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Ajudar os outros é um ótimo antídoto contra a depressão

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[Carol Gomes/Cláudia ]

A depressão é uma doença que atinge uma em cada cinco pessoas no mundo; 11,5 milhões de brasileiros, duas vezes mais mulheres do que homens.

Organização Mundial da Saúde havia anunciado que em 2020 a depressão seria a primeira causa de adoecimento e de afastamento do trabalho, superando as complicações cardiovasculares. O prognóstico foi antecipado; isso vai acontecer em 2018. A razão é simples. “Muitos permanecem sem diagnóstico, com culpa ou medo do estigma e, pior, sob risco de suicídio”, afirma a psiquiatra Giuliana Cividanes, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Ela aponta a conturbada rotina e os hábitos contemporâneos como responsáveis pelo crescimento do número de casos. “As pessoas estão adoecendo menos pelos fatores genéticos e mais pelo jeito de viver”, explica a psiquiatra. Alimentação rica em produtos industrializados, sedentarismo, obesidade e stress desgastam as células, que liberam toxinas inflamatórias capazes de prejudicar várias partes do corpo, inclusive o cérebro.

Quanto mais cedo a depressão for detectada, mais rápida é a recuperação. Giuliana ressalta que nem sempre o deprimido consegue dar um passo sozinho para buscar tratamento. “Não adianta dizer a ele para ir ao médico. Um amigo ou familiar precisa marcar a consulta e levá-lo quando ele não tem forças para fazer isso.”

A mesma recomendação se estende às outras estratégias não convencionais. “Vá junto a uma aula de ginástica, por exemplo. Não espere a pessoa ter vontade”, sugere. A psiquiatra acredita que, se ela for levada a romper a dificuldade, a vontade aparece depois. “A repetição e o condicionamento ativam o cérebro, criando novas vias de comunicação entre os neurônios, o que pode ser transformador para quem se vê no fundo do poço.”

A ciência tem demonstrado que as atividades que põem o corpo em movimento e colocam a alma em conexão com o bem-estar, aberta para ajudar o outro, podem funcionar como remédio auxiliar. Evidentemente, só podem ser obtidos bons resultados quando esse tipo de ação está associado à prescrição correta de medicamentos, que corrigem a química cerebral, e à psicoterapia, que atua no sentido de modificar a forma de agir.É preciso recorrer a todos esses recursos para combater a doença.

Assim como meditar, o trabalho voluntário melhora a saúde mental, reduz a depressão e confere bem-estar, de acordo com investigadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, que revisaram 40 estudos feitos ao longo de 20 anos. Maria José Bebiano, 55 anos, de São Paulo, foi beneficiada por incorporar o voluntariado no seu tratamento.

Formada em comércio exterior, ela parou de trabalhar quando nasceu a primeira filha. Notou que a criança não se desenvolvia no mesmo ritmo que as outras que conhecia. Quando esperava o segundo filho, veio o diagnóstico: a menina tinha paralisia cerebral. A terceira filha, que nasceu dez anos após a primeira, apresentou o mesmo problema.

“Não me deixei abater. Eu me achava a supermulher. As duas faziam acompanhamento na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), e Maria José via com bons olhos a ação das voluntárias. Algumas vezes até colaborou com elas. Toda a sobrecarga de cuidar dos filhos – o que ela fingia não ver – a derrubou na mudança que fez. O marido havida sido convidado para trabalhar no México. Lá foram eles. “Os meus familiares me ajudavam muito e, de repente, eu perdera esse apoio. Acabei entrando em parafuso”, recorda.

O primeiro sinal que o corpo deu foi a oscilação brusca da pressão arterial. Ela perdeu a vontade de sair de casa. Um médico diagnosticou depressão. A reação de negação fez Maria José responder ao profissional: “Não tenho tempo pra isso. É frescura”. Teria que procurar um especialista, mas resistiu.

Para ela, psiquiatras eram médicos de louco. Como o quadro só piorava, não lhe restou opção e acabou concordando. O profissional receitou antidepressivo e psicoterapia. “Fiz o tratamento, mas em alguns dias a tristeza me dominava”, conta. Parecia que algo estava faltando para enfrentar aquele período difícil, que se estendeu pelos nove anos em que morou fora.

Quando voltaram, assumiu de vez o trabalho voluntário. Sua função era receber quem chegava à AACD pela primeira vez. “Acolher e cuidar de pessoas fragilizadas me obrigou a sair de mim e olhar o outro. Fui revertendo a dor e a tristeza com alegria e gratidão”, afirma.

As filhas dela estão bem; a deficiência não as impede de ter uma vida normal. “Eu comando hoje 200 voluntários e não me imagino fazendo outra coisa. Essa é a minha terapia. Sou boa no que faço porque faço com amor.” O que aconteceu com Maria José pode ser entendido com a leitura daquele trabalho da Universidade de Exeter. Os resultados dele foram publicados em 2013 no periódico BMC Public Health. Segundo a psiquiatra Giuliana, o contato social levou Maria José a produzir mais neurotransmissores, como a serotonina, e a ativar os fatores neuroprotetores que diminuem a degeneração celular. “Somos seres sociáveis, não há nada mais eficaz para estimular o cérebro do que a interação com outro humano”, ressalta a médica.

FOTO: © ThinkStock

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10 mitos e verdades sobre efeitos do sol na pele: dermatologista responde!

De acordo com a dermatologista, mesmo com um bronzeado bonito, a pele pode estar ressecada.

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[PUREPEOPLE/ MSN]

Tomar sol e conquistar a tão sonhada marquinha de biquíni é um dos hábitos favoritos das brasileiras, mas pode trazer alguns riscos para a pele e para a saúde, como manchas, queimaduras e descamação da pele. Por isso, o filtro solar é indispensável no nécessaire de verão, mas esse é apenas o primeiro cuidado. Outros hábitos como ficar atenta ao tempo de exposição solar, usar o bronzeador da forma correta e ficar atenta ao risco de insolação também são importantes. A dermatologista Letícia de Chiara desvendou os maiores mitos e verdades sobre tomar sol!

1 – O jeito certo de aplicar protetor solar é 30 minutos antes da exposição ao sol

Verdade. Segundo a dermatologista, de nada adianta usar o protetor solar quando chegar à praia. “É para dar tempo de ele ser absorvido na pele. O filtro age de uma forma química, fazendo que os raios solares que penetram na pele sejam neutralizados por ele”.

2 – Mesmo com um bronzeado bonito, a pele pode ressecar

Verdade. “Tanto o sol como a água do mar e o próprio vento fazem a pele ressecar”, explica a dermatologista. A dica, então, é aplicar um creme hidratante depois de tomar sol. ” Após o banho, é aconselhado o uso do hidratante em todo o corpo, e isso deve ser repetido após cada exposição solar”.

3 – O bronzeado nada mais é do que a pele inflamada

Verdade. “A pele, quando recebe os raios UV, no intuito de se defender contra eles, estimula os melanócitos a produzir melanina (responsável pelo pigmento da pele). Por conta disso, nenhum bronzeado é considerado saudável, pois ele está relacionado ao processo inflamatório da pele e a defesa dela”.

4 – Pessoas de pele negra e morena não precisam usar protetor solar

Mito. É verdade que a pele clara é mais sensível ao sol e mais propensa à manchas, mas quem tem a pele negra ou morena não deve deixar de investir em um protetor solar, principalmente ao se expor ao sol por muito tempo. “Apesar de mais resistente, elas não estão imunes aos efeitos da radiação UV”, explicou a dermatologista.

5 – Está liberado pegar sol o dia inteiro usando protetor solar

Verdade. De acordo com a dermatologista, é possível tomar sol por horas se a pele estiver protegida com filtro solar. No entanto, o cuidado não é apenas esse. “Além do filtro solar, é preciso também o uso de barracas, chapéus, bonés e roupas com proteção UV, além de ingerir bastante líquido para não desidratar.

6 – Aplicar apenas bronzeador é saudável

Mito.Se você usa apenas o bronzeador na hora de tomar sol, saiba que esse hábito é considerado errado pelos dermatologistas. “O uso do bronzeador para a manutenção da saúde da pele é proibitivo. Devemos ter sempre em mente que é importante proteger a pele do sol e não bronzear”.

7 – O sol pode causar dor de cabeça e mal-estar

Verdade. Se você sentir um mal-estar logo após sair da praia ou da piscina, a dermatologista alerta de que pode ter sido culpa da exposição solar. “Isso pode ser um sinal de desidratação. Beba bastante líquido e, se caso os sintomas persistirem, procure um pronto-socorro”, alerta.

8 – A insolação pode acontecer até mesmo depois de um exercício físico

Verdade. De acordo com a dermatologista, a insolação acontece quando a temperatura corporal ultrapassa os 40º graus, e os mecanismos de resfriamento do organismo falham, ou seja, param de transpirar. “Isso pode desencadear um quadro de desidratação gravíssimo e é preciso procurar ajuda médica. Essa condição pode acontecer após uma exposição solar intensa ou durante um exercício físico”, indica.

9 – Reaplicar o protetor solar é fundamental

Verdade. De nada adianta aplicar o protetor solar apenas uma vez se a ideia for passar o dia inteiro tomando sol. “Em condições normais, ou seja, em ambientes fechados, sem mergulho ou suor excessivo, o FPS do filtro solar diminui 50% a cada 3 horas. Ou seja, se eu passei um filtro com FPS 50 às 12h, ele vai estar valendo como 25 às 15h. Agora, caso você mergulhe ou transpire excessivamente, é preciso reaplicar sempre. Seque o corpo e o rosto e passe o produto novamente”, explica.

10 – Protetor solar com FPS mais alto faz diferença na proteção

Verdade. De acordo com a dermatologista, usar um filtro solar com FPS mais alto irá proteger a pele do sol por mais tempo. “Faz diferença sim. A cada três horas, em condições normais, o FPS diminui pela metade. Além disso, para você ter o fator de proteção escrito na embalagem, é preciso respeitar a quantidade indicada. No rosto, por exemplo, o correto é aplicar o equivalente a uma colher de chá. No entanto, infelizmente, nem todo mundo respeita essa medida. Por conta disso, quanto maior o FPS, maior a proteção, mesmo com uma camada menor de filtro solar”, explica.

(Por Beatriz Doblas)

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15 sinais de câncer de pele que você não deve ignorar

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[MSN]

Ficar atento aos sinais de câncer de pele pode fazer com que a pessoa procure um médico a tempo de solucionar a doença sem maiores problemas.

Para identificar sinais de câncer de pele que possam indicar o desenvolvimento da doença um exame chamado de ABCD que é feito a partir da observação das características de manchas e pintas para verificar se há sinais que correspondam ao câncer. As características observadas são:

 

  • Assimetria da lesão: se a metade da lesão observada for diferente da outra, pode ser indicativo de câncer;
  • Borda irregular: quando o contorno do sinal, pinta ou mancha não é liso;
  • Cor: se o sinal, pinta ou mancha tem diferentes cores, como preto, marrom e vermelho;
  • Diâmetro: se o sinal, pinta ou mancha têm um diâmetro maior que 6 mm

 

Além destes, existem outros sinais de câncer de pele que é preciso levar em consideração e que muita gente acaba deixando de lado, são eles:

• Pequena ferida ou nódulo na pele, de cor branca, avermelhada ou rosa, que pode causar coceira;
• Ferida ou nódulo na pele, que cresce rápido e forma uma casquinha, acompanhada de secreção e coceira;
• Ferida que não sara;
• Ferida que sangra durante várias semanas;
• Verruga que cresce;
• Pequenos pontos de cor pálida com células de sangue visíveis;
• Manchas ou regiões avermelhadas e irritadas ao redor do peito e das costas;
• Úlceras abertas que sangram ou formam crosta;
• Lesões brancas similares a cicatrizes que aparecem sem motivo aparente;
• Um crescimento de cor de rosa com um leve encaixe no meio;
• Verrugas que têm crosta na parte superior sem que tenham sido rasgadas;
• Regiões avermelhadas e com ardor.

É muito importante procurar um dermatologista sempre que verificar alterações em um sinal, pinta ou mancha. Na maioria dos casos, um sinal com alterações não é câncer e nestas situações, o médico pode pedir consultas periódicas para observar se houve alterações na pele, ou pode até mesmo escolher remover o sinal cirurgicamente, para evitar que o câncer se desenvolva.

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Abacaxi melhora a digestão e aumenta a imunidade; veja 9 benefícios

Fruta é rica em vitamina C.

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[Samantha Cerquetani – Colaboração para Uol]

O abacaxi (Ananas comosus) possui diversos nutrientes que contribuem para evitar doenças e manter a saúde em dia. A fruta possui vitaminas A, C, B1, B2, B3, B5, B6, B9, manganês, magnésio e potássio, além de apresentar um composto ativo muito importante chamado bromelina.

Uma porção de 100 g de abacaxi, o que corresponde a uma fatia média, contém aproximadamente 50 calorias. Também é rica em fibras: nessa mesma quantidade há cerca de 1,4 g do composto, aproximadamente 4% das necessidades diárias de sse nutriente. Também possui muita água (86% da sua composição), o que ajuda na hidratação. Conheça mais benefícios dessa fruta tropical:

1. Melhora a digestão A bromelina auxilia no processo de digestão, aumentando os efeitos das enzimas digestivas tripsina e pepsina. Sendo assim, o consumo regular da fruta faz com que os alimentos sejam facilmente absorvidos pelo intestino delgado. Um estudo realizado com pessoas com insuficiência pancreática (quando o pâncreas para de produzir enzimas, dificultando a digestão) comprovou que a digestão desses pacientes melhorou depois de tomar um suplemento de enzima digestiva contendo bromelina.

2. Aumenta a imunidade A fruta possui uma ampla variedade de vitaminas, minerais e enzimas, como a bromelina. Todos esses nutrientes aumentam a imunidade e eliminam as inflamações do corpo. Foi realizado um estudo de nove semanas com 98 crianças saudáveis que consumiram abacaxi diariamente. Aquelas que comeram a fruta diminuíram o risco de contrair infecções virais e bacterianas . Além disso, as crianças que ingeriram mais abacaxi tinham cerca de quatro vezes mais células de defesa do organismo (mais glóbulos brancos) que combatem algumas doenças. Acredita-se que as propriedades anti-inflamatórias presentes na fruta ajudem a turbinar o sistema imunológico.

3. Diminui os sintomas de artrite A artrite é uma inflamação nas articulações que causa dores e até mesmo deformidades nas áreas afetadas. Como o abacaxi contém bromelina, que possui propriedades anti-inflamatórias, seu consumo proporciona alívio aos desconfortos causados pela doença (menos dor e inchaço). Vários estudos recentes analisaram a eficácia da bromelina no tratamento da artrite. Uma pesquisa realizada em pacientes com a doença descobriu que tomar um suplemento da enzima digestiva bromelina ajudou a aliviar a dor de forma tão eficiente quanto medicamentos comuns para a artrite.

4. Fortalece o organismo após os exercícios

Praticar muitos exercícios pode danificar o tecido muscular e causar inflamação. Os músculos afetados podem diminuir força e ficar doloridos por vários dias . Mas, a bromelina, presente no abacaxi, acelera a recuperação dos danos causados pelo exercício extenuante, reduzindo a inflamação ao redor do tecido muscular lesado. Um estudo realizado com pessoas que realizaram atividade física por 45 minutos e usaram um suplemento com bromelina comprovou que eles tiveram menos inflamação. E continuaram com energia e força após os exercícios. Isso ocorre por que o magnésio e as vitaminas do complexo B, além de evitarem as câimbras, melhoram o desempenho em atletas.

5. Emagrece

O abacaxi é considerado um alimento diurético, ou seja, ajuda na eliminação de líquidos e toxinas do organismo. A fruta também contribui com o funcionamento do intestino, por possuir bom teor de fibras, além de aumentar a saciedade e a compulsão alimentar . O consumo regular ajuda a emagrecer por conter bastante água, magnésio e vitaminas do complexo B que diminuem a vontade de comer doces.

6. Protege o coração

As quantidades de fibra, potássio e vitamina C presentes no abacaxi ajudam a diminuir os níveis de colesterol ruim no organismo. Como muitas dessas fibras são solúveis, elas reduzem a concentração de gordura na corrente sanguínea, o que previne os riscos de hipertensão e infartos.

7. Previne o envelhecimento precoce

A fruta possui grande quantidade de vitamina A, o que auxilia a combater os efeitos do envelhecimento devido sua ação antioxidante. O consumo regular combate os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento da pele e das célula.

8. Afasta gripes e resfriados

A vitamina C presente na fruta é responsável pela prevenção de gripes e resfriados. Além disso, a vitamina A aumenta a imunidade e a presença da bromelina facilita a expectoração, pois tem ação mucolítica, ou seja, dissolve muco ou catarro dos pulmões, favorecendo uma limpeza geral, como se fosse uma esponja.

9. Protege a visão

O abacaxi possui altos índices de betacaroteno e vitamina A, nutrientes que promove a saúde ocular. Por isso, alguns estudos relacionam o consumo regular da fruta com a prevenção da degeneração macular, que ocorre com a velhice e pode causar a perda da visão.

Benefício em estudo

Reduz risco de câncer: diversos estudos realizados com cobaias e em tubos de ensaio mostraram que o abacaxi e seus compostos podem reduzir o risco de câncer. Como o surgimento do quadro pode estar relacionado ao estresse oxidativo e a inflamação crônica, acredita-se que isso está ligado à bromelina.

Melhora a cicatrização: pesquisadores da Uniso (Universidade de Sorocaba) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), com apoio da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) estão pesquisando o poder cicatrizzante do abacaxi. Eles produziram um composto na forma de gel ou emplastro que tem como base a bromelina e a celulose bacteriana. A substância presente no abacaxi remove as células mortas na ferida, limpando a região e acelerando a cicatrização.

Quem deve consumir o abacaxi com moderação

O abacaxi pode causar lesões orais em pessoas susceptíveis à sua acidez. No entanto, a fruta não deve ser abolida da dieta, podendo ser consumida em dias alternados e a escovação deve ser realizada imediatamente após a sua ingestão. Por ter um grau de acidez acentuado, pessoas com problemas gástricos também devem consumir com moderação.

Existem pessoas que possuem alergia ao abacaxi, e não podem consumi-lo de forma alguma.

Como consumir

É uma fruta calórica, então o ideal é consumir com moderação. Uma fatia por dia é suficiente para ter os benefícios da fruta. Por ser rico em açúcar, deve ser consumida com bastante moderação por diabéticos. Há também alguns casos mais graves, bloqueio das vias respiratórias. Além de seu consumo in natura, o abacaxi é utilizado em compotas, polpas, sucos, doces, vinho e até vinagre.

A bromelina é encontrada em maior quantidade no miolo do abacaxi, a parte mais dura da fruta que costuma ser desprezada. Por isso, é importante consumir a fatia do abacaxi inteira. O ideal é comer no máximo duas rodelas da fruta por dia como sobremesa ou lanches intermediários.

Fontes: Giovanna Oliveira, nutricionista e membro do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional (IBNF); Renato Zilli, endocrinologista do Hospital Sírio Libanês; Rita Kaarkoski, nutróloga e endocrinologista (SP).

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