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Nossa posição nos debates políticos deve ser de libertação e não de aprisionamento

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[Edelvânio Pinheiro] Pouco menos de uma hora de um fulminante ataque cardíaco, que o transportou desse plano terrestre, Kamar Borborema, ex-diretor de Esportes do município de Itanhém, pelo WhatsApp, enviou ‘Careless Whisper’, de George Michael, ao amigo Liomar Côrtes. E, na manhã desta quinta-feira de sol morno, quando faltam apenas 17 dias para o segundo turno das eleições presidenciais, esta bela canção romântica e instrumentalmente tranquilizante deve ser a mais adequada para se ouvir, porque a paz musical sensibiliza e dá coragem a qualquer um de nós para pisotear o ódio, reprimir a intolerância e lamentar os fake news que insistem em ocupar o espaço do verdadeiro debate político nestas eleições.

Nessa guerra não se sabe o que é mais lamentável, se os intelectuais a serviço da intolerância que, em suas habilidades mentais buscam argumentos para propagar o ódio ou os ‘esquentadores de bancos de igrejas’ e meia dúzia de falsos moralistas, que propagam fakes, replicando informações a serviço da mentira, portanto, a serviço do diabo.

Intelectuais que se prestam a tal serviço geralmente são fanáticos e, fanáticos, agem irracional e cegamente, ficando impossibilitado de ouvir argumentos diferentes do dele e até de ser interlocutor de quem não coadune com o seu pensamento. Há até os que, mesmo em debates travados através das redes sociais, demostram agressividade e pequenice mental.

Precisamos refletir muito sobre nossas atitudes e posicionamentos nessas eleições e entendermos que nossas convicções apresentadas em debates, sejam em redes sociais ou não, precisam ter a visão definitiva de libertação e não de aprisionamento.

Vixi! Sem nenhuma maldade citei o número do presidenciável Bolsonaro no primeiro parágrafo deste texto. Me ajude a manter a imparcialidade, releia esta crônica quando faltar 13 dias para a votação.

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Para André Correia ser vereador “é o momento de separar homens de moleques’

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O vereador André Correia (PHS) fez um alerta nas redes sociais aos pretensos candidatos a uma das nove vagas da Câmara de Itanhém, na próxima eleição municipal. Para ele a vereança é uma experiencia que desgasta.

“Desejo boa sorte aos pré-candidatos”, disse o vereador. “[Ser vereador] é uma experiência boa e um pouco desgastante, porém é o momento de separar homens de moleques, é a oportunidade de mostrar à comunidade se o candidato quer o bem de todos ou o conforto de sua família”, enfatizou.

André Correia, que doou todo o seu décimo terceiro salário e férias para associações da cidade foi além e chamou de ‘sanguessugas de prefeitura’ aqueles que se elegem comprando votos.

“O maior absurdo de nossa cidade é escutar, de alguns ‘sanguessugas de prefeitura’, que serão eleitos porque têm dinheiro pra gastar”, lamentou André. “O ato de votar por dinheiro o eleitor complica a vida de 20 mil habitantes e atrasa um município inteiro”, finalizou.

FOTO: arquivo.

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Bentivi é homenageado por internautas em seu aniversário

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O ex-prefeito de Itanhém, Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi (PSB), comemorou seus 50 anos neste domingo (17) em companhia de familiares e amigos. Prefeito por dois mandatos, de 2009 a 2016, o bancário é considerado um dos melhores gestores do município.

Nas redes sociais foram registrados o carinho e o reconhecimento da população com o ex-prefeito. Internautas publicaram imagens de obras construídas durante suas gestões e a música “Bem te vi”, de Renato Terra, para homenagear o político.

Relembre aqui o que disse Bentivi no último dia de seu mandato ao Água Preta News.

Veja as imagens de algumas obras do ex-prefeito que foram compartilhadas pelos internautas:

 

 

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Justiça não determinou, mediou acordo no caso em que prefeita e seu irmão acusam internautas

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[Edelvânio Pinheiro] Quem nos acompanhou nessas duas décadas e meia de jornalismo sabe que sempre nos pautamos pelo princípio ético de respeito ao trabalho dos profissionais da imprensa e que muito evitamos comentar publicações de colegas jornalistas.

Situações, entretanto, não podem deixar de serem lembradas, como a recente publicação do desfecho de um termo circunstanciado de ocorrência, no qual a prefeita de Itanhém, Zulma Pinheiro (MDB) e seu irmão, Newton Pinheiro, figuram como autores de uma reclamação por supostos crimes contra a honra, que teriam sido praticados por dois internautas, que negam terem feito qualquer tipo de ofensa.

A publicação é categórica ao afirmar que a “Justiça determinou a retratação das agressões verbais sofridas pela prefeita na internet”.

Acontece que os crimes contra a honra, a calúnia, a difamação e a injúria são considerados de menor potencial ofensivo e, por esta razão, possuem pena prevista de até dois anos. Assim, esses casos são processados e julgados no Juizado Especial Criminal, que tem estrutura e procedimento próprios, determinados em lei. Importante ressaltar que esses juizados especiais prezam pela resolução pacífica dos conflitos, ou seja, sempre buscam a conciliação entre as partes. Caso não seja possível a realização de um acordo para resolver a situação que deu origem ao boletim de ocorrência na delegacia, aí sim, o processo segue até que o juiz profira, ou como preferiu a publicação em questão, determine uma sentença.

No caso deste termo circunstanciado, que gerou a partir do registro do boletim registrado pela prefeita e seu irmão, não houve nenhuma determinação judicial porque a conciliação foi perfeitamente aceita pelas duas partes. Caso uma delas não houvesse aceitasse o processo seguiria até que um juiz desse o veredicto.

Não é necessário ser operador do direito para entender que esse tipo de conflito é sempre bom ser resolvido da forma como fizeram a prefeita e seu irmão e os dois cidadãos envolvidos, afinal, processo penal, seja de qualquer tipo é desgastante para ambos os lados. Quando há a necessidade de interferência da Justiça será sempre uma medida extrema, que deve ser deixada para quando não houver acordo.

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