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Catchup, mostarda ou maionese: qual é mais nutritivo?

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[Thaís Manarini/ MSN] A trinca mostarda, catchup e maionese geralmente surge à mesa quando a pedida é hambúrguer, hot dog ou batata frita. Já parou pra pensar o que aconteceria se o critério para a escolha não dependesse do sabor, mas das características nutricionais?

Pois a gente conta: o molho do lanche seria a mostarda. “Apesar de ter mais gorduras totais do que o catchup, ela apresenta menos calorias e carboidratos, além de mais fibras e proteínas”, analisa a nutricionista Ana Paola Monegaglia, de São Paulo.

Ou seja, seu balanço se mostra mais favorável. Repare que a maionese abunda em gorduras. Ainda que os tipos predominantes sejam mono e poli-insaturados, considerados mais saudáveis, o valor calórico dela vai lá pra cima.

“Portanto, é bom controlar o consumo”, orienta Ana. Aliás, o recado vale para os três molhos, já que todos são cheios de sódio, mineral cujo abuso faz a pressão decolar. Sem falar nos conservantes e aromatizantes. “Use esses produtos em ocasiões pontuais”, reforça Ana.

Agora, confira a comparação desses três molhos, nutriente por nutriente:

Energia

Mostarda: 15 cal

Catchup: 20 cal

Maionese: 73 cal

Gorduras totais

Catchup: 0,03 g

Mostarda: 0,9 g

Maionese: 7 g

Fibras

Mostarda: 0,5 g

Catchup: 0,2 g

Maionese: 0 g

Proteínas

Mostarda: 0,9 g

Catchup: 0,3 g

Maionese: 0 g

Carboidratos

Mostarda: 1,2 g

Maionese: 2,2 g

Catchup: 5,4 g

Sódio

Catchup: 237 mg

Mostarda: 250 mg

Maionese: 289 mg

Placar final

Mostarda 4 X 2 Catchup X 0 Maionese 

Os valores se referem a uma colher de sopa de cada molho

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Nasa confirma que mulher será próxima a pisar na Lua

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[Yahoo Notícias] A Nasa anunciou, nesta terça-feira (16), que a próxima missão espacial à Lua vai contar com uma mulher. A previsão é cumprir o objetivo fixado pela Casa Branca e enviar uma tripulação ao satélite natural a partir de 2024.

Batizada de Ártemis-3, a consolidação da missão que fará com que a primeira mulher pise na superfície da Lua se aproxima do aniversário de 50 anos da missão Apollo 11, que levou o primeiro ser humano em uma caminhada pelo satélite. Na mitologia grega, Ártemis era a irmã gêmea de Apolo.

Na avaliação do chefe da agência espacial americana, Jim Bridenstin, serão necessários entre 20 e 30 bilhões de dólares adicionais em cinco anos para conseguir atingir a meta estabelecida.

Em 2017, o presidente Donald Trump assinou uma diretiva solicitando à Nasa que envie de novo humanos à Lua.

A primeira data anunciada pela agência para a missão foi o ano de 2028, mas em março deste ano a Casa Branca acelerou a agenda e exige agora que os astronautas americanos cheguem à Lua a partir de 2024. “É realizável”, afirmou Jim Bridenstine.

A missão também dará início ao projeto de construção de uma base em seu Polo Sul para ser ocupada a partir de 2028, atendendo a outra determinação de Trump. Além disso, Bridenstine também afirmou que a volta à Lua é apenas parte de um projeto maior que pretende lançar a primeira missão tripulada a Marte nos anos 2030.

Foto: Missão Ártemis-3 terá a primeira mulher a pisar na Lua e tem previsão de acontecer em 2024. (Foto: Neil Armstrong/NASA)

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Febre de aplicativo que envelhece rostos faz usuários ignorarem riscos

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[Por Altieres Rohr/ G1] Se uma empresa apresentasse três endereços diferentes – um na Rússia, outro nos Estados Unidos e um terceiro no Panamá – e tentasse prestar algum serviço para você usando um contrato do tipo “receita de bolo de internet”, você pensaria duas vezes em realizar alguma atividade com essa empresa?

Pelo menos 100 milhões de pessoas que baixaram o “FaceApp”, o aplicativo que envelhece o resto e que virou febre até entre os famosos, decidiram aceitar esse risco.

Não existe qualquer suspeita de que o “FaceApp” represente algum risco para quem o utilizou. Mas a velocidade com que um pequeno aplicativo desconhecido e engraçado conquista milhões de downloads acaba deixando nosso bom senso em segundo lugar. Pior do que correr um risco, é correr o risco sem ter ciência de que ele existe.

E é assim, querendo participar da brincadeira, que muita gente deixa de fazer perguntas simples, como “de onde veio isso?”

No caso do FaceApp, ele foi desenvolvido por uma empresa russa chamada Wireless Lab. Mas você não saberia disso olhando a listagem do aplicativo no Google Play: lá, ele alega ser produto da “FaceApp, Inc”, uma empresa norte-americana sediada no estado de Delaware.

Esse local em Delaware pertence a um “escritório virtual” – um endereço que empresas podem comprar para receber correspondências e ter direito a um atendente telefônico em local geográfico privilegiado. Fica a dúvida, portanto, se realmente existe algum funcionário da criadora do aplicativo por lá.

Todos os sites na web têm informação de registro, incluindo endereço, e-mail e, às vezes, telefone. O site “faceapp.com” está registrado para um endereço no Panamá de um serviço destinado a ocultar as informações verídicas nesse registro obrigatório.

Isso significa que é um endereço declaradamente “falso”, um “testa de ferro”. Esse é um serviço válido para pessoas físicas e pequenos negócios locais – assim como você talvez não queira constar no telefone 102 ou em listas telefônicas -, mas é um pouco suspeito para empresas que querem credibilidade na internet.

O terceiro endereço fica na Rússia, na cidade de São Petersburgo, e aparece nos “termos de uso” do serviço. O nome “Wireless Lab” também surge nesse documento, bem como na App Store, da Apple. Esse é o endereço informado para questões judiciais e, portanto, o que tem mais chances de ser o verdadeiro.

Porém, esse contrato de termos – assim como o “acordo de privacidade”, que explica quais informações o aplicativo coleta e como elas são utilizadas – não foram escritos especificamente para o FaceApp. Praticamente todos os trechos são cópia de outros contratos existentes na internet.

Ou seja, os criadores do aplicativo podem ter adaptado uma “receita” ou usado algum “gerador de contrato”. A veracidade de um texto assim é bastante questionável, mas também pode ser uma medida para uma pequena empresa cortar custos.

Embora esses pontos sejam suspeitos, nada disso teve o intuito de enganar os usuários, mas sim de proteger a empresa. Ao menos, é que tudo indica.

O smartphone é hoje nosso santuário digital: tem nossas fotos, e-mails, senhas, até o token do acesso ao banco. No mesmo aparelho, instalamos jogos e brincadeiras, como o FaceApp. Essa mistura é perigosa, porque essas atividades têm um apelo muito forte e são um dos atrativos preferidos dos golpistas, porque a diversão e o humor sempre nos convidam a baixar a guarda.

É graças à ação do Google e da Apple, que filtram os aplicativos presentes em suas lojas (a Play Store e a App Store, respectivamente), que podemos instalar esses aplicativos com alguma garantia de segurança. Mas a chance de algo ruim passar por esses filtros sempre existe (como o Google, em especial, tem demonstrado centenas de vezes só em 2019).

Felizmente, ao menos, o pior foi evitado. Ao que tudo indica, trata-se apenas de uma empresa na Rússia desenvolvendo um aplicativo que por acaso virou febre e fez muita gente se divertir coletando mais ou menos as mesmas informações que todos os outros aplicativos patrocinados por publicidade. Na Play Store, o FaceApp foi inclusive reconhecido com a marca de “escolha do editor”.

Isto dito, não é possível saber o que essa empresa vai fazer com as fotos e dados obtidos do Facebook de quem realizou a vinculação com o perfil depois que a moda passar – e, por isso, a recomendação é desvincular o perfil após o uso. Isso pode ser feito na área de Aplicativos e sites do Facebook.

Ainda que o risco seja baixo, uma coisa eu garanto: se minha foto envelhecida aparecer por aí, quem passou ela no filtro do aplicativo não fui eu.

Foto: Reprodução

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Cadela abandonada entra em farmácia e mostra pata ferida para pedir ajuda

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[ANDA] Uma cadela abandonada entrou em uma farmácia em Istambul, na Turquia, e mostrou uma de suas patas, que estava ferida, para pedir ajuda.

O animal foi recebido no local pela farmacêutica Banu Cengiz. Quando notou a presença da cadela, Banu buscou ração para oferecer para ela. A cadela, no entanto, estendeu sua pata para mostrar o ferimento.

Ao perceber o que estava acontecendo, a farmacêutica cuidou do machucado. “Quando terminei, ela se deitou como se quisesse me agradecer”, afirmou ao portal The Dodo.

Banu adora animais e é tutora de um cachorro adotado. Ela, no entanto, disse não ter condições de ficar com mais um animal, mas reforçou que os ajuda como pode: alimentando-os e buscando lares para eles.

Confira o vídeo:

Foto: Reprodução / Instagram

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