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Catchup, mostarda ou maionese: qual é mais nutritivo?

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[Thaís Manarini/ MSN] A trinca mostarda, catchup e maionese geralmente surge à mesa quando a pedida é hambúrguer, hot dog ou batata frita. Já parou pra pensar o que aconteceria se o critério para a escolha não dependesse do sabor, mas das características nutricionais?

Pois a gente conta: o molho do lanche seria a mostarda. “Apesar de ter mais gorduras totais do que o catchup, ela apresenta menos calorias e carboidratos, além de mais fibras e proteínas”, analisa a nutricionista Ana Paola Monegaglia, de São Paulo.

Ou seja, seu balanço se mostra mais favorável. Repare que a maionese abunda em gorduras. Ainda que os tipos predominantes sejam mono e poli-insaturados, considerados mais saudáveis, o valor calórico dela vai lá pra cima.

“Portanto, é bom controlar o consumo”, orienta Ana. Aliás, o recado vale para os três molhos, já que todos são cheios de sódio, mineral cujo abuso faz a pressão decolar. Sem falar nos conservantes e aromatizantes. “Use esses produtos em ocasiões pontuais”, reforça Ana.

Agora, confira a comparação desses três molhos, nutriente por nutriente:

Energia

Mostarda: 15 cal

Catchup: 20 cal

Maionese: 73 cal

Gorduras totais

Catchup: 0,03 g

Mostarda: 0,9 g

Maionese: 7 g

Fibras

Mostarda: 0,5 g

Catchup: 0,2 g

Maionese: 0 g

Proteínas

Mostarda: 0,9 g

Catchup: 0,3 g

Maionese: 0 g

Carboidratos

Mostarda: 1,2 g

Maionese: 2,2 g

Catchup: 5,4 g

Sódio

Catchup: 237 mg

Mostarda: 250 mg

Maionese: 289 mg

Placar final

Mostarda 4 X 2 Catchup X 0 Maionese 

Os valores se referem a uma colher de sopa de cada molho

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“As nossas conquistas perdem a beleza quando administradas pela arrogância” – Padre Fábio de Melo

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[ LUIZA FLETCHER /O Segredo] Conquistar algo pelo qual buscamos por um longo tempo é uma das maiores realizações que podemos ter em nossas vidas.

Começar um novo trabalho, fazer a viagem dos sonhos, encontrar uma boa pessoa com quem construir uma vida, investir em nossos próprios sonhos e projetos pessoais, são todas coisas que nos trazem muita alegria e nos fazem enxergar a vida com mais gratidão e perspectiva.

No entanto, quando alcançamos o sucesso, pode ser muito fácil nos perdermos em meio às conquistas e os sentimentos que despertam em nós, e sermos tomados pela arrogância, tratando as pessoas ao nosso redor com inferioridade e acreditando que o mundo deve se adaptar às nossas vontades.

Esse tipo de comportamento é extremamente tóxico, e tira a beleza de todo o esforço que fizemos para conquistar aquilo que temos. O sucesso e a felicidade se tornam ainda mais completos quando vividos com humildade e empatia. As conquistas se tornam ainda mais significativas quando podemos compartilhá-las com as pessoas que amamos.

Uma das leis que regem nossas vidas é a lei do retorno, que se baseia no princípio de que tudo aquilo que emitimos ao universo é enviado novamente para nós.

Ou seja, nós recebemos aquilo que oferecemos. Portanto, ainda que tenha conquistado as melhores coisas do mundo, se você não fizer um bom uso disso e não usar seus recursos para fazer do mundo um lugar melhor, não terá uma boa colheita, quando chegar o momento.

Esta é a atitude das pessoas realmente bem-sucedidas, que conquistam todos os seus objetivos!

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OMS alerta: Criança menor de 3 anos não deve ficar nem um minuto em tablet ou celular

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[Jessica Krieger/VIX] As crianças da geração atual têm acesso à tecnologia praticamente desde que nasceram. As antigas brincadeiras perderam espaço para jogos de no celular, vídeos no YouTube ou filmes no tablet.

Alarmada pelos efeitos da tecnologia sobre as crianças, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os pais não deixem os filhos usarem aparelhos eletrônicos antes dos dois anos de idade.

Infância na frente da tela

Segundo a OMS, os pais devem limitar o tempo que as crianças passam sem fazer atividade física, a fim de evitar um estilo de vida sedentário desde cedo. É aí que entra a importância do uso consciente das telas de celular ou televisão.

“Comportamentos sedentários, seja usando transporte motorizado em vez de caminhar, assistindo televisão ou jogando videogame, são cada vez mais predominantes e estão associados a problemas de saúde”, explica o guia preparado pela organização.
O relatório aponta que o sono também influencia o bem-estar físico: dormir poucas horas está relacionado ao sobrepeso e à obesidade na infância, além de problemas mentais entre os adolescentes.

Veja a seguir as recomendações da OMS sobre uso de telas e bem-estar físico, de acordo com a idade de seu filho:

Bebês menores de 1 ano

  • Não usar telas
  • Ficar pelo menos 30 minutos por dia de bruços
  • Não passar mais de uma hora seguida em carrinhos ou cadeiras
  • Dormir entre 14 e 17 horas por dia

Crianças entre 1 e 2 anos

  • Não usar telas
  • Fazer 3 horas de atividade física por dia
  • Não passar mais de uma hora seguida em carrinhos ou cadeiras
  • Dormir de 11 a 14 horas por dia, incluindo sonecas

Crianças entre 3 e 4 anos

  • Não passar mais de uma hora por dia na frente de telas
  • Fazer 3 horas de atividade física por dia, uma delas de maior intensidade
  • Não ficar mais de uma hora seguida sentado
  • Dormir de 10 a 13 horas

Mais tempo no celular, mais sedentarismo

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SURIYACHAN/SHUTTERSTOCK

A Dra. Juana Willumsen, especialista em obesidade infantil e atividade física para crianças, explicou no relatório como os pais devem agir para tirar os filhos do celular: “Temos que fazer com que as crianças voltem a brincar”.

O objetivo é substituir o tempo que as crianças passam na frente de uma tela por brincadeiras mais ativas, que garantam que eles durmam o suficiente.

A OMS não considera uma atividade como “passiva” se a criança estiver, por exemplo, imitando os movimentos de dança de um vídeo ou falando com um parente distante pelo celular.

Dicas da OMS

Se for para ficar parado, melhor ler para a criança, contar histórias, cantar ou fazer quebra-cabeças. Atividades como estas ajudam no desenvolvimento cognitivo dos pequenos.

“O tempo sedentário tem que se tornar tempo de qualidade. Ler um livro com seu filho, por exemplo, pode ajudá-lo a desenvolver suas habilidades linguísticas “, explica Willumsen. “Uma criança que ganha um tablet para ficar quieta e sentada não recebe a mesma coisa”, acrescenta.

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Amores sofredores conduzidos por dependência emocional afetiva: ressignifique a sua forma de amar!

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Quem nunca sofreu uma dor de amor? Quem nunca jurou nunca mais amar? Quem nunca “pagou a própria língua” quando se viu, no momento seguinte, em outro relacionamento, sofrendo, novamente, por amor. Quem nunca?

Somos seres de apego e nossa necessidade fundamental é ser reconhecidos, amados, desejados, olhados pelo outro. A nossa alma busca por amor, sendo assim, em algum momento da vida, o nosso coração irá se machucar. Só não sofre quem não ama!

Todos nós temos o direito de lutar pela nossa felicidade, não existe um limite de tentativas. Se sua alma anseia em ser feliz, não se importe com os julgamentos alheios, vá em frente, lute pelo amor quantas vezes tiver vontade e disposição para amar!

No entanto, em nome do “amor”, nunca sabote os princípios que orquestram sua vida, não negue e não negligencie seus valores, aqueles que constituem sua essência humana.

Caso você se anular num relacionamento ou tentar se enganar, para meramente fazer a vontade do “ser amado”, seu eu gritará por socorro para que se liberte de dentro de si mesmo(a).

Quando você permite que o outro o machuque constantemente, alguma coisa está muito errada em você! Atrevo-me a falar que, se existir em sua vida um relacionamento assim, não é amor!

Talvez, seja uma relação de dependência emocional afetiva, por alguma razão que você próprio(a) desconhece, ou até mesmo conhece. Quem sabe você aja assim, portanto, uma coisa levou a outra.

Bem, vou explicar, talvez você esteja carregando o peso de algumas carências de infância, carências passadas ou de outros relacionamentos, ou, quem sabe, do atual relacionamento, carências que crescem e se tornam permanentes.

Carência não é o mesmo que dependência. A carência pode ser um estado emocional passageiro conforme citei, todavia, quando se torna constante, poderá originar um quadro de dependência emocional afetiva, tendo como consequência uma doença do amor.

E quantas pessoas hoje se encontram num relacionamento adoentado? Pessoas que possuem essas características são regidas por medo, baixa estima, insegurança, e lá, bem no íntimo de cada uma, nutrem crenças limitantes, avaliam não serem merecedoras de um amor maior e verdadeiro.

Se você tiver um “amor” assim, recomendo uma análise de sua vida e até mesmo ajuda profissional.

Num relacionamento amoroso as duas partes precisam se doar e se esforçar para um fazer o outro feliz. Amar sozinho não vale a pena! Ame a si mesmo, amor-próprio primeiro! Se você fizer isso, deixará bem claro para a outra pessoa o quanto você é especial, e como uma pessoa especial, na relação a dois, igualmente, você merece respeito e cuidado!

Pergunto: quem é que já foi “escravo do amor, em nome do amor”? Quem é escravo do amor? Amor não escraviza ninguém! Que tremenda contradição, não é mesmo? Quando você transfere seu “amor” exclusivamente para a vida de outra pessoa, você nega a oportunidade de ser feliz.

O que acontece com relacionamentos doentios?

Acontece assim: “A minha felicidade depende dele(a), nada tem valor se ele(a) não me quiser.” Engano seu, o outro não é totalmente responsável pela sua felicidade. São relacionamentos fragilizados, onde existe passividade excessiva de uma pessoa, e esta cede sempre, por medo de ser deixado(a).

Amor não cresce num ambiente ameaçador, onde só um tem voz e o outro diz “amém”.

Uma relação baseada no desgaste frequente devido à submissão pode levar ao adoecimento emocional e físico. É comum pessoas serem acometidas por depressão por pertencer a uma ligação desse nível.

O amor requer reciprocidade, conforme já mencionei no outro artigo. Então, não se coloque em segundo plano, a única pessoa que pode defender você é você mesmo(a). Verbalize ao outro o que o deixa triste e o que o alegra, fale com segurança dos seus sentimentos. Quando lhe ferirem, você possui o direito de falar!

“Hoje me senti constrangida diante do que você fez, fui ferida na frente daquelas pessoas, espero que você me entenda e mude suas atitudes…”

Existem pessoas que preferem continuar se enganando e adiando a felicidade, funciona mais ou menos assim: “Deixa para lá! Ficarei mais um ou dois anos assim, depois eu vejo, qual vai ser a decisão que tomarei a respeito desse relacionamento…”

A pergunta é: quem lhe garante que daqui um ou dois anos, você estará aqui? Você quer acreditar nisso, eu também!  Porém, a oportunidade de ser feliz é agora. Lute pela sua felicidade HOJE, o amanhã é incerto!

Já diz a letra da música de Ana Vilela: “A vida é trem bala, parceiro, a gente é só passageiro prestes a partir…”

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