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Quem seria o vice do provável candidato Mildson Medeiros no ano que vem?

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Já se foi o tempo em que o candidato a vice numa chapa seria alguém que indicasse um acordo político ou aliança interpartidária. O caso mais recente foi o do General Hamilton Mourão (PRTB) que, embora fosse de sigla diferente, já estava no barco com Jair Bolsonaro (PSL) fazia tempo.

Bolsonaro chegou a levar dois ou três nãos de potenciais candidatos a vice e, na ocasião, políticos e analistas acreditavam que esse fato poderia colocá-lo em condições muito desfavoráveis em relação a outros candidatos na corrida eleitoral. No final, contrariado todas as análises, Bolsonaro e Mourão acabaram eleitos presidente e vice-presidente da república.

O município de Itanhém já mostrou que, quando o candidato que encabeça a chapa tem o apoio maciço da população, o vice pode ser até alguém da própria família. No ano 2000, o peemedebista Manoel Batista dos Santos, o Neco, e sua filha Zulma Pinheiro, também PMDB, se elegeram prefeito e vice com 6.223 votos, derrotando Juarez Correia (PL), que ficou 3.865 votos.

A dupla, no entanto, tentou se reeleger em 2004, mas, com 3.858 votos apenas perdeu as eleições para Gedeon Botelho (PP), que teve 4.634 votos. Nessa ocasião, Milton Ferreira Guimarães (PSB), o Bentivi, teve 3.132 votos e se elegeu e reelegeu prefeito nas eleições seguintes.

Na atualidade muito se ouve, na opinião pública, o questionamento sobre quem será o vice do provável candidato Mildson Medeiros (PSD). Fala-se em nomes de aliados, também de quem nunca pegou na alça do caixão e até de lobos travestidos de cordeiro.

Se no passado Neco Batista mostrou que até uma filha pode ser vice e na atualidade Bolsonaro provou que um aliado pode ser o elo forte da coalizão, nada mais coerente e justo repetir a dupla Mildson Medeiros e Dr. Ronny Peterson.


FOTO ItanhemFest: Mildson Medeiros e Dr. Ronny Peterson, em 2016, no fórum de Itanhém, quando registraram a candidatura.

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Mesmo depois de ação do MP prefeita celebrou contrato de R$ 95 mil com empresa denunciada por André Correia

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Mesmo depois da instauração de ação civil pública pelo promotor Fábio Fernandes Corrêa, sobre eventual ato de improbidade administrativa, a prefeita de Itanhém, Zulma Pinheiro, celebrou contrato com a empresa Lourival Lopes de Souza, alvo da denúncia do vereador André Correia (PHS), no Ministério Público (MP).

A denúncia foi protocolada por André Correia no dia 19 de fevereiro e a ação foi instaurada no dia seguinte pelo promotor. Entretanto, quase um mês depois, no último dia 14 de março, a prefeita celebrou um novo contrato com a empresa denunciada, no valor de R$ 95 mil.

O contrato de prestação de serviços para fornecimento de materiais de limpeza é o de nº PP-100/2019, para aquisição de produtos de limpeza para – segundo o contrato – atender as demandas das secretarias municipais, das quais três delas são comandadas por dois irmãos da prefeita, o ex-deputado Álvaro Pinheiro e o fazendeiro Newton Pinheiro.

Além deste contrato de R$ 95 mil com a empresa Lourival Lopes de Souza, na mesma data, 14 de março, a prefeitura celebrou contratos com outras duas empresas: uma no valor de R$ 103 mil e 500 e outra no valor de R$ 147 mil, perfazendo um total de R$ 345 mil e 500 para a aquisição de produtos de limpeza para as secretarias.

André Correia acredita que Lourival Lopes de Souza é um laranja do cunhado de um dos irmãos da prefeita, Newton Pinheiro. Segundo o vereador o Supermercado Apoio, nome de fantasia da empresa de Lourival “já recebeu mais de um milhão da prefeitura entre 2017 e 2018”, valores pagos também com recursos do governo federal.

Vereador André Correia fez a denuncia ao Ministério Público no dia 19 de fevereiro.

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Duas situações que o MP deve observar no caso da empresa que vereador André Correia suspeita está em nome de laranja

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Lourival Lopes de Souza foi notificado para comparecer na próxima terça-feira (19), no Ministério Público (MP) em Itanhém, para dar esclarecimento na ação civil pública instaurada pelo promotor Fábio Fernandes Corrêa, depois de denúncia apresentada pelo vereador André Correia (PHS).

O MP já determinou diligências na Junta Comercial do Estado da Bahia (Juceb), para juntar ao inquérito civil contrato social e todas as movimentações financeiras feitas pela empresa, que terá que apresentar cópia dos processos licitatórios e de pagamentos referentes a todos os contratos celebrados com a prefeitura de Itanhém.

Entretanto, duas situações certamente devem ser observadas pelo Ministério Público nesse inquérito. A primeira é a existência de contas bancárias em nome da empresa e quem faz a movimentação delas. Se as contas existirem e não forem movimentadas pelo titular da empresa, existem procurações dando poderes, no mínimo, a outra pessoa. E, quem seria esta pessoa?

A segunda situação, também no mesmo nível de importância, são as declarações do imposto de renda de Lourival Lopes de Souza, referentes aos anos anteriores. O proprietário de uma empresa que movimenta milhões de reais e que tem uma prefeitura comprando cifras altíssimas não pode ter dado ao luxo de ter se declarado isento para a receita.

De acordo com a denúncia do vereador André Correia, Lourival figura como dono de um supermercado que “já recebeu mais de um milhão da prefeitura entre 2017 e 2018”. Parte desses valores foi pago com recursos do governo federal, ligados inclusive à secretaria da Educação do município, que tem à frente o ex-deputado Álvaro Pinheiro, que é irmão da prefeita do município, Zulma Pinheiro. O MP apura eventual ato de improbidade administrativa da prefeita.

O vereador acredita que Lourival Lopes de Souza não passa de ‘um laranja’ e que a empresa em seu nome, que tem Supermercado Apoio como marca de fantasia, não passou de uma manobra “para que o comércio do cunhado de outro irmão da prefeita pudesse celebrar contratos com a prefeitura”.

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Ser professor em Itanhém não é fácil; ser aluno também não é

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Ser professor em Itanhém não é fácil. A carreira é desvalorizada, a estrutura das escolas é precária e o secretário Álvaro Pinheiro, juntamente com sua irmã, a prefeita Zulma Pinheiro, promove um verdadeiro faz de conta na educação. Se não vejamos.

Alegando a necessidade de conter gastos, unidades de ensino foram fechadas, a exemplo da tradicional Escola Família Agrícola (Efai), que há mais de 40 anos formavam filhos de agricultores de todo o município. Entretanto, para Álvaro Pinheiro “a Efai era uma mentira”.

A Escola Cantinho do Saber, que foi referência na gestão do ex-prefeito Milton Ferreira Guimarães, o Bentivi, também foi fechada e, para o lugar dela, foi criado o Centro Municipal de Educação Infantil.

Comparado pelo secretário Álvaro Pinheiro com a educação da Finlândia, o centro infantil chegou a cobrar dos pais dos alunos uma lista de material enorme, inclusive resma de papel e até apontador, não um apontador qualquer, tinha que ser da Faber Castel.

Na atual gestão os professores se viram obrigados a fazer uma greve prolongada para, entre outras coisas, reivindicar o pagamento dos salários em dia. Pior ainda, depois da conquista histórica da eleição de diretores, na gestão passada, tiveram que ouvir o irmão da prefeita – que dita as cartas do baralho no município na atualidade -, dizer, na Câmara de Vereadores, que é contra a escolha de diretor através do voto.

Mas, ser aluno da rede municipal de ensino em Itanhém também não é fácil.

O ano letivo começou já faltando merenda escolar. A incompetência é tão grande que quase três meses de férias não foram suficientes para a equipe do secretário Álvaro Pinheiro planejar a distribuição da merenda, reformar as escolas, etc.

No distrito de Batinga uma professora deu o exemplo e denunciou nas redes sociais que, se não fosse o diretor de uma das duas escolas existentes naquela localidade, os alunos não teriam comido pão, salsicha e suco de saquinho, numa merenda improvisada nos primeiros dias de aula.

Além da péssima qualidade em que se encontra a maioria das escolas, o transporte escolar é de causar vergonha a qualquer prefeito que se respeite politicamente. No início da semana, internautas compartilharam pelo menos dois vídeos que mostram a vexatória qualidades dos ônibus onde os alunos são transportados.

Enquanto isso na Câmara Municipal, dos nove vereadores, apenas André Correia buscou o Ministério Público para apurar eventual ato de improbidade administrativa da prefeita, em licitações envolvendo um supermercado, localizado no distrito de Ibirajá. De acordo com o vereador, o supermercado está em nome de um laranja para tornar legal a celebração de contrato com a prefeitura.

André Correia acredita que, na verdade, a empresa seja do cunhado de Newton Pinheiro, que também é irmão da prefeita e ocupa duas secretarias: da Administração e Finanças e da Infraestrutura.

FOTO/arquivo: Secretário da Educação e irmão da prefeita Zulma Pinheiro.

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