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Um emoji de esquilo está travando o WhatsApp no Android

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[Canaltech]

Os usuários do WhatsApp estão fechando esta semana diante de mais uma piadinha, que vem sendo compartilhada amplamente por usuários em conversas individuais ou grupos. É quase como um desafio, que incita o utilizador a clicar no, aparentemente, inocente emoji de um esquilo, que causa o travamento completo da aplicação e exige que ela seja aberta novamente.

Trata-se, novamente, de uma trollagem semelhante a tantas outras que já vimos no passado, como os caracteres árabes que travavam o iOS e também atingiam usuários do Twitter. Desta vez, porém, os alvos são os utilizadores do sistema operacional Android, que são levados pelos amigos a pressionarem sobre a figura do esquilo apenas para verem o WhatsApp congelar e tendo de ser reinicializado.

Novamente, o responsável é um conjunto de caracteres, desta vez, ocultos. Repare que, antes do emoji, há um grande espaço em branco. É lá que está localizada uma string que, quando processada pela aplicação durante o pressionamento, gera o travamento. A leitura dos caracteres é necessária quando o usuário mantém o dedo sobre uma mensagem, uma ação que, normalmente, abre opções como encaminhar, responder, favoritar ou deletar textos do WhatsApp.

Além disso, a mensagem marca o desembarque no Brasil de uma brincadeira que já vinha rolando há algumas semanas na Europa e Estados Unidos, agora adaptada com textos em português e com a simpática imagem do esquilo. Lá fora, ela aparecia de forma mais simples, com somente o texto desafiando o usuário a não tocar na mensagem ou o ícone de uma bola preta, o “botão” que geraria o travamento.

E como o melhor do Brasil é o brasileiro, é claro que variações da trollagem também já começaram a surgir. Assim como aconteceu no exterior, os mesmos usuários que enganaram os contatos com a imagem do esquilo já começam a encaminhar o código novamente com um botão preto, indicando que essa seria a solução para o problema de travamento no WhatsApp.

Fora da inconveniência do congelamento do aplicativo e reinicialização, entretanto, não há com o que se preocupar. Como dito, isso é causado por um bug de software e, sendo assim, não gera perigo algum para sua conta. Seus dados, senhas de acesso, informações pessoais ou mensagens trocadas não são acessados por ninguém caso você caia na brincadeira e nenhum outro efeito adverso em seu celular surgirá como resultado disso.

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Quando a natureza ajuda o seu sorriso! Aprenda

Uma lista muito especial de alimentos que vão fazer você brilhar.

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[Terra]

Limão

Contêm vitamina C que auxilia na prevenção das gengivites e manutenção da saúde dos tecidos.

Eucalipto

Ajuda eliminar as bactérias na boca que causam o mau hálito e tem ação antibacteriana que combate a cárie.

Óleo de coco

Por combater algumas bactérias que fazem parte da flora da boca auxilia no combate a cárie. E evita aftas!

Gengibre

Combate o mau hálito sendo um adstringente natural, estimulando alguns processos digestivos

Laranja

Rica em vitamina C, é essencial para se ter uma gengiva saudável.

Foto: Shutterstock.com

 

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‘Paradoxo do exercício’: o motivo pelo qual somos tão preguiçosos

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[Veja]

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 25% dos adultos e 80% dos adolescentes não se exercitam o bastante, ainda que os efeitos positivos na saúde física e mental sejam estabelecidos e amplamente difundidos. A explicação para essa controvérsia pode estar no nosso cérebro. De acordo com um estudo publicado recentemente na revista Neuropsychologia, as pessoas enfrentam constantemente um conflito interno entre manter hábitos saudáveis – como ir para a academia ou praticar algum esporte – e fugir deles, em um fenômeno conhecido como ‘paradoxo do exercício’.

Os pesquisadores da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, descobriram que o cérebro humano está programado para se sentir mais atraído pelo comportamento sedentário, que é considerado um dos principais fatores de risco de morte no mundo, além ser frequentemente associado ao surgimento de problemas cardiovasculares, câncer e diabetes. A pesquisa mostrou também que quando tentamos mudar esta realidade, temos que ativar mais recursos cerebrais para superar os instintos naturais da preguiça.

Esses instintos, na verdade, fazem parte da evolução humana. “Conservar energia sempre foi algo essencial para a sobrevivência do ser humano por permitir que seja mais eficiente na busca por comida, achar um refúgio, competir por um par sexual e evitar predadores”, explicou Matthieu Boisgontier, um autores do estudo, em entrevista ao site da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá. Apesar de a vida moderna ter sido facilitada pela tecnologia, os instintos de sobrevivência ainda são parte fundamental da nossa espécie.

A pesquisa

Para desvendar o mistério por trás do paradoxo do exercício, a equipe observou a reação cerebral de 20 voluntários (homens e mulheres) por meio de eletroencefalogramas (exame que registra a atividade elétrica do cérebro). O principal requisito para participação no estudo era o interesse por atividade física, ainda que a frequência do exercício fosse baixa.

No experimento, os participantes foram submetidos a um teste de computador no qual controlavam um avatar. Durante o teste, surgiam imagens na tela em que as figuras se exercitavam (subindo escadas ou andando de bicicleta). Em seguida, aparecia outra figura, que estava parada (deitada em uma rede, por exemplo).

Os participantes precisavam aproximar o avatar o mais rapidamente possível de imagens que indicavam movimento, afastando-se das imagens sedentárias. O contrário também foi solicitado: eles tinham que se aproximar rapidamente das figuras preguiçosas, evitando os exercícios. Todo o teste foi monitorado por eletrodos que registravam a atividade cerebral.

Força de vontade

De acordo com informações da rede BBC, os pesquisadores notaram que os indivíduos foram, em geral, mais rápidos ao moverem seus avatares na direção das imagens de atividade física. Entretanto, o monitoramento do cérebro apontou que para fazê-lo, os participantes gastavam mais poder intelectual, o que demonstra uma disparidade entre a intenção e o que, inconscientemente, o corpo deseja.

“Já sabíamos, por estudos anteriores, que as pessoas eram mais rápidas em evitar comportamentos sedentários e buscar comportamentos ativos. A novidade é que nosso estudo demonstra que isso tem um custo, um maior envolvimento de recursos cerebrais. Esses resultados apontam que nosso cérebro é naturalmente atraído pelo sedentarismo”, disse Boisgontier.

Embora os resultados tenham revelado com mais clareza a relação entre o cérebro e a preguiça, a equipe admitiu que o estudo é pequeno e, portanto, mais investigações são necessárias para compreender melhor – e quem sabe potencializar – a força de vontade demonstrada pelos voluntários.

Evolução

Segundo informações do site especializado Medical News Today, um artigopublicado na revista científica Current Sports Medicine Reports, em 2015, indicou que as diretrizes de saúde pública apresentam resultados modestos justamente por causa deste processo evolutivo evidenciado pelo novo estudo. Segundo Daniel E. Lieberman, autor do texto, as pessoas estão propensas a seguirem o instinto de conservação de energia, preferindo optar pela facilidade de manter-se sedentário e ainda exagerar na ingestão de alimentos obesogênicos (produtos químicos encontrados em embalagens e em alimentos) altamente processados.

Ele ainda explicou que esses instintos só se tornaram um problema na sociedade moderna porque não precisamos mais procurar alimentos. Para combater o problema da inatividade, a recomendação é tornar a atividade física mais divertida ou reestruturar os ambientes para que exijam mais exercícios. “Até que possamos fazê-lo efetivamente, podemos esperar permanecer presos em um círculo vicioso no qual, ao tratar os sintomas e não as causas de doenças causadas pela inatividade física, permitiremos que o paradoxo do exercício persista e piore”, escreveu Lieberman.

Assim, cabe a nós tentarmos superar essa ‘preguiça natural’. E nem precisamos de muito para nos mantermos saudáveis: 150 minutos de exercício moderado ou 75 de atividade intensa por semana já são o suficiente para melhorar a saúde, aponta a Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês).

FOTO: O cérebro humano está programado para se sentir mais atraído pelo comportamento sedentário. (iStock/Getty Images)

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Zarfeg dedica poema a Odilon Botelho, que acaba de celebrar 90 anos de idade

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[Edelvânio Pinheiro] O poeta e jornalista Almir Zarfeg dedicou o poema “Bom e velho Dila” a Odilon Botelho, que no último domingo (23) celebrou seus 90 anos de existência no Clube Recreativo Ribeirão do Ouro (ARVO), em Itamaraju.

A confraternização, que se estendeu pelo domingo adentro, reuniu familiares e amigos do patriarca. De Teixeira de Freitas, os acadêmicos Almir Zarfeg e Athylla Borborema compareceram para prestigiar o evento. Juntamente com Elias Botelho, filho do aniversariante, os três são membros da Academia Teixeirense de Letras (ATL).

O evento envolveu a parte religiosa, marcada pela celebração da vida e pelos agradecimentos a Deus. A seguir, os filhos “tiraram o chapéu” para o patriarca por tudo que ele representa para seus descendentes, filhos, netos e bisnetos. Depois, houve os comes e bebes ao som da melhor MPB. O resto do domingo foi consumido pela alegria, encontros e reencontros e, enfim, pela celebração da vida em abundância.

No belo poema, o poeta trata dos temas da bondade e da velhice. Como se estivesse exortando ou orientando, ele diz que “a bondade é invisibilidade” “como sair de fininho”.

Ao citar a velhice, ele sustenta que ela, ao contrário da bondade, tem idade. E é vista como prêmio por algumas pessoas e, também, como castigo por outras. Mas conclui afirmando que a velhice é “voltar a ser criança”.

“Este poeminha foi a maneira que encontrei para homenagear os 90 anos do bom e velho Dila, a quem tive a honra de ser apresentado numa bela noite acadêmica”, disse Zarfeg à reportagem do Água Preta News.

BOM E VELHO DILA

A bondade, meninos e meninas,

É invisibilidade

Como sair de fininho

O espírito duma época

Como o pôr do sol

O bucolismo inocent

A bondade não tem idade

Não é grega nem cristã

Não costuma se anunciar

Mas nunca falha

É preciso ser bom um

Pouco mais

Para sê-lo o bastante

Possível

Homem bom é homem

Raro

Homem mau é homem

Banal

Já a velhice tem idade:

Prêmio para uns

Castigo – diz o sábio –

Para outros

Com certeza, voltar a ser

Criança

Estar – se achar – na

Simplicidade

                               Os confrades Zarfeg, Elias Botelho e Athylla Borborema

FOTOS: Daniel Borges

 

 

 

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