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“Fred, o labrador amarelo”, livro de Katrine Carvalho, será homenageado pela ATL

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Assim como outras obras lançadas em 2019 por autores teixeirenses e regionais, “Fred, o labrador amarelo” receberá homenagem especial da Academia Teixeirense de Letras (ATL) na sessão solene, marcada para as 19h30 do dia 5 de dezembro, no auditório da Câmara Municipal de Teixeira de Freitas.

A 1ª obra literária da pedagoga Katrine Carvalho é dedicada às crianças e tem como protagonista um cão da raça labrador muito charmoso e amarelo. O livro é inspirado no labrador que a autora cuida desde filhote e as ilustrações são de Bruna Maciel.

A história é narrada em 1ª pessoa por ninguém menos que o próprio Fred, o labrador amarelo. Ele narra o cotidiano de sua família que, aos poucos, vai sendo adotando por diversas pessoas. A mãe e os oito irmãos e irmãs caninos. Por fim, Fred é levado para viver na casa de Carlinha, uma menina bem legal.

No início Fred fica muito triste, pois sente muita falta da mãe e dos irmãos, até mesmo do senhor Luiz, o antigo dono. Mas, depois, vai se adaptando à nova realidade.

Katrine Carvalho, no centro, com os alunos da Escola Irmã Dulce

“Li a história de Fred há pouco e gostei muito do jeito como a autora apresenta o personagem aos leitores. Enfim, com uma narrativa simples, envolvente e bastante verossímil”, elogiou Almir Zarfeg, presidente da ATL.

Katrine Carvalho participou da 2ª edição do Café com Leitura, evento promovido pelo Memorial da Câmara Municipal de Teixeira de Freitas. Na ocasião, ela divulgou ainda mais a obra que vem causando sensação entre os leitores mirins.

Além de Katrine, também serão homenageados Athylla Borborema, Carla Alves, Carlos Mensitieri, Elias Botelho, Enelita Freitas, Erivan Santana, Juarez Ferreira Leite, Maurício de Novais, Raimundo Magalhães, Val Bernardino e Wilton Soares, todos autores com obras editadas em 2019.

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Oficial e professor, Raimundo Magalhães publica livro e será homenageado pela ATL

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[Por Edelvânio Pinheiro] O tenente-coronel PM/BA Raimundo Magalhães está publicando o livro “Gestão participativa e polícia comunitária”, que é fruto da sua dissertação de mestrado defendida em 2014 na Universidade Federal da Bahia (UFBA).

O autor, que também é graduado em direito e atualmente cursa doutorado na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), leciona Direito na Faculdade Pitágoras de Teixeira de Freitas desde 2015. De 2016 a 2019, respondeu pela direção do Colégio da Polícia Militar (CPM) em Teixeira de Freitas.

Magalhães foi promovido a 2º tenente em 1985 e, dois anos depois, a 1º tenente. A seguir, foi ascendendo na Corporação – capitão (1996), major (2006) – até chegar a tenente-coronel (2017).

A publicação de “Gestão participativa e polícia comunitária”, que sai com o selo editorial da PerSe, se insere nas grandes conquistas desse soteropolitano que, em 1998, trocou Salvador pelo extremo sul da Bahia. As marcas do trabalho sério e comprometido dele estão espalhadas por cidades da região como Teixeira de Freitas, Nova Viçosa, Mucuri, Porto Seguro e Itamaraju.

“Um homem deve ser medido pelas contribuições que foi capaz de produzir em prol do bem-estar de todos. E Magalhães o fez como comandante militar e como civil, na condição de professor universitário, por exemplo”, pontuou Almir Zarfeg, que cuidou da edição da obra de estreia do autor.

Raimundo Magalhães, aliás, será homenageado no evento solene da Academia Teixeirense de Letras (ATL) agendado para a noite do dia 5 de dezembro, na Câmara Municipal de Teixeira de Freitas.

Outros autores teixeirenses e regionais, com obras também editadas em 2019, serão homenageados: Athylla Borborema, Carla Alves, Carlos Mensitieri, Elias Botelho, Enelita Freitas, Erivan Santana, Juarez Ferreira Leite, Maurício de Novais, Raimundo Magalhães, Val Bernardino, Wilton Soares e Katrine Carvalho.

“Essa é a maneira que encontramos de valorizar a grande conquista que é editar um livro no Brasil. Meus parabéns a todos os autores”, comemorou Zarfeg, que é presidente da ATL.

Os interessados já podem adquirir a obra “Gestão participativa e polícia comunitária” aqui.

Foto de capa: Tenente-coronel Raimundo Magalhães durante evento solene da ATL

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Reconheço que preciso ‘desinventar’ o missionário beija-flor

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Um áudio do missionário Marcos dos Santos deixou em polvorosa as redes sociais na manhã desta quinta-feira (28).

Tantas opiniões, muitas delas calorosas e impiedosas, mostraram que ninguém se esqueceu do dia em que, eufórico, batizei Marcos de “missionário beija-flor”. Eufórico porque, diante de um mundo que não oferece bondades, o altruísmo passa a ser digno de nota, digno de crônica e digno também da euforia de um jornalista, digamos, até experiente como eu que, hoje, assim como muita gente, recebeu com surpresa as declarações do missionário.

A crônica do missionário que o caro leitor pode reler aqui foi inspirada na parábola de um beija-flor, que insistia em salvar uma floresta em chamas, levando água no bico, ou seja, com seus próprios meios, apesar da sua fragilidade. Como se sabe, a parábola é um jeito poderoso de nos ensinar sobre os acontecimentos existenciais.

Foi assim que retratamos o trabalho solidário do missionário Marcos que, até então, parecia existir sem nenhum interesse político, sem o enfadonho discurso da velha política, aquela que troca comida por voto. Hoje, no entanto, o missionário, em seu malfadado áudio, desmentiu nossas expectativas e a ele mesmo, quando afirmou alto e bom som, que faz o seu discurso político em favor da prefeita Zulma Pinheiro em todas as casas que ele deixa uma feirinha, remédio ou uma botija de gás.

Inegável que muitas pessoas carentes, vítimas do descompromisso social desta administração, através do missionário solidário, já dormiu sem o barulho da fome e sem os gritos da dor, mas essas mesmas pessoas,  junto com a comida ou o remédio, precisaram engolir o aborrecido recado do missionário político que recebe salário da Prefeitura de Itanhém para fingir que está fazendo assistência quando, na verdade, está engordando ovelhinhas para uma família de lobos que, apesar de já derrotada pela opinião pública, insiste em não aceitar a alternância de poder, um dos mais belos gestos do princípio democrático.

A salada que o missionário insiste em fazer com política e religião, demonstrada claramente em seu áudio, parece meio indigesta. Um questionamento de uma usuária das redes sociais chamou a atenção deste jornalista: “Antes dele entrar na prefeitura [na política], ele já tá jogando sujo, imagina quando ele cair lá dentro?”.

Não é de hoje que, em Itanhém, pessoas necessitadas buscam recursos em grupos de WahtsApp para conseguir atendimento médico, remédios e comida. Já exausta dessa situação, muita gente também tem usado as redes sociais para fazer o papel do beija-flor, não daquele que sai às casas da população carente entregando feira e pedindo voto, mas daquele que luta para renovar a política sem os terríveis monstros da mentira, da desonestidade e da corrupção.

Mas parece que o fogaréu da floresta continua a arder sobre todos nós. Ainda bem que a internet é como o vento que não só atiça as fogueiras, mas também cuida de apagar as pequenas labaredas e sempre será implacável com quem quer promover políticos inescrupulosos, que enganam e não se importam com o fortalecimento do comércio local, com a qualidade da educação, com o esgoto a céu aberto que atormenta a vida dos moradores dos bairros mais afastados, com o atoleiro das estradas, com o isolamento de pontes, com a falta de médicos, dentistas e remédio nos postos, com hospital que verdadeiramente funcione e com a mãe desesperada que, sem casa pra morar, sobrevive com seus dois ou três filhos, com R$ 120 do bolsa-família do governo federal. Pessoas que desejam servir a dois senhores, como lamentavelmente se mostrou o missionário, não se dão bem na política e muitos menos nas redes sociais, cujos diálogos são transmitidos numa velocidade estonteante.

Isso serve para o itanheense refletir que a mudança deve partir dele mesmo e ensinar que a prática da bondade deve estar em um patamar bem acima de qualquer que seja o interesse, inclusive o interesse político. Serve também para lembrar aos religiosos que o amor ao próximo não pode ser trocado por nada, muito menos por voto. E se alguém desejar praticar esse amor de modo falso e leviano, que não se esqueça de que Deus tudo vê.

Permitam, meus nobres leitores, me lembrar da bela canção de Chico Buarque:

“Você que inventou a tristeza, ora tenha a fineza de ‘desinventar’…”

Nesta quinta-feira, pelo grande respeito que tenho àqueles que leem meus textos há 25 anos, eu tenho a fineza de desinventar o beija-flor que vinculei ao missionário Marcos, mas, se por acaso esse beija-flor já estiver imortalizado, eu continuo com a canção de Chico: “Apesar de você, amanhã há de ser outro dia”.

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Jovem está desaparecido em Itanhém há 3 dias

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Um jovem de 26 anos está desaparecido há três dias na cidade de Itanhém, de acordo com familiares. João Carlos Cunha saiu de sua casa, na Rua Nova Olinda, no bairro São João, nesta segunda feira (25), às 8h.

De acordo com a mãe dele, Eliene Italiana da Cunha, o jovem, que veste camisa preta e short com listas azuis, saiu em sua motocicleta, uma Honda CG 150 Titan ESD, cor preta, placa OUY 4455, do município de Itanhém.

Qualquer informação pode ser passada para a polícia ou para a família no celular (73) 98866-9228.

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