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Rui Costa, do PT, é reeleito governador da Bahia

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[G1 Bahia] Rui Costa, do PT, foi reeleito em primeiro turno, neste domingo (7), governador do estado da Bahia para os próximos quatro anos. Com 79% das urnas apuradas, por volta das 20h45, o petista tinha 3.997.046 votos, o que correspondia a 75,89% dos votos válidos, contra 21,80% de Zé Ronaldo (DEM), o que correspondia a 1.148.412 votos, ficando em segundo lugar. [Confira no final da matéria a apuração completa no estado]

A reeleição faz com que Costa, eleito pela primeira vez para o governo do estado em 2014, na eleição para a sucessão do também petista Jaques Wagner (que governou também por dois mandatos), permaneça no cargo até 2022. Com isso, o PT se consolida no comando do executivo estadual por 16 anos consecutivos.

Rui Costa dos Santos, de 55 anos, nasceu no bairro da Liberdade, em Salvador, no dia 18 de janeiro de 1963. O pai, Clóvis dos Santos, era metalúrgico, enquanto a mãe, a dona de casa Maria Luzia, ajudava a pagar as contas vendendo doces e fazendo faxina. Rui foi o segundo filho do casal.

A vida política começou no Polo Petroquímico de Camaçari, região metropolitana de Salvador, na década de 1980, quando, após entrar para o sindicato dos trabalhadores, passou a frequentar assembleias e a criticar as condições de trabalho da fábrica. Em 1982, se filiou ao Partido dos Trabalhadores — foi um dos primeiros integrantes do PT e uma das principais lideranças responsáveis pela organização do diretório do partido na Bahia.

Após concluir o curso de instrumentação da Escola Técnica Federal (atual IFBA), ingressou no curso de ciências sociais da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em 1983, influenciado pela efervescência do movimento sindical no Brasil, mas não se graduou, porque os horários de estudo se chocavam com os de trabalho. Anos depois, em 1993, decidiu retomar os estudos e mudar de curso. Ingressar em economia, também pela UFBA, área em que hoje é formado.

Em 1995, perdeu a mãe, que havia sido diagnosticada com câncer de mama. Dois anos depois, viveu um momento de alegria, quando nasceu o seu segundo filho, Caio — a primeira filha, Aline, nasceu em 1986.

Em 2000, foi suplente de vereador na capital baiana e, em 2004, foi eleito vereador da cidade com o maior número de votos da bancada petista. Sete anos depois, em janeiro de 2007, foi convidado pelo então governador da Bahia, Jaques Wagner, Rui assumiu a Secretaria de Relações Institucionais (Serin).

Em 2010, se elegeu como o deputado federal mais votado do PT Bahia (e em 3º lugar no estado, entre todos os candidatos eleitos), com 212.157 votos. Em 2012, se licenciou do cargo de deputado e assumiu a chefia da Casa Civil do estado, no segundo mandato de Jaques Wagner como governador.

No mesmo ano, Rui se casou com Aline Peixoto, atual primeira-dama da Bahia, com quem tem duas filhas, Marina e Malu. Em 2014, ele se elegeu governador do Estado da Bahia com 3,5 milhões de votos.

Campanha

Durante a campanha, iniciada no dia 16 de agosto, quando passou a ser permitida a realização de propaganda eleitoral, como comícios, carreatas, distribuição de material gráfico e propaganda na internet, Rui passou por 144 dos 417 municípios do estado, segundo a assessoria dele.

A campanha foi encerrada no sábado (8), quando esteve junto com o candidato à presidência Fernando Haddad em Feira de Santana, segundo maior cidade do estado, a 100 km da capital.

O petista foi muito criticado durante a campanha por seus adversários por conta, entre outros pontos, da política de segurança pública, em decorrência dos índices de violência no estado, da saúde, sobretudo por causa da fila para vagas na central da regulação, e da educação, sobretudo depois de o MEC (Ministério da Educação) divulgar que o ensino médio do estado ficou em último lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Apesar das críticas, Rui apareceu liderando todas as pesquisas de intenção de voto divulgadas pelo Ibope. No levantamento feito um dia antes das eleições, por exemplo, Rui apareceu com 77% dos votos válidos.

Ainda durante a campanha, Rui culpou a crise e a falta de apoio federal por promessas do primeiro mandato não cumpridas e prometeu, entre outras coisas, ampliar o contingente da polícia no estado, construir 600 quadras esportivas, laboratórios e biblioteca, para viabilizar o ensino integral nas escolas, expandir para todas as instituições de ensino os cursos profissionalizantes, pra reduzir o desemprego, e avançar na regionalização da saúde, construindo hospitais e serviços de alta complexidade no interior do estado.

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Para André Correia ser vereador “é o momento de separar homens de moleques’

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O vereador André Correia (PHS) fez um alerta nas redes sociais aos pretensos candidatos a uma das nove vagas da Câmara de Itanhém, na próxima eleição municipal. Para ele a vereança é uma experiencia que desgasta.

“Desejo boa sorte aos pré-candidatos”, disse o vereador. “[Ser vereador] é uma experiência boa e um pouco desgastante, porém é o momento de separar homens de moleques, é a oportunidade de mostrar à comunidade se o candidato quer o bem de todos ou o conforto de sua família”, enfatizou.

André Correia, que doou todo o seu décimo terceiro salário e férias para associações da cidade foi além e chamou de ‘sanguessugas de prefeitura’ aqueles que se elegem comprando votos.

“O maior absurdo de nossa cidade é escutar, de alguns ‘sanguessugas de prefeitura’, que serão eleitos porque têm dinheiro pra gastar”, lamentou André. “O ato de votar por dinheiro o eleitor complica a vida de 20 mil habitantes e atrasa um município inteiro”, finalizou.

FOTO: arquivo.

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Bentivi é homenageado por internautas em seu aniversário

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O ex-prefeito de Itanhém, Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi (PSB), comemorou seus 50 anos neste domingo (17) em companhia de familiares e amigos. Prefeito por dois mandatos, de 2009 a 2016, o bancário é considerado um dos melhores gestores do município.

Nas redes sociais foram registrados o carinho e o reconhecimento da população com o ex-prefeito. Internautas publicaram imagens de obras construídas durante suas gestões e a música “Bem te vi”, de Renato Terra, para homenagear o político.

Relembre aqui o que disse Bentivi no último dia de seu mandato ao Água Preta News.

Veja as imagens de algumas obras do ex-prefeito que foram compartilhadas pelos internautas:

 

 

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Justiça não determinou, mediou acordo no caso em que prefeita e seu irmão acusam internautas

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[Edelvânio Pinheiro] Quem nos acompanhou nessas duas décadas e meia de jornalismo sabe que sempre nos pautamos pelo princípio ético de respeito ao trabalho dos profissionais da imprensa e que muito evitamos comentar publicações de colegas jornalistas.

Situações, entretanto, não podem deixar de serem lembradas, como a recente publicação do desfecho de um termo circunstanciado de ocorrência, no qual a prefeita de Itanhém, Zulma Pinheiro (MDB) e seu irmão, Newton Pinheiro, figuram como autores de uma reclamação por supostos crimes contra a honra, que teriam sido praticados por dois internautas, que negam terem feito qualquer tipo de ofensa.

A publicação é categórica ao afirmar que a “Justiça determinou a retratação das agressões verbais sofridas pela prefeita na internet”.

Acontece que os crimes contra a honra, a calúnia, a difamação e a injúria são considerados de menor potencial ofensivo e, por esta razão, possuem pena prevista de até dois anos. Assim, esses casos são processados e julgados no Juizado Especial Criminal, que tem estrutura e procedimento próprios, determinados em lei. Importante ressaltar que esses juizados especiais prezam pela resolução pacífica dos conflitos, ou seja, sempre buscam a conciliação entre as partes. Caso não seja possível a realização de um acordo para resolver a situação que deu origem ao boletim de ocorrência na delegacia, aí sim, o processo segue até que o juiz profira, ou como preferiu a publicação em questão, determine uma sentença.

No caso deste termo circunstanciado, que gerou a partir do registro do boletim registrado pela prefeita e seu irmão, não houve nenhuma determinação judicial porque a conciliação foi perfeitamente aceita pelas duas partes. Caso uma delas não houvesse aceitasse o processo seguiria até que um juiz desse o veredicto.

Não é necessário ser operador do direito para entender que esse tipo de conflito é sempre bom ser resolvido da forma como fizeram a prefeita e seu irmão e os dois cidadãos envolvidos, afinal, processo penal, seja de qualquer tipo é desgastante para ambos os lados. Quando há a necessidade de interferência da Justiça será sempre uma medida extrema, que deve ser deixada para quando não houver acordo.

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