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Talvez bastasse apenas que as portas do Hospital Maria Moreira estivessem abertas

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Estou ouvindo as belas canções de George Michael, nesta manhã de domingo. Talvez você preferisse um clássico gospel, como ‘Grandioso és tu’, por exemplo, em reverência ao Deus que você tanto buscou de joelhos nos bancos da igreja com seus irmãos batistas ou em casa com a família e, até sozinho, na oficina, num cenário em que ferros velhos e chaves de fenda sempre deram o tom da decoração.

Na tarde de ontem, meu amigo, depois de mais um dia intenso de trabalho, seu coração que por 61 anos bombeou alegria, altruísmo e principalmente empatia começou a parar. A grande maioria dos seus amigos só soube de sua batalha pela vida à noite, depois que você havia partido lá do Hospital Municipal de Medeiros Neto.

Talvez pudéssemos ter transferido a sua passagem no trem das sete para outra ocasião. Quem agora vai nos representar tão bem nos conselhos de defesa dos interesses da comunidade de Itanhém? E o seu sorriso largo e sincero?

E nos entristece ainda mais, neste momento de dor, saber que a cidade pela qual você dedicou os seus dias não teve a hombridade de lhe oferecer se quer os primeiros socorros. Talvez nem fosse preciso uma sala de estabilização ou um simples desfibrilador; talvez bastasse apenas que as portas do Hospital Maria Moreira Lisboa, que tanto você defendeu nas reuniões do Conselho Municipal de Saúde, estivessem abertas. Prado, a sua cidade natal e pela qual você certamente não dedicou sua vida, como fez por Itanhém, talvez tivesse lhe dado um tratamento melhor.

Acho que vou encerrar por aqui minhas lamentações porque as lágrimas já embaçam a visão e não consigo ver com nitidez a tela do notebook. Vá com Deus e eu sigo ouvindo ‘Careless Whisper’, a música que Camar Borborema enviou ao amigo Liomar Cortes, minutos antes de passar por situação semelhante a sua, amigo Josafá. Se encontrá-lo por aí, diga que mandei um forte abraço.

[Crônica de Edelvânio Pinheiro]

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Para André Correia ser vereador “é o momento de separar homens de moleques’

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O vereador André Correia (PHS) fez um alerta nas redes sociais aos pretensos candidatos a uma das nove vagas da Câmara de Itanhém, na próxima eleição municipal. Para ele a vereança é uma experiencia que desgasta.

“Desejo boa sorte aos pré-candidatos”, disse o vereador. “[Ser vereador] é uma experiência boa e um pouco desgastante, porém é o momento de separar homens de moleques, é a oportunidade de mostrar à comunidade se o candidato quer o bem de todos ou o conforto de sua família”, enfatizou.

André Correia, que doou todo o seu décimo terceiro salário e férias para associações da cidade foi além e chamou de ‘sanguessugas de prefeitura’ aqueles que se elegem comprando votos.

“O maior absurdo de nossa cidade é escutar, de alguns ‘sanguessugas de prefeitura’, que serão eleitos porque têm dinheiro pra gastar”, lamentou André. “O ato de votar por dinheiro o eleitor complica a vida de 20 mil habitantes e atrasa um município inteiro”, finalizou.

FOTO: arquivo.

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Bentivi é homenageado por internautas em seu aniversário

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O ex-prefeito de Itanhém, Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi (PSB), comemorou seus 50 anos neste domingo (17) em companhia de familiares e amigos. Prefeito por dois mandatos, de 2009 a 2016, o bancário é considerado um dos melhores gestores do município.

Nas redes sociais foram registrados o carinho e o reconhecimento da população com o ex-prefeito. Internautas publicaram imagens de obras construídas durante suas gestões e a música “Bem te vi”, de Renato Terra, para homenagear o político.

Relembre aqui o que disse Bentivi no último dia de seu mandato ao Água Preta News.

Veja as imagens de algumas obras do ex-prefeito que foram compartilhadas pelos internautas:

 

 

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Justiça não determinou, mediou acordo no caso em que prefeita e seu irmão acusam internautas

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[Edelvânio Pinheiro] Quem nos acompanhou nessas duas décadas e meia de jornalismo sabe que sempre nos pautamos pelo princípio ético de respeito ao trabalho dos profissionais da imprensa e que muito evitamos comentar publicações de colegas jornalistas.

Situações, entretanto, não podem deixar de serem lembradas, como a recente publicação do desfecho de um termo circunstanciado de ocorrência, no qual a prefeita de Itanhém, Zulma Pinheiro (MDB) e seu irmão, Newton Pinheiro, figuram como autores de uma reclamação por supostos crimes contra a honra, que teriam sido praticados por dois internautas, que negam terem feito qualquer tipo de ofensa.

A publicação é categórica ao afirmar que a “Justiça determinou a retratação das agressões verbais sofridas pela prefeita na internet”.

Acontece que os crimes contra a honra, a calúnia, a difamação e a injúria são considerados de menor potencial ofensivo e, por esta razão, possuem pena prevista de até dois anos. Assim, esses casos são processados e julgados no Juizado Especial Criminal, que tem estrutura e procedimento próprios, determinados em lei. Importante ressaltar que esses juizados especiais prezam pela resolução pacífica dos conflitos, ou seja, sempre buscam a conciliação entre as partes. Caso não seja possível a realização de um acordo para resolver a situação que deu origem ao boletim de ocorrência na delegacia, aí sim, o processo segue até que o juiz profira, ou como preferiu a publicação em questão, determine uma sentença.

No caso deste termo circunstanciado, que gerou a partir do registro do boletim registrado pela prefeita e seu irmão, não houve nenhuma determinação judicial porque a conciliação foi perfeitamente aceita pelas duas partes. Caso uma delas não houvesse aceitasse o processo seguiria até que um juiz desse o veredicto.

Não é necessário ser operador do direito para entender que esse tipo de conflito é sempre bom ser resolvido da forma como fizeram a prefeita e seu irmão e os dois cidadãos envolvidos, afinal, processo penal, seja de qualquer tipo é desgastante para ambos os lados. Quando há a necessidade de interferência da Justiça será sempre uma medida extrema, que deve ser deixada para quando não houver acordo.

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