir sobre ele para melhorar a saúde, ainda está em seus primórdios. Também nesta segunda-feira, na Nature Biotechnology, uma equipe internacional de cientistas publicou a descoberta de 100 novas espécies de bactérias encontradas no interior de intestinos saudáveis. Como acontece quando se deseja alterar um ecossistema, mexer numa espécie pode ter efeitos indesejados sobre o equilíbrio com as demais, e parece que para fazer isso com eficácia ainda falta entender muita coisa sobre esses habitantes microscópicos que representam aproximadamente 2% do nosso peso.

FOTO: Ovidiu Creanga. Alguns alimentos como o iogurte incrementam a diversidade das bactérias do intestino.

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7 coisas que você precisa saber sobre o açúcar

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[MSN] Um acordo assinado pelo ministro da Saúde, Gilberto Occhi, e os presidentes das principais indústrias brasileiras de alimentos e bebidas estabelece uma meta para reduzir mais de 144 mil toneladas de açúcar nos produtos fabricados no país até 2022.

Chocolates, laticínios, biscoitos recheados, bebidas açucaradas, misturas de bolo são as categorias de alimentos que fazem parte do acordo.

O açúcar é realmente um vilão para a saúde? Os adoçantes não calóricos são uma alternativa no combate a obesidade? A nutricionista e consultora do Salud en Corto, Iara Pasqua, responde a essas dúvidas.

O que são os açúcares?

Os açúcares são carboidratos que servem como principal fonte de energia para o corpo. Existem muitos tipos de açúcares, mas a sacarose é a mais conhecida de todas. É composto de moléculas de frutose e glicose e dois tipos de açúcar natural encontrados em frutas e vegetais

Outros açúcares que também podem ser usados na produção de alimentos e bebidas são xarope de milho, xarope de milho rico em frutose, mel, lactose (açúcar do leite) e outros tipos de xaropes. Todos esses açúcares são convertidos em frutose e glicose durante a digestão. Exceto pela lactose, que é dividida em glicose e galactose.

Como o corpo usa açúcares?

Como mencionado anteriormente, os açúcares são uma fonte de energia para o corpo, especialmente durante atividades físicas intensas. Não há diferenças nutricionais entre os açúcares e nosso corpo usa todos os tipos da mesma maneira.

Durante a digestão, os açúcares, como a sacarose e a lactose, e outros carboidratos, como os amidos, se transformam em açúcares simples (ou simples). Açúcares simples, em seguida, viajam através da corrente sanguínea para as células do corpo, fornecendo energia que pode ajudar a produção de proteína, ou são armazenados para uso futuro. O cérebro e os glóbulos vermelhos só podem usar glicose como energia. Durante a gravidez, a glicose também ajuda a formar células e produzir leite.

+ Saborosa, nutritiva e rápida: aprenda a fazer uma lasanha de berinjela

Por que os açúcares são adicionados aos alimentos?

Os açúcares desempenham papéis importantes na alimentação. Eles adicionam sabor, textura e cor aos produtos assados. Eles fornecem energia para o fermento usado no cozimento do pão e ajude a equilibrar a acidez em molhos de tomate e molhos de salada.

Certos açúcares também desempenham papéis especiais, invertendo o açúcar, o que impede a cristalização da sacarose em doces. O xarope de milho é usado em alguns alimentos porque é menos doce que a sacarose.

Os adoçantes não calóricos podem substituir o açúcar?

Os adoçantes podem substituir o açúcar e a composição dos alimentos industrializados. As pessoas que querem controlar seu consumo de açúcar podem incluí-las como uma ferramenta, acompanhadas pela ajuda de um profissional capacitado, para que a pessoa possa seguir um plano estruturado para sua dieta, que deve incluir refeições balanceadas e atividade física regular.

Qual a importância da redução do açúcar para a saúde?

Este é um passo muito importante na promoção da saúde, mas há necessidade de medidas adicionais, como maior acesso a alimentos saudáveis e, especialmente, mais conhecimento sobre o assunto.

+ O que é pior para a saúde, manteiga ou margarina? Estudo responde

A medida pode estimular uma mudança de comportamento por parte dos consumidores?

É possível se houver disseminação de informações sobre o assunto. A educação alimentar pode mudar o comportamento das pessoas.

Os açúcares causam ganho de peso?

Os açúcares não causam ganho de peso. O excesso de gordura corporal ocorre quando uma pessoa ingere mais calorias do que o necessário. Calorias extras podem vir de qualquer nutriente calórico (proteínas, gorduras, álcool e carboidratos). O sedentarismo, ou seja, a falta de atividade física também desempenha um papel significativo na obesidade.

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Se seu filho brinca de banho de mangueira, veja este alerta seríssimo dos bombeiros

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[GIULIA EBOHONO verão anuncia a chegada do calor e, com isso, piscina, praia, sorvete entram para o cardápio de atividades tanto para adultos como para crianças.

Nessa época, é comum os pais e mães usarem a criatividade para divertir os filhos e o banho de mangueira é uma das opções para fazer a diversão dos pequenos.

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ROBERT KNESCHKE/SHUTTERSTOCK

Contudo, é preciso tomar bastante cuidado com essa brincadeira! Um alerta do corpo de bombeiro de Los Angeles chama atenção para riscos dessa atividade durante o calor.

Alerta para banho de mangueira

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DEVIANT/SHUTTERSTOCK

Após atender uma criança que sofreu queimaduras graves depois de tomar banho de mangueira, o corpo de bombeiros de Los Angeles emitiu um alerta na sua conta oficial do twitter chamando atenção dos adultos para os efeitos de deixar a mangueira exposta no sol.

Conforme os profissionais, uma mangueira de jardim exposta à luz solar direta durante o verão pode aquecer a água dentro da mangueira, atingindo até 60 ºc o que pode causar queimaduras especialmente para crianças e animais.

A recomendação é deixar a água fluir alguns minutos para esfriar antes de pulverizar pessoas ou animais.

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