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Professores querem informações sobre quase R$ 4 milhões de precatórios do Fundef que a prefeitura de Itanhém recebeu desde o dia 1º de julho

Edelvânio Pinheiro

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A APLB de Itanhém solicitou à prefeita Zulma Pinheiro (MDB) e ao seu irmão Álvaro Pinheiro – que é o secretário da Educação – informações quanto ao desbloqueio de quase R$ 4 milhões, que já foram depositados em conta judicial desde o último dia 1º de julho, referentes a valores cadastrados em precatório do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério) para o pagamento em 2020. A APLB solicitou ainda o extrato bancário da conta destinada exclusivamente para essa movimentação.

“Fomos informados pela Assessoria Jurídica Gomes Ribeiro sobre a relação dos municípios que ganharam ação contra a União, visando o ressarcimento do Fundef e que os valores cadastrados em precatório para o pagamento em 2020 já se encontram depositados em conta judicial desde o dia 1º de julho e que Itanhém está entre os municípios contemplados”, diz a vice-coordenadora Aurileide Alves da Silva, em ofício encaminhado na última terça-feira (14).

De acordo com a coordenação da APLB, o município de Itanhém recebeu R$ 3 milhões 862 mil e 483, que devem ser aplicados exclusivamente na educação e pelo menos 60% desse recurso deverão ser rateados entre os professores da educação básica.

Nas redes sociais a APLB chama de golpe qualquer mudança que por ventura a prefeita e seu irmão queira fazer com o dinheiro do precatório, conforme a campanha cuja ilustração é a foto de capa desta reportagem.