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Entenda porque a prefeita de Itanhém mentiu quando disse que a receita do município caiu 40%

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[Edelvânio Pinheiro]

A prefeita de Itanhém, Zulma Pinheiro (PMDB) e o irmão dela, Álvaro Pinheiro, que é o secretário da Educação, nesses 10 meses de administração têm se valido de dois argumentos para justificar suas incompetências administrativas.

O município beira ao caos: a merenda escolar da rede municipal de ensino caiu a qualidade de forma assustadora; professores já ameaçam fazer greve; projetos sociais importantes como AABB Comunidade, que atendia centenas de crianças em situação de risco e a Escola Família Agrícola, com quatro décadas de existência foram fechados; as estradas e pontes não estão recebendo o devido cuidado por parte da secretaria da Infraestrutura, que tem à frente o fazendeiro Newton Pinheiro, que também é irmão da prefeita e ocupa ainda a secretaria da Administração e Finanças; os salários de muitos servidores municipais foram diminuídos; o pagamento dos funcionários da prefeitura, inclusive dos professores, do mês de setembro foi feito com pelo menos 15 dias de atraso, fato que não era registrado no município fazia 12 anos; não há na sede, vilas e distritos uma obra importante que tenha sido erguida pela nova administração; o único hospital da cidade funciona em situação precária; o comércio do município está cada vez mais enfraquecido, com registros de estabelecimentos comerciais que fecharam as portas; além da presença de urubus em todos os bairros, inclusive no centro da cidade, em razão da péssima coleta de lixo.

CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADEOnde quer que sejam questionados, na Câmara de Vereadores ou em reunião com alguma categoria de servidores municipais, Zulma e Álvaro, no primeiro momento, fazem críticas à administração do ex-prefeito Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi (PSB) e, depois, de acordo com declarações de vereadores da oposição, jogam a culpa da inoperância da administração na queda da receita do município.

Que as administrações de Bentivi estão entre as melhores que o município já conheceu em seus 58 anos de existência, isso é do conhecimento da maioria absoluta da população. Quanto à queda na receita, o Água Preta News fez um comparativo com os valores que o município recebeu do Estado e da União, de janeiro a setembro, no ano de 2016, quando o prefeito era Bentivi e, em 2017. Mas, antes, vamos ver o que o vereador Deilton Porto, o Caboquinho (DEM), disse na sessão da Câmara de Itanhém da última quinta-feira (26).

Nesse dia, o vereador, na verdade, fez uso da tribuna do Legislativo Municipal para defender o irmão dele, Denilton Porto, o Caboquinho que, na sessão anterior da Câmara, teria sido qualificado como indigno pela prefeita Zulma Pinheiro.

“Dignidade quer dizer respeito, mas quando o meu irmão faltou respeito com a senhora?”, perguntou o vereador, inicialmente. “Ele estava apenas se manifestando sobre as mentiras que você estava dizendo neste local e eu quase me levanto da cadeira para dizer que você estava mentindo sobre a queda dos 40% da receita”, provocou. “Venha aqui explicar pra população, porque nós não estamos mais aguentando esse negócio de crise, de que caiu 40%, de que não posso fazer isso, não posso fazer aquilo”, completou.

E, comparando os números das arrecadações de 2016, quando Bentivi era o prefeito, com o mesmo período de 2017, fica claro que mentiu sim, quem disse que a receita do município caiu.

De janeiro a setembro de 2016, a prefeitura de Itanhém recebeu do Estado o valor de R$ 3.460.367,38. Em 2017, no mesmo período, o município recebeu R$ 3.589.711,78. Portanto, a prefeita Zulma Pinheiro recebeu R$ 129.344,40 a mais do que o ex-prefeito Bentivi.

Também de janeiro a setembro de 2016, o município recebeu da União R$ 17.429.161,67. Já no mesmo período de 2017, os cofres municipais receberam 18.567.756,10. Uma diferença de mais de 1 milhão e 138 mil reias.

Os repasses do governo federal referentes ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) também foram maiores no período em que Zulma Pinheiro está prefeita. De janeiro a setembro de 2016, Itanhém recebeu R$ 9.146.940,44 de FPM. Já no mesmo período desse ano, foi R$ 10.146.720,47. Os repasses do FUNDEB também foram maiores: 2016 vieram R$ 8.091.760,57 e 2017, R$ 8.185.247,60.

E há um agravante. No período em que Bentivi estava à frente da prefeitura havia no município algo em torno de 1.100 servidores efetivos e contratados e prestadores de serviços. Atualmente esse número deve ter caído para algo em torno de 850.

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Entretenimento

Como a genética tem parte na culpa dos seus desejos por doces

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[ Erica Sweeney /MSN] Quando era criança, minha irmã gostava de comer o sal que sobrava nos pacotes de salgadinhos. Ela ainda prefere salgados, assim como o filho dela, de 3 anos. Já eu sempre fui fã de doces, como nosso pai.

Diante dessas preferências diferentes por doces ou salgados na nossa família, uma pergunta curiosa se impõe: será que a genética influencia nossas preferências por certos alimentos? Um número cada vez maior de pesquisas sugere uma possível ligação.

Nanette Steinle, professora associado de medicina da Universidade de Maryland e chefe do setor de diabetes do Maryland Veterans Affairs Medical Center, estudou a relação entre a genética e a preferência por sabores.

“Existem receptores específicos que regulam o gosto salgado e o gosto doce”, diz ela. “Não existem estudos grandes e robustos investigando essa questão, mas os que estão disponíveis sugerem que possa haver um componente genético para as preferências por salgado, doce, amargo.”

Steinle foi co-autora de Genetics of Eating Behavior: Established and Emerging Concepts (a genética do comportamento alimentar: conceitos estabelecidos e emergentes), estudo de 2011 que examinou o papel da genética nos cinco sabores: doce, amargo, salgado, azedo e umami. O estudo identificou alguns genes que podem influenciar preferências por alimentos doces e umami, e outros associados a receptores de sabores amargos. Também existem proteínas que regular a absorção de sal e água no organismo e estão associadas à preferência por sal, diz ela.

Muitos pesquisadores acreditam que, além dos receptores, muitos outros fatores afetados pela genética – incluindo índice de massa corpora, metabolismo, o centro de recompensas do cérebro e os hormônios envolvidos nas sensações de fome e saciedade – podem influenciar os desejos por determinadas comidas. Mas os especialistas em saúde e nutrição alertam que preferências influenciadas por fatores genéticos não devem ser consideradas desculpas para uma alimentação de má qualidade.

Os marcadores genéticos associados a preferências por doces e salgados

Cientistas da 23andMe, uma empresa que vende testes de DNA para consumidores, identificaram 43 marcadores genéticos cujas variantes podem indicar preferências por comidas doces ou salgadas, diz Janie Shelton, cientista-sênior da área de coleta de dados da companhia. A 23andMe oferece um teste para que as pessoas saibam se sua genética pode ser associada a preferências por doces, salgados e outros tipos de comida.

“O fator genético que seria associado à preferência por doces está ligado aos genes associados com metabolismo e índice de massa corporal”, diz Shelton. A preferência por certos tipos de alimentos e como eles são metabolizados podem ser associados ao peso e a uma tendência à obesidade.

Em comparação, outras preferências alimentares, como certos sabores de sorvete, são associadas a genes do senso de olfato. Hábitos alimentares e traços de personalidade, como o mau humor que acompanha a fome, teriam relação com genes associados a doenças mentais e características de personalidade, afirma ela.

“Se você prefere doces, pode ter tendência a alimentos de maior densidade calórica, diz Shelton. “Em termos evolutivos, isso teria nos ajudado a sobreviver. Em relação ao sal, há um caminho metabólico completamente diferente, que tem a ver com o processamento do sal nos rins e a metabolização de diferentes minerais pelo organismo.

Diversos genes são associados à preferência por sal ou açúcar, e eles também afetam o metabolismo dos alimentos e a tendência à obesidade. Um deles é o “famoso gene FTO”, também conhecido como “o gene da obesidade”, diz Shelton. As pesquisas da 23andMe também revelaram que pessoas com certos genótipos têm maior propensão a preferir comidas salgadas ou doces.

Pessoas com uma certa variante do gene FGF21, associado à regulação de alimentos, tinham 20% mais probabilidade de preferir alimentos doces, segundo um estudo separado da Universidade de Copenhague publicado na revista Cell Metabolism.

Segundo dados da 23andMe, 24% das mulheres provavelmente preferem os doces aos salgados, em comparação com apenas 2,6% dos homens. A geografia também é uma variável: os moradores do estado do Oregon têm maior propensão a comer doces em comparação com outras áreas dos Estados Unidos, com base nos genes, e os habitantes do Maine e do Havaí têm queda pelos salgados. 

Mas, em termos genéticos, as preferências por doce ou salgado não são como “preto ou branco”, afirma Shelton.

“Estamos dizendo que as pessoas com essas variações genéticas podem ter maior propensão a preferir comidas salgadas”, diz ela. “Mas isso não quer dizer que elas não vão comer um pedaço de bolo. O número de mudanças no genoma que te colocaria de um lado ou do outro é bem pequeno. Criamos essas categorias com base nessas 43 variantes, então você pode estar no meio, onde 45% pessoas com uma genética similar à sua prefere doces e 55% prefere salgados. Se você estiver numa área tipo 90% contra 10%, talvez seja mais fácil prever sua preferência de acordo com a genética.”

Desejos de doces e salgados são associados?

A maneira como o organismo processa e responde a sal e açúcar pode afetar os desejos que sentimos, e James DiNicolantonio – pesquisador de saúde cardiovascular do Saint Luke’s Mid America Heart Institute, de Kansas City, e editor associado da Open Heart, do British Medical Journal – diz que provavelmente existe uma conexão entre desejos por salgados e doces.

A falta de sal pode causar hiperatividade no centro de recompensas do cérebro, aumentando os desejos por salgados e doces. Algumas pessoas podem ser geneticamente predispostas a sentir-se mais recompensadas pelo consumo de sal ou açúcar, diz DiNicolantonio, autor de The Salt Fix (a dose de sal, em tradução livre).

organismo precisa de sal, pois ele é composto de minerais essenciais que não são produzidos pelo nosso corpo. Mas o organismo é capaz de criar glucose – açúcar – com gordura e proteínas, então não precisamos de consumi-las de fontes externas. O açúcar refinado oferece uma recompensa ainda mais intensa, e pode ser mais viciante, aumentando o desejo por doces.

Rins saudáveis regulam o nível de sal na corrente sanguínea. Ainda assim, DiNicolantonio recomenda prestar atenção aos desejos de comer algo salgado, pois eles podem sinalizar uma deficiência de sal.

“Para a maioria das pessoas, um desejo por comida salgadas é muito similar à sede, que sinaliza a necessidade de água”, afirma ele. “O motivo pelo qual recomenda-se uma dieta com pouco sal é que, para algumas pessoas, ela pode baixar um pouco a pressão arterial, mas não consumir água em quantidades suficientes também pode baixar a pressão. Às vezes, quem tem deficiência de sais minerais, como atletas, bebem água demais, e alguns podem ficar hidratados demais, baixando a concentração de sódio no sangue.”

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças afirmam, entretanto, que a maioria dos americanos “consome mais sódio do que deveria –mais de 3 400 mg por dia, em média”. Para a maioria dos adultos, a dose recomendada é de 2 300 mg por dia, o que equivale a uma colher de chá de sal. E menos de 10% das calorias deveriam vir de açúcares adicionados, segundo as diretrizes nutricionais do governo americano. A Associação Americana do Coração recomenda uma dieta baixa em sódio, idealmente 1.500 mg diários.

A genética não serve de desculpa para uma alimentação ruim

Quando se trata de desejos de comida, é difícil separar a influência da genética e do ambiente dos hábitos alimentares adquiridos ao longo da vida, diz Sonya Angelone, porta-voz da Academia de Nutrição e Dietética.

Mas ela concorda que existe um componente genético. Como Shelton, da 23andMe, ela afirma que o gene FTO tem um papel chave nos desejos, pois ele afeta os níveis dos hormônios grelina, que ajuda as pessoas a sentir fome, e leptina, responsável pela saciedade. Outros genes importantes na regulação do apetite podem interferir na sensação saciedade, afirma ela.

“Há muitos fatores envolvidos”, diz Angelone. “É difícil definir o que é fome, o que é desejo e o que é simplesmente um hábito ruim. Tem a ver com o centro de recompensas do cérebro e o que é disparado quando você come certos alimentos. É bem complexo.”

O desejo por certos sabores muitas vezes pode ser relacionado a hábitos. “Depois do jantar, por exemplo, quero um doce, ou um café. As pessoas acham que é psicológico, mas não é, necessariamente. Elas simplesmente se condicionaram a sentir desejo por um doce depois do jantar.”

Hábitos alimentares são complexos. Além da genética e do ambiente, falta de sono, deficiência de nutrientes, dieta de má qualidade, hipoglicemia, desidratação e estresse também podem contribuir para os desejos, diz Angelone. Raramente um único fator é responsável. As pessoas têm de entender o que provocar os desejos de certas comidas e como lidar com eles. E, é claro, não há problema nenhum em ceder às vontades de vez em quando.

“A ideia da alimentação perfeita, nem sei do que estão falando”, diz Angelone. “Isso quer dizer que não podemos comer doces nunca? Claro que podemos. Mas o que digo para as pessoas é usar o verbo ‘administrar’. Administre seus desejos.”

A genética pode significar predisposição a desejos por salgados ou doces, mas mudanças no estilo de vida ajudam a mantê-los sob controle.

“Você pode botar a culpa na genética, mas podemos dizer: ‘Será que isso é saudável?’ e então modificar esses comportamentos”, afirma Steinle. “Somos inteligentes. Se você ama batata frita, pode mudar seus hábitos alimentares. É simplesmente questão de querer.”

*Este texto foi originalmente publicado no HuffPost US e traduzido do inglês.

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Aposentado que está desaparecido em Itanhém foi visto à pé na estrada que dá acesso à Vila Mutum na segunda-feira

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Três pessoas que foram entrevistadas pelo Água Preta News na noite deste sábado (23) confirmaram que viram na segunda-feira (18) o aposentado Gervásio Monteiro de Sousa, de 70 anos, andando pela estrada que liga a cidade de Itanhém à Vila Mutum, município de Medeiros Neto. Gervásio é morador do distrito de Batinga, município de Itanhém, e está desaparecido desde a manhã do último dia 18, quando havia acabado de receber alta médica do Hospital Maria Moreira Lisboa, onde ficou internado por 72 horas, em razão de complicações de diabetes e pressão alta.

José Medina de Araújo estava em um caminhão, em companhia de um colega de trabalho , voltando de uma fazenda, para onde haviam levado um animal. Nas proximidades do local conhecido como Lixão avistou um idoso que eles afirmaram tratar-se do homem que está desaparecido.

“Eu vinha em um caminhãozinho que a gente tinha ido levar uma égua, eu vi ele naquele meio do grafite [onde é o Lixão], pra lá de Neco, na laranjeira; até falei pra meu colega que aquele senhor não estava passando bem não”, contou José. “Se eu soubesse eu tinha parado e trazia ele de volta”.

O Água Preta News localizou o colega de José Medina, que é Edivaldo José dos Santos. Ele confirmou que viu Gervásio passando pela estrada que dá acesso à Vila Mutum.

“Nós passamos por ele no Lixão, a gente vinha pra cá [Itanhém]”, confirmou Edivaldo. “Eu até falei pra Zé [José Medina] assim, ‘um senhor dessa idade andando uma hora dessa aí’, se não fosse 11 horas estava perto”, assegurou.

Dilmar Medina de Araújo, que coincidentemente é irmão de José Medina também viu o aposentado no mesmo local e no mesmo horário. Ele trabalha no Lixão, recolhendo material para reciclagem.

“Deu a hora do almoço, eu estava de moto, na vinda de lá pra cá encontrei um senhorzinho na estrada. Ele estava de sandália e com um bonezinho na cabeça. Passa muita gente na estrada, eu não sabia de nada e quando fui chegando em Manoel Batista, já topei um pessoal na estrada me perguntando se eu tinha visto  o seu Gervácio , dizendo que ele era irmão de [Odi] Pezão. Eu disso que topei um senhorzinho indo pra lá pro Rezena, sentido ao grafite [Lixão] e que ele estava andando como que se estivesse cansado”, concluiu.

Dois dos três entrevistados disseram que neste domingo vão fazer rondas pelas fazendas daquela região para tentar encontrar o aposentado.

COLABORARAM: Eliete Pinheiro e Marcos Matos

José e Edivaldo, além de Dilmar viram o aposentado à pé na estrada que dá acesso à Vila Mutum.

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Chacina deixa cinco mortos da mesma família em estrada do extremo sul

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Cinco pessoas foram assassinadas na noite de terça-feira (16), na BR-101, trecho de Mucuri, extremo sul da Bahia. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), todos são da mesma família. Entre as vítimas, duas mulheres e três homens. Uma das mulheres estava grávida, apontou a polícia.

Ainda conforme a PRF, um carro com homens encapuzados emparelhou com o veículo em que estavam as vítimas e os bandidos dispararam vários tiros com o carro ainda em movimento. A polícia detalha que um homem desceu do veículo e continuou atirando.

O crime aconteceu por volta das 18h40. Os corpos foram levados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Teixeira de Freitas, também na região sul.

As vítimas foram identificadas pela polícia como: Jalperaz do Espírito Santo Rocha, Dilma Maria dos Santos Oliveira Rocha, 40 anos, Alan Cláudio de Sousa Felipe, 22 anos, Jalperaz do Espírito Santo Rocha Júnior, 17 anos e Gabriela Oliveira Rocha, 22 anos.

[G1 Bahia]

Veículo foi atingido em vários locais (Foto: Rafael Vedra/LiberdadeNews)

Veículo foi atingido em vários locais (Foto: Rafael Vedra/LiberdadeNews)

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