Connect with us

Entretenimento

Posição em que casal dorme diz muito sobre relação. Entenda

mm

Publicado

em

[Vix]

Se um casal está passando por problemas no relacionamento, isso será percebido no modo como as partes se relacionam durante o sono. A teoria surgiu de uma pesquisa publicada no Festival Internacional de Ciência de Edimburgo, na Escócia.

De acordo com o estudo, a distância mantida pelo casal na hora de dormir reflete diretamente quão próximos e felizes eles estão na relação. Desse modo, casais que dormem a uma distância maior de 70 cm entre si e não se encostam durante o sono são os menos felizes.

As conclusões geraram controvérsia, pois algumas das posições podem ter sido afetadas por episódios isolados. Entretanto, uma coisa é certa: as posições que assumimos durante o sono revelam nossa personalidade e muitas características do casal.

casal dormindo conchinha 117 400x800

© LightFieldStudios/istock 

Modo de dormir revela personalidade do casal

Conchinha

Possivelmente, é um dos modos mais conhecidos de se dormir junto de outra pessoa, mas não são todos que conseguem relaxar nessa posição. Isso acontece porque é uma posição que revela um grande desejo sexual entre as partes e também confiança, já que um se coloca de costas para o outro, uma posição que mostra vulnerabilidade.

casal abraco conchinha 0417 400x800

© gpointstudio/Shutterstock 

Mas, de acordo com um grupo de pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, dormir de conchinha traz, além de benefícios emocionais, físicos também. Segundo os cientistas, essa posição diminui o nível de cortisol no sangue durante o sono, uma vez que o hormônio é liberado para nos manter em alerta, caso algum perigo se aproxime.

De costas, mas se tocando

casal dormindo costas 117 400x800

© KatarzynaBialasiewicz/istock

Essa posição releva uma casal mais amadurecido emocionalmente, que não sente necessidade de estar o tempo todo grudado, mas que compartilha de uma grande intimidade e confiança.

De costas, mas sem se tocar

Duas leituras são possíveis observando uma casal que dorme de costas um para o outro e sem contato físico. A primeira é de que o relacionamento não vai muito bem. O par se desentendeu e levou o aborrecimento para a cama, e o que deveria ser apenas um contratempo passageiro se tornou uma barreira física entre eles. É preciso avaliar direitinho a situação e não deixar que isso se torne um costume porque pouco a pouco desgasta a relação e afasta os parceiros.

casal dormindo brigados 117 400x800

© skynesher/istock

A segunda hipótese não está relacionada a brigas, pelo contrário. Revela um relacionamento em que as duas partes interagem, sim, mas sabem respeitar as suas liberdades individuais.

Cara a cara

Essa posição revela um nível de cumplicidade muito grande entre as partes. Esse casal não é parceiro apenas no sexo, mas também na vida. Dividem experiências e segredos ao mesmo tempo em que os dois se preocupam com a segurança do outro. Por isso, dormem cara a cara, um misto de vigília e companheirismo.

Cara a cara com as pernas entrelaçadas

Esse casal não suporta ficar separado. Parceiros que se entrelaçam até mesmo na hora de dormir revelam uma dependência emocional muito grande. Às vezes, o episódio acontece devido um longo período separados, o que pode ter proporcionado saudade e carência.

casal entrelaado amor 117 400x800

© MilanMarkovic/istock

Cabeça e braço sobre o peito do outro

Nesta posição, a pessoa que abraça se coloca como “protetora” da outra. É um modo de se relacionar com o parceiro durante o sono bastante comum em casais novos ou em pessoas que estão em busca de reavivar a relação. Também é uma boa escolha para o relaxamento pós-sexo.

casal dormindo casados 117 400x800

© Monsterstock1/istock 

Entretenimento

Como assistir à ‘chuva de estrelas cadentes’ que atingirá a Terra em agosto

mm

Publicado

em

[Leticia Mori – Da BBC Brasil em São Paulo]

No auge, são entre 40 e 80 meteoros por hora iluminando o céu noturno. A chuva de meteoros Perseidas pode ser vista todos os anos em agosto quando a Terra passa por um trecho de sua órbita que cruza com um conjunto de detritos do cometa Swift-Tuttle, soltos no espaço.

Ao entrar na atmosfera, os detritos, formados por pequenas rochas, sofrem atrito e entram em combustão, formando fracos fachos de luz que podem ser vistos da superfície.

As Perseidas são visíveis da Terra há pelo menos 2 mil anos – o primeiro registro da chuva de meteoros foi feito no ano 36 d.C., na China, segundo o astrônomo Bill Cooke, da Nasa (a agência especial americana).

O nome do fenômeno faz referência à constelação de Perseu já que a chuva de meteoritos é visível próxima a esse conjunto de astros.

Segundo a Nasa (a agência espacial americana), as Perseidas serão a melhor oportunidade de ver meteoros neste ano.

As Perseidas ficam visíveis no começo de agosto, com pico na madrugada do dia 12 para o dia 13
As Perseidas ficam visíveis no começo de agosto, com pico na madrugada do dia 12 para o dia 13. Foto: Getty Images / BBC News Brasil
Os meteoros das Perseidas costumam ficar visíveis entre o fim de julho e as primeiras semanas de agosto, mas o pico – quando há um maior número de estrelas cadentes visíveis – poderá ser observado na madrugada do dia 12 para o dia 13 de agosto.

Neste ano, o auge do fenômeno será durante a lua nova. “Isso facilita a observação, já que a noite fica fica mais escura”, explica o astrônomo Enos Picazzio, professor do Instituto de Astronomia e Geofísica da USP (Universidade de São Paulo).

O astrônomo explica que é preciso um céu limpo, sem nuvens, para conseguir ver o fenômeno.

Em lugares com muita poluição luminosa – como grandes cidades, por exemplo – a observação é mais difícil.

Um céu sem nuvens e sem lua é o ideal para observação
Um céu sem nuvens e sem lua é o ideal para observação

Foto: iStock / BBC News Brasil

Como assistir a chuva de meteoros Perseidas no Brasil

No Brasil, os melhores lugares para a observação das Perseidas são nas regiões norte e nordeste, locais onde a constelação de Perseu pode ser vista mais alto no céu.

Em outras parte do do país, é possível observar o fenômeno mais próximo à linha do horizonte.

O primeiro passo, segundo Picazzio, é localizar a constelação de Perseu.

Na madrugada do dia 12 para o dia 13, essa constelação deve começar a aparecer no céu no horizonte norte por volta das 2h da manhã, em Macapá e Salvador.

Picazzio explica que, se o observador estiver no sudeste e centro-oeste, os melhores horários para observação serão mais tarde: a partir das 3h em Brasília, a partir das 5h em São Paulo.

Na região sul deverá ser mais difícil de observar o fenômeno, já que Perseu estará no céu mais próximo do horário do nascer do sol: a partir das 6h em Porto Alegre, por exemplo.

A constelação de Órion, onde ficam as conhecidas Três Marias, pode ser um ponto de referência. Ao localizá-las no céu, olhe para o norte e verá as constelações de Touro e depois a de Perseu, onde, com sorte e um tempo bom, será possível ver diversos meteoros caindo.

“É preciso olhar diretamente para a região da constelação e ter um pouco de paciência”, diz Picazzio. Não é preciso ter um telescópio para ver as “estrelas cadentes”, mas ter um binóculo ajuda, explica ele.

As Perseidas são visíveis na Terra há pelo menos 2 mil anos
As Perseidas são visíveis na Terra há pelo menos 2 mil anos

Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Continuar leitura...

Entretenimento

17 alimentos ricos em potássio que ajudam a controlar a pressão alta

mm

Publicado

em

[Exame]

No Brasil, estima-se que 25% dos adultos tenham pressão alta. A partir dos 65, o percentual mais que dobra e 61% das pessoas convivem com o problema. A verdade é que a hipertensão mata e entre 2006 e 2016 foi responsável por quase 5 milhões de mortes por aqui, segundo dados do Ministério da Saúde.

Mudanças de hábitos alimentares e do próprio estilo de vida, como a prática de atividade física regular, são capazes de amenizar os efeitos e as consequências da doença. Recentemente, pesquisadores da American Heart Associationdescobriram que alimentos ricos em potássio podem também ser excelentes aliados no combate da hipertensão.

De acordo com o estudo, publicado durante o Heart Attack And Stroke Symptoms, o potássio é capaz de diminuir os efeitos do sódio no organismo – grande responsável pelo aumento da pressão arterial.

“Quanto mais potássio a pessoa ingere, mais sódio ela perde através da urina. O potássio também ajuda a aliviar a tensão nas paredes dos vasos sanguíneos, o que ajuda a baixar ainda mais a pressão arterial”, afirmou a pesquisa.

Ainda segundo o levantamento, o aumento da ingestão de alimentos ricos em potássio é recomendado em adultos com pressão arterial acima de 12 por 8.

A recomendação é que um adulto consuma em média 4.700 mg de potássio por dia – uma banana média tem cerca de 420 mg de potássio.

Os estudiosos alertam, no entanto, que o potássio pode ser prejudicial em pessoas com doença renal ou qualquer outra condição, como simples alergia ao componente. Por isso, uma dieta rica em potássio só deve ser seguida com orientação de profissionais capacitados da área da saúde.

Veja a seguir a lista de alimentos ricos em potássio sugerida pela American Heart Association:

Damasco

Abacate

Melão

Leite desnatado

Iogurte desnatado

Folhas verdes

Algumas espécies de peixes (linguado e atum)

Feijão

Melaço

Cogumelos

Laranja

Ervilha

Batata

Ameixa

Espinafre

Tomate

Uva passa

Continuar leitura...

Entretenimento

Você sabe quais são as piores dores do mundo?

mm

Publicado

em

[Saúde Abril]

Enquanto alguns são torturados por uma enxaqueca, outros não suportam pontadas nas costas. Conheça os tipos mais excruciantes de dor, de acordo com a percepção de quem já sofreu com elas.

Sistema esquelético

Artrite

Essa inflamação atinge as articulações e, nos casos mais graves, dificulta os movimentos e gera deformações. É bastante comum nos mais velhos.

Gota

O acúmulo de ácido úrico no sangue causa inchaços nas juntas, especialmente nas mãos, nos pés e nos joelhos, que ficam pra lá de sensíveis.

Abscesso

A falta de higiene bucal leva a uma infecção na gengiva, que promove o acúmulo de pus perto da raiz do dente. Na maioria das vezes, é preciso drenar o líquido.

Sistema muscular

Cefaleia

Dores de cabeça são consequência de alterações em músculos e nervos que envolvem o crânio e a face. Na maioria dos casos, a origem ainda é um mistério.

Lombalgia

Acomete músculos, nervos e as próprias vértebras da base da coluna. Provocada por esforço físico ou postura inadequada.

Parto

A musculatura do útero se contrai com força para dar passagem ao bebê. O organismo libera hormônios que trazem um pouco de alívio à mulher.

Órgãos

Infarto

ataque cardíaco geralmente se manifesta por meio de uma forte pontada no peito ou por incômodos no braço esquerdo, nas costas e na mandíbula.

Apendicite

O rabicho do intestino grosso é habitado por muitas bactérias. Tudo começa quando pequenos pedaços de fezes chamados de fecalitos obstruem a passagem.

Cálculo renal

Cristais de cálcio, ácido úrico e outros elementos formam pedras que batem nas paredes dos rins ou dos outros órgãos do sistema urinário.

Pancreatite

O pâncreas produz substâncias essenciais para o aproveitamento da comida. A inflamação nessa glândula é bem grave.

Cálculo biliar

A vesícula biliar fabrica a bile, que atua na digestão. Pedrinhas que surgem ali são bastante doloridas.

Sistema nervoso

Herpes-zóster

O vírus da catapora fica escondido no corpo durante décadas. Por algum motivo, se reativa, toma conta das raízes nervosas e ainda forma bolhas na pele.

Dor no ciático

Esse nervo começa no quadril e vai até os pés. Hérnia de disco e contraturas nos músculos dos glúteos esmagam a estrutura.

Neuralgia do trigêmeo

Responsável pela sensibilidade do rosto, o nervo possui três ramificações. Defeitos em alguns neurônios despertam a dor.

A gênese do suplício

Entenda como aparecem as dores

1. Radar ligado

Um problema em alguma parte do corpo liga receptores do sistema nervoso, que captam esse sinal.

2. Passeio nervoso

A informação viaja pelos nervos e pela medula espinhal até chegar ao cérebro.

3. Significado e ação

O estímulo então é interpretado. Assim, notamos que algo precisa ser feito para silenciar a crise.

Fontes: National Health Services (Reino Unido); Fabíola Peixoto Minson, anestesiologista do Centro Integrado de Tratamento da Dor (SP); José Eduardo Martinez, reumatologista, presidente da Comissão de Fibromialgia, Dor e Outras Lesões de Partes Moles da Sociedade Brasileira de Reumatologia; José Oswaldo de Oliveira Junior, neurocirurgião, membro da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor.

Continuar leitura...
Anúncio Patrocinado

EM ALTA