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Candidato não se elege e compromete representatividade da prefeita de Itanhém na Alba; veja sobre as demais lideranças

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Os candidatos apoiados por Mildson Medeiros, Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi e por Romeu Gazzinelli – considerados as três maiores lideranças políticas do município de Itanhém -, juntos, receberam uma votação expressiva.

Cacá Leão teve 1.534 votos, Mário Negromonte Jr., 458 e, Ronaldo Carletto, 324. Todos são do PP e foram eleitos para a Câmara Federal. Para a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) essas lideranças também apoiaram dois candidatos do PP. Zé Cocá teve 1.633 votos e, Robinho, 1.032.

Já a prefeita Zulma Pinheiro (MDB) e seus irmãos Álvaro Pinheiro e Newton Pinheiro – que ocupam três importantes secretarias na administração municipal – não tem muito o que comemorar.

Marcelo Nilo (PSB) teve 1.668 em Itanhém e se elegeu deputado federal, mas, Lúcio Vieira Lima (MDB), irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, que também concorria a uma vaga na Câmara, teve 310 no município e não se elegeu. Arthur Maia (DEM) teve 163 votos em Itanhém, foi eleito deputado federal, mas é da base de ACM Neto, que faz oposição ao governador Rui Costa, do PT.

A representatividade da prefeita Zulma Pinheiro na Alba é pior do que a da Câmara Federal. O grupo dela conseguiu 202 votos para Paulo Câmara (PSDB), que também é da base de ACM Neto e as fichas que a prefeita apostou no deputado federal Roberto Brito (PP) foram perdidas porque ele, mesmo tendo se lançado a deputado estadual e recebido 2.116 votos em Itanhém, não conseguiu se eleger.

O médico e ex-prefeito Oséas Moreira Lisboa e seu filho, o advogado e vice-prefeito André Lisboa, ambos do PSDB, embora terem anunciado os nomes de seus candidatos apenas dois dias antes das eleições, conseguiram 643 votos para Uldurico Júnior (PPL), que foi eleito federal, e 491 votos para Larissa Oliveira (PSD), que não se elegeu estadual.

O Partido dos Trabalhadores, ligado aos movimentos sociais, como o MST (Movimento dos Sem Terra) conseguiu uma votação bastante significativa para Valmir Assunção (426 votos), que foi reeleito federal. O PT também conseguiu reeleger Nelson Pelegrino para a Câmara Federal; ele teve 700 votos em Itanhém e Maria Del Carmen, que já é deputada estadual, teve 635 votos no município e se reelegeu.

Cláudio Cajado, que foi reeleito deputado federal, ampliou a sua votação em Itanhém; agora ele teve 756 votos. O apoio de lideranças como os vereadores Ronaldo Correia (PC do B) e Audrey Correia (PR) e do vice-presidente do PSD, Gildeon Rosa, parece ter sido definitivo para o parlamentar ampliar a sua votação no município.

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Para André Correia ser vereador “é o momento de separar homens de moleques’

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O vereador André Correia (PHS) fez um alerta nas redes sociais aos pretensos candidatos a uma das nove vagas da Câmara de Itanhém, na próxima eleição municipal. Para ele a vereança é uma experiencia que desgasta.

“Desejo boa sorte aos pré-candidatos”, disse o vereador. “[Ser vereador] é uma experiência boa e um pouco desgastante, porém é o momento de separar homens de moleques, é a oportunidade de mostrar à comunidade se o candidato quer o bem de todos ou o conforto de sua família”, enfatizou.

André Correia, que doou todo o seu décimo terceiro salário e férias para associações da cidade foi além e chamou de ‘sanguessugas de prefeitura’ aqueles que se elegem comprando votos.

“O maior absurdo de nossa cidade é escutar, de alguns ‘sanguessugas de prefeitura’, que serão eleitos porque têm dinheiro pra gastar”, lamentou André. “O ato de votar por dinheiro o eleitor complica a vida de 20 mil habitantes e atrasa um município inteiro”, finalizou.

FOTO: arquivo.

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Bentivi é homenageado por internautas em seu aniversário

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O ex-prefeito de Itanhém, Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi (PSB), comemorou seus 50 anos neste domingo (17) em companhia de familiares e amigos. Prefeito por dois mandatos, de 2009 a 2016, o bancário é considerado um dos melhores gestores do município.

Nas redes sociais foram registrados o carinho e o reconhecimento da população com o ex-prefeito. Internautas publicaram imagens de obras construídas durante suas gestões e a música “Bem te vi”, de Renato Terra, para homenagear o político.

Relembre aqui o que disse Bentivi no último dia de seu mandato ao Água Preta News.

Veja as imagens de algumas obras do ex-prefeito que foram compartilhadas pelos internautas:

 

 

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Justiça não determinou, mediou acordo no caso em que prefeita e seu irmão acusam internautas

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[Edelvânio Pinheiro] Quem nos acompanhou nessas duas décadas e meia de jornalismo sabe que sempre nos pautamos pelo princípio ético de respeito ao trabalho dos profissionais da imprensa e que muito evitamos comentar publicações de colegas jornalistas.

Situações, entretanto, não podem deixar de serem lembradas, como a recente publicação do desfecho de um termo circunstanciado de ocorrência, no qual a prefeita de Itanhém, Zulma Pinheiro (MDB) e seu irmão, Newton Pinheiro, figuram como autores de uma reclamação por supostos crimes contra a honra, que teriam sido praticados por dois internautas, que negam terem feito qualquer tipo de ofensa.

A publicação é categórica ao afirmar que a “Justiça determinou a retratação das agressões verbais sofridas pela prefeita na internet”.

Acontece que os crimes contra a honra, a calúnia, a difamação e a injúria são considerados de menor potencial ofensivo e, por esta razão, possuem pena prevista de até dois anos. Assim, esses casos são processados e julgados no Juizado Especial Criminal, que tem estrutura e procedimento próprios, determinados em lei. Importante ressaltar que esses juizados especiais prezam pela resolução pacífica dos conflitos, ou seja, sempre buscam a conciliação entre as partes. Caso não seja possível a realização de um acordo para resolver a situação que deu origem ao boletim de ocorrência na delegacia, aí sim, o processo segue até que o juiz profira, ou como preferiu a publicação em questão, determine uma sentença.

No caso deste termo circunstanciado, que gerou a partir do registro do boletim registrado pela prefeita e seu irmão, não houve nenhuma determinação judicial porque a conciliação foi perfeitamente aceita pelas duas partes. Caso uma delas não houvesse aceitasse o processo seguiria até que um juiz desse o veredicto.

Não é necessário ser operador do direito para entender que esse tipo de conflito é sempre bom ser resolvido da forma como fizeram a prefeita e seu irmão e os dois cidadãos envolvidos, afinal, processo penal, seja de qualquer tipo é desgastante para ambos os lados. Quando há a necessidade de interferência da Justiça será sempre uma medida extrema, que deve ser deixada para quando não houver acordo.

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