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Nossa posição nos debates políticos deve ser de libertação e não de aprisionamento

Edelvânio Pinheiro

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[Edelvânio Pinheiro] Pouco menos de uma hora de um fulminante ataque cardíaco, que o transportou desse plano terrestre, Kamar Borborema, ex-diretor de Esportes do município de Itanhém, pelo WhatsApp, enviou ‘Careless Whisper’, de George Michael, ao amigo Liomar Côrtes. E, na manhã desta quinta-feira de sol morno, quando faltam apenas 17 dias para o segundo turno das eleições presidenciais, esta bela canção romântica e instrumentalmente tranquilizante deve ser a mais adequada para se ouvir, porque a paz musical sensibiliza e dá coragem a qualquer um de nós para pisotear o ódio, reprimir a intolerância e lamentar os fake news que insistem em ocupar o espaço do verdadeiro debate político nestas eleições.

Nessa guerra não se sabe o que é mais lamentável, se os intelectuais a serviço da intolerância que, em suas habilidades mentais buscam argumentos para propagar o ódio ou os ‘esquentadores de bancos de igrejas’ e meia dúzia de falsos moralistas, que propagam fakes, replicando informações a serviço da mentira, portanto, a serviço do diabo.

Intelectuais que se prestam a tal serviço geralmente são fanáticos e, fanáticos, agem irracional e cegamente, ficando impossibilitado de ouvir argumentos diferentes do dele e até de ser interlocutor de quem não coadune com o seu pensamento. Há até os que, mesmo em debates travados através das redes sociais, demostram agressividade e pequenice mental.

Precisamos refletir muito sobre nossas atitudes e posicionamentos nessas eleições e entendermos que nossas convicções apresentadas em debates, sejam em redes sociais ou não, precisam ter a visão definitiva de libertação e não de aprisionamento.

Vixi! Sem nenhuma maldade citei o número do presidenciável Bolsonaro no primeiro parágrafo deste texto. Me ajude a manter a imparcialidade, releia esta crônica quando faltar 13 dias para a votação.