Connect with us

Destaque HOME

Vareador faltoso e que não tem dedicação exclusiva à vereança sugere redução salarial para a Câmara de Itanhém

mm

Publicado

em

Na reunião da Câmara de Itanhém da última quinta-feira (05), uma proposta no mínimo duvidosa de Luiz Marcos Villas Boas, o Marquinhos (PSB), sugeriu que o salário dos vereadores fosse reduzido pela metade, para R$ 2.500.

Antes da sugestão de Marquinhos, o seu colega André Correia havia repetido a proposta que fez no dia anterior, na reunião da APLB (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia), com a prefeita Zulma Pinheiro e o irmão dela, Álvaro Pinheiro, que é o secretário da Educação. André defendeu a apresentação de um projeto de lei para que as chamadas “sobras anuais”, que são repassadas pelo Legislativo ao município, fossem destinadas ao pagamento dos benefícios dos trabalhadores auxiliares da educação.

Marquinhos, que pouco tem se manifestado em defesa dos professores que estão em greve, na Câmara Municipal tentou se passar por bom samaritano em defesa dos educadores, dizendo que o salário do professor é muito pouco e o dos vereadores, que – segundo ele – fazem tão pouco, é R$ 5.000.

Se não o mais ausente, Marquinhos é um dos vereadores que mais falta às reuniões. Já ouve casos em que ele faltou duas sessões consecutivas. Não foram poucas as vezes que ele deixou de estar presente às sessões para debater os problemas de seu distrito e de toda a população do município, para transportar pedras para a cidade de Vitória, no Espírito Santo.

Ao contrário de vereadores como André Correia (PHS) e Sasdelli Resende (PSDB), que têm dedicação praticamente exclusiva ao ofício de vereador, Marquinhos tem outras atividades que o parece deixar financeiramente tranquilo, ao ponto de fazer uma sugestão polêmica como a de baixar pela metade o próprio salário e, por consequência, o de seus colegas também.

O salário de vereador em Itanhém, que legalmente deveria ter 11 vereadores e não 9 apenas, não é considerado alto. Embora não ter sido confirmado pelas Câmaras, o Água Preta News averiguou o salário de vereadores de cidades da região, inclusive de Lajedão, que têm uma população muito menor do que a população de Itanhém.

Em Teixeira de Freitas um vereador recebe R$ 12 mil mensais, em Medeiros Neto, com praticamente a mesma população de Itanhém e dois vereadores a mais, R$ 7.500, e Lajedão reajustou, no ano passado, o salário que era de R$ 3.500 para R$ 4.500.

Buscamos junto aos sites ligados a Justiça Eleitoral e observamos nas declarações de renda do vereador Marquinhos, nas três vezes que ele se candidatou, que seu patrimônio tem diminuído – pelo menos é o que se tem registrado. Em 2008 ele declarou ter R$ 360 mil de bens, em 2012, R$ 260 mil e, em 2016, apenas R$ 162 mil. Mesmo tendo, digamos, ’empobrecido’, Marquinhos defendeu que o salário de vereador seja cortado pela metade.

Se o salário de R$ 5.000 pago aos vereadores de Itanhém levasse em consideração a quantidade de reuniões em que o parlamentar se faz presente, talvez o de Marquinhos chegasse à pouco mais de R$ 2.500. Por via das dúvidas, quanto à assiduidade dos vereadores, o Água Preta News vai encaminhar ofício à Câmara Municipal, solicitando a frequência dos edis no primeiro ano de legislatura.

FOTO: Facebook.

Continuar leitura...
Anúncio Patrocinado
1 Comentário

1 Comment

  1. cleudina

    8 de abril de 2018 at 17:28

    sim ele pode não ser tão presente nas reunios,pelo o motivo sitado no site .isso prova q ele tem trabalho próprio e q nao vevi mamando em prefeitura como muitos , ele simplis mente foi honesto e competente quando fez essa proposta por que realmente o salário de um veriador q faz tão pouco sem esforço físico nem e muito enguanto um frofessor e todos os outros dicionários ta educação trabalam muito sendo uma uma carga horária de 40 a 44 horas semanais enfrentando esforços físicos,mentais e emocionais para educar a população.ganham um salário tão pouco e ainda faltando os completos e com atrasos.Pesquisaram os salários dos veriadores das cidades vizinhas,pesquisam o salário dos professores dos outros estados e ver q são um pouco mais e eles ainda não recebe o suficiente q um proficiona da educação merece.vc está serto marquinhos todos os vereadores tem que ter um outro trabalho próprio pq a maioria ze trabalhar muito mais nada vamos feito em nosso municio .o único que pelo aumenos cobra e briga pelo município esta sendo o André Correia .

Deixe sua opnião

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Destaque HOME

Crônica relembra personagens do antigo Mercado Municipal de Itanhém

mm

Publicado

em

O ex-diretor de Cultura do município de Itanhém, Políbio José, que é artista plástico e licenciado em História pela UNEB (Universidade do Estado da Bahia), publicou em sua página no Facebook uma crônica sob o título “Belas lembranças”, que apresenta um pouco da história itanheense.

Para dar mais vida ao texto, o artista postou uma imagem da praça Otávio Mangabeira, onde hoje está o Terminal Rodoviário, mas que, na década de 1970, estava instalado o Mercado Municipal, que funcionava como centro comercial da cidade de Itanhém. A foto é do arquivo do poeta Airam Ribeiro.

“Nas manhãs de sábado lá íamos nós, ainda criança, descendo a rua Belo Horizonte, a rua das Pedras ou, quem sabe, a Maria Moreira Lisboa, mas o certo era que aqueles sábados eram especiais”, inicia o autor. “Logo na chegada encontrávamos com outros adolescentes, sempre ao som da sanfona do senhor Mário Calundu que, em suas trovas, anunciava que em sua banca já era possível apreciar um delicioso casadinho de requeijão com tijolo”, prossegue.

Políbio José lembra de personagens muito conhecidos da época, destacando curiosidades de suas atividades comerciais. Djaniro, com uma máquina considerada de última geração, transformava as cascas da fruta em fios e Clovis Lobeu fazia barulho com um ‘escarossador’ de cana, que preparava garapas deliciosas para serem vendidas à população.

Outros comerciantes também são lembrados na crônica, como o maior comerciante da época, Zeca Barreto, que oferecia em seu estabelecimento uma grande variedade de produtos.

“Perto dali dona Laura vendia sabão de coada em forma de bolas, dentro de uma bacia de alumínio, impressionando as lavadeiras da época que, enfileiradas, compravam o sabão que era elogiado por todas as consumidoras. Mais à frente seu Marinho estava já a posto com sua gamela de jenipapo, vendendo a dúzia para quem quisesse preparar um delicioso licor”, destaca, sem esquecer do irresistível tempero de dona Ana, dos açougueiros Beló, Elias, Jovino, Zé Pretinho, Zé Ramos, Joel nem de vendedores de queijo e beiju como Ilário Palarga.

Personagens folclóricos também não foram esquecidos, como Conrado, um cidadão corcunda, Jacson Rassudo e Divá, que tinham problemas mentais, os quais não saiam dos botecos à procura de uma dose de aguardente. É claro que o autor não esqueceu de João de Dona Ana, que cuidava da limpeza de todo aquele espaço à base de creolina.

Você pode ler a crônica de Políbio José aqui. Abra antes o seu Facebook.

Continuar leitura...

Destaque HOME

O prefeito (mas poderia ser a prefeita) traiu o povo em pleno São João!

mm

Publicado

em

[Crônica de A. Zarfeg] À maneira de Paulo Mendes Campos, que um dia se deliciou inventando inúmeras maneiras de reescrever a frase “A marquesa saiu às cinco horas”, nós resolvemos também dar a nossa contribuição para a promoção da frivolidade humana. Mesmo porque, durante o São João, não tínhamos com que nos ocupar a mente. Então, achamos por bem nos divertir um pouco com a frase “O PREFEITO TRAIU O POVO EM PLENO SÃO JOÃO” que, aliás, nos rendeu um passatempo no mínimo interessante, apesar de politicamente incorreto. Vejamos, em ritmo de forró:

O prefeito talvez tenha traído só um pouquinho, talvez nem tenha traído o povo em pleno São João. Eu pelo menos não vi (Mineiro).

Ninguém poderia jurar que o prefeito tivesse traído o povo em pleno São João (Agnóstico).

Se o prefeito traiu o povo em pleno São João, corre sério risco de não ser reeleito (Analista político).

O pprefeito ttraiu o ppovo em ppleno São João (Gago).

O prefeito traiu o povo em pleno São João? Então, é um filho da puta (João Araújo).

Se o prefeito traiu o povo em pleno São João, deve pagar pelo que fez (Força-Tarefa).

Se o prefeito traiu o povo em pleno São João, logicamente vai se dar muito mal (Delegado).

O PREFEITO TRAIU O POVO EM PLENO SÃO JOÃO! (Manchete do Agora, jornal de Aguilar).

O prefeito! Traiu o povo! Em pleno São João! Batata! (Nelson Rodrigues).

O prefeito, meus caros, traiu o povo em pleno São João (Orador).

Por que mesmo o prefeito traiu o povo em pleno São João? (Ingênuo).

O prefeito traiu o povo em pleno São João, mas ninguém tem nada a ver com isso (Alienado).

O prefeito, que gracinha, traiu o povo em pleno São João (Fabinho Darling).

Teria realmente o prefeito traído o povo em pleno São João? (Cético).

O prefeito traiu o povo em pleno São João, mas eu não vi nada (Vice-prefeito).

O prefeito traiu o povo em pleno São João. Uma pouca vergonha! (Ressentido).

Nunca que o prefeito iria trair o povo em pleno São João (Do contra).

Venho pelo presente declarar, a quem interessar possa, que o prefeito traiu o povo em pleno São João (Comercial).

Ó prefeito, por que traíste o povo em pleno São João? (Angustiado).

Um dia, e lá se vão muitos anos, o prefeito traiu o povo em pleno São João (saudosista).

Meu rei! O prefeito traiu o povo em pleno São João (Baiano).

Ignorando a LRF, o prefeito traiu o povo em pleno São João (Estudante de direito).

O prefeito traiu o povo em pleno São João, provavelmente com a conivência do vice. Por isso, no pasarán! (Marilena Chauí).

O prefeito, morto há duzentos anos, traiu o povo em pleno São João (Historiador).

O prefeito traiu o povo em pleno São João, sim senhor (Positivo).

O prefeito, não o vereador, traiu o povo em pleno São João (Presidente de Câmara de Vereadores).

O prefeito traiu o povo em pleno São João, mas o que interessa é saber quanto ele surrupiou (Desconfiado).

Eu jamais escreveria: o prefeito traiu o povo em pleno São João (Dilvan Coelho).

O exmo. sr. prefeito traiu o povo em pleno São João (Burocrático).

O prefeito traiu o povo em pleno São João, mas eu juro que não tenho nada a ver com isso (Neurótico).

O otieferp uiart o ovop me onelp oãS oãoJ (Pueril).

O prefeito traiu the people em pleno São João (Americanófilo).

Em pleno São João, o prefeito traiu o povo (Esclarecedor).

O prefeito traiu o povo em pleno São João. Será? (Eleitor)

O prefeito traiu o povo (Sintético).

O prefeito traiu o povo em pleno São João, mas posso garantir que ele não me passou pra trás (O cara).

Quando soube que o prefeito tinha traído o povo em pleno São João, o pré-candidato me ligou desesperado: “Será que esse triste equívoco vai atrapalhar minha candidatura?” (Marqueteiro).

Até prova o contrário, o prefeito é inocente (Assessor do prefeito).

O prefeito traíra o povo em pleno São João (Mais-que-perfeito).

O prefeito traiu o povo em pleno São João porque isso tinha que acontecer mais dia menos dia (Fatalista).

Salve o prefeito, campeão dos campeões, que traiu o povo em pleno São João e, ainda por cima, saiu de finim, rindo de mim (Forrozeiro).

Continuar leitura...

Destaque HOME

João Bosco e Vinícius vão tocar no São João, mas falta médico no hospital: “Pensei que ia perder o meu filho”

mm

Publicado

em

Eram exatamente 20 para às 9 da noite desta sexta feira (22), quando o montador de móveis Fernando Rodrigues Ferreira e sua esposa chegaram desesperados ao Hospital Maria Moreira Lisboa, em Itanhém, com o filho nos braços. Victor Hugo, de apenas 1 ano e 5 meses, havia tido uma convulsão e precisava, com urgência, de atendimento.

Os responsáveis pelo município, alheios ao sofrimento daquela família, se preparavam para o primeiro dia do luxuoso São João, no Mercado Municipal, que promete João Bosco e Vinícius no domingo.

“Logo que cheguei na porta do hospital o guarda falou que não tinha doutor. Entrei abrindo as portas em busca de ajuda ou sorte de [encontrar] alguma enfermeira. Lá estavam duas enfermeiras guerreiras, que me atenderam. [Entrei] gritando e ameaçando filmar quarto por quarto para provar a falta de saúde e atendimento médico em Itanhém”, escreveu o pai em sua página no Facebook, onde também fez um desabafo sobre a situação crítica em que se encontra a saúde no município, depois de narrar o seu sofrimento em busca de atendimento para o filho.

Depois disso, o pai da criança disse que alguém no hospital fez uma ligação e um médico apareceu para atender o seu filho.

“Hoje no hospital eu passei o desprazer de ver e sentir que, quem trabalha lá, é porque precisa do emprego e não por amor ao que faz; vive sempre escondendo a vergonha da má administração de Itanhém. Acredito que todos os profissionais estão sonhando com um hospital melhor e parar de passar vergonha”, desabafou, questionando os recursos que o município recebe para a saúde. “Prefeita Zulma, o Hospital Maria Moreira Lisboa está pedindo socorro. Suas promessas, o dinheiro nosso, cadê? ”, perguntou.

No final, o pai de Victor Hugo agradece ao médico, as enfermeiras e pedem aos internautas que compartilhem sua postagem, que teve anexadas fotos e vídeos feitos na unidade de saúde.

Na tarde deste sábado (23), o Água Preta News fez contato com Fernando Rodrigues, que informou que o filho passa bem.

“[Mas] pensei que ia perder o meu filho”, disse emocionado à reportagem.

FOTO: O pai postou foto do filho no hospital.

Continuar leitura...
Anúncio Patrocinado

EM ALTA