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Juiz explica em quais casos uma gestão se perde e vereadores se corrompem

Edelvânio Pinheiro

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Segundo o juiz de direito Argenildo Fernandes, em postagem recente na rede social do Facebook, a função primordial dos vereadores é fiscalizar os atos do Executivo. “Quando deixam de cumprir tal obrigação, perdem a legitimidade”, escreveu o magistrado.

Ele argumentou que, quando faltar remédio no posto de saúde, médico e estrutura de atendimento no hospital, paciente com câncer com tratamento suspenso por falta de medicamento, o cidadão precisa ficar atento, porque, nesses casos, a gestão está perdida e os vereadores, corrompidos.

“Quando você não ver ecoar um único som de revolta na edilidade, tenha a certeza, a Câmara de Vereadores está fraca, o povo está sofrendo, e o gestor muito provavelmente está se apropriando, desviando ou mal-versando os recursos públicos”, concluiu o doutor Argenildo no post.

Para quem não sabe, o dr. Argenildo Fernandes é juiz substituto da Comarca de Itanhém e, nesse meio tempo, tomou decisões importantes em favor dos itanheenses.

Foi dele, por exemplo, a decisão de manter a eleição direta dos dirigentes escolares em todo o município contra a vontade da prefeita Zulma Pinheiro (MDB) e do presidente da Câmara, Sadelli Resende (PSDB). Decisão sacramentada pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).

Em Itanhém, poucos – muito poucos – vereadores fiscalizam os atos do Executivo. André Correia é um desses honrados representantes do povo.

Juiz fez publicação em sua página no Facebook.