Connect with us

Entretenimento

7 fatos que danificam a bateria do celular e como se livrar deles

Publicado

em

[Reclame Aqui]

A má duração das baterias dos smartphones é, há tempos, motivo de reclamações dos consumidores. Em 2017, a categoria “Celulares e Smartphones” no Reclame AQUI recebeu mais de 28 mil reclamações sobre baterias. Mas o que, de fato, prejudica o funcionamento?

Confira cinco fatos que danificam a bateria do seu celular e o que pode fazer para aumentar a vida dos aparelhos:

1. Má cobertura

Sempre que seu telefone tentar se conectar a uma rede wifi ou manter uma conexão estável usará muita energia. Isso ocorre em áreas com baixa intensidade de sinal ou quando há muitas pessoas tentando se conectar a uma mesma rede, em um lugar, por exemplo, com wifi público.

Ainda que não seja uma solução ideal, o que se pode fazer nesses casos é ativar o modo avião e evitar que o aparelho desperdice bateria.

2. O consumo dos aplicativos

A partir do momento que você abre um aplicativo ele consome bateria. A opção nesse caso é fechar os que já não sejam necessários. Também recomenda-se verificar os que mais usam energia, o que pode ser feito nas configurações de “Bateria”, dentro das opções de “Ajustes” – tanto nos dispositivos Android como nos iOS.

3. GPS ativado

Ter o GPS ativado no celular demanda muita bateria. Alguns aplicativos usam esse recurso e registram a localização do usuário sem que ele perceba, a exemplo do Twitter.

É possível, entretanto, desativar o GPS ou selecionar os aplicativos que podem ou não usá-lo. Usuários do Android precisam, para tanto, acessar a área de >Segurança>Localização>autorizações. No caso do iOS, é preciso ir a Configurações>Privacidade>Localização para selecionar ou desativar o recurso em cada aplicativo.

Seu celular apresentou defeito? Reclame AQUI!

4. Temperaturas extremas

As baterias de lítio não funcionam bem quando submetidas a temperaturas extremas. Isso ocorre porque os íons que elas contêm desgastam o material, fazendo com que os ciclos de carga durem menos. De olho nisso, a melhor solução para suas cargas durarem mais é evitar expor o aparelho a temperaturas muito altas ou muito baixas.

5. Telas grandes

O design dos novos smartphones confere protagonismo a telas cada vez maiores e requer um número maior de pixels o que, por sua vez, usa mais bateria para iluminá-los. Reduzir o brilho da tela a partir do menu de configurações do aparelho pode ajudar a economizar muita energia. Também pode-se experimentar apagar a tela ou checar o telefone com menos frequência.

6. Os sons do aparelho

Os sons que o telefone faz, os aplicativos que estão instalados nele ou o volume usado para ouvir música têm muito impacto sobre a bateria. Com relação ao volume, o problema depende muitas vezes do tipo de alto-falante que existe no aparelho, mas no caso do iOS os sons de todos os Apps consomem bastante energia. Uma solução seria usar fones de ouvido e silenciar os sons tanto do telefone quanto dos aplicativos que não considere úteis.

7. Cargas consecutivas

Os aparelhos mais antigos funcionavam melhor quando eram carregados apenas quando estivessem completamente descarregados. Agora ocorre o contrário.

A vida útil da bateria aumenta se são feitas curtas recargas para mantê-la, idealmente, acima de 50%, diz o especialista em tecnologia celular Simon Jary.

Fonte: BBC

 

Entretenimento

Algumas formigas têm enfermeiras para as guerreiras feridas

Publicado

em

[AFP]

As formigas africanas matabele socorrem as companheiras feridas nas operações de caça e cuidam delas até que recuperem totalmente a saúde – aponta um estudo publicado na última quarta-feira (14), que mostrou aspectos “assombrosos” do comportamento animal.

Depois de evacuar as feridas dos campos de batalha e levá-las para o ninho, as formigas atuam como equipes médicas, reunindo-se em torno dos pacientes para lamber seus ferimentos de forma “intensa”, relata um estudo publicado na revista “Proceedings of the Royal Society B”.

Esse comportamento reduz de 80% para 10% a mortalidade das formigas-soldado feridas, observam os pesquisadores.

“Isso não se faz por meio do autocuidado, que é algo conhecido por muitos animais, mas mediante um tratamento feito por outros, que, lambendo intensamente a ferida, tornam impossível impedir que haja uma infecção”, explicou o coautor do estudo Erik Frank.

Ele contribuiu para esta pesquisa quando estava na Universidade de Wurztburgo (Julius- Maximilians-Universität, JMU, em alemão), na Alemanha, e continuou seu trabalho na Universidade de Lausanne, na Suíça.

Uma das maiores espécies que existem, essas formigas são guerreiras ferozes e atacam inclusive humanos com sua mordida.

Esses insetos, que levam o nome da aguerrida tribo da África meridional, caçam cupins, que são animais maiores do que elas, atacando os lugares onde se alimentam em colunas de entre 200 a 600 indivíduos.

Este método leva à baixa de muitas formigas, que, com frequência, perdem suas extremidades pelas mordidas dos cupins.

“Depois da batalha, as formigas feridas pedem ajuda com feromônios”, um sinal químico produzido por uma glândula, explicou Frank.

As “socorristas” usam suas desenvolvidas mandíbulas para recolher as feridas e arrastá-las para o ninho para serem tratadas.

Ainda mais impressionante é que as guerreiras que estão gravemente feridas – por exemplo, insetos que perderam cinco, ou seis, pernas – fazem um sinal para os membros da equipe de resgate para que não percam tempo com elas.

Essa descoberta gera vários questionamentos, disse a Universidade de Wurtzburgo em um comunicado, no qual considerou essas revelações como “assombrosas”.

“Como as formigas sabem exatamente onde tem uma companheira ferida? Como sabem quando deixar de atender as feridas? O tratamento é meramente preventivo, ou é algo terapêutico, depois que a infecção se instalou?”, questionou a instituição.

Continuar leitura...

Entretenimento

Pai separado terá de pagar parto da ex-companheira, decide tribunal

Publicado

em

[Marcella Fernandes/HuffPost Brasil]

Pai terá de pagar 70% das despesas do parto à ex-companheira, que optou por uma clínica particular em vez do serviço do plano de saúde. A decisão é da 1ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC).

O tribunal manteve sentença e confirmou que ele deverá repassar 15% de seus rendimentos líquidos para a criança, “a título de alimentos gravídicos e agora convertidos em pensão alimentícia”.

No recuso apresenado ao TJ-SC, o homem reclamou que a ex-companheira descartou os serviços oferecidos pelo plano de saúde, que cobriam tanto o parto quanto os honorários médios.

A mulher, por sua vez, alegou que não abriria mão de fazer o procedimento com um obstetra de confiança, a menos que houvesse um motivo justo. O parto custou R$ 4 mil.

No entendimento da Justiça, a opção da mãe de usar uma serviço particular em vez do oferecido pelo plano não tira a responsabilidade do ex-companheiro de contribuir com as despesas. Para os magistrados, permanece o dever de custear parte das despesas ‘na proporção de suas possibilidades”.

O processo tramitou em segredo de justiça. O relator do processo foi o desembargador André Carvalho e a decisão do TJ-SC foi unânime.

Parto normal no plano de saúde

Os planos de saúde costumam cobrar carência para cobrir os custos do parto. Quando a mulher entra no plano grávida, por exemplo, é provável que a operadora não cubra o procedimento.

Há empresas que não cobrem algumas etapas, como o teste do pezinho ampliado e o teste da orelhinha. Há hospitais que cobram ainda, por exemplo, pela roupa esterelizada que o acompanhante usa.

Algumas mulheres relatam também dificuldade em encontrar médicos que façam o parto pelo convênio. Em novembro de 2015, o Ministério Público Federal (MPF), propôs uma ação civil pública em que afirmava que a maioria dos médicos dos planos de saúde não faz o parto normal “por tratar-se de procedimento bem mais demorado, que ocorre em dia e hora incertos, trazendo inúmeros inconvenientes aos obstetras que recebem a mesma remuneração seja para realização de um parto normal ou de um parto cesáreo”.

Nos planos de saúde, o índice de cesária chega a 84,6% dos partosde acordo com ANS(Agência Nacional de Saúde Suplementar). Em todo o país, o índice é de 55,6%, segundo dados de 2012. A recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) é de 15%.

A cesárea só deve ser feita em casos necessários. O procedimento aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe, de acordo com a ANS.

Continuar leitura...

Entretenimento

11 atitudes e pensamentos para afastar a depressão pós-feriado

Publicado

em

[Jetss]

Folgas e feriados são datas muito esperadas, mas quando esses dias maravilhosos chegam ao fim, a depressão pós-feriado aparece com tudo. É aquela tristeza e melancolia, uma angústia que não passa e aquela ansiedade só em pensar que no dia seguinte a rotina voltará ao normal.

Existem estudos e pesquisas que classificam a depressão pós-feriado como algo real e sério, que se for prorrogada por muito tempo, é necessária a busca por ajuda médica.

Pensando nisso e para acabar com essa tristeza, preparamos uma seleção com 11 atitudes e pensamentos positivos que podemos ter para sobreviver à depressão pós-feriado.

4 – FAÇA UMA PLAYLIST NOVA, COM MÚSICAS ANIMADAS, PARA OUVIR NO TRAJETO PARA O TRABALHO OU PARA A FACULDADE.

 

 

 

Continuar leitura...
Anúncio Patrocinado

EM ALTA