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Implacável contra o caos administrativo em Itanhém, professor é contra flexibilidade em acordo sobre a greve

Edelvânio Pinheiro

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O professor Alan Johny Fróes, que leciona no distrito de Ibirajá, acredita que, com a apresentação de uma contraproposta maleável dos trabalhadores em educação, referente à greve que já dura 38 dias, a categoria está fraquejando.

“Quanto a essa decisão, acho que estamos fraquejando diante da pressão do secretário [Álvaro Pinheiro]. Já falei uma vez e vou repetir, que não abramos mão de nenhum dos nossos direitos”, defendeu.

LEIA aqui sobre a contraproposta da ALPB ((Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia).

Alan Johny é aquele que, durante a manifestação dos professores em Ibirajá, criticou a falta de planejamento da administração da prefeita Zulma Pinheiro e a falta de capacitação dos profissionais da educação. Foi ele também que, referindo-se aos administradores do município, disse que “os governantes não têm vergonha na cara e ficam pisando no povo”.

Implacável nas redes sociais contra o caos administrativo que se estabeleceu em Itanhém na gestão da prefeita e seus irmãos, o professor defendeu a ideia de que, se já foi constatado que há dinheiro para pagar as reivindicações da categoria, não há razão para ser flexível.

“Por que somos nós que temos que voltar atrás? ”, questionou. “Que eles assumam a responsabilidade pelo caos que está instalado no município, nós não podemos ser responsabilizados pela incompetência deles. Estão tentando nos vencer pelo cansaço e nos transformar em rebeldes sem causa”, explicou.

Alan disse que apoia qualquer decisão da APLB, em respeito à maioria, mas está convicto de que a categoria não será verdadeiramente atendida caso a contraproposta seja aceita pelo Executivo.

“[Se a contraproposta for aceita] efetivamente conseguirão triunfar sobre a classe, nos sujeitando de forma a aceitar as migalhas que acharem por bem nos dar, mesmo estando nós convictos de que há recursos para atender nossas reinvindicações”, finalizou.