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Zarfeg celebra Dia Nacional da Aldravia e os 20 anos do Movimento Aldravista

Edelvânio Pinheiro

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[Por Edelvânio Pinheiro] O poeta e jornalista Almir Zarfeg, mais uma vez, celebra o Dia Nacional da Aldravia, comemorado nesta quinta-feira (17), que é também o dia do aniversário da criadora dessa forma minimalista poética, Andreia Donadon Leal.

A celebração será dupla porque neste ano de 2020 a Aldravia completa 10 anos de história e o Movimento Aldravista, 20 anos desde que foi criado pelo grupo de poetas aldravistas de Mariana/MG, formado por Andreia, J. B. Donadon, Gabriel Bicalho e J. S. Ferreira, em torno da Aldrava Letras e Artes.

O Aldravismo – já firmado esteticamente e espalhado pelo Brasil e por alguns países do mundo – abarca as expressões artistas em verso, prosa e pintura. Andreia, maior expoente do movimento, se expressa como poeta, escritora e pintora.

Almir Zarfeg se aproximou do movimento em 2013, quando foi empossado na Sociedade Brasileira dos Poetas Aldravianistas (ABPA). E, também, na Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil (ALACIB), ambas presididas por Andreia Donadon. De lá para cá, o artista baianeiro não parou mais de escrever e divulgar a Aldravia.

“À primeira leitura, fui tomado de paixão e curiosidade pelo poema minimalista, a Aldravia, muito similar aos textos praticados pelos poetas modernistas e pós-modernistas, em versos livres, em forma inovadora”, afirmou Zarfeg.

Finalista do 1º Concurso Internacional de Aldravias da ALACIB em 2019 e autor do livro ainda inédito “Ave, Aldravia! Salve, Setembro!”, Zarfeg não perde a oportunidade de cultivar o poema minimalista e promover sua inventora, Andreia Donadon.

“Este ano de 2020, portanto, é muito significativo e simbólico para o Aldravismo e também para os artistas aldravistas e aldravianistas. Infelizmente, a pandemia causada pelo novo coronavírus não vai permitir a realização da 9ª Semana da Arte Aldravista, que aconteceria em outubro em Mariana”, lamentou Zarfeg.

Mas parte significativa dos poetas aldravistas, inclusive Zarfeg, estão marcando presença no Livro VIII das Aldravias, intitulado “Libertas Loquendi” (“Liberdade de Expressão” em latim), editada pela Aldrava Letras e Artes.

“Com ou sem pandemia, sigamos celebrando esta maravilha poética, a Aldravia, tão rápida como o pensamento, tão marcante como um provérbio”, concluiu Zarfeg.