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A eleição dos diretores em Itanhém é vitória de todos e derrota apenas dos arrogantes

Edelvânio Pinheiro

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A eleição dos diretores e vice-diretores, nesta terça-feira (10) nas escolas da rede municipal de Itanhém, constitui a vitória da coletividade e a derrota apenas de uma minoria arrogante.

Essa minoria arrogante e sem noção tem na prefeita Zulma Pinheiro, no secretário de Educação, Álvaro Pinheiro, e no presidente da Câmara Municipal, Sasdelli Resende, os protagonistas.

Para acabar com a escolha livre e democrática dos diretores e vice-diretores, a minoria arrogante impôs a Lei Municipal nº 207, que foi abraçada pelo vereador Sasdelli Resende e apoiada pelos pares Audrey Correia, Valdemar Oliveira, Gelson Picolli e Ronaldo Correia.

Os vereadores que se opuseram à medida e, em sinal de protesto, abandonaram aquela sessão ordinária (bota ordinária nisso), tiveram seus subsídios reduzidos em R$ 1.000 pelo presidente da Casa, Sasdelli Resende. São eles: André Correia, Deilton Porto e Marcos Vilas Boas.

Com a manutenção da eleição, garantida pela Justiça na primeira e segunda instâncias, os pais e alunos puderam escolher livremente os diretores e vice-diretores das escolas da rede municipal de ensino. Foi a vitória da democracia contra a arrogância, da liberdade contra a opressão.

Assim, a Justiça, os vereadores da oposição e a comunidade estudantil deram uma demonstração de força, união e sensibilidade humana. Fizeram a coisa certa e vão ficar bonitos na foto.

Tomara que esse gesto seja repetido, com maturidade e sensibilidade, nas urnas nas eleições municipais de 2020.

[Por Edelvânio Pinheiro. Foto: Normélia e sua equipe de vice-diretores, que concorrem à direção do Colégio São Bernardo]