Connect with us

Destaque HOME

Os bobos da corte e as ‘putas velhas’ da política de Itanhém

mm

Publicado

em

[Edelvânio Pinheiro] O bobo da corte, na monarquia, era um plebeu, logo, um qualquer, mas dotado de certas habilidades, pago para entreter a nobreza e a realeza. Engraçado, ele estava sempre presente para garantir a diversão de reis e rainhas.

Já nos tempos atuais, o bobo da corte pode ser, por exemplo, um político que precisa satisfazer as vontades de um grupo, formado por mal-intencionados (ou não), que determina quais estratégias seguir para que objetivos unicamente pessoais sejam alcançados.

A prefeita do município de Itanhém, Zulma Pinheiro, do Movimento Democrático Brasileiro, por exemplo, pela subserviência às imposições administrativas do irmão Álvaro Pinheiro, que ela mesma nomeou secretário da Educação é, sem nenhuma sombra de dúvida, uma boba da corte.

Quanto aos demais que insistem em ler na cartilha dos antigos políticos itanheenses e dos membros nada bem-intencionados do esfacelado Bloco Parlamentar? Também fazem o papel de bobos da corte.

Para ficar bem esclarecido, o critério é o seguinte: aquele que se submete às vontades dos ‘putas velhas’ da política de Itanhém, demonstrando não ter ideias próprias, pode ser perfeitamente chamado de bobo da corte.

Entre os ‘putas velhas’ estão os que se aliam para defender o próprio umbigo. Tem até uns que se passam por aliados da prefeita, fazendo uso daquela velha e conhecida estratégia de ‘lobo em pele de cordeiro’.

Uns desses são aqueles mesmos do antigo Bloco Parlamentar que insistem em ações orquestradas tipo faltar, por estratégia, às reuniões da Câmara. Foi assim na recente votação das contas do ex-prefeito Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi, referente ao exercício de 2016 e também na eleição, de pedra marcada, para escolher a nova mesa diretora que vai comandar o Legislativo Municipal, a partir de 2019.

O ruim é que, nesse jogo, bons políticos que têm a aprovação quase unânime da população acabam acompanhando colegas que já o enganaram de forma irresponsável e até covarde.

Há mais de duas décadas este humilde escriba milita no jornalismo e acompanha as disputas pela gananciosa política itanheense. Se achar que um conselho nosso tem algum valor, lá vai: “os bons políticos devem preferir andar com suas próprias pernas, assim será muito melhor do que continuar fazendo o ridículo papel de bobo da corte.”

Destaque HOME

Para André Correia ser vereador “é o momento de separar homens de moleques’

mm

Publicado

em

O vereador André Correia (PHS) fez um alerta nas redes sociais aos pretensos candidatos a uma das nove vagas da Câmara de Itanhém, na próxima eleição municipal. Para ele a vereança é uma experiencia que desgasta.

“Desejo boa sorte aos pré-candidatos”, disse o vereador. “[Ser vereador] é uma experiência boa e um pouco desgastante, porém é o momento de separar homens de moleques, é a oportunidade de mostrar à comunidade se o candidato quer o bem de todos ou o conforto de sua família”, enfatizou.

André Correia, que doou todo o seu décimo terceiro salário e férias para associações da cidade foi além e chamou de ‘sanguessugas de prefeitura’ aqueles que se elegem comprando votos.

“O maior absurdo de nossa cidade é escutar, de alguns ‘sanguessugas de prefeitura’, que serão eleitos porque têm dinheiro pra gastar”, lamentou André. “O ato de votar por dinheiro o eleitor complica a vida de 20 mil habitantes e atrasa um município inteiro”, finalizou.

FOTO: arquivo.

Continuar leitura...

Destaque HOME

Bentivi é homenageado por internautas em seu aniversário

mm

Publicado

em

O ex-prefeito de Itanhém, Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi (PSB), comemorou seus 50 anos neste domingo (17) em companhia de familiares e amigos. Prefeito por dois mandatos, de 2009 a 2016, o bancário é considerado um dos melhores gestores do município.

Nas redes sociais foram registrados o carinho e o reconhecimento da população com o ex-prefeito. Internautas publicaram imagens de obras construídas durante suas gestões e a música “Bem te vi”, de Renato Terra, para homenagear o político.

Relembre aqui o que disse Bentivi no último dia de seu mandato ao Água Preta News.

Veja as imagens de algumas obras do ex-prefeito que foram compartilhadas pelos internautas:

 

 

Continuar leitura...

Destaque HOME

Justiça não determinou, mediou acordo no caso em que prefeita e seu irmão acusam internautas

mm

Publicado

em

[Edelvânio Pinheiro] Quem nos acompanhou nessas duas décadas e meia de jornalismo sabe que sempre nos pautamos pelo princípio ético de respeito ao trabalho dos profissionais da imprensa e que muito evitamos comentar publicações de colegas jornalistas.

Situações, entretanto, não podem deixar de serem lembradas, como a recente publicação do desfecho de um termo circunstanciado de ocorrência, no qual a prefeita de Itanhém, Zulma Pinheiro (MDB) e seu irmão, Newton Pinheiro, figuram como autores de uma reclamação por supostos crimes contra a honra, que teriam sido praticados por dois internautas, que negam terem feito qualquer tipo de ofensa.

A publicação é categórica ao afirmar que a “Justiça determinou a retratação das agressões verbais sofridas pela prefeita na internet”.

Acontece que os crimes contra a honra, a calúnia, a difamação e a injúria são considerados de menor potencial ofensivo e, por esta razão, possuem pena prevista de até dois anos. Assim, esses casos são processados e julgados no Juizado Especial Criminal, que tem estrutura e procedimento próprios, determinados em lei. Importante ressaltar que esses juizados especiais prezam pela resolução pacífica dos conflitos, ou seja, sempre buscam a conciliação entre as partes. Caso não seja possível a realização de um acordo para resolver a situação que deu origem ao boletim de ocorrência na delegacia, aí sim, o processo segue até que o juiz profira, ou como preferiu a publicação em questão, determine uma sentença.

No caso deste termo circunstanciado, que gerou a partir do registro do boletim registrado pela prefeita e seu irmão, não houve nenhuma determinação judicial porque a conciliação foi perfeitamente aceita pelas duas partes. Caso uma delas não houvesse aceitasse o processo seguiria até que um juiz desse o veredicto.

Não é necessário ser operador do direito para entender que esse tipo de conflito é sempre bom ser resolvido da forma como fizeram a prefeita e seu irmão e os dois cidadãos envolvidos, afinal, processo penal, seja de qualquer tipo é desgastante para ambos os lados. Quando há a necessidade de interferência da Justiça será sempre uma medida extrema, que deve ser deixada para quando não houver acordo.

Continuar leitura...
Anúncio Patrocinado

EM ALTA