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Como deixar a casa livre de mofo e bactérias no verão

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em

[M de Mulher]

O verão é uma época em que, se não tomarmos cuidado, as paredes da casa, as toalhas de banho e até as roupas dentro dos armários começam a mofar. A combinação de chuva, tempo abafado e casa fechada por muitas horas do dia é perfeita (no mau sentido) para levar bolor, fungos e bactérias para todos os cantos.

A boa notícia: é perfeitamente possível evitar e também se livrar do mofo já instalado e desses micro-organismos que ninguém convidou. Vamos a oito dicas que podem salvar sua casa!

Ventile a casa

É o pontapé inicial para evitar que as paredes e os armários mofem. “Durante o verão, o percentual de umidade do ar fica entre 60% e 70%, o que favorece o aumento de ácaros. Eles podem causar asma, rinite e muitos outros problemas respiratórios”, explica o biomédico e microbiologista Roberto Figueiredo, mais conhecido como Dr. Bactéria.

Sempre dê preferência para abrir as janelas para a ventilação da manhã, quando o ar é mais puro (ou menos poluído) e os mosquitos não estão por aí doidinhos para entrar.

Limpe colchões, tapetes, sofás e armários uma vez por semana

Isso você faz com uma receitinha caseira e uma boa esponja. Dilua meio copo de vinagre 6% ácido acético (isso está escrito no rótulo) na mesma medida de água e aplique a solução sobre as superfícies dos objetos. O melhor tipo de esponja é aquela de cozinha, amarela de um lado e verde do outro, principalmente se ela tiver íons de prata na composição (também está escrito na embalagem quando tem). Use o lado amarelo para a aplicação.

Faça o mesmo nas faces internas dos armários dos quartos e da cozinha, mas com eles tenha o cuidado de testar a solução em um cantinho, para verificar se ela não os manchará. Caso manche, faça a limpeza com produtos específicos para o material dos seus móveis.

Higienize banheiros e cozinha uma vez por dia

Nestes casos, use o vinagre puro na limpeza. Distribua o líquido na parte verde da esponja e mande ver nos azulejos e nas pias. ATENÇÃO: se alguma cuba for de inox ou outro tipo de metal, use o lado amarelo da esponja nela.

ATENÇÃO 2: Roberto recomenda que o vinagre não seja usado em bancadas de mármore, granito e pedras em geral, porque ele pode causar desgaste ou manchas nesses materiais. Nestes casos, você também precisará usar produtos de limpeza específicos.

Livre-se do mofo existente com água sanitária

Casos extremos pedem medidas extremas. Se o mofo já estiver instalado em alguma parede ou parte interna de armário, aplique água sanitária na superfície embolorada.

Paula Roberta da Silva, especialista em limpeza e facilidades da Dona Resolve, ensina: “Dilua 100 ml de água sanitária em um litro d’água e aplique a mistura no local atingido pelo mofo. Deixe agir por 30 minutos, para facilitar a retirada da mancha”.

O microbiologista Dr. Bactéria sugere que, em seguida, você use o lado verde da sua esponja para raspar com cuidado o local até ele voltar ao seu estado normal.

Para evitar o retorno do bolor, limpe diariamente esse local com água sanitária diluída em água. Mas, para a manutenção, basta passar esse líquido com o lado amarelo da esponja na superfície recuperada, sem esfregar nem nada.

Troque a esponja da cozinha a cada sete dias

Sim, esta é a vida útil da sua esponja de cozinha antes de ela começar a espalhar bactérias, fungos e micro-organismos mil pela casa. A cada semana, sua esponja deve ser jogada fora e substituída por uma novinha.

Desinfete sua esponja de cozinha diariamente

Todos os dias, deixe sua esponja mergulhada no vinagre por uns 15 minutos, para desinfetá-la e impedir que as bactérias e os micro-organismos comecem a organizar colônias nela. Se a esponja for dessas com íons de prata que falamos ali em cima, não precisa fazer isso, não: o próprio material se encarrega de matar o que for indesejado.

Tire o cheiro de mofo das toalhas de banho

Muitas vezes, nem a lavagem na máquina tira o cheiro de mofo – aquele cheiro de “guardado” – das toalhas de banho. É preciso, então, fazer uma lavagem especial, como Paula Roberta orienta:

– Lave três toalhas grandes (ou o equivalente a isso) por vez, no máximo;

– Coloque as toalhas na máquina de lavar roupa com o sabão de costume e espere o nível da água ser completado;

– Quando a máquina chegar ao nível de água, acrescente uma xícara (240 ml) de vinagre de álcool e deixe tudo de molho por 30 minutos – para isso, você precisará desligar a máquina ou abrir a tampa dela, para que ela não funcione;

– Passada a meia hora de molho, coloque a máquina para funcionar normalmente. Depois do enxague, espere a máquina encher de novo, adicione o amaciante e mais uma xícara de vinagre de álcool. Deixe o restante da lavagem rolar;

– Assim que terminar a centrifugação – mas assim que terminar MESMO –, tire as toalhas e as estenda em um local onde bata sol.

Tudo isso fará com que o cheiro de mofo saia das toalhas e elas fiquem bem higienizadas. As manchas, infelizmente, não saem mais. Mas o importante é elas estarem limpinhas e boas para o uso, né?

Não deixe as toalhas úmidas no banheiro

É muito mais fácil deixar as toalhas úmidas penduradas no banheiro, seja em ganchos ou no box, mas esta é a forma mais eficaz de mofá-las. Então, faça um pequeno esforço todos os dias e, depois do banho, estenda suas toalhas na área de serviço ou em algum lugar arejado da casa. Isso evitará o mofo e o mau cheiro.

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Algumas formigas têm enfermeiras para as guerreiras feridas

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[AFP]

As formigas africanas matabele socorrem as companheiras feridas nas operações de caça e cuidam delas até que recuperem totalmente a saúde – aponta um estudo publicado na última quarta-feira (14), que mostrou aspectos “assombrosos” do comportamento animal.

Depois de evacuar as feridas dos campos de batalha e levá-las para o ninho, as formigas atuam como equipes médicas, reunindo-se em torno dos pacientes para lamber seus ferimentos de forma “intensa”, relata um estudo publicado na revista “Proceedings of the Royal Society B”.

Esse comportamento reduz de 80% para 10% a mortalidade das formigas-soldado feridas, observam os pesquisadores.

“Isso não se faz por meio do autocuidado, que é algo conhecido por muitos animais, mas mediante um tratamento feito por outros, que, lambendo intensamente a ferida, tornam impossível impedir que haja uma infecção”, explicou o coautor do estudo Erik Frank.

Ele contribuiu para esta pesquisa quando estava na Universidade de Wurztburgo (Julius- Maximilians-Universität, JMU, em alemão), na Alemanha, e continuou seu trabalho na Universidade de Lausanne, na Suíça.

Uma das maiores espécies que existem, essas formigas são guerreiras ferozes e atacam inclusive humanos com sua mordida.

Esses insetos, que levam o nome da aguerrida tribo da África meridional, caçam cupins, que são animais maiores do que elas, atacando os lugares onde se alimentam em colunas de entre 200 a 600 indivíduos.

Este método leva à baixa de muitas formigas, que, com frequência, perdem suas extremidades pelas mordidas dos cupins.

“Depois da batalha, as formigas feridas pedem ajuda com feromônios”, um sinal químico produzido por uma glândula, explicou Frank.

As “socorristas” usam suas desenvolvidas mandíbulas para recolher as feridas e arrastá-las para o ninho para serem tratadas.

Ainda mais impressionante é que as guerreiras que estão gravemente feridas – por exemplo, insetos que perderam cinco, ou seis, pernas – fazem um sinal para os membros da equipe de resgate para que não percam tempo com elas.

Essa descoberta gera vários questionamentos, disse a Universidade de Wurtzburgo em um comunicado, no qual considerou essas revelações como “assombrosas”.

“Como as formigas sabem exatamente onde tem uma companheira ferida? Como sabem quando deixar de atender as feridas? O tratamento é meramente preventivo, ou é algo terapêutico, depois que a infecção se instalou?”, questionou a instituição.

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Pai separado terá de pagar parto da ex-companheira, decide tribunal

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[Marcella Fernandes/HuffPost Brasil]

Pai terá de pagar 70% das despesas do parto à ex-companheira, que optou por uma clínica particular em vez do serviço do plano de saúde. A decisão é da 1ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC).

O tribunal manteve sentença e confirmou que ele deverá repassar 15% de seus rendimentos líquidos para a criança, “a título de alimentos gravídicos e agora convertidos em pensão alimentícia”.

No recuso apresenado ao TJ-SC, o homem reclamou que a ex-companheira descartou os serviços oferecidos pelo plano de saúde, que cobriam tanto o parto quanto os honorários médios.

A mulher, por sua vez, alegou que não abriria mão de fazer o procedimento com um obstetra de confiança, a menos que houvesse um motivo justo. O parto custou R$ 4 mil.

No entendimento da Justiça, a opção da mãe de usar uma serviço particular em vez do oferecido pelo plano não tira a responsabilidade do ex-companheiro de contribuir com as despesas. Para os magistrados, permanece o dever de custear parte das despesas ‘na proporção de suas possibilidades”.

O processo tramitou em segredo de justiça. O relator do processo foi o desembargador André Carvalho e a decisão do TJ-SC foi unânime.

Parto normal no plano de saúde

Os planos de saúde costumam cobrar carência para cobrir os custos do parto. Quando a mulher entra no plano grávida, por exemplo, é provável que a operadora não cubra o procedimento.

Há empresas que não cobrem algumas etapas, como o teste do pezinho ampliado e o teste da orelhinha. Há hospitais que cobram ainda, por exemplo, pela roupa esterelizada que o acompanhante usa.

Algumas mulheres relatam também dificuldade em encontrar médicos que façam o parto pelo convênio. Em novembro de 2015, o Ministério Público Federal (MPF), propôs uma ação civil pública em que afirmava que a maioria dos médicos dos planos de saúde não faz o parto normal “por tratar-se de procedimento bem mais demorado, que ocorre em dia e hora incertos, trazendo inúmeros inconvenientes aos obstetras que recebem a mesma remuneração seja para realização de um parto normal ou de um parto cesáreo”.

Nos planos de saúde, o índice de cesária chega a 84,6% dos partosde acordo com ANS(Agência Nacional de Saúde Suplementar). Em todo o país, o índice é de 55,6%, segundo dados de 2012. A recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) é de 15%.

A cesárea só deve ser feita em casos necessários. O procedimento aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe, de acordo com a ANS.

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11 atitudes e pensamentos para afastar a depressão pós-feriado

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[Jetss]

Folgas e feriados são datas muito esperadas, mas quando esses dias maravilhosos chegam ao fim, a depressão pós-feriado aparece com tudo. É aquela tristeza e melancolia, uma angústia que não passa e aquela ansiedade só em pensar que no dia seguinte a rotina voltará ao normal.

Existem estudos e pesquisas que classificam a depressão pós-feriado como algo real e sério, que se for prorrogada por muito tempo, é necessária a busca por ajuda médica.

Pensando nisso e para acabar com essa tristeza, preparamos uma seleção com 11 atitudes e pensamentos positivos que podemos ter para sobreviver à depressão pós-feriado.

4 – FAÇA UMA PLAYLIST NOVA, COM MÚSICAS ANIMADAS, PARA OUVIR NO TRAJETO PARA O TRABALHO OU PARA A FACULDADE.

 

 

 

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