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Apagar os traumas, perdoar o seu passado e então viver um grande amor: veja exercício

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Muitas vezes, os traumas vivenciados nos relacionamentos passados acabam refletindo negativamente nas relações atuais ou até mesmo impedindo que você se relacione novamente. É muito comum que essas feridas possam gerar comportamentos repetitivos, inseguranças, ciúmes e desequilíbrios em suas convivências. “E essa reflexão é necessária se você sente que chegou a hora de recomeçar e quer seguir livre desse passado e suas dores”, sugere a ex-BBB e, agora life coach, co-fundadora do Zen App, Juliana Goes.

Libere o que já foi para abrir espaço para o novo

Medos e traumas do passado podem gerar comportamentos repetitivos, inseguranças, ciúmes e desequilíbrios em suas convivências atuais. “É como repetir aquilo que um dia já não deu certo, talvez com uma pessoa que não tenha nada a ver e criar uma situação de desarmonia totalmente baseada em nossas feridas”, explica Juliana.

“Lembre de manter um diálogo interno com você mesmo, de acolher sua dor ao invés de renegar, sem se apegar a ela, sem usar o trauma como escudo”, sugere a coach. Por isso, a blogueira ensina um exercício de respiração e mentalização para se recuperar sobre os traumas e frustrações de relacionamentos passados.

Para que você possa inverter esse fluxo de dor e trauma, que você possa inspirar os sentimentos e recursos que tem faltado, eliminando aquilo que pesa e que já passou.

Inspire pensando em tudo que quer para si (e precisa: amor, segurança, saúde, conforto, alegria, confiança) e expire soltando tudo que já não precisa mais (dor, mágoa, tristeza, desânimo).

 

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Zarfeg dedica poema a Odilon Botelho, que acaba de celebrar 90 anos de idade

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[Edelvânio Pinheiro] O poeta e jornalista Almir Zarfeg dedicou o poema “Bom e velho Dila” a Odilon Botelho, que no último domingo (23) celebrou seus 90 anos de existência no Clube Recreativo Ribeirão do Ouro (ARVO), em Itamaraju.

A confraternização, que se estendeu pelo domingo adentro, reuniu familiares e amigos do patriarca. De Teixeira de Freitas, os acadêmicos Almir Zarfeg e Athylla Borborema compareceram para prestigiar o evento. Juntamente com Elias Botelho, filho do aniversariante, os três são membros da Academia Teixeirense de Letras (ATL).

O evento envolveu a parte religiosa, marcada pela celebração da vida e pelos agradecimentos a Deus. A seguir, os filhos “tiraram o chapéu” para o patriarca por tudo que ele representa para seus descendentes, filhos, netos e bisnetos. Depois, houve os comes e bebes ao som da melhor MPB. O resto do domingo foi consumido pela alegria, encontros e reencontros e, enfim, pela celebração da vida em abundância.

No belo poema, o poeta trata dos temas da bondade e da velhice. Como se estivesse exortando ou orientando, ele diz que “a bondade é invisibilidade” “como sair de fininho”.

Ao citar a velhice, ele sustenta que ela, ao contrário da bondade, tem idade. E é vista como prêmio por algumas pessoas e, também, como castigo por outras. Mas conclui afirmando que a velhice é “voltar a ser criança”.

“Este poeminha foi a maneira que encontrei para homenagear os 90 anos do bom e velho Dila, a quem tive a honra de ser apresentado numa bela noite acadêmica”, disse Zarfeg à reportagem do Água Preta News.

BOM E VELHO DILA

A bondade, meninos e meninas,

É invisibilidade

Como sair de fininho

O espírito duma época

Como o pôr do sol

O bucolismo inocent

A bondade não tem idade

Não é grega nem cristã

Não costuma se anunciar

Mas nunca falha

É preciso ser bom um

Pouco mais

Para sê-lo o bastante

Possível

Homem bom é homem

Raro

Homem mau é homem

Banal

Já a velhice tem idade:

Prêmio para uns

Castigo – diz o sábio –

Para outros

Com certeza, voltar a ser

Criança

Estar – se achar – na

Simplicidade

                               Os confrades Zarfeg, Elias Botelho e Athylla Borborema

FOTOS: Daniel Borges

 

 

 

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Horário de verão começa em novembro para não atrapalhar eleições

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[Veja]

horário de verão de 2018 começará em 4 de novembro, e não em meados de outubro, como nos anos anteriores. Assim, no primeiro domingo após o segundo turno das eleições o brasileiro deverá adiantar seus relógios em uma hora. O segundo turno acontecerá em 28 de outubro.

A decisão de adiar a data foi tomada pelo presidente Michel Temer em conjunto com o Ministério de Minas e Energia, no fim de 2017, sob a alegação de que a mudança em outubro atrapalharia a apuração dos votos.

Apenas os estados do Centro-Oeste, Sudeste e Sul adotam o horário de verão — os do Norte e Nordeste não participam da mudança.

Até as eleições de 2014, o horário de verão criava problemas para o sistema eleitoral. Como a votação é encerrada às 17 horas, as regiões Nordeste e Norte fechavam suas seções de votação uma hora mais tarde do que as outras regiões do país.

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Conheça o grilo carnívoro come até pequenos pássaros

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