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A prefeita faz a nossa cara corar de vergonha quando usa o Dia do Gari para se promover

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Imagine se as fotografias pudessem exteriorizar o verdadeiro sentimento dos nossos políticos. Certamente poucos deles quereriam promover chás e cafés para as classes minoritárias, que só têm mesmo direito às migalhas que caem das bocas vorazes dos gananciosos coronéis, que ainda mandam e desmandam neste país, engolido pela corrupção.

Enquanto a tecnologia ainda não chega ao nível de fotografar os sentimentos, resta-nos apelar para a ciência, que estuda o comportamento do homem, para analisarmos a frustrada tentativa da prefeita Zulma Pinheiro e seus irmãos, que ofereceram um café da manhã aos garis de Itanhém para, a todo custo, tentar passar a ideia de que tudo vai muito bem na atual gestão. Mas o retrato dessa tentativa ficou feio, forçado e fantasioso, bem a cara da atuação medíocre da prefeita à frente do município.

A família Pinheiro e seus fiéis escudeiros tripudiaram da filosofia de um dos mais importantes sociólogos e políticos do mundo, Jean-Jacques Rousseau, o qual parece ter conhecido toda a trajetória política e familiar da prefeita, quando assegurou que “a falsidade é susceptível de uma infinidade de combinações; mas a verdade só tem uma maneira de ser”.

A combinação de nove mesas de plástico, unidas em um cenário verde e amarelo, no Espaço Super Lar, lembra a brasilidade e, claro, a festividade da Copa do Mundo. Foi aí que a prefeita e seus irmãos conseguiram arrancar um sorriso ou outro dos homenageados, pessoas que estão no grupo dos que mais sofrem com o descaso da saúde, da educação, da habitação e do saneamento básico no município de Itanhém. No trabalho, o descaso não é diferente. Há registros de garis trabalhando sem nenhum equipamento de segurança e até ‘descalços’, sem dignidade e sem respeito.

Assim, a falta de empatia e de verdade da administração municipal destoou o Dia do Gari. O fotógrafo desse tímido evento conseguiu capturar a desmotivação dos convidados. Desmotivação, diga-se de passagem, foi o que ficou de mais real nesse dia em que a prefeita e seus irmãos parecem mendigar apoio e abraços.

Tudo isso é consequência da realidade administrativa de Zulma Pinheiro e de seus irmãos, que nunca foram simpáticos aos pobres. No cenário político eles, os pobres só se fazem presentes quando as eleições se aproximam. E só agora a prefeita, que pouco é vista na cidade, saiu da toca para, depois da “mãe da saúde”, se transformar em outra personagem.

Que outra criação folclórica a família Pinheiro vai preparar para convencer o povo a votar em seus candidatos a deputado? São perguntas que nós, miseráveis gatos pingados, não podemos deixar de fazer.

A prefeita, que já não ganha tantos abraços em suas raras aparições, faz a nossa cara corar de vergonha quando usa o Dia do Gari para se promover. Ela e seus irmãos, ao desfilar ao lado dos pobres, não conseguiram fingir a arrogância, a desumanidade e a falta de simpatia.

Por falar em simpatia, diante desses momentos que nos causam tanta estranheza, fica difícil não pensar como seria essa comemoração se o anfitrião fosse um político que verdadeiramente gosta dos menos favorecidos e se sente bem ao lado deles, como Mildson Medeiros, por exemplo. Nas fotos, certamente, veríamos abraços e sorrisos sinceros. Afinal, “a verdade só tem uma maneira de ser”, como disse Rousseau.

FOTO: ItanhémFest

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Manifestações a favor de Bolsonaro aconteceram em 15 estados e DF

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[G1] Manifestações a favor candidatura do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) foram registradas em diversas cidades do país neste domingo (21). Os atos foram convocados pelas redes sociais por várias entidades.

Na cidade de São Paulo, a manifestação começou na Avenida Paulista. Grupos como o Movimento Brasil Livre (MBL) e Vem pra Rua atravessaram caminhões de som próximo ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). Foram feitos discursos contra Lula, o presidenciável Fernando Haddad (PT) e Dilma Roussef.

Apoiadores do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) se reúnem para manifestação em apoio ao candidato, na Avenida Paulista — Foto: Kevin David/A7 Press/Estadão Conteúdo

Ainda no estado de São Paulo, ocorreram atos em Campinas, Santos, Jundiaí, Araçatuba, São José do Rio Preto, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Piracicaba, Itu, Ribeirão Preto, Sorocaba, Araraquara, Presidente Prudente, São José dos Campos, São Carlos, Rio Claro e Santa Isabel.

No Rio de Janeiro, a manifestação passou por Copacabana. No Espírito Santo, manifestantes foram às ruas na capital Vitória e em Vila Velha.

Em Brasília, no Distrito Federal, apoiadores do candidato do PSL à Presidência promovem um ato na Esplanada dos Ministérios. Além da concentração de manifestantes no gramado próximo ao Congresso Nacional, uma carreata a favor do candidato percorreu das 9h30 às 12h30 os principais monumentos da área central da capital federal.

No Paraná, seis cidades registraram protestos: Curitiba, Londrina, Foz do Iguaçu, Maringá, Ponta Grossa e Cascavel. Em Santa Catarina, houve manifestações em cinco cidades: Florianópolis, Criciúma, Chapecó, Joinville e Blumenau.

Já em Belo Horizonte, a manifestação convocada pelo movimento Vem pra Rua foi contra o PT e teve concentração na Praça da Liberdade. Os manifestantes seguiram depois em direção à Savassi. No sul de Minas, houve ato na cidade Varginha pela manhã.

Em Goiás, um protesto organizado em Goiânia teve participação do governador eleito, Ronaldo Caiado (DEM). Também houve ato na cidade de Jataí.

Nas capitais, manifestações ainda ocorreram em Belém, Recife, Maceió, Manaus, Salvador, Aracaju, São Luís e Rio Branco.

Manifestação pró-Bolsonaro em Brasília — Foto: Reprodução/TV Globo

Manifestação pró-Bolsonaro em Brasília — Foto: Reprodução/TV Globo

FOTO CAPA: Manifestação a favor da candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) em Copacabana neste domingo (21) — Foto: Edmilson/TV Globo

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Adolescentes são apreendidos pela PM suspeitos de matar professor itanheense que foi encontrado nu

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Policiais da 43ª Companhia Independente de Polícia Militar de Itamaraju apreenderam na noite desta sexta-feira (19), numa propriedade rural, no município de Guaratinga, dois adolescentes suspeitos de matar o itanheense Romilson Oliveira Pereira, de 54 anos, mais conhecido como Bai ou Cabelim. Ele era irmão de Nenem Cowboy.

O corpo do professor, que estava nu, com marcas de sangue e sinais de agressão, foi encontrado na última quinta-feira (18), numa comunidade rural, próximo ao distrito de Monte Azul, município de Jucuruçu.

Os acusados, um de 14 anos e outro de 17, teriam utilizado uma faca para matar o professor. [Com informações e fotos de Itamaraju Notícias. Colaborou Show Som Rádio Web]

Objetos apreendidos com os menores.

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Veja como foi a conversa no WhatsApp do vereador Sasdelli e Galdino, que bateram-boca depois da reunião da Câmara

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O Água Preta News teve acesso aos prints da conversa que o vereador Sasdelli Resende (PSDB) teve com Galdino Cacique, através do WhatsApp, dias antes do bate-boca no final da sessão da Câmara de Itanhém, na noite desta quinta-feira (18).

VEJA aqui como foi o bate-boca ao término da sessão da Câmara.

O diálogo se desenvolve em um clima nada amistoso por parte do vereador, que demonstra claramente menosprezo por pessoas que vivem do subemprego.

“Toma vergonha na sua cara e não dirija a palavra a mim”, disse Sasdelli, que será o próximo presidente da Câmara, a partir de 2019. “Faz melhor, além disso, volta pra o café, vai te fazer bem seu babaca”.

Galdino, que já trabalhou na colheita do café no Espírito Santo, questionou a postura do vereador durante aquela conversa.

“Baixaria, meu nobre?”, questionou Galdino. “Seu filho da puta”, respondeu Sasdelli, de forma desiquilibrada, completando com tom ameaçador. “Se me dirigir a palavra novamente… se você acha que está mexendo com moleque, você está enganado!”

Nesse momento, Galdino retrucou, dizendo que ‘fazia dele as palavras de Sasdelli’, no sentido de que, de igual forma, esperava que o vereador estivesse entendendo que não estava mexendo com um moleque. Mas continuou sendo agredido.

“Você é um moleque, seu porra! Espero que seja a última vez que toque em meu nome”, finalizou o vereador.

Procurados pela reportagem, Galdino Cacique disse que apenas utilizou as redes sociais para fazer questionamentos de ordem política e não pessoal. Sasdelli Resende, por sua vez, disse que só exigiu respeito por ter sido insultado e que não é uma pessoa de desavença, mas que também não tem sangue de barata.

FOTO/arquivo: Vereador Sasdelli Resende.

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