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Os verdadeiros amigos se contam nos dedos das mãos

Edelvânio Pinheiro

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Essa de “eu quero ter um milhão de amigos” é coisa do passado, quando Roberto e Erasmo se inspiravam no que mais de valioso existia na década de 1970, a amizade. Hoje a ambição, a ganância, o ciúme e a inveja certamente não permitiria aos nobres poetas, grandes nomes da MPB, pensarem assim.

Seus verdadeiros amigos não são identificados quando você se torna um advogado famoso, um político de destaque, um empresário bem sucedido ou quando você ocupa uma função importante na sociedade na qual você está inserido. Nessa situação você terá ao seu redor um bando de bajuladores da pior espécie possível e do quilate mais dissimulado que a natureza já produziu.

Seus verdadeiros amigos são os que lhe estendem às mãos quando você se vê numa situação de desgraça, quando levianamente tentam pintar o pior quadro que possa existir da personalidade humana, quando no leito de dor você pede por socorro ou, diante de uma injusta perseguição, clama por justiça.

Os verdadeiros amigos, às vezes, surgem assim do nada e se apresentam na frente da batalha para lutar na guerra em sua defesa e em troca só pede que você seja feliz, que apenas seja feliz, mais nada!

A quantidade dos verdadeiros amigos dá pra contar nos dedos das mãos e, muita das vezes, se pensarmos bem, ainda sobra alguns dedos.

Em nome do meu amigo-irmão Hinho e sua esposa Jaqueline, Dr. Osmilto, coronel Osires, Dr. Valdey, capitão Ademir, soldado Rone, Helhão, Bira, Liô, Nem Mendes, Tei e minha família agradeço a todos, absolutamente a todos pela homenagem neste domingo,  27, que reconheço não ser merecedor.

[Edelvânio Pinheiro]