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Como cadastrar a CNH Digital direto pelo celular

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[Techtudo] A Carteira Nacional de Habilitação Digital (CNH Digital) pode ser emitida pelo celular, sem a necessidade de comparecer a um posto do Detranou do uso de um certificado digital. Para obter o documento, é preciso que a carteira de motorista tenha sido emitida a partir de maio de 2017 e contenha um QR Code na parte interna. Após um breve cadastro de dados no Portal de Serviços do Denatran feito no próprio app, grátis para baixar em celulares Android e iPhone (iOS), será realizada a leitura do código e uma verificação biométrica facial para efetivar a emissão da versão digital.

O app foi desenvolvido pelo Ministério das Cidades, Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), e está disponível para download nas lojas oficiais de apps Google Play e App Store. A ação é útil, pois desburocratiza o processo e otimiza a emissão do documento digital. Os condutores de todo o país podem realizar o procedimento. Confira a seguir como cadastrar a CNH Digital pelo celular.

Aplicativo CNH Digital disponibiliza carteira de motorista oficial na tela do celular — Foto: Rodrigo Fernandes/TechTudo

Aplicativo CNH Digital disponibiliza carteira de motorista oficial na tela do celular — Foto: Rodrigo Fernandes/TechTudo

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Passo 1. Baixe o aplicativo CNH Digital pelo site do TechTudo. Na página inicial, digite seu CPF e toque em “Avançar”. Depois, preencha o formulário com dados pessoais, crie uma senha e selecione “Cadastrar”;

Faça o cadastro inicial de dados no aplicativo CNH Digital — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Faça o cadastro inicial de dados no aplicativo CNH Digital — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Passo 2. Para prosseguir, é preciso aceitar os Termos de Responsabilidade ao selecionar a opção “Aceito”. Um link para a ativação da conta será enviado para o e-mail cadastrado. Acesse o endereço eletrônico para finalizar o cadastro;

Confirme o cadastro da CNH Digital enviada por e-mail — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Confirme o cadastro da CNH Digital enviada por e-mail — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Passo 3. Após validar o cadastro no e-mail, volte ao aplicativo CNH Digital e digite seu CPF novamente. Em seguida, informe a senha que acabou de cadastrar. Finalize em “Entrar”;

Acesse o app CNH Digital — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Acesse o app CNH Digital — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Passo 4. Após entrar na conta, toque no ícone de “+”, no canto superior direito. Em seguida, escolha a opção “CNH Digital”;

Adicione uma nova Carteira de Habilitação ao app CNH Digital — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Adicione uma nova Carteira de Habilitação ao app CNH Digital — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Passo 5. Selecione a opção “Validação pelo celular” para prosseguir sem precisar do certificado digital. Depois, confirme em “Validar utilizando o celular”;

Cadastre sua habilitação no celular sem precisar do certificado digital do Denatran — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Cadastre sua habilitação no celular sem precisar do certificado digital do Denatran — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Passo 6. Selecione “Conceder acesso” para autorizar o acesso do app à câmera. Escaneie o QR Code impresso na face interior da sua CNH — a leitura é automática;

App CNH Digital escaneia o QR Code impresso na habilitação para liberar versão no celular — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

App CNH Digital escaneia o QR Code impresso na habilitação para liberar versão no celular — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Passo 7. Na tela seguinte, vá em “Avançar” para realizar a biometria facial. Clique em “OK” para iniciar e siga os passos indicados na tela. O app solicitará que você feche o olho esquerdo, depois o direito e, por fim, dê um sorriso;

App CNH Digital faz biometria facial para confirmar autenticidade do documento — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

App CNH Digital faz biometria facial para confirmar autenticidade do documento — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Passo 8. Informe o número de seu telefone e vá em “Concluir”. Por fim, crie uma Chave de Acesso — senha com quatro dígitos que será solicitada nos próximos acessos ao documento. Digite o código duas vezes e selecione “Cadastrar chave”;

Finalie o cadastro da CNH Digital — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Finalie o cadastro da CNH Digital — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Passo 9. Você finalizou o cadastro. Para visualizar sua carteira de habilitação digital, selecione o item que acabou de cadastrar na tela inicial do app. Deslize o carrossel para o lado, para ver também o verso do documento e o QR Code cadastrado. Após reiniciar o aplicativo ou o aparelho, você precisará digitar apenas a Chave de Acesso que criou para ter acesso à sua habilitação.

Acesse uma habilitação cadastrada no aplicativo CNH Digital — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Acesse uma habilitação cadastrada no aplicativo CNH Digital — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Pronto. Aproveite a dica e acesse à CNH Digital diretamente do celular.

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Receita de ovo recheado com trufa de morango

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[MSN] O ovo recheado com trufa de morango é um ovo de Páscoa caseiro que todos vão amar! É uma delícia e supercremoso. Aprenda a preparar:

Tempo: 1h30 (+1h de geladeira)

Rendimento: 2

Dificuldade: médio

Ingredientes do Ovo recheado com trufa de morango

  • 700g de chocolate ao leite picado

Trufa

  • 300g de chocolate branco picado
  • 1 caixa de creme de leite (200g)
  • 1/2 colher (chá) de corante em gel vermelho
  • 1 colher (sopa) de essência de morango

Modo de preparo

Para a trufa, derreta o chocolate branco em banho-maria.

Misture o creme de leite, o corante e a essência, mexendo até ficar homogêneo. Reserve na geladeira por 30 minutos.

Derreta o chocolate ao leite em banho-maria até dissolver por completo.

Transfira para o banho-maria de gelo para fazer um choque térmico, mexendo com uma espátula até o chocolate esfriar.

Despeje uma camada de chocolate sobre 4 fôrmas para ovo de Páscoa de 500g com a ajuda de uma colher, espalhando para fazer uma camada uniforme.

Vire a fôrma sobre a tigela de chocolate derretido, batendo ligeiramente para escorrer o excesso.

Limpe o excesso de chocolate da borda com uma faca lisa. Leve à geladeira por 15 minutos ou até firmar.

Repita o processo fazendo outra camada de chocolate.

Leve à geladeira por mais 15 minutos e faça uma camada generosa com a trufa, preservando 1cm da borda.

Finalize, com uma camada com o restante do chocolate e leve à geladeira até firmar.

Desenforme o ovo com cuidado. Una 2 metades, formando um ovo, e embrulhe em papel laminado, papel celofane e decore com um laço.

Mantenha na geladeira até o momento de servir.

COLABORAÇÃO: Mariana Maluf Boszczowski/
Stela Handa/Colaboradora | Produção: Maria Olinda Cabral

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Como a genética tem parte na culpa dos seus desejos por doces

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[ Erica Sweeney /MSN] Quando era criança, minha irmã gostava de comer o sal que sobrava nos pacotes de salgadinhos. Ela ainda prefere salgados, assim como o filho dela, de 3 anos. Já eu sempre fui fã de doces, como nosso pai.

Diante dessas preferências diferentes por doces ou salgados na nossa família, uma pergunta curiosa se impõe: será que a genética influencia nossas preferências por certos alimentos? Um número cada vez maior de pesquisas sugere uma possível ligação.

Nanette Steinle, professora associado de medicina da Universidade de Maryland e chefe do setor de diabetes do Maryland Veterans Affairs Medical Center, estudou a relação entre a genética e a preferência por sabores.

“Existem receptores específicos que regulam o gosto salgado e o gosto doce”, diz ela. “Não existem estudos grandes e robustos investigando essa questão, mas os que estão disponíveis sugerem que possa haver um componente genético para as preferências por salgado, doce, amargo.”

Steinle foi co-autora de Genetics of Eating Behavior: Established and Emerging Concepts (a genética do comportamento alimentar: conceitos estabelecidos e emergentes), estudo de 2011 que examinou o papel da genética nos cinco sabores: doce, amargo, salgado, azedo e umami. O estudo identificou alguns genes que podem influenciar preferências por alimentos doces e umami, e outros associados a receptores de sabores amargos. Também existem proteínas que regular a absorção de sal e água no organismo e estão associadas à preferência por sal, diz ela.

Muitos pesquisadores acreditam que, além dos receptores, muitos outros fatores afetados pela genética – incluindo índice de massa corpora, metabolismo, o centro de recompensas do cérebro e os hormônios envolvidos nas sensações de fome e saciedade – podem influenciar os desejos por determinadas comidas. Mas os especialistas em saúde e nutrição alertam que preferências influenciadas por fatores genéticos não devem ser consideradas desculpas para uma alimentação de má qualidade.

Os marcadores genéticos associados a preferências por doces e salgados

Cientistas da 23andMe, uma empresa que vende testes de DNA para consumidores, identificaram 43 marcadores genéticos cujas variantes podem indicar preferências por comidas doces ou salgadas, diz Janie Shelton, cientista-sênior da área de coleta de dados da companhia. A 23andMe oferece um teste para que as pessoas saibam se sua genética pode ser associada a preferências por doces, salgados e outros tipos de comida.

“O fator genético que seria associado à preferência por doces está ligado aos genes associados com metabolismo e índice de massa corporal”, diz Shelton. A preferência por certos tipos de alimentos e como eles são metabolizados podem ser associados ao peso e a uma tendência à obesidade.

Em comparação, outras preferências alimentares, como certos sabores de sorvete, são associadas a genes do senso de olfato. Hábitos alimentares e traços de personalidade, como o mau humor que acompanha a fome, teriam relação com genes associados a doenças mentais e características de personalidade, afirma ela.

“Se você prefere doces, pode ter tendência a alimentos de maior densidade calórica, diz Shelton. “Em termos evolutivos, isso teria nos ajudado a sobreviver. Em relação ao sal, há um caminho metabólico completamente diferente, que tem a ver com o processamento do sal nos rins e a metabolização de diferentes minerais pelo organismo.

Diversos genes são associados à preferência por sal ou açúcar, e eles também afetam o metabolismo dos alimentos e a tendência à obesidade. Um deles é o “famoso gene FTO”, também conhecido como “o gene da obesidade”, diz Shelton. As pesquisas da 23andMe também revelaram que pessoas com certos genótipos têm maior propensão a preferir comidas salgadas ou doces.

Pessoas com uma certa variante do gene FGF21, associado à regulação de alimentos, tinham 20% mais probabilidade de preferir alimentos doces, segundo um estudo separado da Universidade de Copenhague publicado na revista Cell Metabolism.

Segundo dados da 23andMe, 24% das mulheres provavelmente preferem os doces aos salgados, em comparação com apenas 2,6% dos homens. A geografia também é uma variável: os moradores do estado do Oregon têm maior propensão a comer doces em comparação com outras áreas dos Estados Unidos, com base nos genes, e os habitantes do Maine e do Havaí têm queda pelos salgados. 

Mas, em termos genéticos, as preferências por doce ou salgado não são como “preto ou branco”, afirma Shelton.

“Estamos dizendo que as pessoas com essas variações genéticas podem ter maior propensão a preferir comidas salgadas”, diz ela. “Mas isso não quer dizer que elas não vão comer um pedaço de bolo. O número de mudanças no genoma que te colocaria de um lado ou do outro é bem pequeno. Criamos essas categorias com base nessas 43 variantes, então você pode estar no meio, onde 45% pessoas com uma genética similar à sua prefere doces e 55% prefere salgados. Se você estiver numa área tipo 90% contra 10%, talvez seja mais fácil prever sua preferência de acordo com a genética.”

Desejos de doces e salgados são associados?

A maneira como o organismo processa e responde a sal e açúcar pode afetar os desejos que sentimos, e James DiNicolantonio – pesquisador de saúde cardiovascular do Saint Luke’s Mid America Heart Institute, de Kansas City, e editor associado da Open Heart, do British Medical Journal – diz que provavelmente existe uma conexão entre desejos por salgados e doces.

A falta de sal pode causar hiperatividade no centro de recompensas do cérebro, aumentando os desejos por salgados e doces. Algumas pessoas podem ser geneticamente predispostas a sentir-se mais recompensadas pelo consumo de sal ou açúcar, diz DiNicolantonio, autor de The Salt Fix (a dose de sal, em tradução livre).

organismo precisa de sal, pois ele é composto de minerais essenciais que não são produzidos pelo nosso corpo. Mas o organismo é capaz de criar glucose – açúcar – com gordura e proteínas, então não precisamos de consumi-las de fontes externas. O açúcar refinado oferece uma recompensa ainda mais intensa, e pode ser mais viciante, aumentando o desejo por doces.

Rins saudáveis regulam o nível de sal na corrente sanguínea. Ainda assim, DiNicolantonio recomenda prestar atenção aos desejos de comer algo salgado, pois eles podem sinalizar uma deficiência de sal.

“Para a maioria das pessoas, um desejo por comida salgadas é muito similar à sede, que sinaliza a necessidade de água”, afirma ele. “O motivo pelo qual recomenda-se uma dieta com pouco sal é que, para algumas pessoas, ela pode baixar um pouco a pressão arterial, mas não consumir água em quantidades suficientes também pode baixar a pressão. Às vezes, quem tem deficiência de sais minerais, como atletas, bebem água demais, e alguns podem ficar hidratados demais, baixando a concentração de sódio no sangue.”

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças afirmam, entretanto, que a maioria dos americanos “consome mais sódio do que deveria –mais de 3 400 mg por dia, em média”. Para a maioria dos adultos, a dose recomendada é de 2 300 mg por dia, o que equivale a uma colher de chá de sal. E menos de 10% das calorias deveriam vir de açúcares adicionados, segundo as diretrizes nutricionais do governo americano. A Associação Americana do Coração recomenda uma dieta baixa em sódio, idealmente 1.500 mg diários.

A genética não serve de desculpa para uma alimentação ruim

Quando se trata de desejos de comida, é difícil separar a influência da genética e do ambiente dos hábitos alimentares adquiridos ao longo da vida, diz Sonya Angelone, porta-voz da Academia de Nutrição e Dietética.

Mas ela concorda que existe um componente genético. Como Shelton, da 23andMe, ela afirma que o gene FTO tem um papel chave nos desejos, pois ele afeta os níveis dos hormônios grelina, que ajuda as pessoas a sentir fome, e leptina, responsável pela saciedade. Outros genes importantes na regulação do apetite podem interferir na sensação saciedade, afirma ela.

“Há muitos fatores envolvidos”, diz Angelone. “É difícil definir o que é fome, o que é desejo e o que é simplesmente um hábito ruim. Tem a ver com o centro de recompensas do cérebro e o que é disparado quando você come certos alimentos. É bem complexo.”

O desejo por certos sabores muitas vezes pode ser relacionado a hábitos. “Depois do jantar, por exemplo, quero um doce, ou um café. As pessoas acham que é psicológico, mas não é, necessariamente. Elas simplesmente se condicionaram a sentir desejo por um doce depois do jantar.”

Hábitos alimentares são complexos. Além da genética e do ambiente, falta de sono, deficiência de nutrientes, dieta de má qualidade, hipoglicemia, desidratação e estresse também podem contribuir para os desejos, diz Angelone. Raramente um único fator é responsável. As pessoas têm de entender o que provocar os desejos de certas comidas e como lidar com eles. E, é claro, não há problema nenhum em ceder às vontades de vez em quando.

“A ideia da alimentação perfeita, nem sei do que estão falando”, diz Angelone. “Isso quer dizer que não podemos comer doces nunca? Claro que podemos. Mas o que digo para as pessoas é usar o verbo ‘administrar’. Administre seus desejos.”

A genética pode significar predisposição a desejos por salgados ou doces, mas mudanças no estilo de vida ajudam a mantê-los sob controle.

“Você pode botar a culpa na genética, mas podemos dizer: ‘Será que isso é saudável?’ e então modificar esses comportamentos”, afirma Steinle. “Somos inteligentes. Se você ama batata frita, pode mudar seus hábitos alimentares. É simplesmente questão de querer.”

*Este texto foi originalmente publicado no HuffPost US e traduzido do inglês.

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Professora de Itanhém procura por documentos perdidos

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Uma professora que mora na cidade de Itanhém sumiu uma bolsa contendo todos os seus documentos pessoais. Ludgéria Alves Gomes Pereira registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil de Itanhém nesta sexta-feira (1), mas não sabe precisar se o desaparecimento da bolsa ocorreu em Itanhém ou em Teixeira de Freitas.

A bolsa é pequena, de alça e da cor bege. Contatos podem ser feitos no WhattsApp (73) 9 9840-6101

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