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Almir Zarfeg fecha o ano de 2020 com a publicação de “Trovíssimas”

Edelvânio Pinheiro

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[Por Edelvânio Pinheiro] O livro “Trovíssimas”, que sai pela Lura Editorial, reúne as trovas que Almir Zarfeg produziu nos anos de 2019 e 2020. São 170 trovas.

Há trovas para todos os gostos e temas: amor, política, literatura, Água Preta, futebol, pandemia e, sobretudo, personalidades – renomadas ou não – às quais o poeta dedica a maioria dos textos.

Pelo menos umas 70 pessoas aparecem nas trovas zarfeguianas: Padre José de Anchieta, Eponina Ferraz (avó de Zarfeg), Luiz Gonzaga, Marcus Aurelius e outros confrades, a professora Enelita Freitas, os trovadores Luiz Otávio e Clério José Borges, Manoel Binas e Sandra Costa de Jesus, diretora do Água Preta News.

“São trovíssimas e não simplesmente trovas porque têm a minha marca e trazem o meu jeito de encarar o fenômeno poético”, afirmou Almir Zarfeg.

Ele acrescentou: “Mas elas não fogem da forma fixa, ou seja, das rimas e das sílabas métricas. Enfim, uma delícia de disciplina poética”.

Zarfeg ocupa a Cadeira 19 da Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores (ACLAPT), da qual é patrono o saudoso Manezim do Gavião. Em 2020, apesar da pandemia do coronavírus, o poeta itanheense radicado em Teixeira de Freitas obteve premiações como os ensaios sobre o centenário de nascimento de Clarice Lispector (menção honrosa), realizado pela Academia Luso-Brasileira de Letras, e sobre o centenário de nascimento de João Cabral de Melo Neto (1º lugar), promovido pela Academia de Letras e Artes de Paranapuã. Acaba de passar pela 1ª etapa do Prêmio Off Flip de literatura 2021 – categoria Poesia.

Ele está fechando este terrível 2020 com “chave de ouro ou ouropel” com “Trovíssimas”, como escreveu em sua rede social. A obra é uma homenagem aos 40 anos de história do Neotrovismo (1980-2020).