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Vai ser feriado nos dias de jogos do Brasil na Copa da Rússia?

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[MSN]

Falta pouco tempo para a Seleção Brasileira começar a correr atrás da bola na Copa da Rússia e, na cabeça do torcedor que sonha com a conquista do hexa, uma pergunta continua sem resposta: será feriado em dias de jogos do Brasil?

A Seleção Brasileira terá 3 compromissos na primeira fase e 2 deles serão disputados em dias de semana — diante da Costa Rica, no dia 22 de junho (uma sexta-feira) e contra a Sérvia, no dia 27 (quarta-feira). A exceção fica por conta da estreia, ante a Suíça, que cairá em um domingo (17).

Até este momento, pelo menos, o Ministério do Planejamento não se pronunciou de maneira oficial se haverá alguma alteração no calendário dos feriados programados para o País apenas por conta da participação brasileira na Copa da Rússia.

Algumas instituições públicas, em âmbito regional, no entanto, se manifestaram favoravelmente à adoção do ponto facultativo nas datas em que a Seleção comandada por Tite estiver em ação nos campos russos.

No setor privado, por outro lado, a decisão ficará por conta de cada empregador. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) não passará qualquer tipo de orientação às empresas, que terão a liberdade de decidir como agir em relação aos trabalhadores.

Bancos adaptarão horários aos jogos do Brasil

As agências bancárias, por sua vez, terão horários especiais nos dias em que a Seleção Brasileira jogar.

O Banco Central já avisou, por meio da Circular número 3.897, publicada em 9 de maio, que todas as agências terão horários diferenciados quando o Brasil estiver em campo.

As agências de todo o País vão abrir das 13h às 17h — no caso de o jogo ser às 9h —, e das 8h30 às 10h30 e das 14h às 16h — para os jogos que se iniciem às 11 horas. No caso de jogos que começarem às 15h, as agências abrirão das 9h às 13h.

Os horários dos jogos do Brasil

Na primeira fase a Seleção Brasileira jogará nos seguintes horários (de Brasília):

17/06 (domingo)

15 horas: Brasil x Suíça

22/06 (sexta-feira)

9 horas: Brasil x Costa Rica

27/06 (quarta-feira)

15 horas: Sérvia x Brasil

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Quando a natureza ajuda o seu sorriso! Aprenda

Uma lista muito especial de alimentos que vão fazer você brilhar.

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[Terra]

Limão

Contêm vitamina C que auxilia na prevenção das gengivites e manutenção da saúde dos tecidos.

Eucalipto

Ajuda eliminar as bactérias na boca que causam o mau hálito e tem ação antibacteriana que combate a cárie.

Óleo de coco

Por combater algumas bactérias que fazem parte da flora da boca auxilia no combate a cárie. E evita aftas!

Gengibre

Combate o mau hálito sendo um adstringente natural, estimulando alguns processos digestivos

Laranja

Rica em vitamina C, é essencial para se ter uma gengiva saudável.

Foto: Shutterstock.com

 

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‘Paradoxo do exercício’: o motivo pelo qual somos tão preguiçosos

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[Veja]

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 25% dos adultos e 80% dos adolescentes não se exercitam o bastante, ainda que os efeitos positivos na saúde física e mental sejam estabelecidos e amplamente difundidos. A explicação para essa controvérsia pode estar no nosso cérebro. De acordo com um estudo publicado recentemente na revista Neuropsychologia, as pessoas enfrentam constantemente um conflito interno entre manter hábitos saudáveis – como ir para a academia ou praticar algum esporte – e fugir deles, em um fenômeno conhecido como ‘paradoxo do exercício’.

Os pesquisadores da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, descobriram que o cérebro humano está programado para se sentir mais atraído pelo comportamento sedentário, que é considerado um dos principais fatores de risco de morte no mundo, além ser frequentemente associado ao surgimento de problemas cardiovasculares, câncer e diabetes. A pesquisa mostrou também que quando tentamos mudar esta realidade, temos que ativar mais recursos cerebrais para superar os instintos naturais da preguiça.

Esses instintos, na verdade, fazem parte da evolução humana. “Conservar energia sempre foi algo essencial para a sobrevivência do ser humano por permitir que seja mais eficiente na busca por comida, achar um refúgio, competir por um par sexual e evitar predadores”, explicou Matthieu Boisgontier, um autores do estudo, em entrevista ao site da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá. Apesar de a vida moderna ter sido facilitada pela tecnologia, os instintos de sobrevivência ainda são parte fundamental da nossa espécie.

A pesquisa

Para desvendar o mistério por trás do paradoxo do exercício, a equipe observou a reação cerebral de 20 voluntários (homens e mulheres) por meio de eletroencefalogramas (exame que registra a atividade elétrica do cérebro). O principal requisito para participação no estudo era o interesse por atividade física, ainda que a frequência do exercício fosse baixa.

No experimento, os participantes foram submetidos a um teste de computador no qual controlavam um avatar. Durante o teste, surgiam imagens na tela em que as figuras se exercitavam (subindo escadas ou andando de bicicleta). Em seguida, aparecia outra figura, que estava parada (deitada em uma rede, por exemplo).

Os participantes precisavam aproximar o avatar o mais rapidamente possível de imagens que indicavam movimento, afastando-se das imagens sedentárias. O contrário também foi solicitado: eles tinham que se aproximar rapidamente das figuras preguiçosas, evitando os exercícios. Todo o teste foi monitorado por eletrodos que registravam a atividade cerebral.

Força de vontade

De acordo com informações da rede BBC, os pesquisadores notaram que os indivíduos foram, em geral, mais rápidos ao moverem seus avatares na direção das imagens de atividade física. Entretanto, o monitoramento do cérebro apontou que para fazê-lo, os participantes gastavam mais poder intelectual, o que demonstra uma disparidade entre a intenção e o que, inconscientemente, o corpo deseja.

“Já sabíamos, por estudos anteriores, que as pessoas eram mais rápidas em evitar comportamentos sedentários e buscar comportamentos ativos. A novidade é que nosso estudo demonstra que isso tem um custo, um maior envolvimento de recursos cerebrais. Esses resultados apontam que nosso cérebro é naturalmente atraído pelo sedentarismo”, disse Boisgontier.

Embora os resultados tenham revelado com mais clareza a relação entre o cérebro e a preguiça, a equipe admitiu que o estudo é pequeno e, portanto, mais investigações são necessárias para compreender melhor – e quem sabe potencializar – a força de vontade demonstrada pelos voluntários.

Evolução

Segundo informações do site especializado Medical News Today, um artigopublicado na revista científica Current Sports Medicine Reports, em 2015, indicou que as diretrizes de saúde pública apresentam resultados modestos justamente por causa deste processo evolutivo evidenciado pelo novo estudo. Segundo Daniel E. Lieberman, autor do texto, as pessoas estão propensas a seguirem o instinto de conservação de energia, preferindo optar pela facilidade de manter-se sedentário e ainda exagerar na ingestão de alimentos obesogênicos (produtos químicos encontrados em embalagens e em alimentos) altamente processados.

Ele ainda explicou que esses instintos só se tornaram um problema na sociedade moderna porque não precisamos mais procurar alimentos. Para combater o problema da inatividade, a recomendação é tornar a atividade física mais divertida ou reestruturar os ambientes para que exijam mais exercícios. “Até que possamos fazê-lo efetivamente, podemos esperar permanecer presos em um círculo vicioso no qual, ao tratar os sintomas e não as causas de doenças causadas pela inatividade física, permitiremos que o paradoxo do exercício persista e piore”, escreveu Lieberman.

Assim, cabe a nós tentarmos superar essa ‘preguiça natural’. E nem precisamos de muito para nos mantermos saudáveis: 150 minutos de exercício moderado ou 75 de atividade intensa por semana já são o suficiente para melhorar a saúde, aponta a Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês).

FOTO: O cérebro humano está programado para se sentir mais atraído pelo comportamento sedentário. (iStock/Getty Images)

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Zarfeg dedica poema a Odilon Botelho, que acaba de celebrar 90 anos de idade

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[Edelvânio Pinheiro] O poeta e jornalista Almir Zarfeg dedicou o poema “Bom e velho Dila” a Odilon Botelho, que no último domingo (23) celebrou seus 90 anos de existência no Clube Recreativo Ribeirão do Ouro (ARVO), em Itamaraju.

A confraternização, que se estendeu pelo domingo adentro, reuniu familiares e amigos do patriarca. De Teixeira de Freitas, os acadêmicos Almir Zarfeg e Athylla Borborema compareceram para prestigiar o evento. Juntamente com Elias Botelho, filho do aniversariante, os três são membros da Academia Teixeirense de Letras (ATL).

O evento envolveu a parte religiosa, marcada pela celebração da vida e pelos agradecimentos a Deus. A seguir, os filhos “tiraram o chapéu” para o patriarca por tudo que ele representa para seus descendentes, filhos, netos e bisnetos. Depois, houve os comes e bebes ao som da melhor MPB. O resto do domingo foi consumido pela alegria, encontros e reencontros e, enfim, pela celebração da vida em abundância.

No belo poema, o poeta trata dos temas da bondade e da velhice. Como se estivesse exortando ou orientando, ele diz que “a bondade é invisibilidade” “como sair de fininho”.

Ao citar a velhice, ele sustenta que ela, ao contrário da bondade, tem idade. E é vista como prêmio por algumas pessoas e, também, como castigo por outras. Mas conclui afirmando que a velhice é “voltar a ser criança”.

“Este poeminha foi a maneira que encontrei para homenagear os 90 anos do bom e velho Dila, a quem tive a honra de ser apresentado numa bela noite acadêmica”, disse Zarfeg à reportagem do Água Preta News.

BOM E VELHO DILA

A bondade, meninos e meninas,

É invisibilidade

Como sair de fininho

O espírito duma época

Como o pôr do sol

O bucolismo inocent

A bondade não tem idade

Não é grega nem cristã

Não costuma se anunciar

Mas nunca falha

É preciso ser bom um

Pouco mais

Para sê-lo o bastante

Possível

Homem bom é homem

Raro

Homem mau é homem

Banal

Já a velhice tem idade:

Prêmio para uns

Castigo – diz o sábio –

Para outros

Com certeza, voltar a ser

Criança

Estar – se achar – na

Simplicidade

                               Os confrades Zarfeg, Elias Botelho e Athylla Borborema

FOTOS: Daniel Borges

 

 

 

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