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APLB é flexível e faz contraproposta para fim da greve, que já dura 37 dias em Itanhém

Edelvânio Pinheiro

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O núcleo sindical em Itanhém da APLB (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia), protocolou na manhã desta quinta-feira (26), na prefeitura da cidade, um ofício contendo uma contraproposta que, se aceita pela prefeita Zulma Pinheiro, porá fim à greve dos professores, que já dura 37 dias. Se for contabilizado os três dias de paralisação que antecederam o início do movimento a greve já dura 40 dias.

Na tarde desta quarta-feira, em assembleia extraordinária na Escola São Bernardo, a categoria rejeitou a proposta que a prefeita havia feito, mas foi flexível ao fazer uma contraproposta que demonstra o interesse dos profissionais da educação em encontrar uma solução para o impasse.

Na contraproposta, a APLB exige a publicação da portaria da redução da jornada para a educação infantil, fundamental I e II, com aplicabilidade para o fundamental II para o próximo mês de maio e o pagamento de percentual de 5% (e não 3,5% como propôs a prefeita) de quinquênio para o pessoal de apoio, também no próximo mês de maio (e não em janeiro de 2019). O percentual de títulos, de acordo com a contrapartida dos trabalhadores em educação seria pago após auditoria ou comprovação de recursos disponíveis. Na proposta da prefeita esse assunto seria ainda discutido no segundo semestre

Além disso, a categoria exigiu a garantia de pagamento da folha da educação sem atraso, melhoramento da merenda e do transporte escolar e da infraestrutura das unidades de ensino, além da disponibilidade de profissionais habilitados para o atendimento educacional especializado para os alunos matriculados na rede municipal de ensino e a sistematização do processo de formação continuada a todos os profissionais.