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Hospital de Itanhém diz que criança já estava morta quando gestante foi transferida para Teixeira de Freitas

Edelvânio Pinheiro

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A versão da direção do Hospital Maria Moreira Lisboa sobre o caso da criança que nasceu morta nesta quarta-feira (21), na Unidade Municipal Materno Infantil, em Teixeira de Freitas (UMMI), depois da gestante ter recebido os primeiros atendimentos na cidade de Itanhém, contraria a informação publicada na reportagem “Eu fiquei no pé deles toda hora e nada, eles são enrolados”, desabafa em Itanhém pai de criança que nasceu morta.

Na reportagem, o pai da criança, Nícolas Sousa Pardim, disse que foi informado que “estava tudo normal” com sua filha e que apenas o parto não poderia ser feito em Itanhém porque “o hospital estava sem máquina”.

Entretanto, a direção do Hospital Maria Moreira Lisboa informou ao Água Preta News, na noite desta sexta-feira (22), que quando a gestante chegou aquela unidade a criança já estava sem vida.

“Aconteceu que o médico plantonista recebeu a paciente e, após avaliação, não detectou batimentos cardíacos fetal. Foi realizada uma ultrassonografia de urgência, cujo resultado atestou morte fetal intra-uterina”, disse a direção do Hospital Maria Moreira Lisboa.

Em razão disso – prossegue o hospital – “com este diagnóstico a paciente foi encaminhada para a UMMI e foi comunicado a ocorrência ao pai da gestante e ao namorado dela”.