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Sasdelli Resende disse que não opinou nas vagas de emprego da Câmara

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O vereador Sasdelli Resende (PSDB) retornou, na tarde deste domingo (3), o contato do Água Preta News, referente à reportagem “Presidente da Câmara de Itanhém selecionou gente que ele devia favor, diz candidato à vaga”.

Segundo o presidente ele não teve influência na escolha de nenhum dos candidatos às vagas para as funções de estagiários, auxiliares administrativo, legislativo e limpeza, motorista e agente de segurança legislativa.

“Na verdade, como eram poucas vagas, preferi não opinar, já que não eram cargos de confiança, justamente pra não dizerem que estou puxando sardinha pra ninguém”, disse. “Montamos uma comissão justamente pra isso”, esclareceu.

Na reportagem, Wellington Neres se diz injustiçado por não ter sido escolhido para agente de segurança, já que tem um currículo invejável. Ele é vigilante e tecnólogo em gestão de segurança privada pela Universidade de Vila Velha, pós-graduado em segurança pública e, além disso, é acadêmico do sexto semestre de serviço social. Ele também foi supervisor de vídeomonitoramento em vias públicas da prefeitura de Vila Velha, no Espírito Santo, e trabalhou nas empresas CVA, Visel e Prosegur, além de ter apresentado à Câmara Municipal um currículo com 24 diplomas e certificados de cursos, todos da área de segurança.

Mesmo assim, Sasdelli declarou ao portal de notícias que a escolha de João da Conceição – que foi nomeado por ele no último dia 1º de fevereiro – foi justa.

“Achei que [a escolha] foi justa, já que escolheram quem votou do lado da oposição também”, defendeu Sasdelli, questionando a reportagem do Água Preta News. “Mas aí na sua notícia diz que foi por troca de favor, se tivesse escolhido só pessoas do 15, teriam falado que dei preferência só pro 15”, argumentou.

Quando cita “do 15”, Sasdelli Resende faz referência às pessoas que votaram na prefeita Zulma Pinheiro, que é do MDB e aliada política do presidente da Câmara. E, para finalizar, ele disse que confia no trabalho que vem fazendo.

“Vou preferir ficar calado e deixar que meu trabalho fale por mim”, finalizou.

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Para André Correia ser vereador “é o momento de separar homens de moleques’

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O vereador André Correia (PHS) fez um alerta nas redes sociais aos pretensos candidatos a uma das nove vagas da Câmara de Itanhém, na próxima eleição municipal. Para ele a vereança é uma experiencia que desgasta.

“Desejo boa sorte aos pré-candidatos”, disse o vereador. “[Ser vereador] é uma experiência boa e um pouco desgastante, porém é o momento de separar homens de moleques, é a oportunidade de mostrar à comunidade se o candidato quer o bem de todos ou o conforto de sua família”, enfatizou.

André Correia, que doou todo o seu décimo terceiro salário e férias para associações da cidade foi além e chamou de ‘sanguessugas de prefeitura’ aqueles que se elegem comprando votos.

“O maior absurdo de nossa cidade é escutar, de alguns ‘sanguessugas de prefeitura’, que serão eleitos porque têm dinheiro pra gastar”, lamentou André. “O ato de votar por dinheiro o eleitor complica a vida de 20 mil habitantes e atrasa um município inteiro”, finalizou.

FOTO: arquivo.

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Bentivi é homenageado por internautas em seu aniversário

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O ex-prefeito de Itanhém, Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi (PSB), comemorou seus 50 anos neste domingo (17) em companhia de familiares e amigos. Prefeito por dois mandatos, de 2009 a 2016, o bancário é considerado um dos melhores gestores do município.

Nas redes sociais foram registrados o carinho e o reconhecimento da população com o ex-prefeito. Internautas publicaram imagens de obras construídas durante suas gestões e a música “Bem te vi”, de Renato Terra, para homenagear o político.

Relembre aqui o que disse Bentivi no último dia de seu mandato ao Água Preta News.

Veja as imagens de algumas obras do ex-prefeito que foram compartilhadas pelos internautas:

 

 

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Justiça não determinou, mediou acordo no caso em que prefeita e seu irmão acusam internautas

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[Edelvânio Pinheiro] Quem nos acompanhou nessas duas décadas e meia de jornalismo sabe que sempre nos pautamos pelo princípio ético de respeito ao trabalho dos profissionais da imprensa e que muito evitamos comentar publicações de colegas jornalistas.

Situações, entretanto, não podem deixar de serem lembradas, como a recente publicação do desfecho de um termo circunstanciado de ocorrência, no qual a prefeita de Itanhém, Zulma Pinheiro (MDB) e seu irmão, Newton Pinheiro, figuram como autores de uma reclamação por supostos crimes contra a honra, que teriam sido praticados por dois internautas, que negam terem feito qualquer tipo de ofensa.

A publicação é categórica ao afirmar que a “Justiça determinou a retratação das agressões verbais sofridas pela prefeita na internet”.

Acontece que os crimes contra a honra, a calúnia, a difamação e a injúria são considerados de menor potencial ofensivo e, por esta razão, possuem pena prevista de até dois anos. Assim, esses casos são processados e julgados no Juizado Especial Criminal, que tem estrutura e procedimento próprios, determinados em lei. Importante ressaltar que esses juizados especiais prezam pela resolução pacífica dos conflitos, ou seja, sempre buscam a conciliação entre as partes. Caso não seja possível a realização de um acordo para resolver a situação que deu origem ao boletim de ocorrência na delegacia, aí sim, o processo segue até que o juiz profira, ou como preferiu a publicação em questão, determine uma sentença.

No caso deste termo circunstanciado, que gerou a partir do registro do boletim registrado pela prefeita e seu irmão, não houve nenhuma determinação judicial porque a conciliação foi perfeitamente aceita pelas duas partes. Caso uma delas não houvesse aceitasse o processo seguiria até que um juiz desse o veredicto.

Não é necessário ser operador do direito para entender que esse tipo de conflito é sempre bom ser resolvido da forma como fizeram a prefeita e seu irmão e os dois cidadãos envolvidos, afinal, processo penal, seja de qualquer tipo é desgastante para ambos os lados. Quando há a necessidade de interferência da Justiça será sempre uma medida extrema, que deve ser deixada para quando não houver acordo.

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