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Em conversa franca no último dia de mandato prefeito Bentivi diz que sai de consciência tranquila

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Edelvânio Pinheiro/Água Preta News

No último dia de seu mandato o prefeito de Itanhém, Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi (PSB), falou com exclusividade ao portal de notícias Água Preta News. Na entrevista o gestor foi abordado sobre assuntos que marcaram os seus oito anos à frente do Executivo. Veja:

A eleição para diretores de escolas foi um ato de coragem

“A eleição para diretores de escolas foi um avanço, um ato de coragem de minhas gestões porque democratizamos a escolha de diretores, permitindo que a comunidade escolar escolhesse quem deveria ser o gestor em determinada escola. Desta forma, reconhecemos a capacidade, o valor da comunidade escolar, afinal, sendo escolhido o diretor será de confiança da comunidade escolar e do prefeito também. A prova é que nós não tivemos problema com nenhum diretor que foi eleito e sempre reconhecemos o valor dos profissionais da educação. Acho que a nossa ideia foi extraordinária e espero que a democracia continue imperando também na educação”.

É através do acesso ao prefeito que se ouve reclamações, sugestões e elogios

“Entrei na política como vereador graças ao trabalho anterior realizado através de entidades e, quando me tornei vereador, sempre tive uma boa relação com a população. Se tornar prefeito para mim foi uma complementação dessa caminhada iniciada anteriormente. Portanto, não teria como ser prefeito e, ao mesmo tempo, não permitir o acesso da população. Sou filho de Itanhém, estudei em Itanhém, meu primeiro emprego no Banco do Brasil foi em Itanhém e tudo isso criou uma boa relação entre mim e a população. Então, quando você se torna prefeito nessa circunstância não tem como você não permitir que a população não tenha acesso a você. Por outro lado, é através desse acesso que se ouve reclamações, sugestões e elogios e tudo isso ajuda a gente a administrar. Fico feliz por ter permitido que a população tivesse tido acesso às minhas administrações. Tínhamos até um dia para atender a população no gabinete. Portanto, encerro meus mandatos feliz por ter incentivado essa relação”.

Obras inacabadas é tudo que um prefeito não quer

“Busquei incessantemente por obras, mesmo que soubesse em que determinado momento essas obras não seriam realizadas na velocidade desejada. A questão de obras inacabadas é tudo que um prefeito não quer. Na verdade, o que a gente busca é lutar pela obra só que, quando ela chega, há muitas questões burocráticas a serem cumpridas. Busquei as obras e foram muitas. Há quem falava que não era interessante buscar obras porque sabia da complicação na execução delas. Mas, mesmo assim, preferi buscar. Muitas obras foram concluídas e outras não, mas todas o dinheiro está em conta. Na obra pública requer primeiro execução de serviços para o pagamento, podemos citar o exemplo da Praça da Liberdade, que é um sonho de toda população de Itanhém. Corri atrás para que fosse realizada, está em execução e o dinheiro está em conta, faltando ainda dinheiro a ser liberado. Então é uma obra que será concluída e será gratificante para toda a população. Temos ainda o frigorifico, a creche, ginásios de esporte, que não foram concluídos. A paralisação dessas obras não se deve à ineficiência do município mas, infelizmente, pela burocracia que é muito grande. Mas torço muito que essas obras sejam concluídas”.

O asfalto de Batinga é um sonho de todos nós

“O asfalto da estrada de Batinga é um sonho não apenas de Bentivi, mas de todos nós que nascemos e gostamos do município de Itanhém, até mesmo porque crescemos ouvindo falar desse asfalto para Minas Gerais. Quando tive a oportunidade de ser prefeito, incorporei essa ideia em minha mente e corri atrás. A gente entende que para o desenvolvimento da economia de Itanhém essa estrada é fundamental. No meu mandato o governo contratou empresa para elaboração de projeto de engenharia para execução da obra, que por sinal está pronto, e isso é um passo muito importante para a execução da obra. Fiz um movimento no sentido de buscar essa obra onde quer que o governador estivesse na região e busquei a adesão de prefeitos e deputados. Por isso entendo que demos um passo importante. Falava se que já existia um projeto para a construção desse asfalto mas, na verdade, esse projeto foi feito em nosso mandato. E vou continuar, pois, mesmo não sendo prefeito, tenho amigos no governo. O asfalto de Batinga é um sonho que não se encerrou, é um sonho que nós queremos ver realizado para o bem do município de Itanhém. Vamos continuar lutando e, quem sabe, a próxima prefeita, terá a felicidade de concluir essa obra. A gente torce por isso”.

A Casa da Cultura hoje guarda a nossa história

“Itanhém é um berço cultural esplêndido. Quando participei de reuniões em outras localidades, seja como prefeito seja como representante do Banco do Brasil ou outra entidade, observei que Itanhém era reconhecido até nacionalmente. A cultura em Itanhém é efervescente e foi por isso que construímos um espaço próprio para que a cultura pudesse se organizar e se manifestar. A Casa da Cultura foi nossa luta desde o primeiro momento. Transformamos um clube social que estava abandonado num espaço onde efetivamente podemos hoje guardar a nossa história. Tenho a felicidade de dizer que, enquanto prefeito de Itanhém, viabilizei a Casa da Cultura do nosso município, não apenas o espaço físico, como também as atividades para que a cultura pudesse se manifestar”.

Janela Cultural e a FITA é algo extraordinário

“Além da Casa da Cultura criamos a Janela Cultural e a FITA (Festa de Integração de Itanheenses Ausentes e Amigos), que para mim é algo extraordinário; é a mais importante festa realizada em minhas gestões. Trouxemos de volta o orgulho do povo, reunimos diversos itanheenses espalhados pelo Brasil e pelo mundo nessas festividades. Então, ter a Casa da Cultura, a Janela Cultural e a FITA foi assegurar e fortalecer a cultura do nosso município. E eu acho que tudo isso continuará existindo porque é o que a nossa população deseja, é o que os nossos artistas almejam, porque é uma festa de expressão para todos”.

Sede e distritos havia lugares sem nenhuma obra

“Quando tive a felicidade de ser eleito prefeito de Itanhém eu sempre busquei realizar o sonho da população. Tanto na sede quanto nos distritos havia lugares sem nenhuma obra, uma obra que marcasse aquela localidade. Foi calçada a primeira rua em Curvelo da Conceição e Vila Rezende e sempre houve a ideia de levar uma praça para cada localidade. Construímos praça em Salomão, em Ibirajá, Vila Rezende e Santa Rita do Planalto. Além disso, foi construído campos de futebol e melhorado os que já existiam, como em Batinga, Ibirajá, Vila Rezende e Vila São José. Quando priorizei obras pra sede. também visualizei realizar obras em todas as localidades. Casas populares, por exemplo, foram distribuídas para todas as vilas e distritos, além de calçamentos e praças porque a população precisa da presença de obras em todos os locais. Por isso tenho a felicidade de dizer que em cada vila e distrito e na sede foram feitas obras importantes nas minhas gestões, em parceria com os governos estadual e federal”.

A receita para conquistar obras é ter uma boa relação com os governos

“Tudo o que um prefeito deseja é ver realizada as obras. Mas a atividade econômica em Itanhém é muito concentrada na pecuária e isso não gera receita própria para o município. A receita própria do município é insuficiente para qualquer atividade de realização de obras. Portanto, a gente depende de recursos estadual e federal. Por isso procurei criar uma relação muito boa com o governo do estado, com deputados que estiveram aqui buscando votos, além da nossa boa relação com o governo federal. Tudo isso viabilizou buscar recursos para realizar os projetos que criamos para Itanhém. Foi graças a essa relação com os governos estadual e federal que conseguimos muitas obras, por sinal, obras importantíssimas na área de saúde, como quatro PSFs, agência do INSS, a Casa da Cultura, melhorias de estradas e construção de pontes, casas populares, calcamentos, entre outras. Eu confesso que a receita para conquistar obras para o município é ter uma boa relação com o governo do estado e com o governo federal

Que Deus possa iluminar Itanhém nos próximos anos

“Desejo à prefeita Zulma e ao vice-prefeito André sucesso nos próximos quatro anos e que eles realizem uma gestão que beneficie toda a população. Que Deus ilumine Itanhém nos próximos anos. Parabéns pelas eleições, votos de sucesso à prefeita Zulma, ao vice André e os vereadores. Bom trabalho frente ao município de Itanhém nos próximos anos”.

Um abraço no coração de todos

“Quero primeiramente agradecer a população de Itanhém pelo voto de confiança: por ter me elegido vereador e prefeito. Quero dizer que me esforcei para retribuir a confiança. Agradeço a todos os vereadores que trabalharam pelo município durante as minhas gestões, apoiando as boas ideias para que as obras acontecessem. Agradeço a minha família, aos secretários, diretores e todos os funcionários da prefeitura, pois o resultado da nossa gestão não se deve apenas ao trabalho do prefeito, mas ao trabalho da coletividade. Confesso que encerro meus mandatos com a consciência tranquila de que todo esforço foi feito para ajudar e contribuir com o desenvolvimento.  Um abraço no coração de todos e que a gente possa estar cada vez mais avançando com tranquilidade e de forma pacífica e solidária. Que Deus proporcione muita paz, saúde e sucessos a todos. Feliz ano novo e que 2017 seja de plenas realizações e abençoado por Deus”.

vilage-novo

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0 Comments

  1. Reginaldo pereira sousa

    2 de janeiro de 2017 at 14:41

    Eu desejo a zuLma pinheiro boa sorte e uma excelente Administraçao em 2017 .boa sorte .o meu abraço do seu amigo. Reginaldo BoRoRo. VuLgo Rege de itanhem ba. Resido hoge em ITabatam mucuri ba .com muita honra.aqui eu mim sinto honrado.

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Entretenimento

Como a genética tem parte na culpa dos seus desejos por doces

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[ Erica Sweeney /MSN] Quando era criança, minha irmã gostava de comer o sal que sobrava nos pacotes de salgadinhos. Ela ainda prefere salgados, assim como o filho dela, de 3 anos. Já eu sempre fui fã de doces, como nosso pai.

Diante dessas preferências diferentes por doces ou salgados na nossa família, uma pergunta curiosa se impõe: será que a genética influencia nossas preferências por certos alimentos? Um número cada vez maior de pesquisas sugere uma possível ligação.

Nanette Steinle, professora associado de medicina da Universidade de Maryland e chefe do setor de diabetes do Maryland Veterans Affairs Medical Center, estudou a relação entre a genética e a preferência por sabores.

“Existem receptores específicos que regulam o gosto salgado e o gosto doce”, diz ela. “Não existem estudos grandes e robustos investigando essa questão, mas os que estão disponíveis sugerem que possa haver um componente genético para as preferências por salgado, doce, amargo.”

Steinle foi co-autora de Genetics of Eating Behavior: Established and Emerging Concepts (a genética do comportamento alimentar: conceitos estabelecidos e emergentes), estudo de 2011 que examinou o papel da genética nos cinco sabores: doce, amargo, salgado, azedo e umami. O estudo identificou alguns genes que podem influenciar preferências por alimentos doces e umami, e outros associados a receptores de sabores amargos. Também existem proteínas que regular a absorção de sal e água no organismo e estão associadas à preferência por sal, diz ela.

Muitos pesquisadores acreditam que, além dos receptores, muitos outros fatores afetados pela genética – incluindo índice de massa corpora, metabolismo, o centro de recompensas do cérebro e os hormônios envolvidos nas sensações de fome e saciedade – podem influenciar os desejos por determinadas comidas. Mas os especialistas em saúde e nutrição alertam que preferências influenciadas por fatores genéticos não devem ser consideradas desculpas para uma alimentação de má qualidade.

Os marcadores genéticos associados a preferências por doces e salgados

Cientistas da 23andMe, uma empresa que vende testes de DNA para consumidores, identificaram 43 marcadores genéticos cujas variantes podem indicar preferências por comidas doces ou salgadas, diz Janie Shelton, cientista-sênior da área de coleta de dados da companhia. A 23andMe oferece um teste para que as pessoas saibam se sua genética pode ser associada a preferências por doces, salgados e outros tipos de comida.

“O fator genético que seria associado à preferência por doces está ligado aos genes associados com metabolismo e índice de massa corporal”, diz Shelton. A preferência por certos tipos de alimentos e como eles são metabolizados podem ser associados ao peso e a uma tendência à obesidade.

Em comparação, outras preferências alimentares, como certos sabores de sorvete, são associadas a genes do senso de olfato. Hábitos alimentares e traços de personalidade, como o mau humor que acompanha a fome, teriam relação com genes associados a doenças mentais e características de personalidade, afirma ela.

“Se você prefere doces, pode ter tendência a alimentos de maior densidade calórica, diz Shelton. “Em termos evolutivos, isso teria nos ajudado a sobreviver. Em relação ao sal, há um caminho metabólico completamente diferente, que tem a ver com o processamento do sal nos rins e a metabolização de diferentes minerais pelo organismo.

Diversos genes são associados à preferência por sal ou açúcar, e eles também afetam o metabolismo dos alimentos e a tendência à obesidade. Um deles é o “famoso gene FTO”, também conhecido como “o gene da obesidade”, diz Shelton. As pesquisas da 23andMe também revelaram que pessoas com certos genótipos têm maior propensão a preferir comidas salgadas ou doces.

Pessoas com uma certa variante do gene FGF21, associado à regulação de alimentos, tinham 20% mais probabilidade de preferir alimentos doces, segundo um estudo separado da Universidade de Copenhague publicado na revista Cell Metabolism.

Segundo dados da 23andMe, 24% das mulheres provavelmente preferem os doces aos salgados, em comparação com apenas 2,6% dos homens. A geografia também é uma variável: os moradores do estado do Oregon têm maior propensão a comer doces em comparação com outras áreas dos Estados Unidos, com base nos genes, e os habitantes do Maine e do Havaí têm queda pelos salgados. 

Mas, em termos genéticos, as preferências por doce ou salgado não são como “preto ou branco”, afirma Shelton.

“Estamos dizendo que as pessoas com essas variações genéticas podem ter maior propensão a preferir comidas salgadas”, diz ela. “Mas isso não quer dizer que elas não vão comer um pedaço de bolo. O número de mudanças no genoma que te colocaria de um lado ou do outro é bem pequeno. Criamos essas categorias com base nessas 43 variantes, então você pode estar no meio, onde 45% pessoas com uma genética similar à sua prefere doces e 55% prefere salgados. Se você estiver numa área tipo 90% contra 10%, talvez seja mais fácil prever sua preferência de acordo com a genética.”

Desejos de doces e salgados são associados?

A maneira como o organismo processa e responde a sal e açúcar pode afetar os desejos que sentimos, e James DiNicolantonio – pesquisador de saúde cardiovascular do Saint Luke’s Mid America Heart Institute, de Kansas City, e editor associado da Open Heart, do British Medical Journal – diz que provavelmente existe uma conexão entre desejos por salgados e doces.

A falta de sal pode causar hiperatividade no centro de recompensas do cérebro, aumentando os desejos por salgados e doces. Algumas pessoas podem ser geneticamente predispostas a sentir-se mais recompensadas pelo consumo de sal ou açúcar, diz DiNicolantonio, autor de The Salt Fix (a dose de sal, em tradução livre).

organismo precisa de sal, pois ele é composto de minerais essenciais que não são produzidos pelo nosso corpo. Mas o organismo é capaz de criar glucose – açúcar – com gordura e proteínas, então não precisamos de consumi-las de fontes externas. O açúcar refinado oferece uma recompensa ainda mais intensa, e pode ser mais viciante, aumentando o desejo por doces.

Rins saudáveis regulam o nível de sal na corrente sanguínea. Ainda assim, DiNicolantonio recomenda prestar atenção aos desejos de comer algo salgado, pois eles podem sinalizar uma deficiência de sal.

“Para a maioria das pessoas, um desejo por comida salgadas é muito similar à sede, que sinaliza a necessidade de água”, afirma ele. “O motivo pelo qual recomenda-se uma dieta com pouco sal é que, para algumas pessoas, ela pode baixar um pouco a pressão arterial, mas não consumir água em quantidades suficientes também pode baixar a pressão. Às vezes, quem tem deficiência de sais minerais, como atletas, bebem água demais, e alguns podem ficar hidratados demais, baixando a concentração de sódio no sangue.”

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças afirmam, entretanto, que a maioria dos americanos “consome mais sódio do que deveria –mais de 3 400 mg por dia, em média”. Para a maioria dos adultos, a dose recomendada é de 2 300 mg por dia, o que equivale a uma colher de chá de sal. E menos de 10% das calorias deveriam vir de açúcares adicionados, segundo as diretrizes nutricionais do governo americano. A Associação Americana do Coração recomenda uma dieta baixa em sódio, idealmente 1.500 mg diários.

A genética não serve de desculpa para uma alimentação ruim

Quando se trata de desejos de comida, é difícil separar a influência da genética e do ambiente dos hábitos alimentares adquiridos ao longo da vida, diz Sonya Angelone, porta-voz da Academia de Nutrição e Dietética.

Mas ela concorda que existe um componente genético. Como Shelton, da 23andMe, ela afirma que o gene FTO tem um papel chave nos desejos, pois ele afeta os níveis dos hormônios grelina, que ajuda as pessoas a sentir fome, e leptina, responsável pela saciedade. Outros genes importantes na regulação do apetite podem interferir na sensação saciedade, afirma ela.

“Há muitos fatores envolvidos”, diz Angelone. “É difícil definir o que é fome, o que é desejo e o que é simplesmente um hábito ruim. Tem a ver com o centro de recompensas do cérebro e o que é disparado quando você come certos alimentos. É bem complexo.”

O desejo por certos sabores muitas vezes pode ser relacionado a hábitos. “Depois do jantar, por exemplo, quero um doce, ou um café. As pessoas acham que é psicológico, mas não é, necessariamente. Elas simplesmente se condicionaram a sentir desejo por um doce depois do jantar.”

Hábitos alimentares são complexos. Além da genética e do ambiente, falta de sono, deficiência de nutrientes, dieta de má qualidade, hipoglicemia, desidratação e estresse também podem contribuir para os desejos, diz Angelone. Raramente um único fator é responsável. As pessoas têm de entender o que provocar os desejos de certas comidas e como lidar com eles. E, é claro, não há problema nenhum em ceder às vontades de vez em quando.

“A ideia da alimentação perfeita, nem sei do que estão falando”, diz Angelone. “Isso quer dizer que não podemos comer doces nunca? Claro que podemos. Mas o que digo para as pessoas é usar o verbo ‘administrar’. Administre seus desejos.”

A genética pode significar predisposição a desejos por salgados ou doces, mas mudanças no estilo de vida ajudam a mantê-los sob controle.

“Você pode botar a culpa na genética, mas podemos dizer: ‘Será que isso é saudável?’ e então modificar esses comportamentos”, afirma Steinle. “Somos inteligentes. Se você ama batata frita, pode mudar seus hábitos alimentares. É simplesmente questão de querer.”

*Este texto foi originalmente publicado no HuffPost US e traduzido do inglês.

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Aposentado que está desaparecido em Itanhém foi visto à pé na estrada que dá acesso à Vila Mutum na segunda-feira

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Três pessoas que foram entrevistadas pelo Água Preta News na noite deste sábado (23) confirmaram que viram na segunda-feira (18) o aposentado Gervásio Monteiro de Sousa, de 70 anos, andando pela estrada que liga a cidade de Itanhém à Vila Mutum, município de Medeiros Neto. Gervásio é morador do distrito de Batinga, município de Itanhém, e está desaparecido desde a manhã do último dia 18, quando havia acabado de receber alta médica do Hospital Maria Moreira Lisboa, onde ficou internado por 72 horas, em razão de complicações de diabetes e pressão alta.

José Medina de Araújo estava em um caminhão, em companhia de um colega de trabalho , voltando de uma fazenda, para onde haviam levado um animal. Nas proximidades do local conhecido como Lixão avistou um idoso que eles afirmaram tratar-se do homem que está desaparecido.

“Eu vinha em um caminhãozinho que a gente tinha ido levar uma égua, eu vi ele naquele meio do grafite [onde é o Lixão], pra lá de Neco, na laranjeira; até falei pra meu colega que aquele senhor não estava passando bem não”, contou José. “Se eu soubesse eu tinha parado e trazia ele de volta”.

O Água Preta News localizou o colega de José Medina, que é Edivaldo José dos Santos. Ele confirmou que viu Gervásio passando pela estrada que dá acesso à Vila Mutum.

“Nós passamos por ele no Lixão, a gente vinha pra cá [Itanhém]”, confirmou Edivaldo. “Eu até falei pra Zé [José Medina] assim, ‘um senhor dessa idade andando uma hora dessa aí’, se não fosse 11 horas estava perto”, assegurou.

Dilmar Medina de Araújo, que coincidentemente é irmão de José Medina também viu o aposentado no mesmo local e no mesmo horário. Ele trabalha no Lixão, recolhendo material para reciclagem.

“Deu a hora do almoço, eu estava de moto, na vinda de lá pra cá encontrei um senhorzinho na estrada. Ele estava de sandália e com um bonezinho na cabeça. Passa muita gente na estrada, eu não sabia de nada e quando fui chegando em Manoel Batista, já topei um pessoal na estrada me perguntando se eu tinha visto  o seu Gervácio , dizendo que ele era irmão de [Odi] Pezão. Eu disso que topei um senhorzinho indo pra lá pro Rezena, sentido ao grafite [Lixão] e que ele estava andando como que se estivesse cansado”, concluiu.

Dois dos três entrevistados disseram que neste domingo vão fazer rondas pelas fazendas daquela região para tentar encontrar o aposentado.

COLABORARAM: Eliete Pinheiro e Marcos Matos

José e Edivaldo, além de Dilmar viram o aposentado à pé na estrada que dá acesso à Vila Mutum.

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Notívagos, crianças e idosos são os que mais sentem o fim do horário de verão

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O horário de verão terminou. Os relógios foram atrasados em uma hora em todos os Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, o objetivo principal do horário de verão é aproveitar melhor a luz solar durante esse período, sobretudo nos horários de pico, além de conscientizar as pessoas sobre o uso da energia.

As crianças, os idosos e os notívagos – aqueles que tem hábitos noturno – são os que mais sentem as consequências da mudança do horário de verão. Sonolência durante o dia, cansaço, irritabilidade, alterações de apetite e um humor deprimido são alguns efeitos no organismo em decorrência da perda de uma hora de sono.

[Folha de São Paulo]

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