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Zarfeg marca presença na 25ª Bienal Internacional do Livro de SP com “Fêeh, Feel”

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A 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo vai acontecer entre os dias 03 de 12 de agosto de 2018, no Anhembi, na capital paulista.

Dessa vez, o poeta, ficcionista e jornalista Almir Zarfeg vai marcar presença no evento editorial com o livro de crônicas infantojuvenis “Fêeh, Feel”.

“Fêeh, Feel” é formado por 15 crônicas que, na prática, funcionam como um diálogo entre o autor e a adolescente às vésperas de ela completar 15 anos. Mas o livro se apresenta repleto de bom humor, algumas sacadas e muito mais. Por exemplo, os títulos das crônicas são, na verdade, versos do poema “Os 15 mimos que não podem faltar no seu aniversário de 15 anos”. A ordem dos textos já aparece nos títulos: “Um sorriso prateado”, “Dois toques mágicos: Fêeh & Amoh”, “Três dedos de inspiração”, e assim por diante.

“Neste livro encantador, Zarfeg parece nos convidar, todo o tempo, a participar dessa conversa descontraída e envolvente. Eu aceitei. A leveza destes escritos me surpreendeu e me fez rememorar a mocidade. Tenho certeza de que você também se surpreenderá com tudo que está para ser descoberto em ‘Fêeh, Feel’ e, enfim, com o que estas crônicas lhe farão descobrir sobre você”, escreveu a escritora Fabiana Pinto no prefácio.

Trata-se, enfim, de um texto descontraído, leve e cheio de segundas (e boas) intenções. “Fêeh” é forma reduzida de Fernanda e “Feel” – do inglês “to feel” – significa sentir. Mas é preciso ler a obra para saborear as lições do mestre Zarfeg, que se expressa com desenvoltura nos mais diversos gêneros literários: poema, conto, crônica, novela, reportagem, etc. Em breve, lançará seu primeiro romance.

Zarfeg é natural de Itanhém, vive em Teixeira de Freitas e, no momento, preside a Academia Teixeirense de Letras (ATL). Em 2017 ele recebeu o título de “Personalidade de Importância Cultural” concedido pela União Baiana de Escritores (UBESC).

A seguir, um pouquinho de “Fêeh, Feel”, extraído da crônica “Quatro elementos: água, ah, fogo, oh”:

“Agora pense nos quatro elementos: água, terra, fogo e ar. Agora sinta os quatro elementos: água, ah, fogo e oh! Em seguida, imagine uma série de desventuras: Thales se afogando no rio Itanhém, Anaxímenes caindo das nuvens, Heráclito se queimando em fogo brando e Empédocles, coitado, assistindo àquilo sem mover uma palha! Porque é pré-socrático ou porque lhe falta compaixão pelos amigos, não se sabe ao certo. O fato é que esses gregos têm um jeitinho especial de declarar sua amizade à sabedoria e à tragédia”.

FOTO DA CAPA: O poeta e jornalista Almir Zarfeg na bienal do ano passado. Em destaque a biografia do poeta,  “De A a Z” assinada pelo jornalista e escritor Edelvânio Pinheiro.

 

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Para André Correia ser vereador “é o momento de separar homens de moleques’

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O vereador André Correia (PHS) fez um alerta nas redes sociais aos pretensos candidatos a uma das nove vagas da Câmara de Itanhém, na próxima eleição municipal. Para ele a vereança é uma experiencia que desgasta.

“Desejo boa sorte aos pré-candidatos”, disse o vereador. “[Ser vereador] é uma experiência boa e um pouco desgastante, porém é o momento de separar homens de moleques, é a oportunidade de mostrar à comunidade se o candidato quer o bem de todos ou o conforto de sua família”, enfatizou.

André Correia, que doou todo o seu décimo terceiro salário e férias para associações da cidade foi além e chamou de ‘sanguessugas de prefeitura’ aqueles que se elegem comprando votos.

“O maior absurdo de nossa cidade é escutar, de alguns ‘sanguessugas de prefeitura’, que serão eleitos porque têm dinheiro pra gastar”, lamentou André. “O ato de votar por dinheiro o eleitor complica a vida de 20 mil habitantes e atrasa um município inteiro”, finalizou.

FOTO: arquivo.

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Bentivi é homenageado por internautas em seu aniversário

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O ex-prefeito de Itanhém, Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi (PSB), comemorou seus 50 anos neste domingo (17) em companhia de familiares e amigos. Prefeito por dois mandatos, de 2009 a 2016, o bancário é considerado um dos melhores gestores do município.

Nas redes sociais foram registrados o carinho e o reconhecimento da população com o ex-prefeito. Internautas publicaram imagens de obras construídas durante suas gestões e a música “Bem te vi”, de Renato Terra, para homenagear o político.

Relembre aqui o que disse Bentivi no último dia de seu mandato ao Água Preta News.

Veja as imagens de algumas obras do ex-prefeito que foram compartilhadas pelos internautas:

 

 

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Justiça não determinou, mediou acordo no caso em que prefeita e seu irmão acusam internautas

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[Edelvânio Pinheiro] Quem nos acompanhou nessas duas décadas e meia de jornalismo sabe que sempre nos pautamos pelo princípio ético de respeito ao trabalho dos profissionais da imprensa e que muito evitamos comentar publicações de colegas jornalistas.

Situações, entretanto, não podem deixar de serem lembradas, como a recente publicação do desfecho de um termo circunstanciado de ocorrência, no qual a prefeita de Itanhém, Zulma Pinheiro (MDB) e seu irmão, Newton Pinheiro, figuram como autores de uma reclamação por supostos crimes contra a honra, que teriam sido praticados por dois internautas, que negam terem feito qualquer tipo de ofensa.

A publicação é categórica ao afirmar que a “Justiça determinou a retratação das agressões verbais sofridas pela prefeita na internet”.

Acontece que os crimes contra a honra, a calúnia, a difamação e a injúria são considerados de menor potencial ofensivo e, por esta razão, possuem pena prevista de até dois anos. Assim, esses casos são processados e julgados no Juizado Especial Criminal, que tem estrutura e procedimento próprios, determinados em lei. Importante ressaltar que esses juizados especiais prezam pela resolução pacífica dos conflitos, ou seja, sempre buscam a conciliação entre as partes. Caso não seja possível a realização de um acordo para resolver a situação que deu origem ao boletim de ocorrência na delegacia, aí sim, o processo segue até que o juiz profira, ou como preferiu a publicação em questão, determine uma sentença.

No caso deste termo circunstanciado, que gerou a partir do registro do boletim registrado pela prefeita e seu irmão, não houve nenhuma determinação judicial porque a conciliação foi perfeitamente aceita pelas duas partes. Caso uma delas não houvesse aceitasse o processo seguiria até que um juiz desse o veredicto.

Não é necessário ser operador do direito para entender que esse tipo de conflito é sempre bom ser resolvido da forma como fizeram a prefeita e seu irmão e os dois cidadãos envolvidos, afinal, processo penal, seja de qualquer tipo é desgastante para ambos os lados. Quando há a necessidade de interferência da Justiça será sempre uma medida extrema, que deve ser deixada para quando não houver acordo.

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