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A nova família de urubu não revira lixo nem come carniça, mas torce para Itanhém não ter um hospital

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Nem tudo são rosas nas redes sociais. Se por um lado elas chegaram para fortalecer a democracia, dando voz aos oprimidos e amplificando as opiniões daqueles que não tinham meios de se expressar, por outro, lamentavelmente, as redes sociais são ocupadas por homens e mulheres revoltados com alguma situação contrária às suas ideologias ou aos seus interesses particulares.

Nesse sentido, volta e meia recebo prints de ataques aos secretários do prefeito de Itanhém. Eu disse ataques e não opiniões divergentes. As divergências, é bom que se esclareça, são perfeitamente aceitáveis num país republicano.

Covardes, os ataques carregados de dores de cotovelo e muita inveja são promovidos e espalhados por um pequeno grupo, se é que dá para ser chamada de grupo essa meia dúzia de gente barulhenta, que quer, a todo custo, inverter a dinâmica das redes sociais, nos obrigando a entender que, em vez de emanar do povo, o poder emane deles, pobres imbecis, que acham que controlam ou fazem bonito no WhatsApp, Instagram e Facebook.

É bom sempre lembrar que os urubus da família Cathartidae, bateram em retirada depois que o prefeito Mildson Medeiros limpou o lixo que tanto incomodou a população de Itanhém na gestão passada. Só que, agora, apareceram novos urubus, os da família Xororô, uma espécie que não revira lixo nem come carniça, mas sabe usar muito bem as redes sociais para atacar apoiadores do prefeito, desdenhar de secretários municipais e torcer para que tudo dê errado na nova gestão.

Esse tipo de urubu, além de hipócrita pode ser também chamado de covarde porque não tem coragem de atacar o prefeito e usa a artimanha de se voltar contra seus secretários e diretores, na tentativa clara de minar toda a gestão, tentando convencer alguns gatos-pingados – como dizia Zulma Pinheiro – com argumentações chulas fabricadas em “grupecos” das redes sociais.

A essa altura o leitor de percepção rápida já deve está se perguntando os motivos para tanta maldade dessa gente. Se bem que sendo brasileiro o leitor já deve imaginar que a política por aqui tem dessas coisas. O motivo para tantas bicadas desses urubus Xororôs é porque eles queriam fazer parte da gestão para encherem o bolso à vontade, como já fizeram em outras oportunidades. Há deles, inclusive, que chegam ao absurdo de querer ganhar 8 ou 10 mil reais por mês para trabalhar um ou dois dias apenas. Quando as regalias não são aceitas, claro, apelam para as redes sociais para chorar e rolar no chão igual menino birrento em supermercado, quando quer doce e a mãe não dá.

Também, como a mamata acabou e, sem ter o que fazer, alguns deles passam o dia nos bares da vida metendo a cara e criando besteirol para postar na internet. Um dia escolhem foto de um secretário, no outro usam frases sem nenhuma criatividade e, assim, insistem na propaganda do fiasco.

É triste ver essas aves infortunosas na torcida para que Itanhém não consiga construir o seu primeiro hospital. É bom lembrar que quem torce para o hospital não ser construído está torcendo contra a população de Itanhém, torcendo contra a possiblidade de que vidas sejam salvas. E é pela indignação desse tipo de torcida que, apesar deste sábado cansativo, faço uso dos últimos neurônios para alertar aos conterrâneos itanheenses sobre esse novo tipo de urubu, que não espalha o lixo na porta da sua casa, mas que quer a todo custo levar uma ponta do dinheiro do povo e, diga-se de passagem, com mordomias, se possível sem fazer nada ou quase nada ou só emitindo notas fiscais sem verdadeiramente entregar o produto.

Enquanto os cotovelos doem por lá, por aqui a nova gestão e toda sua equipe continuará fazendo o trabalho responsável e comprometido de sempre, sem se dobrar às lamentações, afinal, urubus de olho grande nos cofres públicos, destilando veneno por aí nunca deixará de existir.