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“As nossas conquistas perdem a beleza quando administradas pela arrogância” – Padre Fábio de Melo

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[ LUIZA FLETCHER /O Segredo] Conquistar algo pelo qual buscamos por um longo tempo é uma das maiores realizações que podemos ter em nossas vidas.

Começar um novo trabalho, fazer a viagem dos sonhos, encontrar uma boa pessoa com quem construir uma vida, investir em nossos próprios sonhos e projetos pessoais, são todas coisas que nos trazem muita alegria e nos fazem enxergar a vida com mais gratidão e perspectiva.

No entanto, quando alcançamos o sucesso, pode ser muito fácil nos perdermos em meio às conquistas e os sentimentos que despertam em nós, e sermos tomados pela arrogância, tratando as pessoas ao nosso redor com inferioridade e acreditando que o mundo deve se adaptar às nossas vontades.

Esse tipo de comportamento é extremamente tóxico, e tira a beleza de todo o esforço que fizemos para conquistar aquilo que temos. O sucesso e a felicidade se tornam ainda mais completos quando vividos com humildade e empatia. As conquistas se tornam ainda mais significativas quando podemos compartilhá-las com as pessoas que amamos.

Uma das leis que regem nossas vidas é a lei do retorno, que se baseia no princípio de que tudo aquilo que emitimos ao universo é enviado novamente para nós.

Ou seja, nós recebemos aquilo que oferecemos. Portanto, ainda que tenha conquistado as melhores coisas do mundo, se você não fizer um bom uso disso e não usar seus recursos para fazer do mundo um lugar melhor, não terá uma boa colheita, quando chegar o momento.

Esta é a atitude das pessoas realmente bem-sucedidas, que conquistam todos os seus objetivos!

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Gente bem resolvida não procura aprovação de fora, procura de dentro

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[O Segredo/ PAMELA CAMOCARDI] Pessoas bem resolvidas defendem as próprias crenças e entendem que seu corpo é um templo que carrega experiências e sentimentos únicos e, por isso mesmo, tornam-se insubstituíveis.

A autoaceitação não é simples. Não é fácil aceitar o próprio corpo, as próprias limitações e as mudanças que acontecem na nossa vida. Queremos a todo custo entrar em uma calça 38, ter o cabelo impecável e ter um corpo mais delineado que o de um fisioculturista. O problema é que criar um estereótipo de perfeição inatingível não é nada saudável e faz com que muitos fiquem depressivos, neuróticos e frustrados.

A sociedade nos induz à competitividade. Temos que entrar em uma calça 38, ter o melhor emprego do mundo e a postura de uma miss. A questão é que a mesma sociedade que impõe padrões esquece que cada um de nós carrega consigo uma bagagem de experiências, verdades e sentimentos adquiridos ao longo da vida e que, por isso mesmo, nunca nos encaixaremos em padrões estabelecidos por pessoas que desconhecem a nossa essência.

A mídia é a grande aliada da sociedade e nos faz travar uma verdadeira guerra contra o próprio corpo e contra as próprias crenças.

Quer a verdade? A sociedade não quer que você goste e confie em si mesmo porque isso não gera lucro para o mercado. Chupe essa manga!

Para a sociedade funciona assim: quando mais livre, independente e inteligente você for, menos influenciada pelos padrões da mídia você será e isso, meu caro, não é nada bom para o mundo dos negócios, já que a base de toda a propaganda (e do consumo em massa) é justamente convencê-lo que você está fora dos padrões estabelecidos e necessita de determinados produtos para se encaixar no que eles pregam (vamos deixar claro que ninguém está dizendo aqui para você não se cuidar. Estamos apenas diferenciando pessoas bem resolvidas de pessoas influenciadas pela sociedade e pela mídia).

Pessoas bem resolvidas não se importam com viradas de coleções de lojas porque possuem um estilo próprio. Não se estapeiam para conseguir o hidratante facial da vez porque cuidam da pele de dentro para fora, nem se mutilam para entrar em uma calça 38 porque aceitam o corpo tal como ele é.

Pessoas bem resolvidas entendem que cuidar da saúde é essencial e que a aparência é apenas uma consequência desse cuidado.

Defendem as próprias crenças e entendem que seu corpo é um templo que carrega experiências e sentimentos únicos e, por isso mesmo, tornam-se insubstituíveis.

Não é fácil nadar contra a maré. Não é fácil se aceitar quando a sociedade prega um padrão de beleza diferente do nosso. Não é fácil escutar que seu corpo precisa perder medidas e que seu cabelo precisa estar alinhado. Na verdade é extremamente difícil. É um trabalho diário que envolve muito autocontrole, muito amor próprio e uma autoestima inabalável.

Aceitar o próprio corpo, com qualidades e defeitos, é um exercício diário de amor. É olharmos no espelho a cada manhã e aceitarmos humildemente que nossas linhas de expressão representam nossa história. É entender que nossa barriga não precisa ser chapada para ser bonita e que um salto alto não nos faz mais ou menos sexy.

Em outras palavras: pessoas bem resolvidas não procuram aprovação de fora, procuram de dentro.


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Menina autista de 5 anos encanta o mundo com a sua arte

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Algumas vezes, encontramos histórias realmente inspiradoras, que nos fazem abrir os olhos e enxergar além do que estamos acostumados. Os protagonistas destas histórias geralmente são pessoas vistas pela sociedade como diferentes, muitas vezes excluídas por não se encaixarem em um padrão ao qual somos ensinados a nos encaixar, desde que chegamos a este mundo.

Essas pessoas, em toda a sua particularidade, nos encantam com suas palavras e atitudes e despertam o lado mais belo e puro de nossas almas, mudando o nosso pensamento sobre muitas coisas que acreditávamos serem certas, desde sempre. Quando se trata de crianças, então, tudo fica ainda mais especial.

Hoje, temos o prazer de falar sobre Iris Grace, uma menina autista de 5 anos que é uma grande artista. Talentosíssima, Grace usa a pintura para se expressar no mundo, e está se tornando muito conhecida e motivando as pessoas a falarem e compreenderem melhor o autismo.

Ela se tornou conhecida quando seus quadros começaram a ser vendidos para colecionadores de arte do Reino Unido e do mundo inteiro. O dinheiro arrecadado com as vendas de suas obras é usado para cobrir as despesas de suas terapias e de sua educação, além de também servirem como uma poupança para o seu futuro.

A menina tinha alguns problemas para se comunicar com o mundo ao seu redor, mas a chegada de um novo amigo inspirou uma mudança positiva em sua vida. Em 2014, ela encontrou um gatinho e o levou para casa, o Thula. Os dois deram-se incrivelmente bem, e o relacionamento com o gatinho fez com que Grace começasse a se abrir mais.

A mãe da menina, Arabella Carter-Johnson, sempre foi muito presente e incentiva a filha na pintura. Fotógrafa profissional, ela registra os momentos e as obras de Grace e publicou um livro ilustrado com as fotografias da filha e as pinturas que ela produz.

Abaixo está um vídeo com as obras da menina, produzido por Rupert Ward-Lewis. Aprecie!

É muito talento! Grace merece todo o amor e apoio para continuar se expressando através de sua arte. Ela também tem um site (em inglês), onde são compartilhadas as pinturas, bem como atualizações sobre Grace e contato.

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OMS alerta: Criança menor de 3 anos não deve ficar nem um minuto em tablet ou celular

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[Jessica Krieger/VIX] As crianças da geração atual têm acesso à tecnologia praticamente desde que nasceram. As antigas brincadeiras perderam espaço para jogos de no celular, vídeos no YouTube ou filmes no tablet.

Alarmada pelos efeitos da tecnologia sobre as crianças, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os pais não deixem os filhos usarem aparelhos eletrônicos antes dos dois anos de idade.

Infância na frente da tela

Segundo a OMS, os pais devem limitar o tempo que as crianças passam sem fazer atividade física, a fim de evitar um estilo de vida sedentário desde cedo. É aí que entra a importância do uso consciente das telas de celular ou televisão.

“Comportamentos sedentários, seja usando transporte motorizado em vez de caminhar, assistindo televisão ou jogando videogame, são cada vez mais predominantes e estão associados a problemas de saúde”, explica o guia preparado pela organização.
O relatório aponta que o sono também influencia o bem-estar físico: dormir poucas horas está relacionado ao sobrepeso e à obesidade na infância, além de problemas mentais entre os adolescentes.

Veja a seguir as recomendações da OMS sobre uso de telas e bem-estar físico, de acordo com a idade de seu filho:

Bebês menores de 1 ano

  • Não usar telas
  • Ficar pelo menos 30 minutos por dia de bruços
  • Não passar mais de uma hora seguida em carrinhos ou cadeiras
  • Dormir entre 14 e 17 horas por dia

Crianças entre 1 e 2 anos

  • Não usar telas
  • Fazer 3 horas de atividade física por dia
  • Não passar mais de uma hora seguida em carrinhos ou cadeiras
  • Dormir de 11 a 14 horas por dia, incluindo sonecas

Crianças entre 3 e 4 anos

  • Não passar mais de uma hora por dia na frente de telas
  • Fazer 3 horas de atividade física por dia, uma delas de maior intensidade
  • Não ficar mais de uma hora seguida sentado
  • Dormir de 10 a 13 horas

Mais tempo no celular, mais sedentarismo

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SURIYACHAN/SHUTTERSTOCK

A Dra. Juana Willumsen, especialista em obesidade infantil e atividade física para crianças, explicou no relatório como os pais devem agir para tirar os filhos do celular: “Temos que fazer com que as crianças voltem a brincar”.

O objetivo é substituir o tempo que as crianças passam na frente de uma tela por brincadeiras mais ativas, que garantam que eles durmam o suficiente.

A OMS não considera uma atividade como “passiva” se a criança estiver, por exemplo, imitando os movimentos de dança de um vídeo ou falando com um parente distante pelo celular.

Dicas da OMS

Se for para ficar parado, melhor ler para a criança, contar histórias, cantar ou fazer quebra-cabeças. Atividades como estas ajudam no desenvolvimento cognitivo dos pequenos.

“O tempo sedentário tem que se tornar tempo de qualidade. Ler um livro com seu filho, por exemplo, pode ajudá-lo a desenvolver suas habilidades linguísticas “, explica Willumsen. “Uma criança que ganha um tablet para ficar quieta e sentada não recebe a mesma coisa”, acrescenta.

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