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Duas mulheres do PTB não tiveram nem o próprio voto e isso pode cassar a eleição de Gutemberg

Edelvânio Pinheiro

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O Procurador Geral da República, Augusto Aras, defendeu a cassação de toda a chapa de um partido que tenha lançado candidatas laranjas numa eleição para o Legislativo.

Significa que, se o partido lançar candidatas mulheres apenas para cumprir a cota de 30%, sem apoiá-las efetivamente na campanha, todos os candidatos que forem eleitos naquela disputa poderiam perder os mandatos.

Em Itanhém Silma Santos do PT, Ricardo Correia do PROS, Raimunda Professora e Genilza do Hospital, ambas do PTB, não tiveram nem o próprio voto, isto é, zeraram a votação.

O PT não elegeu nenhum vereador, aliás teve uma péssima votação nas eleições municipais. Pior que o PT foi o PROS, o partido do atual vice-prefeito André Lisboa e também do médico e ex-prefeito Oséas Moreira e dos vereadores Audrey Correia e Ronaldo Correia.

Já o PTB elegeu Gutemberg, o Guê, que por sinal teve uma excelente votação, 579 votos.

Se se tratar de candidaturas laranja toda a chapa do PTB será cassada, como propõe a Augusto Aras. Assim, a Câmara de Itanhém pode ter outra composição, sem Gutemberg, claro.

O que pode acontecer com as composições envolvendo os outros partidos das demais mulheres que zeraram a votação é imprevisível.