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Prefeito Mildson garante regularizar situação de agentes de endemias em Itanhém

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O prefeito Mildson Medeiros (PSD), continua trabalhando com vistas em resolver os problemas do município. Em reunião convocada pelos Agentes de Endemias, ele garantiu procurar meios para regularizar a situação dos trabalhadores da classe que, há quinze anos, reivindicam seus direitos aos gestores que administraram a cidade.

Segundo o coordenador da equipe, Jonas Caetano (Véi Rock) de acordo com a Lei 11.350, da emenda Constitucional 51, de 14 de fevereiro de 2006, todo funcionário que iniciou como agente em 2002 e permaneceu trabalhando até a aprovação da Lei (2006), e que não tivesse nenhuma restrição, não poderia ser demitido e, automaticamente, deveria ser efetivado no cargo, sem precisar passar por nenhum processo seletivo.

O coordenador afirmou que, no final da gestão do ex-prefeito Gedeon Botelho, o município deu início ao processo, fez o projeto de Lei, que foi aprovado pela Câmara de Vereadores, mas que não chegou a empossar os agentes, pois acabou o mandato do prefeito e, de lá para cá, nenhum outro gestor mostrou interesse pela situação dos trabalhadores. Agora, com Mildson Medeiros, os profissionais têm, novamente, a esperança de resolver este problema.

No encontro, Mildson tomou conhecimento de diversas situações pendentes no setor, e se comprometeu em fazer o possível para efetivar os funcionários que têm direito, bem como reajustar salários.
Após a reunião, o coordenador Jonas Caetano se mostrou confiante, falou das vantagens da efetivação dos trabalhadores e fez menção da antiga gestão como um “desastre” para os Agentes.

“Quando se efetiva, é o Governo Federal que paga, que disponibiliza uma verba maior, pois a verba é proporcional ao número de funcionários efetivados. O prefeito veio ver nossos direitos e, através disso, procurar nos repor o que estava faltando. Apresentamos também algumas demandas, como a necessidade de um laboratório para fazer exames, pois nós também trabalhamos com análises, no combate à esquistossomose. Ele vai fazer uma sala para gente, e já nos forneceu um computador novo, com impressora, para equipe trabalhar. A gestora passada nos perseguiu, demitiu todos os funcionários que foram admitidos na gestão do ex-prefeito Gedeon Botelho e, quando finalizou o mandato, eles levaram tudo, não deixaram nada”, afirmou Jonas.

O setor hoje dispõe de 20 funcionários, sendo um coordenador, dois supervisores e 17 agentes, e, na atual situação, a verba Federal vem em função de apenas seis, ficando o município responsável pelo salário dos outros 14 trabalhadores, pela falta de efetivação. [Por Jan Santos/Ascom PMI. Fotos: Edelvácio Pinheiro]