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Posição em que casal dorme diz muito sobre relação. Entenda

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[Vix]

Se um casal está passando por problemas no relacionamento, isso será percebido no modo como as partes se relacionam durante o sono. A teoria surgiu de uma pesquisa publicada no Festival Internacional de Ciência de Edimburgo, na Escócia.

De acordo com o estudo, a distância mantida pelo casal na hora de dormir reflete diretamente quão próximos e felizes eles estão na relação. Desse modo, casais que dormem a uma distância maior de 70 cm entre si e não se encostam durante o sono são os menos felizes.

As conclusões geraram controvérsia, pois algumas das posições podem ter sido afetadas por episódios isolados. Entretanto, uma coisa é certa: as posições que assumimos durante o sono revelam nossa personalidade e muitas características do casal.

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© LightFieldStudios/istock 

Modo de dormir revela personalidade do casal

Conchinha

Possivelmente, é um dos modos mais conhecidos de se dormir junto de outra pessoa, mas não são todos que conseguem relaxar nessa posição. Isso acontece porque é uma posição que revela um grande desejo sexual entre as partes e também confiança, já que um se coloca de costas para o outro, uma posição que mostra vulnerabilidade.

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© gpointstudio/Shutterstock 

Mas, de acordo com um grupo de pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, dormir de conchinha traz, além de benefícios emocionais, físicos também. Segundo os cientistas, essa posição diminui o nível de cortisol no sangue durante o sono, uma vez que o hormônio é liberado para nos manter em alerta, caso algum perigo se aproxime.

De costas, mas se tocando

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© KatarzynaBialasiewicz/istock

Essa posição releva uma casal mais amadurecido emocionalmente, que não sente necessidade de estar o tempo todo grudado, mas que compartilha de uma grande intimidade e confiança.

De costas, mas sem se tocar

Duas leituras são possíveis observando uma casal que dorme de costas um para o outro e sem contato físico. A primeira é de que o relacionamento não vai muito bem. O par se desentendeu e levou o aborrecimento para a cama, e o que deveria ser apenas um contratempo passageiro se tornou uma barreira física entre eles. É preciso avaliar direitinho a situação e não deixar que isso se torne um costume porque pouco a pouco desgasta a relação e afasta os parceiros.

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© skynesher/istock

A segunda hipótese não está relacionada a brigas, pelo contrário. Revela um relacionamento em que as duas partes interagem, sim, mas sabem respeitar as suas liberdades individuais.

Cara a cara

Essa posição revela um nível de cumplicidade muito grande entre as partes. Esse casal não é parceiro apenas no sexo, mas também na vida. Dividem experiências e segredos ao mesmo tempo em que os dois se preocupam com a segurança do outro. Por isso, dormem cara a cara, um misto de vigília e companheirismo.

Cara a cara com as pernas entrelaçadas

Esse casal não suporta ficar separado. Parceiros que se entrelaçam até mesmo na hora de dormir revelam uma dependência emocional muito grande. Às vezes, o episódio acontece devido um longo período separados, o que pode ter proporcionado saudade e carência.

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© MilanMarkovic/istock

Cabeça e braço sobre o peito do outro

Nesta posição, a pessoa que abraça se coloca como “protetora” da outra. É um modo de se relacionar com o parceiro durante o sono bastante comum em casais novos ou em pessoas que estão em busca de reavivar a relação. Também é uma boa escolha para o relaxamento pós-sexo.

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© Monsterstock1/istock 

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Ingestão de fibras e grãos integrais reduz risco de morte

Segundo estudo encomendado pela OMS, dieta traz benefícios na prevenção de problemas cardiovasculares, derrames, diabetes tipo 2 e câncer de cólon.

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[O Globo Uma maior ingestão de fibras alimentares e grãos integrais pode ajudar a prevenir a incidência e morte por doenças não comunicáveis, como problemas cardiovasculares, derrames, diabetes tipo 2 e câncer de cólon, aponta revisão de estudos sobre o assunto feitos nos últimos 40 anos publicada no prestigiado periódico médico “The Lancet”.

Já o maior consumo de alimentos riscos em fibras, como grãos integrais, foi associado a uma queda de 16% a 24% na incidência de doenças coronarianas, derrames, diabetes tipo 2 e câncer colorretal. Por fim, uma chamada meta-análise de ensaios clínicos também sugeriu que aumentar a ingestão de fibras pode ajudar a reduzir o peso corporal e os níveis de colesterol no sangue.

Revisões e meta-análises anteriores normalmente investigaram apenas um indicador de qualidade dos carboidratos e um número limitado de doenças, não tornando possível estabelecer que alimentos recomendar para prevenir uma gama de condições — conta Jim Mann, professor da Universidade de Otago, Nova Zelândia, e um dos autores da pesquisa. — Nossos achados fornecem evidências convincentes para que as recomendações nutricionais se foquem no aumento do consumo de fibras alimentares e na substituição de grãos refinados por integrais. Isto reduz o risco de incidência e mortalidade por uma ampla gama de doenças importantes.

Ao todo, os cientistas analisaram 185 estudos observacionais abrangendo 135 milhões de pessoas-ano (medida comum em estudos epidemiológicos do tipo) e 58 ensaios clínicos envolvendo mais de 4,6 mil adultos realizados nas últimas quatro décadas para chegar aos resultados, focando-se na morte por ou incidência de doenças do coração, derrames, diabetes tipo 2, câncer colorretal e outros cânceres associados à obesidade, como dos seios, endometria, esôfago e próstata.

Além disso, só foram incluídos estudos em que os participantes eram inicialmente saudáveis, e assim seus resultados não podem ser aplicados a pessoas com doenças preexistentes.

8g a mais de fibras já trazem benefícios

Com isso, os pesquisadores também puderam calcular a partir de qual nível de ingestão de fibras os benefícios à saúde começam a ficar maiores. Segundo eles, cada oito gramas a mais de fibras alimentares por dia reduzem em 5% a 27% as mortes e risco de desenvolvimento de doenças coronarianas, diabetes tipo 2 e câncer colorretal.

O consumo de 25 a 29 gramas diários são a quantidade adequada. Os estudiosos ressaltam, porém, que os dados sugerem que ingestões maiores podem fornecer uma proteção ainda maior.

— Os benefícios à saúde das fibras são apoiados por mais de cem anos de pesquisas sobre sua química, propriedades físicas e efeitos no metabolismo — destaca Mann. — Alimentos integrais ricos em fibras requerem mais mastigação e mantêm muito de sua estrutura no sistema digestivo, aumentando a saciedade e ajudando no controle de peso, podendo também influenciar favoravelmente nos níveis de lipídios e glicose. E a quebra das fibras no intestino grosso pelas bactérias lá residentes tem efeitos amplos adicionais, incluindo proteção contra o câncer colorretal.

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Confira oito cuidados que você deve ter com seu cachorro no verão

Especialistas dão dicas de como refrescar seu pet na época mais quente do ano.

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[O GloboÉ difícil para os nossos amigos de quatro patas perderem calor porque eles não transpiram como nós. Ao contrário dos seres humanos, cães e gatos possuem pouquíssimas glândulas sudoríparas espalhadas pelo corpo. Se não forem tomadas precauções, o estresse térmico pode causar intenso sofrimento, e até levá-los à morte, como aconteceu na última segunda-feira (7) com uma cadela da raça Beagle que não resistiu às altas temperaturas do verão carioca e morreu de hipertermia.

Durante o verão intenso, os animais que não conseguem encontrar uma forma de resfriar o corpo acabam aumentando a ventilação pulmonar (ficam ofegantes). Caso o animal continue exposto ao calor excessivo, ele poderá entrar em “agonia respiratória” e sofrer uma hipertermia. De acordo com os médicos veterinários André B. Meirelles e Diogo Alves da Conceição, aqui vão algumas dicas e cuidados que você deve tomar com seu pet para que ele não seja consumido pelo calor do verão:

Fique atento aos sintomas

As raças de cães que apresentam focinhos curtos correm maior risco. Isso acontece por causa da dificuldade natural de respirar que estes animais têm por conta da anatomia do focinho. Donos de cães como os Bulldogs, Pugs, Boxers, Shithsus e Lhasas Apso, devem ter cuidados redobrados. Cães mais velhos também são mais propensos a sofrer com o calor porque seu sistema termorregulador não funciona tão bem quanto o de cães mais jovens.

Os principais sintomas são hipersalivação, respiração ofegante acima do normal, pele muito quente, batimento cardíaco acelerado, cansaço, fraqueza e indisposição.

Durante a hipertermia, a temperatura do animal pode chegar aos 42ºC. Isto pode provocar vômito, parada cardíaca e até a morte.

Ao sinal de qualquer um desses sintomas é recomendada uma visita ao veterinário com urgência.

Queimaduras nas patas

As glândulas sudoríparas dos cães ficam concentradas nos “coxins”, as almofadinhas das patas. A camada de gordura presente nas patas ajuda a isolar a temperatura, por isso é fundamental cuidar bem delas. Se as patas entram em contato com o asfalto, calçada ou areia quentes no verão, a camada de gordura pode ser insuficiente para a proteção, causando dor extrema, traumas e infecções. É importante evitar os horários de pico de temperatura na hora de levar o cãozinho para passear. Se a temperatura do chão estiver quente para você, também estará para o animal.

Hora do passeio

Fazer atividade física é importante para todo animal, mas durante o verão é necessário tomar alguns cuidados específicos, como respeitar o ritmo da passada do cão. É imprescindível que os passeios ocorram bem cedo ou após o pôr do sol. Vale levar uma garrafa com água gelada para borrifar sobre o pêlo e a boca do animal. Também é recomendado o uso coleira peitoral, porque as coleiras de pescoço podem dificultar a respiração durante o passeio.

Tosa

A perda de calor dos cães é naturalmente prejudicada pela sua pelagem. Tosar o seu cãozinho, principalmente das raças de pêlo longo e focinho curto, é uma boa pedida. Mas para aquelas raças que possuem subpêlos, como Akitas, Huskies e Chow Chow, a tosa deve ser vista com cautela. Os pêlos destes cães são importantes para evitar queimaduras solares e podem demorar muito tempo para voltar a crescer, por isso devem ser no máximo aparados.

Alimentação

É recomendado colocar comida para os cães nos horários mais frescos do dia, e cuidado com a quantidade, pois o calor pode causar problemas de digestão.

Hidratação

Essa época do ano é muito propícia para que os cães fiquem desidratados, por isso devem sempre ter água fresca e em abundância por perto. Melhor ainda se estiver gelada, pois quando ingerida, ajuda a regular a temperatura do corpo. Nos dias mais quentes vale até colocar algumas pedras de gelo na água.

Local para deitar

Os cães precisam de superfícies mais frias como um piso de azulejo ou até mesmo a grama. Deitar nesses locais possibilita que eles percam calor por contato. Os tapetes refrescantes podem ser uma opção. Eles possuem um sistema de refrigeração através de gel, que é ativado pelo peso e pressão do cão sobre ele. Mesmo após algum tempo ele se mantém frio em relação ao ambiente, e não precisa de água, refrigeração ou eletricidade.

Ventilação

Em dias muito quentes, se puder permitir que seu pet tenha acesso a um local refrigerado ele ficará muito agradecido. Ligue ventiladores ou o ar-condicionado para que ele possa se refrescar, mas cuidado:choques de temperatura podem fazer mal. É recomendado que você suba a temperatura aos poucos antes de sair com ele para a rua, por exemplo. Nunca deixe seu animal dentro de carros ou locais sem ventilação.

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De manhã até a noite: quais são os cuidados essenciais para a pele no verão?

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