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Nossa posição nos debates políticos deve ser de libertação e não de aprisionamento

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[Edelvânio Pinheiro] Pouco menos de uma hora de um fulminante ataque cardíaco, que o transportou desse plano terrestre, Kamar Borborema, ex-diretor de Esportes do município de Itanhém, pelo WhatsApp, enviou ‘Careless Whisper’, de George Michael, ao amigo Liomar Côrtes. E, na manhã desta quinta-feira de sol morno, quando faltam apenas 17 dias para o segundo turno das eleições presidenciais, esta bela canção romântica e instrumentalmente tranquilizante deve ser a mais adequada para se ouvir, porque a paz musical sensibiliza e dá coragem a qualquer um de nós para pisotear o ódio, reprimir a intolerância e lamentar os fake news que insistem em ocupar o espaço do verdadeiro debate político nestas eleições.

Nessa guerra não se sabe o que é mais lamentável, se os intelectuais a serviço da intolerância que, em suas habilidades mentais buscam argumentos para propagar o ódio ou os ‘esquentadores de bancos de igrejas’ e meia dúzia de falsos moralistas, que propagam fakes, replicando informações a serviço da mentira, portanto, a serviço do diabo.

Intelectuais que se prestam a tal serviço geralmente são fanáticos e, fanáticos, agem irracional e cegamente, ficando impossibilitado de ouvir argumentos diferentes do dele e até de ser interlocutor de quem não coadune com o seu pensamento. Há até os que, mesmo em debates travados através das redes sociais, demostram agressividade e pequenice mental.

Precisamos refletir muito sobre nossas atitudes e posicionamentos nessas eleições e entendermos que nossas convicções apresentadas em debates, sejam em redes sociais ou não, precisam ter a visão definitiva de libertação e não de aprisionamento.

Vixi! Sem nenhuma maldade citei o número do presidenciável Bolsonaro no primeiro parágrafo deste texto. Me ajude a manter a imparcialidade, releia esta crônica quando faltar 13 dias para a votação.

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De lá Maria Pinheiro está aplaudindo sua neta, que é “impávida que nem Muhammad Ali”

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Eu me lembro como se fosse hoje.

Ainda numa maca no corredor do Hospital Municipal de Teixeira de Freitas, quando retornou do último AVC, minha mãe, Maria Pinheiro, que há seis anos não mais está neste plano, disse que não queria ter voltado.

Ao recobrar a consciência e perceber que estava viva, ela desapontou-se, descrevendo aquele mundo onde estivera por algumas horas como um lugar harmonioso, de luz, de serenidade e de uma beleza exuberante. Falou das plumas que a envolviam, dando-lhe proteção e também que lá não habitava o sofrimento, a ansiedade, a depressão ou quaisquer outros males da alma.

Imagino que um anjo deva ter recebido minha mãe com luzes serenas e que mãos poderosas a envolveram durante todo o período que aqui ela se manteve desacordada.

Nos 80 anos que por aqui esteve, Maria Pinheiro valsou embalada pela vontade e ternura de viver e enfrentou o mundo com dignidade e força para ser o pai e a mãe dos nove filhos que criou. Autodidata, ela aprendeu a ler, a escrever e ensinou aos filhos o valor da simplicidade das coisas.

Cresci vivenciando a batalha diária que a minha mãe travava para nos manter e nos educar. E esses laços invencíveis, guardados no inconsciente, os quais unem eu e minha mãe além da vida, fiz questão de transferir aos descendentes que decidiram seguir os passos que com ela aprendi. Entre os descendentes está a minha primogênita, “impávida que nem Muhammad Ali, apaixonadamente como Peri e infalível como Bruce Lee”.

E sei que neste dia 12 de dezembro, lá do reino sereno e poderoso que minha mãe tão perfeitamente descreveu quando retornou daquele AVC está Maria Pinheiro, de pé, aplaudindo a sua neta Thathira Mickaelle, que acaba de apresentar o trabalho final do curso de direito na Faculdade Pitágoras.

[Crônica de Edelvânio Pinheiro]

Foto: Thathira Mickaelle com os professores Caike Gama, Luciano Porto e Gilleard Pádua, durante apresentação do TCC.

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Academia Teixeirense de Letras realiza sessão solene final de 2018 nesta quinta (13)

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[Edelvânio Pinheiro] A Academia Teixeirense de Letras (ATL) realiza sua sessão solene final de 2018, a partir das 19h desta quinta-feira (13), no auditório da Câmara de Vereadores de Teixeira de Freitas/BA.

“Desde já, contamos com a presença ilustre dos amantes da literatura, da cultura e da arte no nosso evento acadêmico final do ano”, convida Almir Zarfeg, presidente da ATL.

Segundo o presidente, a sessão acadêmica será marcada pelo lançamento do volume III da antologia “ATL em Verso e Prosa!”, pela abertura das inscrições para a 3ª edição do Prêmio Castro Alves de Literatura e, também, pela apresentação dos candidatos às cadeiras 22 e 36 da ATL.

“Também serão conhecidos os indicados ao Prêmio Destaque Poético 2018 da editora luso-brasileira Mágico de Oz, que vai acontecer em Petrópolis/RJ no próximo dia 15 de dezembro”, acrescentou Zarfeg.

Na oportunidade, o maestro Eudes Oliveira Brito será indicado formalmente à condição de 1º Membro Benemérito da ATL. Ele é autor da melodia e do arranjo do hino oficial da instituição literocultural. O acadêmico Marcus Aurelius é o autor da letra.

Durante a cerimônia acadêmica, a professora Enelita Freitas será homenageada pela passagem do seu 70º aniversário.

“Será um evento acadêmico inesquecível com as bênçãos de Castro Alves, nosso patrono-geral”, concluiu Zarfeg, que vai receber o Troféu Água Preta de 2018 das mãos da diretora do portal Água Preta News, Sandra Costa.

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Vídeo mostra ação de atirador dentro da igreja em Campinas

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Imagens do circuito interno da Catedral Metropolitana de Campinas, no interior de São Paulo, flagraram o momento em que um atirador realizou disparos contra fiéis que acompanhavam à missa, no início da tarde desta terça-feira (11). Quatro pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas devido à ação do atirador, que se matou em seguida.

Inicialmente as autoridades disseram que cinco pessoas haviam morrido, depois esse número foi corrigido.

Policiais dispararam contra o criminoso e conseguiram atingi-lo na costela. O momento em que o atirador tira a própria vida não foi registrado.

 

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