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Morre aos 93 anos Diógenes Medeiros, um dos grandes nomes da história itanheense

Edelvânio Pinheiro

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O senhor Diógenes Medeiros morreu às 5h desde sábado (8), em sua casa, na Avenida Maria Moreira Lisboa, em Itanhém. A causa mortis é insuficiência pulmonar.

Ele tinha 93 anos de idade, era natural de Itanhanhém, município de São Paulo e filho do notável e saudoso casal Grinaldo Medeiros e Cherubina Bernardino de Medeiros.

Diógenes, que era o irmão mais velho de Jonga Medeiros, deixa cinco filhos, entre os quais o professor Ruy Silva Medeiros.

O corpo está sendo velado na Capela Ressurreição e o sepultamento vai acontecer neste sábado, pela tarde, no cemitério local.

Diógenes chegou a Itanhém juntamente com o pai, Grinaldo Medeiros, antes de 1958, quando a localidade ainda se chamava Nossa Senhora de Itanhém e pertencia à comarca de Alcobaça.

Como Grinaldo atuava como tabelião, o jovem Diógenes o auxiliava no cartório, exercendo as funções de escriturário, mas quem haveria de suceder o pai seria o irmão mais novo, Jonga Medeiros.

No entanto, Diógenes exerceria uma função de relevância social, a saber, juiz de paz, a quem caberia julgar pequenas causas na comunidade. Graças a isso, ele se tornou muito popular e querido em Itanhém, antes e após a emancipação.

“Um homem dedicado ao que fazia, bom filho, pai e amigo. Gostava da política juntamente com os amigos Antero Santana, José Henrique, Leopoldino da Serraria e Geraldo de Ioiô”, disse Ruy Medeiros.

Mildson Medeiros, filho de Jonga e sobrinho de Diógenes, tem boas lembranças do tio agora saudoso.

“Ele cumpriu sua missão aqui na terra da melhor maneira possível e, por isso, será sempre lembrado por todos”, destacou.

Como se sabe, Mildson Medeiros é advogado e, nas eleições municipais de 2016, se candidatou, sem êxito, à prefeitura de Itanhém.

FOTOS: Arquivo da família e Airan Ribeiro.