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O simbolismo do ipê da Praça Castro Alves e os desafios da gestão de Mildson Medeiros

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Independente de qual seja sua floração o ipê é belo por natureza.  Um deles, um ipê-rosa,  tem encantado os visitantes da Praça Castro Alves, onde ficam a prefeitura e a Câmara Municipal. A árvore rouba a cena e chama a atenção dos olhares de todos que por ali passam.

O ipê é cheio de simbolismo. Ele floresce na seca, no pior momento para todas as plantas, colorindo o ambiente nas piores situações. Sugere um significado diferente para momentos de dificuldade porque traz beleza e alegria em plena época de aridez.

Não é nada fora de órbita relacionar o simbolismo desta árvore encantadora com o novo prefeito de Itanhém. Mildson Medeiros surgiu em um dos piores momentos da história política do município, quando a chave dos cofres públicos estavam prestes a cair nas mãos dos filhos do ex-prefeito Neco Batista.

A pedido do povo, mesmo não tendo nenhuma relação direta com a política, Mildson aceitou o desafio de enfrentar o até então poderoso grupo político de Zulma Pinheiro. Na primeira oportunidade, mesmo sem ser conhecido em todo o município e diante de uma conjuntura totalmente favorável para a sua opositora, Mildson perdeu as eleições por uma quantidade de votos considerada muito pequena: 664 votos.

Já na segunda oportunidade ele derrotou  Zulma Pinheiro, seus irmãos e a máquina pública com uma enxurrada de diferença de votos nunca vista nos 63 anos de emancipação político-administrativa de Itanhém: 3.481 votos.

Apesar de ter recebido um município com a saúde na UTI e com uma máquina com toda a sua engrenagem travada, Mildson Medeiros vem vencendo os desafios com foco na construção de dias melhores para o povo itanheense. Como os ipês, que apesar da seca faz florir suas árvores como alternativa para garantir o sustento nutricional de muitas espécies, o filho de Jonga do Cartório não tem se curvando diante dos desafios que o cargo de prefeito tem lhe trazido todos os dias. [Por Edelvânio Pinheiro. Foto: Edelvácio Pinheiro]