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Presidente da Câmara de Itanhém defende Mildson Medeiros. “Acredito que é politicagem”

Edelvânio Pinheiro

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O presidente da Câmara de Itanhém, Deilton Porto, o Caboquinho (PP) defendeu o pré-candidato a prefeito de Itanhém, Mildson Medeiros (PSD), referente a recentes acusações que tentaram vincular o nome do pré-candidato com roubo de gado.

Caboquinho foi uma das vítimas do furto de gado ocorrido no mês de junho no município. Ele teve 11 rezes furtadas, sendo sete novilhas, duas vacas e dois bois. Na fazenda de Arnaldo Chapéu, que é pai da secretária de Saúde, Renilda Chapéu, os ladrões também fizeram a festa e levaram oito bois.

Os 19 animais foram encontrados e, em todos, de acordo com registro de ocorrência, o nome do pré -candidato – que foi secretário da Agricultura na gestão do ex-prefeito Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi -, aparece como sendo o vendedor.

Acontece que, recentemente, tentaram vincular o nome do pré-candidato a esse crime, dizendo que o furto de gado seria para financiar a campanha de Mildson Medeiros.

“Mildson não tem nada a ver nessa história”, defendeu. “Nos furtos aparece o nome de Rogério [como suspeito], todas as pessoas que compraram [o gado furtado] falaram o nome dele”, disse. “Acredito que é politicagem [o que fizeram com Mildson]”, finalizou.

Segundo um boletim de ocorrência registrado na Delegacia de Itanhém, o dono da fazenda onde os oito bois foram encontrados, disse haver comprado os animais do pecuarista e pré-candidato a vereador pelo PSD, Willerman Gundim, o Manzinho. Este, por sua vez, usou as redes sociais para se defender.

“A gente tem mais de mil clientes no mercado há muitos anos. Comprei uns bois e, nessa semana, para quem eu vendi, veio me dizer que o gado era furtado”, explicou, citando apenas o nome do fazendeiro para quem ele vendeu os animais. O nome de Rogério Lopes foi substituído pela expressão “pessoa conhecida e bem representada na cidade”.

O Água Preta News já havia procurado Rogério Lopes. Ele disse que, “assim como os demais envolvidos, também sou vítima”. Ele disse ainda que recebeu orientações de seus advogados para não fazer comentários sobre o assunto.

“No momento estou trabalhando para resgatar a minha integridade física e moral”, limitou-se a dizer, na ocasião.

O presidente do diretório do PT em Itanhém, Geomar Francisco, também foi procurado e, mesmo tendo visto o contato do site, não fez nenhuma manifestação.